pesquisa IPEC

>Eleição 2010: Pesquisa Ipec aponta Wilson Santos em primeiro seguido de perto por Silval Barbosa

Posted on dezembro 29, 2009. Filed under: Eleição 2010, pesquisa IPEC, Silval Barbosa, Wilson Santos |

>

A três meses de assumir o Palácio Paiaguás, o vice-governador Silval Barbosa (PMDB) já aparece em segundo lugar na corrida pelo governo, de acordo com a nova rodada de pesquisa do instituto Ipec.

Segundo o levantamento na modalidade estimulada, o prefeito Wilson Santos (PSDB) teria 24,20% dos votos se a eleição fosse hoje. Silval aparece com 20,24% das intenções, seguido do senador Jayme Campos (DEM), que tem 18,26%. O empresário Mauro Mendes (PSB) está em quarto lugar com 3,45%. E em quinto aparece o juiz Julier Sebastião da Silva (1,21%). Na modalidade estimulada, o eleitor é apresentado a um cartão com os nomes dos postulantes. O total dos que não responderam ou não opinaram chega a 20,63%. Os que votariam nulo ou branco totalizam 1,53%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 23 de dezembro, ouvindo 1.566 eleitores. Do total, 31,86%% dos questionários foram aplicados na Baixada Cuiabana. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Os números do Ipec se diferenciam dos verificados pelo instituto Vox Populi, em pesquisa realizada entre os dias 9 e 13 de dezembro e divulgada na semana passada pelo Diário. De acordo com o Vox Populi, Wilson Santos tem 21%, Jayme Campos 20%, e o deputado federal Carlos Abicalil (PT) 10%, o mesmo percentual que Silval Barbosa.

O levantamento do Ipec mostra que a exposição a que tem sido submetido Silval tem surtido efeito. Entre dezembro de 2008 e dezembro de 2009, as intenções de voto no vice-governador passaram de 8,35% para os atuais 20,24%. Wilson Santos teve pequena oscilação para baixo, caindo de 26,58 para 24,20%. Jayme Campos saiu de 17,65% há um ano e chega agora a 18,26%.

Na modalidade espontânea, na qual o eleitor é instado a responder em quem votaria se a eleição fosse hoje, Silval Barbosa aparece em primeiro, com 7,22% das intenções, seguido de Jayme Campos (5,56%), Wilson Santos (4,79%), Mauro Mendes (4,09%). Um total de 75,03% dos entrevistados não responderam ou não opinaram.

A evolução dos candidatos no último ano mostra Silval Barbosa saindo de 5,9% em dezembro de 2008 e chegando aos 7,22% de agora, na modalidade espontânea. Jayme Campos caiu de 13,64% em dezembro do ano passado para 5,56% agora. Já Wilson foi de 19,82% para os 4,79% de dezembro de 2009.

Num eventual segundo turno, Wilson Santos aparece com 27,39% das intenções contra 26,56% de Silval. Quando a disputa é polarizada entre Wilson e Jayme, o tucano fica com 27,08% das intenções e o democrata com 24,39%.

Se enfrentasse Mauro Mendes num segundo turno, Wilson Santos teria 27,65%, ante 16,54% do empresário. No caso de uma segunda rodada envolvendo Silval Barbosa e Jayme Campos, o primeiro teria 24,78% dos votos. E o senador ficaria com 22,86%. Jayme, no entanto, venceria Mauro Mendes num eventual segundo turno, por 22,54% a 15,88%. Já Silval bateria o empresário por 23,75% a 15,84%.

Wilson Santos lidera no quesito rejeição. Segundo a pesquisa, 12,07% dos entrevistados não votariam nele de jeito nenhum. O segundo mais rejeitado é Jayme Campos (7,66%), seguido de Silval Barbosa (6,45%) e Mauro Mendes (6,07%). A rejeição a Julier é de 0,32%. Fonte: Diário de Cuiabá

Anúncios
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Eleição 2010: Leituras de uma pesquisa

Posted on setembro 1, 2009. Filed under: Eleição 2010, Jaime Campos, PAC, pesquisa, pesquisa IPEC, Silval Barbosa, Wilson Santos |

>

A última pesquisa de opinião pública do Ipec sobre eleição para governador e senador para o ano que vem traz leituras interessantes.

