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>Eleição nos EUA para renovar Congresso é ‘teste de fogo’ para Obama

Posted on novembro 2, 2010. Filed under: Barack Obama, Câmara dos Representantes, Eleição nos EUA, Estados Unidos, pesquisa |

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As eleições legislativas nos Estados Unidos estão sendo consideradas um teste de fogo para o presidente Barack Obama. 

 Barack Obama presidente dos Estados Unidos

A votação já começou para eleger todos os 435 deputados da Câmara dos Representantes, 37 das 100 vagas do Senado, além de 37 dos 50 governadores. O descontentamento dos americanos com a economia é uma preocupação para o governo de Obama, que deve perder a maioria parlamentar. De acordo com a última pesquisa, a oposição detém 52% das intenções de voto.

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>Dia do Professor: A difícil missão de ensinar

Posted on outubro 15, 2010. Filed under: alunos, Dia do Professor, Educação, escola, Ibope, missão de ensinar, OIT, pesquisa, professores no Brasil |

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Os professores no Brasil são mal remunerados, trabalham em excesso, têm pouco tempo para se qualificar, estão desmotivados e sobrecarregados. Este é o resultado de uma pesquisa feita pelo Ibope (em 2009), a pedido da Confederação Nacional de Indústria e do movimento “Todos pela Educação” para mostrar o perfil do educador brasileiro. Um ano depois será que estes dados mudaram? Se a mesma pesquisa for realizada hoje as respostas serão as mesmas, já que muito pouco foi feito no país para alterar essa realidade.
Parabens e reflexão aos professores pelo seu dia
Com raras exceções, o professor brasileiro dá um duro danado, se desdobra em mil para conseguir reforçar a renda familiar, já que o salário que recebe é um dos mais baixos do mundo, segundo levantamento feito pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), em 40 países. A situação dos brasileiros só não é pior do que a dos professores do Peru e da Indonésia. Um profissional da educação no Brasil, em início de carreira, recebe uma média de US$ 5 mil por ano. Na Alemanha esse valor sobe para US$ 30 mil por ano, mais de seis vezes a renda no Brasil. A Argentina paga US$ 9.857, exatamente o dobro da renda do brasileiro.
Não bastasse a questão salarial, os professores vivem no limite. Para ganhar um pouquinho a mais, muitos trabalham até 3 períodos. Sobrecarregados. não têm tempo de se qualificar, comprometendo assim o ensino, já que lá na ponta os alunos sairão perdendo.
O estudo mostra que, no país, apenas 21,6% dos professores primários têm diploma universitário, contra 94% no Chile. Nas Filipinas, todos os professores são obrigados a passar por uma universidade antes de dar aulas.
Tem ainda a falta de infraestrutura, problema mais evidente na rede pública de ensino. Os professores ensinam em salas quentes e na maioria das vezes abarrotadas de alunos. Dados da OIT e da Unesco mostram que o Brasil é um dos países com o maior número de alunos por classe, o que prejudica o ensino. Segundo o estudo, existem mais de 29 alunos por professor no Brasil, enquanto na Dinamarca, por exemplo, a relação é de um para dez. Quanta diferença!
Além disso têm que conviver com alunos que nem sempre estão de fato interessados em aprender, que vão para escola por pura obrigação ou imposição dos pais, estes não raro delegam à escola (leia-se os professores) a tarefa de educar, de ensinar valores, papel esse que é obrigação de pai e mãe e não da escola.
Ainda assim com tantos problemas, frustrações e falta de reconhecimento eles estão lá, firmes e fortes, com material didático em mãos e prontos para iniciar um novo dia e ajudar este país a ter um futuro melhor. A estes guerreiros nossos parabéns, não apenas por hoje, mas por todos os dias de luta!
Fonte: A Gazeta
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>Pesquisa Vox Populi indica que haverá 2º turno na eleição para governador em MT

Posted on setembro 24, 2010. Filed under: Band, Eleição, eleições 2010, governador, Marcos Magno, Mato Grosso, Mauro Mendes, pesquisa, Pesquisa Vox Populi, Silval Barbosa, TV Cidade Verde, Wilson Santos |

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Os candidatos Silval, Mauro e Wilson Santos

Eleições 2010 – Pesquisa realizada no período de 17 a 20 de setembro, pelo instituto Vox Populi, divulgada nesta sexta-feira, 24 de setembro, pela Band TV Cidade Verde, canal 12,   revelou um quadro eleitoral diferente dos resultados divulgados por outros institutos na eleição para governador de Mato Grosso.

