Petrobras

>Lucro da Petrobras em 2010 é recorde de R$ 35,189 bilhões

Posted on fevereiro 25, 2011. Filed under: Petrobras |

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A Petrobras divulgou nesta sexta-feira, 24 de fevereiro, o resultado do fechamento  do ano de 2010 com um lucro líquido de R$ 35,189 bilhões –17% acima do que o registrado no ano anterior (R$ 30,051 bilhões), informou a empresa nesta sexta-feira.
Plataforma da Petrobras
O resultado é o maior já registrado na história da companhia, e consequentemente, de uma empresa no país.
Somente no quarto trimestre, o lucro líquido chegou a R$ 10,602 bilhões, alta de 24% ante o trimestre anterior (R$ 8,566 bilhões). O forte crescimento do lucro no último trimestre foi atribuído à redução das despesas operacionais, em R$ 1,58 bilhão, além de gastos menores com tributos, com impacto positivo de R$ 1,28 bilhão.
Segundo o comunicado enviado ao mercado, o resultado anual foi influenciado pela alta da cotação do petróleo durante o ano e pelo aumento de 11% nas vendas de derivados. A Petrobras ressaltou que a valorização cambial provocou um impacto positivo no resultado de R$ 2,725 bilhões.
A receita líquida da Petrobras em 2010 ficou em R$ 213,274 bilhões, 17% a mais do que em 2009 (R$ 182,834 bilhões). De outubro a dezembro, essa receita foi de R$ 54,492 bilhões, estável frente ao que fora constatado no terceiro trimestre
Já o Ebitda (lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 60,323 bilhões no ano passado — incremento de 1% sobre o ano anterior. No quarto trimestre, totalizou R$ 14,584 bilhões, queda de 1% frente aos três meses imediatamente anteriores (R$ 14,736 bilhões).
Os investimentos da estatal somaram R$ 76,411 bilhões ao longo de 2010. Isso representou um aumento de 8% em relação ao ano anterior (R$ 70,757 bilhões). Os principais recursos foram destinados para a área de exploração e produção, que recebeu R$ 32,426 bilhões.
Em dezembro de 2010, a empresa tinha um endividamento bruto de R$ 117,9 bilhões, a maior parte (87%) financiada em longo prazo. Boa parte dessa dívida (46%) estava indexada em dólar e real (27%), sendo o BNDES (33%) era o maior credor da estatal .Fonte: Folha.com
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>Petrobras anuncia potencial comercial de Tupi e batiza campo de ‘Lula’

Posted on dezembro 29, 2010. Filed under: Petrobras |

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A Petrobras comunicou hoje à Agência Nacional do Petróleo o potencial comercial das áreas de Tupi e Iracema. Na proposta, a empresa sugere que Tupi receba a denominação de Campo de Lula, enquanto Iracema passará a ser conhecido como Campo de Cernambi. 
Segundo a Petrobras, a orientação da Agência é que os campos no mar recebam nomes de animais marinhos. A alteração depende ainda de aprovação da Agência Nacional do Petróleo.
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>Sérgio Gabrielli será mantido por Dilma na presidência da Petrobras

Posted on novembro 23, 2010. Filed under: Petrobras |

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A presidente eleita, Dilma Rousseff, está decidida a manter José Sérgio Gabrielli na Presidência da Petrobras no próximo ano, assim como o diretor-financeiro, Almir Barbassa.
Segundo fontes, essa decisão não teria fundamento político, mas sim critério técnico.
É que Dilma foi aconselhada a não mudar esses dois executivos no próximo ano, quando se consolidará a operação de capitalização.
Outro forte motivo para Gabrielli continuar no cargo é a polêmica votação no Congresso da nova regulamentação para exploração de petróleo no pré-sal, que envolve mudanças na distribuição dos royalties, que está sendo acompanhada de perto pelo atual presidente da estatal.
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>Estrangeiros devem levar 60% das encomendas do pré-sal

Posted on outubro 31, 2010. Filed under: China, empresas estrangeiras, Estrangeiros, EUA, Investimentos, Noruega, Petrobras, pré-sal |