Wilson Santos continua na frente para governador, mas caiu um pouco, principalmente na Baixada Cuiabana, lugar que recebeu mais informações sobre o imbróglio do PAC. Jaime Campos subiu um pouco e encostou no Wilson. Comentava-se muito, inclusive esta coluna, que a tendência seria o Wilson ser o candidato do grupo ao invés do Jaime. Já não é tão claro assim.

O argumento do PSDB é que não se poderia tirar uma candidatura ao governo que estivesse distante do candidato do DEM em pesquisas de opinião. Pode ser que passada a celeuma do PAC o Wilson volte a deslanchar, mas para o momento a diferença é estreita e o candidato do DEM tem levantado outro argumento.

Afirma que tem mais apoios em partidos e lideranças que o Wilson. Se este critério for levado em conta e se a diferença entre eles não for tão acachapante pró-Wilson, o Jaime tem um argumento para ser o candidato daquele grupo.

Silval Barbosa ficou em terceiro lugar na pesquisa. Se continuar crescendo se firma como candidato do grupo. O Mauro Mendes não aparece bem na pesquisa Ipec. O Silval está e vai continuar em campanha, tende a subir mais nas pesquisas. O Mauro, respeitando o candidato atual do grupo, não pode se manifestar como candidato. Vai ficar mais para trás. Lá pelo final do ano, se não mostrar fôlego, o espaço será preenchido totalmente pelo Silval.

Para o Senado a pesquisa do Ipec mostrou que os nomes do Riva, Serys, Abicalil, Antero e Wellington Fagundes estão bem na fita. Um grupo está se formando: Silval mais Wellington, Serys ou o Abicalil. Não há vaga para o Riva ali. Não há argumento para que os candidatos ao Senado do PR e PT abram mão das vagas se estão bem nas pesquisas. A tendência do Riva é uma composição com o lado do Wilson ou do Jaime.

Para Antero de Barros, que aparece bem na pesquisa, se sair o Jaime como candidato ao governo seria melhor. Uma vaga para o Senado seria sua. Se sair o Wilson fica difícil, o PSDB não levaria duas vagas na majoritária.

Não funciona assim numa eleição, apenas como mais uma ilação, os votos do Abicalil e da Serys, se somados, mostram uma candidatura forte do PT para o Senado. A mesma coisa talvez se possa dizer da soma das intenções de votos do Wilson e Jaime para o governo.

Uma coisa continua martelar minha cabeça: o agronegócio não vai lançar um candidato ao governo? Será que o caso Blairo Maggi foi um acidente político? O grande negócio no estado está tão seguro de si que não precisaria do governo? Ou quem ganhar dependeria dele? A política estadual não teria mais importância para o setor e sim o nacional? Mas, se verdade, não vão eleger nem um senador?

Ainda estou achando que vai aparecer algo diferente no meio do caminho. Não dá para acreditar que o setor mais forte da economia estadual, que já está no governo, vai deixar a coisa correr frouxa e sem a sua enorme influência.

Autor: Alfredo da Mota Menezes. E-mail: pox@terra.com.br site: http://www.alfredomenezes.com

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Pesquisa eleitoral, índices e chances – 2

Posted on julho 14, 2009. Filed under: eleições 2010, pesquisa eleitoral, pesquisa IPEC |

>

De acordo com a mais recente pesquisa, realizada pelo Ipec, o prefeito da Capital (29,4%) lidera a corrida para o governo do Estado. Logo atrás, aparece o senador democrata (22,23%), e, no pelotão de retardatários, o vice-governador (10,3%) e o presidente da Assembleia Legislativa (9,67%). Tais posições ainda não são definitivas. Muita coisa pode acontecer. Inclusive a desistência de um ou outro desses nomes, até mesmo para disputar uma cadeira ou do Senado, ou da Câmara Federal, ou do Parlamento estadual.