Na modalidade estimulada, apresenta o seguinte resultado:

Silval Barbosa (PMDB) – 42%
Mauro Mendes (PSB) – 20%
Wilson Santos (PSDB) – 17%
Marcos Magno (PSOL) – 1%
Ninguém/Branco/Nulo – 4%
Indecisos – 16%

Na modalidade espontânea, o levantamento aponta:

Silval Barbosa (PMDB) – 29%
Mauro Mendes (PSB) – 13%
Wilson Santos (PSDB) – 11%
Marcos Magno (PSOL) – 0%
Ninguém/Branco/Nulo – 3%
Não responderam – 44%

Rejeição

Wilson Santos (PSDB) – 25%
Marcos Magno (PSOL) – 17%
Silval Barbosa (PMDB) – 7%
Mauro Mendes (PSB) – 6%
Poderia votar em qualquer um deles – 16%
Não votaria em nenhum deles – 2%
NS/NR – 27%

A pesquisa foi registrada sob números 37.715/2010 e 31.696/2010 no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) e Tribunal Superior Eleitoral (TSE), respectivamente. Foram entrevistados 1.000 eleitores. A margem de erro da pesquisa é de 3,1%, para mais ou para menos.
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>Em quem votar?

Posted on setembro 22, 2010. Filed under: Correio Braziliense, corrupção, Em quem votar, pesquisa |

>Por Alexandre Garcia

A senhora de cabelos brancos abordou-me no cafezinho do shopping: “Vou-me embora para o Uruguai. Aqui não dá mais. Corrupção por toda a parte, falta de vergonha na cara e sem opção para votar.” Respondi que o Uruguai seria uma boa opção, onde as pessoas têm vergonha na cara e se vive muito bem. Mas seria bem melhor que as pessoas que aqui vivem manifestassem sua indignação, como em tempos de cara-pintadas. E ela tem razão: quem não concorda com a lista de candidatos, não tem opção.
Os legisladores que fizeram a lei eleitoral, espertamente não deixaram a opção “nenhuma das respostas acima”. Que democracia é essa, que não permite o “não”? Todas as opções exigem um “sim”. Votar em branco ou anular o voto não muda nada e até favorece os que receberam votos válidos, diminuindo a quantidade de votos necessária para se eleger deputados. Quem votar no Tiririca, em São Paulo, como voto de protesto, estará elegendo outros candidatos com as sobras do milhão de votos que o palhaço vai ter. Elegerá, por exemplo, seu companheiro de partido Valdemar Costa Neto, denunciado no mensalão. Quando Eneas recebeu 2 milhões e 500 mil votos de protesto, elegeu outros cinco, que haviam recebido de 200 a 500 votos. Que lei eleitoral é essa? Que democracia é essa?
Se quisessem ser, realmente, democratas, dariam chance ao “não” se manifestar. Escreveriam na lei, por exemplo, que a eleição estaria anulada se a maioria dos eleitores votasse em branco ou anulasse o voto. Eleição anulada e obrigação de apresentar outra lista de candidatos, já que na lista anterior a maioria julgou que nenhum merecia voto. Teriam coragem de fazer isso, de dar essa chance à democracia? É terrível essa escolha obrigatória do menos ruim, do menos mentiroso, do menos demagogo, do menos envolvido em negociatas – como na avaliação da desesperada eleitora que quer se mudar para o Uruguai. É como ser obrigado a saltar de um prédio, mas poder optar por um andar mais abaixo.
Pesquisa recém publicada pelo Correio Braziliense, encomendada ao Instituto FSB, mostra que 45% dos eleitores da capital do Brasil não votariam se o voto fosse facultativo. 20% não lembram quem foi o antecessor de Lula, 33% não sabem quem é o governador do Distrito Federal e só 9% lembram em quem votaram para senador. Nos últimos dias, um candidato à reeleição para a Assembléia do Rio foi demitido da polícia por formação de quadrilha e concussão; outro foi preso, junto com colegas da Polícia Rodoviária Federal, porque extorquia contrabandistas e empresas de ônibus para financiar campanha para deputado federal; em São Paulo, condenado por roubo teve uma Ferrari apreendida e é candidato a deputado federal. Aí, Tiririca nada de braçada, porque palhaçada é o picadeiro dele.

