Pedro Henry

>TSE adia julgamento de recurso de Pedro Henry

Posted on dezembro 10, 2010. Filed under: Pedro Henry, TSE |

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TSE adia julgamento de recurso de Henry; caso fica para próxima sessão
O TSE adiou o julgamento do recurso ordinário impetrado pelo deputado federal Pedro Heny (PP), que tenta reverter o indeferimento do seu registro de candidatura
O TSE adiou o julgamento do recurso ordinário impetrado pelo deputado federal Pedro Heny (PP), que tenta reverter o indeferimento do seu registro de candidatura. O pedido de Henry seria apreciado nesta quinta (9), mas como o ministro Marcelo Ribeiro não pode comparecer à sessão, foi retirado da pauta. Ocorre, que conforme a legislação, para o julgamento deste tipo de rercurso, o Pleno precisa estar completo. A relatora do caso é a ministra Carmén Lúcia.

A decisão é muito aguardada porque caso ele consiga “descongelar” os seus 81.514 votos, deve haver alterações no quadro de deputados federais eleitos. Neste caso, deve cair o ex-prefeito de Sinop Nilson Leitão (PSDB). Conforme cálculos feitos pelo consultor e assessor parlamentar Valdecir Calazans, se os votos de Henry forem computados, a coligação PSDB/DEM/PTB, que elegeu Júlio Campos e Leitão não conseguiria manter o tucano porque sua média de quociente ficaria em 157.620.

Assim, ele perderia a cadeira de federal porque a média é de 6 pontos de diferença entre a coligação “Mato Grosso em 1º Lugar” (PT/PMDB/PR), que elegeu o ex-secretário de Educação Ságuas Moraes (PT). Henry teve o registro de candidatura indeferido pelo TRE em 31 de julho depois que foi enquadrado como “ficha suja”. O progressista foi cassado em novembro de 2007 pelo TRE por suposta compra de votos no bairro Pedra 90, juntamente com a deputada estadual Chica Nunes (DEM). Os dois, inclusive, recorreram ao TSE para reverter a decisão mais o caso não foi julgado.
Fonte: RDNews

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>Pedro Henry e mais 51 candidatos estão em campanha mas podem ter os votos anulados pela Justiça Eleitoral

Posted on setembro 11, 2010. Filed under: deputado federal, eleições 2010, Justiça Eleitoral., Mato Grosso, MPF, PC DO B, Pedro Henry, PHS, PRB, PRP, PSC, PTC, PTN, TSE, votos |

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Pedro Henry (PP) 
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 Eleições 2010 – O deputado federal Pedro Henry (PP) e os deputados estaduais Gilmar Fabris, Chica Nunes, ambos do DEM, e José Riva (PP) integram a lista de 52 candidatos que fazem campanha sub judice, ou seja, estão recorrendo de decisões desfavoráveis, e que, se mantiverem a candidatura e não conseguirem homologar de vez seus nomes, podem ter os votos anulados pela Justiça Eleitoral. Entre os casos mais polêmicos estão os indeferimentos das candidaturas de Fabris e de Henry, que buscam a reeleição.

A situação do democrata é mais delicada porque ele recebeu parecer contrário do MPF e está a um passo de ter o nome “barrado” pelo TSE. Já o progressista se mostra confiante já que membros da Procuradoria Geral Eleitoral se manifestaram pela homologação de seu nome.
 
Como o TRE encerrou nesta quinta (9) o sistema de registro de candidaturas para preparar a cerimônia de lacre das urnas eletrônicas, que deve acontecer na próxima semana, se um dos políticos que concorrem em chapas majoritárias resolver desistir da candidatura, a tendência é que muitos eleitores não saibam da alteração.
 
Ocorre que após o lacre, o TRE pode fazer apenas a substituição do nome no sistema, mas não vai mais alterar a urna. Assim, quando o eleitor digitar o número de determinado candidato, pode estar votando em outro sem saber. Neste caso, estão recorrendo os candidatos ao Paiaguás Mauro Mendes (PSB) e Wilson Santos (PSDB). Ambos obtiveram o aval do TRE para disputar o pleito, mas foram acionados pela coligação “Mato Grosso Para Todos” (PC DO B, PRB, PTN, PSC, PTC, PHS e PRP), junto ao TSE. A situação de Wilson é mais confortável porque ele já obteve parecer favorável do MPF e o ministro do TSE Arnaldo Versiani deferiu, em decisão monocrática, o seu registro de candidatura, que ainda vai ser apreciado pelo Pleno. Já Mendes recebeu parecer contrário do MPF, mas sua defesa assegura que houve um equívoco e que seu nome vai ser homologado de vez pela instância superior.
 