O jogo, portanto, está apenas em seus lances preliminares. Importantes, sem dúvida nenhuma. Porém, a campanha eleitoral, de fato, só terá seu início a partir de julho do ano vindouro, logo após as chamadas convenções partidárias. Embora se saiba que as tais convenções só são realizadas em razão da exigência legal. Até porque nada do que foi acordado e/ou definido anteriormente pelos chefes políticos será mudado. Tem, então, um papel imprescindível as negociações com vistas às coligações, o aproximar “das bases” e as visitas aos municípios, as quais permitem o contato com o eleitorado. Passagens que podem ser detectados pelas pesquisas. Percebe-se o porquê o prefeito obteve 49,9% na Baixada Cuiabana, pois nesta região ele é mais conhecido. Acontece que também em outras regiões, até mais distante da Capital e que o peessedebista não é tão conhecido, o índice percentual alcançado por ele foi altamente positivo. No Vale do Araguaia, por exemplo, Wilson Santos atinge 14,8%; no Sul, 17,2%; no Médio Norte, 25,2%; no Norte, 14,4%; no Noroeste, 17,9%. Superando, inclusive, o vice-governador que, em tese, teria mais tempo e condições para se deslocar de Cuiabá para o interior.


Estar mais bem posicionado na referida pesquisa, entretanto, não garante vitória nas urnas em 2010. O sair-se vitorioso depende, e muito, de uma série de fatores. O grupo de apoios ajuda bastante, particularmente se entre estes se encontrarem o PP, DEM e parte do PMDB, ainda que seja de uma forma camuflada; assim como igualmente contribui o encontro com as lideranças municipais, no sentido de encurtar as distâncias, cujo objetivo, na verdade, é a aproximação com as comunidades locais. Certamente, o seminário que teve início no mês passado em Cáceres não deixa de ser importante. Contudo, cabe observar que a atenção e a preocupação com as realidades regionais são mais interessantes que as ideias que se possam emitir a respeito delas. Ideias surgidas entre uma bebida e outra nos gabinetes partidários. Por conta disso, pré-concebidas, sem nenhuma sustentação teórico-prática, ou de serventias para os moradores. Isso porque cada área mato-grossense possui características diversas, apesar de ter as mesmas atividades econômicas. O que dificulta, sobremaneira, a administração pública. Principalmente se faltam ao gestor estadual programas de governo. Particular que igualam todos os pretendentes.


Pretender disputar o cargo de governador é tarefa fácil. Não é diferente o apresentar-se como “novo”, o “diferente” dos concorrentes. Aliás, todos os ocupantes da cadeira central do palácio governamental, cada qual a sua maneira, durante a campanha eleitoral, se vestiram de igual fantasia. O disfarce durou pouco. Resultaram daí a falência da educação e da saúde, somado ao caos da segurança pública.


O prefeito-candidato terá uma dificílima empreitada pela frente. Unificar o discurso com a candidatura do PSDB à Presidência da República, evitar os desgastes de sua gestão em Cuiabá, diminuir as distâncias que o separam do interior, e, isso, o obriga a apresentar projeto alternativo de governo, sem, contudo, se descuidar de atrair parceiros, alguns destes também interessados na disputa, como são os casos do deputado Riva e do senador Jaime Campos. Tema do próximo artigo.


Lourembergue Alves é professor universitário e articulista – E-mail: Lou.alves@uol.com.br

Fonte: Jornal A Gazeta



Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Análise dos índices e chances da pesquisa IPEC

Posted on julho 10, 2009. Filed under: eleições de 2010, pesquisa eleitoral, pesquisa IPEC |

>

Falta muitíssimo para as próximas eleições. Isso não significa que não se deva falar sobre elas. Ao contrário. Deve, sempre que puder, trazê-las para a mesa de discussão. Ainda mais quando se tem uma pesquisa a respeito. Aliás, o Ipec traz dados interessantes. É, portanto, oportuno convidar o (e) leitor para refletir a respeito dos índices percentuais obtidos por cada pretendente, ou suposto pretendente ao Palácio Paiaguás.