Alexandre Garcia é jornalista em Brasília  E-mail: alexgar@terra.com.br

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>Brasil se adapta ao outsourcing

Posted on setembro 11, 2010. Filed under: Business, Negócios, outsourcing, pesquisa, terceirização |

>Por Geuma Campos Nascimento
A atuação das empresas no atual cenário de negócios requer que, em algumas situações, os gestores busquem auxílio no ambiente externo. Um desses apoios é a contratação de prestadores de serviços para atividades necessárias, que não integram o core business da organização. Porém, a prática requer por parte de quem oferece o trabalho formação e conhecimentos específicos, os quais podem ser fornecidos por organizações altamente especializadas.

É nesse cenário, por outro lado, que as empresas dedicadas à terceirização (outsourcing) devem identificar oportunidades de negócios e oferecer seus serviços, propondo parcerias com seus contratantes. Diante das necessidades de uns e das oportunidades existentes para outros, constata-se no Brasil o crescimento no uso de serviços técnicos especializados, mostrando amadurecimento desse campo no setor empresarial.

O outsourcing nos tempos de hoje é a ação exercida por uma organização na obtenção de mão de obra de terceiros e ganho de eficiência em seus negócios. Mas qual é a percepção dos gestores das empresas contratantes de serviços administrativos e financeiros sobre a prestação de serviços, como BPO (Business Process Outsourcing)?

De acordo com um estudo realizado com gestores de empresas instaladas no Brasil, a maioria declarou que terceiriza parte do seu backoffice para se concentrar e m sua atividade principal até aqui, nada demais. Porém, adicionalmente, foram identificados quatro atributos motivadores e justificadores para a prática do outsourcing pelos respondentes: especialização do prestador de serviços, controle do número de funcionários, qualidade dos serviços prestados e controle dos custos fixos.

De acordo com alguns estudos realizados há alguns anos, a redução de custos no Brasil é um dos argumentos motivadores para a terceirização. Já nesta pesquisa, ela teve baixa assertividade e concorreu com outros itens. Uma das explicações mais plausíveis é por conta de que o grupo participante é composto por 50% de empresas com capital estrangeiro, um indicativo de que o outsourcing nos países desenvolvidos tem maior aceitabilidade e que o conceito, como apontam diversas pesquisas, foi trazido para cá por eles. Os argumentos, em linhas gerais, nesses países, para utilização do outsourcing são: especialização, qualidade e flexibilidade que as empresas contratantes obtêm com a terceirização.

Para reforçar essa linha de pensamento, a recente pesquisa Management Tools and Trends (2009) aponta que o outsourcing é reconhecido de fato como uma ferramenta de gestão, tendo subido para a quinta posição entre as 10 ferramentas de administração mais usadas pelos executivos. A pesquisa reflete o comportamento em 2008 e foi feita com executivos ao redor do mundo.

Os dados obtidos nesta pesquisa apontam ainda que, em geral, os gestores tomadores de serviços estão satisfeitos e percebem que a terceirização é uma prática de governança estratégica. Conclui-se, com isso, o salto dado pela atividade, tornando-se peça fundamental de suporte para alavancagem da atividade-fim de qualquer empresa.

Geuma Campos Nascimento é sócia da Trevisan Outsourcing e professora da Trevisan Escola de Negócios. E-mail: geuma@trevisan.com.br

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>Eleições 2010: José Serra diz que período decisivo começa na segunda quinzena de setembro

Posted on agosto 15, 2010. Filed under: Datafolha, Dilma Roussef, eleições 2010, jingle da campanha, Jingle de Serra, José Serra, Lula da Silva, PDSB, pesquisa, Presidente, Rio de Janeiro, tucano, Zé Serra |

>Pela primeira vez atrás de Dilma Roussef (PT) na pesquisa do Datafolha para presidente, o tucano José Serra (PSDB) disse neste sábado (14), ao inaugurar comitê no Leblon, zona Sul do Rio, que a eleição será decidida apenas na segunda quinzena de setembro.

 José Serra comeu churrasco na laje da casa de dono Sueli Andrada, no bairro Ouro Preto, Nova Iguaçu, ela disse que “é bom que os candidatos conheçam a realidade da baixada.”