Ao todo, 344 políticos de Mato Grosso se inscreveram junto à Justiça Eleitoral para disputar os cargos de governador, senador e deputados federal e estadual, mas 52 deles permanecem com registro indeferido, aguardando julgamento de recursos no TSE, ou deferidos na segunda instância, mas foram acionados pelo Ministério Publico Eleitoral ou por candidatos e coligações adversárias. Neste caso, também cabe ao TSE decidir se mantém a candidatura ou se reforma a decisão do TRE.
  

Candidatos da lista vermerlha com registros indeferidos:
 
Deputados estaduais …
Izolina Ferreira de Moraes
Leomar Amarante Mota
Levi Pires de Andrade
Silvio Carlos Duarte Miguel
Adilson Roque
Agda do Carmos Ojeda
Benedito Alencastro
Ernandes Vieira
Evanildo Reginaldo
Francisco da Silva Leite
Gilmar Fabris
Glauco Ninomiya
Isac Nascimento
Ivanildo do Carmo
Jardirene Rodrigues
José Francisco da Silva Filho
José Roberto de Araújo
Joselaine ulrich
Justino Santana
Lilian Karla Azevedo
Lourivaldo Rodrigues
Luiz Martins
Marcelo Garcia
Nelson Higino
Oscar Bezerra
Patricia Maciel
Saturnino Masson
Valquiria de Carvalho Azevedo
Vandely Martins Arruda
Wellington Soares



… deputados federais…
Alvaro José Ormond
Alediner Mesquita Borba
Aurika Eliza Simm
Cátia Hackbarth
Cláudio José da Silva
Dorgival da Silva
Ederson Dal Molin
Eduardo Gomes Silva
Francisco Wagner Lopes
Marcelo de Melo Costa
Nataniel Nazareno
Pedro Henry Neto
Sueli Dias
Willian Dias 


… e deferidos com recursos
José Riva – deputado estadual
Mauro Mendes – governador
Wilson Santos – governador
Chica Nunes – deputado estadual
Sérgio Bastos dos Santos – deputado estadual
Aluízio Leite – 1º suplente senador
Augusto César Taques – 1º suplente senador
Marta Maria Darsie – 2º suplente senador

Fonte: RDNews

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>Momento político

Posted on agosto 3, 2010. Filed under: Alfredo da Mota Menezes, Blairo Maggi, Cáceres, Justiça Eleitoral., Pedro Henry, reeleição |