Os números são sugestivos. Pois o referido instituto, habilmente, levou em consideração as intenções de votos em diferentes regiões de Mato Grosso: na Baixada Cuiabana, por exemplo, o prefeito da Capital obteve 49,9%; seguido pelo senador Jaime de Campos, com 28,7%; o vice-governador, 3,9%; e o presidente do Legislativo estadual, 1,6%. Quadro que se diferencia, e muito, quando o foco é o Norte. Neste, Silval Barbosa desponta com 39,6%. Bem atrás, aparecem o democrata, 19,5%, o tucano, 14,4%, e Geraldo Riva, 3,52%. Já no Sul, o ex-prefeito de Várzea Grande lidera com 18,97%, o peessedebista tem 17,2%, o peemedebista obteve 5,6% e o deputado estadual, 3,4%. Números que mudam completamente no Médio-Norte, uma vez que o parlamentar estadual aparece em primeiro lugar com 29,7%; seguido pelo prefeito, que detém 25,2%; o várzea-grandense, 19,1%, e o vice, 3,3%. Riva também segue líder na região Noroeste, com 53,8%; Wilson Santos e Jaime Campos, 17,9% e 10,2%, respectivamente. Extrato quase aproximado do Baixo Araguaia, onde o deputado surge com 28,1%, o senador 23,9%, o prefeito aparece com 21,13%; o vice-governador, 14,8%.

Podem-se fazer várias leituras dos cenários acima. Uma delas, talvez a mais importante, é a de que o vice-governador se encontra em uma situação desconfortável. Embora tenha se destacado no Norte, os números conquistados nas demais regiões do Estado o deixam em penúltimo lugar na contagem geral. Posição que tende a piorar caso ele não consiga atrair os apoios do DEM, PP, PR e PT. O que agravará ainda mais com a permanência do senhor Blairo Maggi na chefia do poder Executivo até o final do próprio mandato. Isso deve dificultar-lhe nas negociações diretas com os prefeitos e vereadores, os quais não transferem votos, mas são cabos eleitorais importantes em uma disputa ao governo. Sobretudo quando se sabe que a dita candidatura não empolga os eleitores da chamada Baixada Cuiabana, Médio-Norte, Sul, Noroeste e, tampouco, tem a simpatia do gestor rondonopolitano.

Empreitada dificílima essa a do vice-governador, que sonha em ser eleito governador. Mas não é impossível. No jogo político-eleitoral, impossível é um termo inexistente. Nada pode ser descartável, ou ignorado. Portanto, o que parece difícil pelos números da referida pesquisa, pode mudar completamente de figura mais adiante, ou mesmo em 2010. Desde que se faça a articulação necessária para a costura de uma forte aliança, cuja composição não deve ficar de fora PP, PR, DEM e PT; além disso, apareça com projeto alternativo de governo, em especial no que diz respeito à segurança, educação e saúde públicas, considerados setores mais carentes da atual administração.

Acontece, porém, que o peemedebista jamais se mostrou habilidoso na arte de negociar. Razão pela qual quase perdeu a chance de presidir a Assembleia Legislativa. Só não perdeu a presidência dessa Casa de Leis porque dois de seus colegas, um peefelista e outro peemedebista, saíram em sua defesa, cobrando acordos anteriormente realizados. A parceria com o cacique da turma da botina na eleição de 2006, a despeito do chefe-mor do PMDB, se deu bem mais por iniciativa do então governador que do atual vice-governador. Talvez seja por isso que este peemedebista se coloca tão ligado ao “rei da soja”, a ponto de não participar da última campanha eleitoral em Rondonópolis, oportunidade em que se digladiavam PR e PMDB. Deduz-se daí que ele, o vice, na condição de candidato à sucessão, dificilmente apresentará a população projeto alternativo de governo. O que lhe atrapalhará um bocado na dita peleja.

Retrato diferente do prefeito da Capital que, de acordo com a pesquisa em questão, lidera na intenção de votos. Assunto a ser tratado em outro artigo.

Lourembergue Alves é professor universitário e articulista e-mail: Lou.alves@uol.com.br

Fonte: A Gazeta

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Quadro geral da política em Mato Grosso segundo pesquisa IPEC

Posted on julho 7, 2009. Filed under: Avaliação do governo Blairo Maggi, eleições de 2010, pesquisa eleitoral, pesquisa IPEC |

>

O Instituto Ipec, em parceria com o programa Chamada Geral (Mega 95FM) e o site Mega Debate, divulgam com esclusividade, o resultado da mais recente pesquisa de intenção de votos para as eleições de 2010. Nela, foram ouvidos 1.561 entrevistados, compreendendo 8 regiões distintas de Mato Grosso, com ênfase na análise do coeficiente eleitoral, veja o quadro:

  • Baixada cuiabana: 32,09%;
  • Região norte: 16,40%;
  • Região Sul: 14,86%;
  • Médio Norte: 11,40%;
  • Região Oeste: 9,61%;
  • Vale do Araguaia: 6,09%;
  • Noroeste: 5,00%;
  • Baixo Araguaia: 4,5%.