Ele não quis, porém, comentar a pesquisa divulgada ontem (13) em que Dilma tem 41% das intenções de voto e ele, 33%.

“A gente tem que trabalhar com disposição. Já participei de eleições complexas”, afirmou em discurso dizendo que conquistou o governo de São Paulo com os pés nas costas.

“Vejo um grau de compromisso de quem está com a gente muito grande. Isso é importantíssimo nas próximas semanas porque as pessoas vão fazer as suas cabeças ao longo do tempo”, acrescentou.

“Na verdade, fazem [a cabeça] na segunda quinzena de setembro. Esse é o período mais ou menos decisivo na minha visão do processo eleitoral”.

Serra convocou a militância para trabalhar na campanha. “Então temos que aprofundar este trabalho. Pegar dez, 15 setores da nossa sociedade que precisam de trabalho especial, mas não posso dizer [quais são], porque é passar o ouro para o inimigo”.

No fim, disse ter segurança para comandar o país, se for eleito. “Governar o Brasil eu sei como fazer”.

Serra participou no começo da tarde de uma caminhada em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense. Depois seguiu de helicóptero até a Lagoa, bairro da zona Sul. De carro foi então ao comitê. Os organizadores disseram que 300 pessoas participaram da inauguração.

Jingle de Serra pede ‘Zé’ no lugar de Lula

O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, estreia, nesta terça-feira, no programa eleitoral ao som de “quando o Lula da Silva sair é o Zé que eu quero lá”.

Em ritmo de pagode, o novo jingle da campanha de Serra descreve o presidenciável tucano como um guerreiro: “um Zé que batalhou, estudou, foi à luta e venceu”.

“José Serra é um brasileiro tão guerreiro quanto eu”, afirma o jingle, de autoria de PC Bernardes.

A letra dá uma prévia da estratégia dos primeiros dias da campanha de Serra em rádio e TV.

Longe de pregar oposição frontal ao governo Lula, o jingle fala em avanço:

“Para o Brasil seguir em frente, Sai o Silva e entra o Zé”, conclui a canção.

A transição do slogan –do atual “O Brasil pode mais” para “Serra presidente do Brasil”– também desenha essa estratégia.

Além de exaltar a origem humilde de Serra, a letra remete ao “Lula lá”, jingle da campanha de 1989, quando Luiz Inácio Lula da Silva concorreu pela primeira vez à Presidência.

“Com o Zé Serra eu sei que anda/é o Zé que eu quero lá”.

A alfinetada em Dilma Rousseff fica a cargo de versos que enaltecem a experiência de Serra, em detrimento ao desconhecimento da petista. “Zé é bom eu já conheço, eu já sei quem ele é”.
PC Bernardes afirma que a produção de outros jingles –inclusive com letras mais picantes– está em curso.

Os primeiros dias da campanha serão dedicados à apresentação de Serra como dono de capacidade administrativa. Depoimentos de beneficiários de políticas públicas servirão para demonstrar sensibilidade social.

Assim como no jingle, Serra se transformará, aos poucos, em Zé.

Fonte: Folha.com

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>O que importa

Posted on julho 26, 2010. Filed under: Datafolha, Dilma, Marina, pesquisa, Ricardo Noblat, Serra |

> Ricardo Noblat

Pesquisas de intenção de voto, concluídas na mesma semana, podem apresentar resultados tão díspares como foi o caso das divulgadas pelos institutos Vox Populi e Datafolha na última sexta-feira e no sábado? O Vox deu Dilma Rousseff com 41% contra 33% de José Serra. O 

Datafolha deu Serra com 37% contra 36% de Dilma. Esquisito, não é mesmo?

Pode ser. Mas não significa necessariamente que uma das pesquisas esteja errada. A do Vox foi aplicada entre os dias 17 e 20. A do Datafolha entre 21 e 23. O Vox entrevistou 3 mil eleitores em todo o país. O Datafolha, 10.905, a maioria deles em oito Estados. Margem de erro da pesquisa Vox: 1,8% para mais ou para menos. Da pesquisa Datafolha: 2%.

Apliquemos no extremo as margens de erro das duas pesquisas, arredondando a do Vox de 1,8% para 2%. Assim, Dilma poderia ter no Vox 39% (dois pontos a menos) e Serra, 35% (dois pontos a mais). No Datafolha ela teria 38% (dois pontos a mais) e Serra, 35% (dois pontos a menos). Os resultados dos dois institutos ficariam quase iguais. Com Dilma na frente em ambos.