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Por Alfredo da Mota Menezes
Pedro Henry está com problemas na Justiça Eleitoral para ser candidato à reeleição. Lembro que ele era para ser o candidato ao Senado em 2006 na chapa de Blairo Maggi. Teve outros problemas e teve que ceder a vaga a Jaime Campos.
Henry seria eleito senador naquela oportunidade. O que lha daria condições de pleitear hoje a candidatura do grupo ao governo do estado. Ao invés disso, está com dificuldade de ter o aceite da Justiça para sua reeleição.
Na política de longo prazo, avançar o sinal, na maioria das vezes, não dá certo. O Henry quis ir por atalhos e foi levado à incômoda situação de agora. Deixou de ser senador e governador.
Talvez como resultado da sua não confortável situação atual, o seu próprio grupo começa a apontar o dedo para ele como o culpado pelo desgaste dos governos Maggi e Silval na região de Cáceres. Estão dizendo que a região foi entregue a ele. Indicava o que fazer ou não fazer. Agora, na apuração dos resultados, é o lugar onde a coligação do Silval está com mais problemas junto ao eleitor.
Os fatos sugerem que Sérgio Ricardo está fazendo campanha para deputado de olho na de prefeito em 2012. Quer ser o mais votado em Cuiabá, com a massificação do seu nome nesta eleição, pensando em ser o prefeito da Copa.
O PP tem bons candidatos a deputados federais e estaduais, por causa disso resolveu sair sozinho para a eleição deste ano. Aí começaram a acontecer fatos inesperados.
Pedro Henry está com dificuldade em registrar sua candidatura. Chico Daltro foi ser vice do Silval. Eliene Lima tem um problema de saúde em família que faz com que ele diminua seu ritmo de trabalho pelo estado. Para deputado estadual, dois campeões de votos da sigla, Riva e Valter Rabello, estão com algum tipo de pendência na Justiça Eleitoral.
Numa atitude até inesperada, Blairo Maggi disse que não dá para comparar seu governo com o de Dante de Oliveira e nem outros com outros, pois o orçamento da frente é sempre maior do que o que passou. Não sei se é para conseguir os votos de antigos eleitores do Dante ou se essa diferente postura veio mesmo para ficar. Faltou dizer ainda que o Dante fez rigoroso ajuste fiscal, rigor que lhe custou a eleição ao Senado.
Um rumor tem crescido em Cuiabá: saber qual o resultado do inquérito sobre o superfaturamento dos maquinários repassados às prefeituras. O governo do Estado, numa atitude positiva, veio de público e disse que sumiu algo como 45 milhões de reais na compra daquelas máquinas. Pessoas também foram mandadas para o interior para saber se peças e componentes desses maquinários foram trocadas ou não.
Até agora ninguém sabe quem foi o culpado pelo desfalque apontado pelo próprio governo. Ninguém está entendendo esse silêncio barulhento perto de uma eleição disputadíssima.
Alfredo da Mota Menezes. E-mail: pox@terra.com.br; site: http://www.alfredomenezes.com
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>Eleições 2010: TRE de MT indefere candidatura de Pedro Henry a deputado federal

Posted on julho 31, 2010. Filed under: Blairo Maggi, candidatura, Carlos Abicalil, Chico Daltro, deputado federal, eleições 2010, indefere, Pedro Henry, Silval Barbosa, TRE de MT |

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Em plena correria na organização dos últimos detalhes para o lançamento de sua candidatura a reeleição de deputado federal, em grande estilo na cidade de Cáceres, Pedro Henry acaba de leval um balde de água gelada.

Cidade de Cáceres Mato Grosso – base eleitoral de Pedro Henry

É o primeiro a ser punido em Mato Grosso com base na Lei da Ficha Limpa. Em sessão neste sábado, 31 de julho, o Pleno do Tribunal Regional Eleitoral decidiu, por unanimidade, indeferir o pedido de registro da candidatura à reeleição do deputado federal. O progressista já estava com a situação jurídica complicada. Tinha sido condenado à inelegibilidade por três anos, o que o tira da disputa eleitoral. Além disso, só está no cargo por força de uma liminar obtida no TSE, pois foi cassado pelo TRE por compra de votos no pleito de 2006.
 

De acordo com a legislação, tornam-se inelegíveis os condenados por decisão transitada em julgado ou proferida por um órgão colegiado. No dia 20 de julho, o TRE declarou o candidato inelegível por três anos, sob acusação de abuso de poder econômico e utilização indevida de meio de comunicação em favor da candidatura de seu irmão Ricardo Henry (PP) à Prefeitura de Cáceres.
Mesmo que o deputado vem seguindo ritmo intenso de campanha. Agora é esperar para ver como os candidatos a majoritária como, governador Silval Barbosa (PMDB), o candidato a vice e presidente do diretório de seu partido, Chico Daltro (PP) e os candidatos a senado Blairo Maggi (PR) e Carlos Abicalil (PT, que estvam com presença confirmada, vão se comportar em relação ao evento.
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>Pedro Taques diz que reação de Pedro Henry é desespero de um condenado

Posted on julho 21, 2010. Filed under: condenado, deputado federal, desespero, Pedro Henry, Pedro Taques, TRE, Twitter |

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Patrícia Sanches

Pedro Taques  

O ex-procurador da República e candidato ao Senado Pedro Taques (PDT) diz entender o desespero do deputado federal Pedro Henry (PP), punido pelo TRE nesta terça (20) com a inelegibilidade por três anos. “Eu entendo o desespero de um condenado”, afirmou o pedetista, em entrevista ao RDNews, ao contrapor as afirmações de Henry, que sustenta ser vítima de perseguição por parte do ex-procurador da República, que supostamente teria anunciado o resultado da decisão do TRE antes mesmo do julgamento. “Quero saber como ele teve acesso a essa informação privilegiada”, declarou Henry. “Ao fazer esse tipo de afirmação ele está desrespeitando os juízes eleitorais”, pontuou Taques.
 