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As empresas estrangeiras devem ficar com US$ 240 bilhões das encomendas de US$ 400 bilhões que o setor de petróleo vai realizar no pré-sal nos próximos dez anos, o que representa 60% dos investimentos previstos no período.
A conclusão é de um estudo encomendado pela Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), segundo matéria de Bruno Villas Bôas, publicada na edição deste domingo do GLOBO.
Bens e serviços para plataformas e sondas, por exemplo, serão fornecidos basicamente por empresas de países como EUA, Noruega e China.
O estudo da consultoria Booz & Company, que teve acesso ao cadastro de fornecedores da Petrobras e durante oito meses fez uma radiografia do mercado, coloca em xeque estatísticas do governo federal sobre o setor, que apontam para uma participação de 61,4% da indústria brasileira em projetos de exploração e produção de petróleo.
Mesmo a estatística oficial, no entanto, tem encolhido: essa é a menor participação dos últimos seis anos.
O resultado do estudo da Booz foi apresentado ao mercado em agosto, mas o cálculo sobre a presença estrangeira no pré-sal foi excluído do relatório final.
O anúncio do estudo foi feito a menos de dois meses do primeiro turno das eleições presidenciais.

Fonte: Blog do Noblat

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>Goleiro bom e político têm que ter sorte

Posted on outubro 31, 2010. Filed under: Agecopa, Alfredo da Mota Menezes, Collor, Copa em Cuiabá, FMI, Lula, Petrobras, Zoneamento Agroambiental |

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Três assuntos

Por Alfredo da Mota Menezes
Acredito que goleiro bom e político têm que ter sorte. O caso Dante de Oliveira, quando Ulysses Guimarães escolheu sua emenda das diretas, é sempre citado. Catapultou a carreira dele. Lula, se eleito em 1989 na disputa do segundo turno com Collor, com a economia em frangalhos e como via o mundo por outro prisma, teria desaparecido na história. Elegeu-se na hora certa.

O Silval Barbosa tem sorte também. Pego dois fatos recentes. O pedido de demissão do Adilton Sachetti da presidência da Agecopa é um. Sem um tiro, sem um grito ou empurrão, caiu no colo dele. Não fez nenhum gesto que contrariasse o Maggi, seu aliado mais importante na eleição. Silval vai ordenar as despesas para a Copa em Cuiabá.

Outro fato foi o do gás. Será retomado, volta a usina termelétrica a funcionar e beneficiaria os carros a gás e empresas. Sem um grito extra ou empurrão, na hora mais apropriada para ele, tudo se encaixou.

Tenho conversado com muita gente da nova classe média brasileira, esta que está decidindo a eleição. Ela acredita com convicção que o governo Lula pagou toda a dívida externa do país.

Pagou a do FMI, não toda a externa, tento arguir. Ninguém tira da cabeça desse brasileiro que o Brasil não tem mais dívida. Olha para a gente até com cara de piedade por ser “contra” o Lula. Essa aceitação dele talvez seja porque o FMI aparece como bicho-papão em nossa história.

Ao emprestar dinheiro ou dar aval para que outros emprestassem, o FMI exige austeridade econômica dos governos. Nossa dívida externa não é com o FMI. Ele é apenas o xerife dos interesses capitalistas. Não consegui convencer ninguém disso.

Outro argumento que pegou é que querem vender a Petrobras. Ela vive do sistema de concessão criado no governo anterior. O que a Petrobras pode tocar, toca. O que não pode entrega a outros e recebe por isso. Não precisa privatizar nada.

Não sei se por pesquisa ou intuitivamente, não importa se diz a verdade ou não, Lula soube chegar a corações e mentes do eleitor com os mesmos argumentos em três eleições. A oposição não soube sair dessa armadilha, não criou um discurso alternativo. Talvez seja culpa da jactância paulista. Quem sabe o grupo de Minas Gerais possa entender melhor a situação.

A Assembleia Legislativa aprovou o Zoneamento Agroambiental. Acho que esse assunto foi prejudicial na eleição para o Alexandre Cesar. Seu relatório inicial, com normas ambientais mais rígidas, não foi aceito pelos deputados num ano pré-eleitoral. Perderiam votos num estado agropecuário. O Alexandre, por sua vez, passou a ser olhado enviesado pelo setor agropecuário.