Partidários de candidatos costumam festejar percentuais. Ligam menos para o que de fato importa nas pesquisas ou no conjunto delas. No caso do Vox: pesquisa anterior de 29 de junho apontou Dilma com 40% das intenções de voto contra 35% de Serra. Pesquisa Datafolha de 2 de julho mostrou Serra com 39% contra 37% de Dilma. Ou seja: a situação dos dois candidatos pouco mudou no período de quase um mês.

No Vox, Dilma veio de 40% (em junho) para 41%, e Serra de 35% para 33%. No Datafolha, Dilma saiu de 37% (no início de julho) para 36%, e Serra, de 39% para 37%. Fala, Marcos Coimbra, presidente do Vox: “Levando-se em conta as mais recentes pesquisas Ibope, Vox e Datafolha, Serra parou de cair e Dilma de crescer”. É uma boa notícia para Serra.

O principal objetivo dele é chegar empatado com Dilma no próximo dia 17 quando começa no rádio e na televisão a temporada de propaganda eleitoral. Por ser boa para Serra, a notícia é ruim para Dilma, que pretendia ultrapassá-lo antes do dia 17. Não é impossível que consiga. 

Há mais dados favoráveis a ela do que a Serra na pesquisa Datafolha. Na simulação de segundo turno, Dilma aparece um ponto à frente de Serra.

Na pesquisa espontânea, quando o entrevistado diz em quem pretende votar sem ver a lista de candidatos, Dilma derrota Serra por 21% a 16%. Há 4% de eleitores que afirmam querer votar em Lula, 3% “no candidato do Lula” e 1% “no candidato do PT”. A rejeição a Dilma é menor (19% a 26%). A crença na vitória dela, maior. E seus eleitores mais fiéis.

O Datafolha apurou as intenções de voto para governador em oito Estados. E ao fazê-lo descobriu que foi infrutífero o esforço do PSDB para montar ali palanques que fortaleçam Serra. Em Minas Gerais, Rio, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia e Pernambuco, Serra tem mais votos para presidente do que os candidatos que o apóiam têm para os governos. Em São Paulo e no Distrito Federal tem menos.

Serra só faltou suplicar de joelhos para que Jarbas Vasconcelos (PMDB) fosse candidato pela terceira vez ao governo de Pernambuco. Por ora, Jarbas tem pouco menos da metade do índice de intenção de votos do governador Eduardo Campos (PSB), candidato à reeleição. Situação parecida existe na Bahia. Jaques Wagner (PT), candidato à reeleição, tratora seu adversário Paulo Souto (DEM).

Para crescerem, tais candidatos precisarão se agarrar com Serra e não Serra com eles. Como sempre Minas é um caso à parte. Serra tem mais que o dobro da intenção de votos de Antonio Anastásia (PSDB). Mas Aécio Neves (PSDB) tem para o Senado o dobro da intenção de votos de Serra. Se quiser, pode-se dar ao luxo de cacifar Anastásia deixando Serra meio de lado.

Em seis dos oito Estados, Dilma tem menos de votos do que seus aliados para os governos. 

Tanto melhor para ela que espera ser catapultada por eles.

E-mail para esta coluna: noblat@oglobo.com.br
BLOG DO NOBLAT: http://www.oglobo.com.br/noblat

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>Pesquisa avaliou confiança da população em 20 profissões, políticos ficou em último lugar

Posted on junho 26, 2010. Filed under: confiança, pesquisa, profissões |

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Pesquisa feita no Brasil e em outros 17 países indica que a confiança depositada pelos eleitores nos políticos diminuiu de 2009 para 2010. O estudo, conduzido pelo grupo alemão GfK, avaliou a credibilidade de 20 categorias profissionais. A classe política só não caiu no ranking porque já ocupava o último lugar.

Na classificação internacional de 2009, políticos eram considerados confiáveis por 18% dos entrevistados. Em 2010, apenas 14% tiveram essa opinião. No Brasil, a queda foi maior: de 16% para 11%, informa o repórter do UOL Fábio Brandt. Quer dizer: os políticos brasileiros estão 36 pontos atrás do 2° grupo menos confiável, os executivos de bancos, que têm a confiança de 47% das pessoas.