A relação entre Taques e Henry não era de “compadres”, mas desde a realização da Operação Jurupari, que investiga crimes ambientais, o embate se tornou mais duro. Desde então, Henry insistentemente vincula decisões judiciais desfavoráveis a ele ou a integrantes de seu círculo político a manobras de Pedro Taques. “Ele deve achar que todo mundo o persegue”, afirmou o candidato ao Senado ao ser perguntado sobre os motivos que levariam o progressista a citá-lo constantemente. No Twiter, Taques também comentou o assunto e afirmou sonhar com o dia em que os políticos corruptos do Brasil serão presos pela prática de atos que desrespeitam a população.
 
Por fim, Taques ressaltou que não pretende ficar “batendo-boca” com o deputado federal. Ele ressalta, inclusive, que tem sido bem recebido em todos os mais de 70 municípios que já visitou. “Estamos andando bastante e sendo muito bem recebidos. A campanha está muito boa”, avalia. Fonte: RDNews
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>Eleições 2010: TRE de MT cassa direitos eleitorais do deputado Pedro Henry por 3 anos

Posted on julho 21, 2010. Filed under: afiliada, Cáceres, eleições 2010, MT, Pedro Henry, SBT, TRE, TSE, TV Descalvados |

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  • MidiaNews

    Deputado federal Pedro Henry, que está inelegível; cabe recurso da decisão junto ao TSE


    O Tribunal Regional Eleitoral (TRE), em votação na manhã desta terça-feira (20), decretou a inelegibilidade do deputado federal Pedro Henry (PP), que disputaria a reeleição. Com isso, ele fica proibido de disputar nos próximos três anos. Cabe recurso à decisão, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    O motivo da decretação da inelegibilidade, conforme o processo 1364/2008, relatado pelo juiz eleitoral Jorge Luiz Tadeu Rodrigues, acompanhado por unanimidade pelo Pleno, foi por configuração de abuso de poder econômico e utilização indevida de veículo de comunicação social.

    De acordo com o processo, Pedro Henry concedeu uma entrevista na TV Descalvados, afiliada do SBT em Cáceres, com duração de 30 minutos, um mês antes da disputa eleitoral, onde seu irmão, Ricardo Henry (PP), disputou o pleito. A TV é de propriedade da família Henry.

    A denúncia foi formalizada pela coligação contrária a Henry, “Cáceres com a Força do Povo”, que apoiou o prefeito Túlio Fontes (DEM). Ricardo Henry também foi julgado inelegível, mas esse já acumula uma série de processos o condenando.

    Outro lado
    Antes do julgamento, Pedro Henry emitiu uma nota afirmando que: “Se um deputado federal, que representa o Estado de Mato Grosso, não puder conceder uma entrevista e externar sua opinião, acabou a liberdade de imprensa nesse país”.

    Pela manhã, em seu Twitter, Pedro Henry anunciou o julgamento, afirmando que encontra-se inelegibilidade por ter dado um entrevista. “O mais engraçado e que na entrevista eu não falo o nome de nenhum candidato”, afirmando que não falou o nome do irmão, Ricardo Henry, que disputou o pleito eleitoral.

    Fonte: MidiaNews

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>Políticos de MT são Flagrados em grampo da PF, Henry, Abicalil e Silval avalizam "aloprado" Valdebran Padilha

Posted on abril 9, 2010. Filed under: Carlos Abicalil, Mato Grosso, Operação Hygeia, Pedro Henry, Polícia Federal, política, Silval Barbosa, Valdebran Padilha |

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Flagrados em grampo da PF, Henry, Abicalil e Silval avalizam “aloprado”