A crítica vai para os ambientalistas de MT que não deram seu voto àquele deputado que enfrentara a classe econômica mais poderosa do estado em defesa do meio ambiente. Sua sinceridade o derrotou.

Alfredo da Mota Menezes. E-mail: pox@terra.com.br; site: http://www.alfredomenezes.com
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>Produção de petróleo cresceu mais no governo de FHC

Posted on outubro 29, 2010. Filed under: Fernando Henrique Cardoso, governo Lula, Oren Investimentos, Petrobras, Produção de petróleo, Valor Data, Valor Econômico |

>Por Henrique Gomes Batista, O Globo

Um dos principais temas da reta final da campanha presidencial no segundo turno, a Petrobras apresentou um crescimento na produção de petróleo maior no governo tucano que na atual gestão petista.
Segundo dados do “Valor Data” – segmento de pesquisa do jornal “Valor Econômico” -, nos oito anos sob a gestão de Fernando Henrique Cardoso, a estatal passou de uma produção diária de 716 mil barris, em 1995, para 1,5 milhão de barris/dia, em 2002, ou seja, um crescimento de 109%.
Já no governo Lula, a produção passou de 1,540 milhão de barris/dia, em 2003, para 2,002 milhões de barris/dia em 2010, segundo dados até agosto, o que representa um crescimento de 30%.
Especialistas apontam diversos motivos para a redução do crescimento da produção: ao estar em um patamar mais elevado, fica mais difícil manter uma expansão em ritmo acelerado. Outra razão para esta situação é e mudança de estratégia, com a estatal priorizando a atividade de refino em detrimento da alta na extração de óleo.
Mas, segundo alguns analistas, também pode ter contribuído para o avanço menor o aumento da ingerência política na Petrobras, que reduziu a eficiência da empresa.
– Isso demonstra a atual situação da empresa, de maior ingerência política sobre suas decisões. Em parte, esse crescimento menor ocorreu porque a empresa preferiu investir em refinaria, mas a maior parte dos analistas não vê a necessidade de tantas refinarias nem ganhos muito relevantes para os acionistas. Ou seja, talvez, se a decisão fosse só econômica, faria mais sentido continuar aumentando a produção – afirmou Daniella Marques, analista da Oren Investimentos, referindo-se à decisão da estatal de aumentar o processamento do óleo no país, o que contribui para a industrialização do setor, embora possa não ter sido a melhor opção econômica em determinado momento.

Leia mais em Produção de petróleo cresceu 109% nos oito anos do governo tucano, contra alta de 30% na atual gestão de Lula

Fonte: Blog do Noblat

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>Com superávit primário abaixo da meta em 2010, Petrobras faz capitalização para equilíbrio fiscal

Posted on outubro 25, 2010. Filed under: BNDES, capitalização, Diário Oficial da União, equilíbrio fiscal, Petrobras, Tesouro Nacional |