A técnica utilizada foi o método Survey, com um intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 3%.

Perguntado ao eleitor:

“Como viram e estão vendo o estado”, os mesmos responderam:
Melhorou 61,37%
Igual 28,70%
Piorou 7,43%
Não opinaram 2,50%

Qual é o melhor senador, na sua opinião?
Não opinaram 40,72%
Jaime Campos 33,25
Serys 23,25
Gilberto Goelner 2,88

Você apoiaria um candidato apoiado pelo governador Blairo Maggi?
Apoiariam: 44,65%
Não apoiaria: 39,46
Não respondeu: 15,89

Em quem você votaria, se as eleições fossem hoje (Presidência estimulada)
Serra: 34,21%
Ciro: 17,55%
Dilma 12,56%
Heloisa Helena 4,74%
Nulo/Branco 1,15%
Não opinou: 29,79%

Como você avalia a adminsitração Blairo Maggi?
Òtima: 9,61%
Boa: 49,20%
Regular: 30,11%
Ruim: 6,02%
Péssima: 3,65%
Não opinou: 1,41%

E como você avalia o governo Lula?
Ótimo: 14,23%
Bom: 50,61%
Regular: 24,09%
Ruim: 5,06%
Péssimo: 4,23%
Não opinou: 1%

Em quem você votaria se as eleições fossem hoje? (Espontânea)
Wilson 19,47%
Jaime 17,04%
Sergio Ricardo 6,85%
Silval Barbosa: 6,02%
José Riva: 5,70%
Abicalil 3,40%
Pivetta: 3,27%
Percival: 1,60%
Julier: 0,19%

Em quem você votaria. (Estimulada – Cenário 1)

Wilson 29,40% Em dezembro tinha: 26,58%
Jaime 22,23% Em dezembro tinha: 17,65
Silval 10,31% Em dezembro tinha: 8,35%
Riva 9,67% Em dezembro não foi avaliado nas pesquisas
Nulo/Branco 0,45%
Não opinou 27,93%

Estimulação de 2º turno. Confronto entre Wilson X Jaime

Wilson: 32,42%
Jaime: 25,37
Não opinaram: 42,22%

Estimulação de 2º turno: Wilson X Silval

Wilson: 34,14%
Silval: 14,29%
Não opinaram: 51,57%

Estimulação de 2º turno: Wilson X Riva

Wilson: 33,06%
Riva: 14,29%
Não opinaram: 52,66%

Se as eleições fossem hoje, em quem você votaria para o senado da república? (1º voto)

Riva: 10,12%
Serys: 9,35%
Sérgio Ricardo: 9,16%
Antero: 7,30%
Abicalil: 6,15%
Wellington Fagundes: 5,77%
Pedro Henry: 3,97%
Pivetta: 3,01%
Carlos Bezerra: 2,75%
Pedro Taques: 1,02%
Gilberto Goelner: 0,58%

Se as eleições fossem hoje, em quem você votaria para o Senado da república? (2º voto)

Riva: 9,55%
Serys: 6,73%
Sérgio Ricardo: 6,92%
Antero: 4,48%
Abicalil: 8,97%
Wellington Fagundes: 5,12%
Pedro Henry: 3,84%
Pivetta: 2,56%
Carlos Bezerra: 5,51%
Pedro Taques: 1,67%
Gilberto Goelner: 0,51%
Não opinou: 44,14%

Resultado levando em consideração a média das intenções de votos, excetuando os brancos e nulos

José Riva: 17,00%
Sérgio Ricardo: 13,93%
Serys: 13,92%
Abicalil: 13,22%
Antero: 10,17%
Wellington: 9,46%
Carlos Bezerra: 7,25%
Pedro Henry 6,79%
Piveta: 4,86%
Pedro Taques: 2,35%
Goelner: 0,94%

Fonte: Mega Debate

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

Liked it here?
Why not try sites on the blogroll...