A Polícia Federal teria interceptado ligações telefônicas que ligariam o deputado federal Pedro Henry (PP) e o governador de Mato Grosso Silva Barbosa (PMDB) ao empreiteiro preso na última quarta (7) durante a Operação Hygeia, Valdebran Padilha, que ficou conhecido em todo o país como “aloprado” no caso da compra de um dossiê contra tucanos nas eleições de 2006. Henry teria dado aval para liberação de recursos públicos de interesse de Padilha, conforme aponta uma escuta telefônica feita pela PF em fevereiro de 2009. Ainda segundo a mesma gravação, Silval, que na época era vice-governador, teria sido um dos avalistas. Os dois negam a ligação com Padilha, conforme revela o jornal Folha de São Paulo desta segunda (9).
As investigações também apontariam o deputado federal Carlos Abicalil como avalista de Padilha. O diálogo que compromete Silval e Henry foi citado na decisão do juiz federal Julier Sebastião da Silva, que determinou a prisão de 35 pessoas acusadas participar de um esquema que desviava recursos da Funasa. Eles foram presos em Mato Grosso, Rondônia, Goiás e Distrito Federal e são acusados de causar um rombo de pelo menos R$ 51 milhões ao erário. Segundo a PF, o prejuízo pode chegar a R$ 200 milhões. Todos devem ser indiciados por formação de quadrilha, estelionato, fraude em licitações, apropriação indébita, lavagem de dinheiro, peculato, corrupção ativa e passiva, prevaricação, dentre outros.
Por enquanto, todos continuam presos, mas os advogados de defesa já recorreram ao TRF para reverter a prisão preventiva. Entre as pessoas acusadas de participar do esquema estão o ex-prefeito de Santo Antônio do Leverger Faustino Dias Neto (DEM), Valdebran, o coordenador da Funasa Marco Antônio Stangherlim, o secretário-geral e o tesoureiro do PMDB Rafael Bastos e Carlos Miranda, respectivamente, e o sobrinho do deputado federal Carlos Bezerra (PMDB), Jose Luís Bezerra.
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O diálogo que compromete Silval e Henry foi
citado na decisão do juiz federal Julier
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Segundo as investigações, uma das empreiteiras de Padilha atuava em Cáceres, curral eleitoral de Henry. Numa das ligações ele aparece conversando com Carlos Miranda e relata que negociava um empréstimo com uma pessoa de pré-nome Marilena, mas que ela exigia “garantia de pagamento, ou seja, o compromisso de que Silval liberaria dinheiro para obra ou projeto do interesse do aloprado”, relata a reportagem. Carlos afirmou então que a “operação” estava garantida.
“Silval ligou pro Yuri, ligou pro Pedro Henry e falou: ó Marilena, se você quiser fazer essa operação (de empréstimo), pra esse pessoal, você pode fazer porque eu já chequei, está assinado, está tudo averiguado. Esse recurso já era pra ter até saído”. Os recursos liberados seriam destinados à realização de bailes de carnaval. Na época Yuri era secretário estadual de Turismo. Hoje ele é um dos diretores da Agecopa.
Outro lado
Procurado pelo RDNews Silval negou qualquer ligação com Padilha. Assegura que não conhece o empreiteiro e que nunca conversou com ele. “Não conheço Valdebran Padilha. Nunca avalizei nenhuma liberação de recursos para ele”, declarou Silval. O governador disse também que este tipo de ligação do escândalo da Funasa com o seu nome deve ser uma articulação do “comitê da maldade”, numa referência a um grupo de tucanos que ficaram conhecidos por articular a veiculação de panfletos apócrifos nas eleições. Silval é pré-candidato à reeleição e é adversário do ex-prefeito de Cuiabá Wilson Santos (PSDB).
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Silval garante que nunca
conversou com Valdebran Padilha
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Henry também assegurou que não tem ligações com Padilha. Ele aproveitou ainda para dizer que a obra, feita pela empreiteira em Cáceres (MT), foi tocada com emenda do deputado Carlos Abicalil (PT-MT). O petista trocou ligações com envolvidos no caso do dossiê, mas nega relação com o caso. Nesta quinta (8) ele disse que propôs emenda genérica para obras com recursos no Ministério das Cidades, mas quem definiu o projeto e a empreiteira foi a Prefeitura de Cáceres. Roger Fernandes, advogado de Valdebran, disse que o inquérito é confuso porque misturou três linhas de investigações diferentes e, por isso, não há como comentar a ligação entre Valdebran e Miranda. Fonte: RDNews
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>Os gastos de nossos deputados federais