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Com superávit primário abaixo da meta em 2010, o governo federal contará com uma ajuda de peso para equilibrar a situação fiscal: as receitas obtidas com a capitalização da Petrobras. Na prática, o Tesouro Nacional está antecipando os ganhos da exploração do pré-sal para fechar as contas públicas, num reforço que chega a R$ 31,8 bilhões e garantirá superávit recorde.
Plataforma da Petrobras
Os números serão apresentados no resultado do Tesouro do mês de setembro, que será anunciado nesta semana, mas já foram divulgados no Diário Oficial da União, que publicou os resultados finais da capitalização da Petrobras. Os recursos extras virão da diferença entre o que a companhia petrolífera pagou para explorar os poços da União (cessão onerosa) e o que o Tesouro desembolsou para ampliar a participação do governo na Petrobras (subscrição de ações).
Por meio do processo de capitalização, a Petrobras recebeu R$ 120,248 bilhões de investidores que compraram ações da companhia. A empresa, no entanto, teve de pagar R$ 74,808 bilhões para a União, para ter o direito de usar os poços da camada pré-sal, no processo de cessão onerosa. O montante pago pela companhia é equivalente a 5 bilhões de barris pelo preço médio de US$ 8,51.
Desse total, R$ 67,816 bilhões foram pagos por meio de títulos públicos e R$ 6,992 bilhões foram desembolsados em dinheiro. O Tesouro Nacional, no entanto, não ficou com toda a quantia, pois teve que pagar R$ 42,928 bilhões em títulos à estatal para subscrever as ações.
A subscrição de ações ocorre quando, num processo de aumento de capital, os atuais acionistas pagam para manter o percentual de participação na empresa. Se a subscrição não for feita, o acionista mantém as ações, mas perde participação na companhia. No caso da Petrobras, como vários acionistas minoritários não fizeram a subscrição, o governo não apenas manteve o controle como aumentou a participação na estatal de 39,8% para 46,9%.
A diferença entre o que o Tesouro recebeu no processo de cessão onerosa e o que desembolsou na subscrição (R$ 31,880 bilhões) engordará os cofres federais. No entanto, o Tesouro só lucrou com a operação porque não assumiu toda a despesa com a subscrição. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES, entrou com R$ 24,753 bilhões em títulos, e o Fundo Soberano aportou entre R$ 10,15 bilhões e R$ 11,45 bilhões.
Fonte: A Gazeta
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>Usina Termelétrica de Cuiabá trará mais segurança energética a MT

Posted on outubro 23, 2010. Filed under: Empresa Pantanal Energia, Energia, Petrobras, Termelétrica de Cuiabá, Usina Termelétrica Mário Covas |

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Entre os principais benefícios da retomada das atividades da Usina Termelétrica Mário Covas está a seguridade energética e assim a atração de indústrias para o Estado, como as de fertilizantes. Em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (22), o governador Silval Barbosa (PMDB) ressaltou a importância da matriz energética para o Estado, que apesar de ser autossuficiente, possui problemas quanto à distribuição no setor elétrico.

Quanto ao início das operações na térmica, a data não foi definida porque há documentos ainda em andamento e segundo o líder estadual, na Bolívia os trâmites são muito burocráticos e demandam um pouco mais de tempo.

A aval dado na quinta-feira (21) pela Yacimientos Petrolíferos Fiscales Boliviano (YPFB), estatal que faz a gestão do combustível no país, permite que a Petrobras repasse parte dos 30,8 milhões de metros cúbicos (m3) comprados na Bolívia à usina. Para geração de 480 megawatts-hora (MW/h) de energia são necessários 2,2 milhões (m3) de gás natural.

Além de fornecer o insumo, a Petrobras também vai gerar e comercializar a energia produzida na térmica por meio de um contrato de arrendamento firmado junto à Empresa Pantanal Energia (EPE), que administra a térmica. Apesar do anúncio do governo estadual, a Petrobras informou, via assessoria de imprensa, que não vai comentar o assunto.

A termelétrica suspendeu as atividades em agosto de 2007, quando a Bolívia não tinha produção suficiente para atender a demanda mato-grossense. Desde então, a EPE e o governo estadual tentam uma solução junto ao governo boliviano. 
Fonte: A Gazeta
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>Governo de Mato Grosso negocia com a Bolívia que permite a volto do envio de gás

Posted on outubro 22, 2010. Filed under: CUIABÁ, Gosoduto Bolívia Mato Grosso, governo da Bolívia, Petrobras, Termelétrica de Cuiabá, Termelétrica Mario Covas, YPFB |