Abaixo, quadros com os índices de confiabilidade de cada profissão avaliada pelas pesquisas de 2009 e de 2010:

A pesquisa de 2010 foi realizada de 1 a 29 de março, com 18,8 mil pessoas, sendo mil brasileiras. Em 2009, foram 17,2 mil entrevistados (mil brasileiros).

Participaram das pesquisas de 2009 e de 2010 Brasil, EUA, Itália, França, Espanha, Índia, Suécia, Colômbia, Portugal, Bélgica, Reino Unido, Alemanha, Polônia, Romênia, Bulgária, República Tcheca e Hungria. Em 2009 também participaram Grécia, Rússia e Suíça. Em 2010, entraram Holanda e Turquia.
Fonte: UOL

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>Eleições 2010: Pesquisa Ibope aponta Serra e Dilma empatados com 37% no 1º turno e 42% no segundo.

Posted on junho 5, 2010. Filed under: 1º turno, Dilma, eleições 2010, Marina Silva, pesquisa, Pesquisa Ibope, Serra |

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Os pré-candidatos à Presidência da República José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) estão empatados com 37% das intenções de voto, segundo a pesquisa Ibope divulgada neste sábado (5). O levantamento foi contratado pela “Rede Globo” e pelo jornal “O Estado de São Paulo”.
Marina Silva, pré-candidata pelo PV, aparece com 9%. Votos brancos e nulos somam 9% e os indecisos, 8%.
A pesquisa ainda analisou o índice de rejeição dos candidatos. Questionados em qual candidato não votariam de jeito nenhum, 24% dos eleitores disseram o nome de Serra, 19% o de Dilma e 15% citaram Marina.

Numa simulação do segundo turno das eleições entre Serra e Dilma, ambos aparecem novamente empatados com 42%. Votos brancos e nulos somam 9% e os indecisos, 7%.

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>Eleições 2010: Pesquisa Prodata aponta Mauro Mendes com 30% , Wilson Santos com 29% e Silval com 26% , nas três maiores cidades de MT

Posted on maio 26, 2010. Filed under: eleições 2010, Folha do Estado, Mauro Mendes, pesquisa, Prodata, Silval, Wilson Santos |

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O Jornal Folha do Estado publica na edição de hoje, 26 de maio,pesquisa eleitoral realizada nas três maiores cidades de Mato Grosso, Cuiabá, Várzea Grande e Rondonópolis, realizada pelo Prodata Instituto de Pesquisa e Assessoria Ltda, aponta o empresário Mauro Mendes (PSB)na liderança a disputa eleitoral para o governo do Estado realizada entre os dias 18 e 20 de maio.
A pesquisa na modalidade estimulada, em que os nomes dos pré-candidatos são apresentados para os entrevistados, aponta o seguinte quadro:
  • Mauro Mendes com 30%
  • Wilson Santos (PSDB)com 29% e 
  • Silval (PMDB) com 26%.
Nos três municípios, que representam aproximadamente 36% do eleitorado matogrossense,
foram entrevistadas 2.252 pessoas. Desse total,10% estão indecisos com relação a quem votar para sucessão estadual. Brancos e nulos somaram 5%. A margem de erro da pesquisa
Prodata é de 4% para mais ou para menos e sua confiabilidade é de 95%. A consulta
foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o número 13.047/2010 e realizada com recursos próprios do Prodata Instituto de Pesquisa.
 
A consolidação dos resultados nas três principais cidades do Estado demonstra que, apesar de Mauro Mendes estar na frente de seus adversários, a disputa pelo comando do Palácio Paiaguás está cada vez mais acirrada. Isso porque, considerando a margem de erro da pesquisa, Mendes, Wilson Santos e Silval Barbosa estão praticamente empatados tecnicamente. Diante disso, os três principais candidatos à sucessão estadual estão em plena campanha eleitoral, percorrendo os municípios e consolidando sua base de apoios. Além do arco de alianças, outro fator pode contribuir para desempatar a corrida eleitoral, que é a escolha do candidato a vice-governador. 
Mauro, Wilson e Silval estão buscando nomes para vice que agreguem, principalmente fora de suas bases eleitorais.
 
Apesar de vários nomes surgirem no cenário político como possíveis candidatos a vice, nenhum candidato definiu seu companheiro de chapa. Definidos, poderão influenciar
resultado de pesquisas
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