Posted on dezembro 8, 2008. Filed under: Carlos Abicalil, Carlos Bezerra, Deputados federais de MT, Eliene Lima, Homero Pereira, Pedro Henry, Thelma de Oliveira, Valtenir Pereira, Walington Fagubndes |

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Bezerra torra R$ 20 mil com verba indenizatória

Carlos Bezerra (PMDB) O cacique do PMDB Carlos Bezerra “torrou” R$ 20,4 mil de sua verba indenizatória de novembro e lidera a lista dos que mais gastaram entre os 8 deputados federais mato-grossenses. O progressista Pedro Henry gastou R$ 19,3 mil. Já Wellington Fagundes (PR) apresenta despesas de apenas R$ 5,6 mil. Cada federal tem direito a R$ 15 mil mensais de reembolso a título de verba indenizatória. Trata-se de um ressarcimento de despesas com aluguel, manutenção de escritórios, locomoção, alimentação e despesas diretamente relacionadas ao exercício do mandato. Os dados são públicos. Estão disponíveis no site da Câmara dos Deputados em um link denominado de tranparência.

Pedro Henry (PP) Segundo os dados do balancete de Bezerra ele gastou R$ 4,2 mil com combustível; R$ 7 mil com divulgação de atividade parlamentar e R$ 9,2 mil com locomoção, hospedagem e alimentação. Juntos, som R$ 20,4 mil. Pedro Henry recebeu reembolso de R$ 5,6 mil devido a gastos com locomoção, hospedagem e alimentação; R$ 9 mil com consultorias, assessorias, pesquisas e trabalhos técnicos. Já com combustível Henry gastou R$ 4,5 mil. Ao todo foram R$ 19,3 mil em novembro.

Thelma de Oliveira (PSDB) “torrou” R$ 15,2 mil. Ele apresentou comprovantes para despesas de R$ 8 mil com aluguel de imóveis para escritório; R$ 2,6 mil com aquisição de material de expediente e R$ 4,5 mil com combustível. Eliene Lima (PP) declarou gastos de R$ 15 mil, como R$ 4,5 mil com combustível; R$ 4 mil com consultorias, assessorias, pesquisas e trabalhos técnicos; e R$ 3,5 mil com compra software.

Deputado Valtenir Pereira (PSB) O deputado Valtenir Pereira (PSB) revela ter gasto R$ 10 mil, sendo R$ 2,7 mil com aluguel; R$ 1,3 mil com aquisição de material de expediente; R$ 4,5 mil com combustível e R$ 1,8 mil com locomoção, hospedagem e alimentação. O republicano Homero Pereira apresentou gastos de R$ 10,1 mil. Segundo seu balancete, ele “torrou” R$ 5,3 mil com locomoção, hospedagem e alimentação; R$ 1 mil com aluguel; R$ 2,9 mil com combustível; R$ 337 com compra de material de expediente e R$ 415 com aquisição ou locação de software; serviços postais; TV a cabo ou similar; acesso à internet; e locação de móveis e equipamentos.

o petista Carlos Abicalil apresenta despesas de R$ 6,1 mil. Entre outras estão R$ 2,1 mil com aluguel; R$ 502 com aquisição de material de expediente; e R$ 324,22 com compra ou locação de software. O que menos gastou foi o republicano Wellington Fagundes. Diz que suas despesas de novembro sobre verba indenizatória foram de R$ 5,6 mil. (Patrícia Sanches)

Despesas dos federais com verbas indenizatórias
(novembro de 2008)
Deputado gastos
Carlos Bezerra (PMDB) R$ 20, 4 mil
Pedro Henry (PP) R$ 19,3 mil
Thelma de Oliveira (PSDB) R$ 15,2 mil
Eliene Lima (PP) R$ 15 mil
Homero Pereira (PR) R$ 10,1 mil
Valtenir Pereira (PSB) R$ 10 mil
Carlos Abicalil (PT) R$ 6,1 mil
Welington Fagundes (PR) R$ 5,6 mil

Fonte: RDNews
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