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O governo da Bolívia deu o aval que faltava para que a Petrobras forneça o gás natural à Usina Governador Mário Covas (Termelétrica de Cuiabá). Em reunião realizada nesta quinta-feira (21), na sede da Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB), em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, o presidente da estatal boliviana, Carlos Villegas, confirmou que as negociações para resolver o impasse, que já dura 4 anos, estão em fase final. Depois deste encontro, o segundo passo será a assinatura de contratos junto à estatal brasileira, que irá disponibilizar o produto a Mato Grosso. O volume negociado é de 2 milhões de metros cúbicos (m3) por dia, porém ainda não há data prevista para que a usina retome as operações.
Termelétrica Mario Covas em Cuiabá, paralisada por falta do gás boliviano
Villegas ressaltou que o fim das discussões esbarram em detalhes técnicos. “As equipes da YPFB e da Petrobras estão trabalhando para chegar a um acordo”. Ele explicou que a última definição é a transferência de parte do volume que já enviado à Petrobras, pelo Gasoduto Bolívia -Brasil, ou seja, 6,6% do total de 30 milhões de m3/dia. Conforme ele, o contrato que ainda será assinado terá prazo de 1 ano com possibilidade de prorrogação por mais 12 meses. O presidente da YPFB destacou ainda que já foram acordados os contratos de transporte e de comercialização do produto que será entregue em Cuiabá. Villegas afirmou categoricamente que o país tem interesse de manter relações com Mato Grosso, cujo crescimento da economia depende da expansão no fornecimento de energia elétrica.
No encontro, o governador Silval Barbosa, ressaltou a importância da retomada da térmica e destacou que o governo boliviano tem transmitido confiabilidade na continuidade nos acordos. “Estamos estabelecendo uma relação de confiança”. De acordo com ele, a YPFB e Petrobras estão ajustando o contrato que define o local de entrega do produto. “A intenção é que 2,2 milhões de m3/dia cheguem a San Matias ao invés de ir para Corumbá, no Mato Grosso do Sul”. A reportagem entrou em contato com a Petrobras, no Rio de Janeiro, para saber do acordo, mas até o fechamento desta edição a estatal não havia retornado.
O diretor da Agecopa Jeferson de Castro Júnior – que acompanhou a toda a problemática acerca do gás boliviano, desde a paralisação da usina até a assinatura, no ano passado, de um contrato com a Companhia Mato-grossense de Gás (MT Gás) que assegura o fornecimento de GNV por 10 anos – ressaltou que a reunião teve cunho político e diplomático.
Gosoduto Bolívia Mato Grosso está a mais de 2 anos sem operar
De acordo com o diretor de Gás da YPFB, Jorge Sosa, a intenção do governo boliviano é estreitar os laços com Mato Grosso. Ele disse que o contrato discutido atualmente com a Petrobras deverá ser temporário e que o objetivo é retomar a parceria direta com a Empresa Pantanal Energia (EPE), que administra a Usina de Cuiabá. Para isso, Sosa destaca que o país deverá ampliar as reservas e exploração do gás. Segundo ele, a produção atual, de 45 milhões m3/dia, deverá ser ampliada para 63 milhões de m3/dia até 2014. “Ano que vem iremos aumentar mais 4 milhões m3/dia, em 2012 mais 8 milhões m3/dia e em 2014 outros 6 milhões m3/dia”. Ele afirma que deverão ser investidos entre US$ 1,8 bilhão e US$ 2 bilhões. A extração de gás natural na Bolívia representa 8% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, estimado US$ 12 bilhões.
De acordo com Sosa, o Brasil e a Argentina são os principais mercados para a comercialização do gás produzido na Bolívia, que consome apenas 2 milhões m3/dia -mesmo volume de gás que a Termelétrica necessita para voltar a operar em carga máxima.
Contratos – Para a retomada das atividades da Usina de Cuiabá, a EPE estabeleceu acordo
com a Bolívia para o transporte do produto pelo gasoduto que tem 643 km de extensão e
liga as cidades de Chiquitos e San Matias, na Bolívia, passando por Cáceres e chegando a Cuiabá. Esse gasoduto, parte do Projeto Integrado Cuiabá e que recebeu o aporte de
aproximadamente US$ 750 milhões (cerca de R$ 1,5 bilhão), é controlado pelas empresas GasOriente Boliviano (em solo boliviano) e GasOcidente do Mato Grosso (do lado brasileiro).
Para o presidente da EPE, Fábio Garcia, as negociações chegaram a um ponto antes nunca alcançado. Outro acordo que também já foi firmado é o arrendamento da Usina pela Petrobras. Os valores não foram divulgados. De acordo com ele, essas parcerias ainda não foram oficializadas no papel. “Todos os acordos serão firmados em um único documento”.
Importância – O retorno às operações da Usina de Cuiabá é fundamental para o plano de desenvolvimento de Mato Grosso na opinião do secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf. Segundo ele, o Estado continua recebendo consultas de empresas interessadas em se instalar na região. Para o governador Silval Barbosa, a instalação de uma usina de ureia poderá ser confirmada se Mato Grosso tiver gás suficiente para atender a demanda do mercado local. “Somos a mais dinâmica fronteira agrícola do Brasil. Estamos recebendo várias propostas de instalação de novas empresas em Mato Grosso, e a questão energética é essencial nesse processo”.
O presidente da MT Gás, Helny de Paula, confirma a situação e acrescenta que atualmente Mato Grosso tem 1 milhão de m3/mês para serem utilizados a medida em que as indústrias forem solicitando o produto. “O restante, cerca de 400 mil m3, são utilizados no abastecimento de veículos”. Para o prefeito de Cuiabá, Chico Galindo, que também esteve na reunião, o fornecimento do gás para as indústrias e a retomada da usina deverá influenciar ativamente o crescimento econômico da Capital mato-grossense.
Fonte: A Gazeta
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>Banco do Brasil e Petrobras custeiam revista da CUT pró-Dilma

Posted on outubro 19, 2010. Filed under: Banco do Brasil, CUT, Justiça Eleitoral., Petrobras, Revista do Brasil, TSE |

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TSE proíbe circulação sob a alegação de que sindicato não pode fazer campanha

Na edição deste mês, “Revista do Brasil” traz na capa reportagem que saúda possibilidade de vitória da candidata

Proibida de circular pela Justiça Eleitoral pelo conteúdo favorável à campanha de Dilma Rousseff (PT), a edição deste mês da “Revista do Brasil”, vinculada à CUT (Central Única do Trabalhador), teve anúncios pagos por Petrobras e Banco do Brasil.
Revista Brasil, paga com dinheiro do povo brasileiro por 
meio do Banco do Brasil e Petrobras
A estatal e o banco confirmam que são anunciantes da revista, mas se recusaram a informar o valor repassado.
Ontem, o ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Joelson Dias determinou a interrupção da circulação da revista, cuja tiragem é de 360 mil exemplares mensais.
O responsável pela publicação, Paulo Salvador, disse, porém, que todas as revistas já foram distribuídas.
O entendimento do ministro é que a publicação faz defesa aberta da candidatura de Dilma. Pela Lei Eleitoral, sindicatos não podem contribuir direta ou indiretamente com campanhas políticas.
A decisão atende a um pedido da coligação de José Serra (PSDB). O mesmo ministro do TSE aplicou multa a Serra e ao diretório tucano na Bahia em julho por propaganda antecipada em maio.
Diz o TSE: “A representante noticia e traz elementos que demonstram a divulgação, por entidade sindical, ou criada por sindicatos, de mensagens de conteúdo aparentemente eleitoral, em publicações que distribuem e também em seus sítios na internet, o que, ao menos em tese, configuraria violação ao inciso da Lei Eleitoral”.
A edição barrada traz uma foto de Dilma na capa sob o título “A vez de Dilma – o país está bem perto de seguir mudando para melhor”.
Há, inclusive, foto de Dilma cumprimentando Marina Silva (PV) em evento com o presidente Lula. Também inclui reportagem sobre a derrota de oposicionistas da “velha guarda” no Senado.
Em meio à atual polêmica religiosa, a edição traz o bispo de Jales (SP), dom Demétrio Valentini, enaltecendo Lula e lembrando que Dilma é sua candidata.
A despeito da decisão do TSE, o conteúdo da revista estava na internet ontem.
O “conselho diretivo” da revista é formado por dirigentes da CUT e filiados ao PT, como o presidente da central, Artur Henrique, e Maria Izabel Noronha, a Bebel, que comandou greve de professores contra Serra.
A revista é produzida pela Editora Gráfica Atitude, administrada em rodízio pelos presidentes em exercício do Sindicato dos Metalúrgicos e do Sindicato dos Bancários.
Já estiveram à frente da empresa, por exemplo, o deputado estadual eleito Luiz Cláudio Marcolino (PT), aliado do deputado federal Ricardo Berzoini (PT), e o vice-presidente da CUT, José Lopez Feijóo, membro do “Conselhão” do governo federal.

Fonte: Folha de S. Paulo

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