PMDB

>Cacique do PMDB, Carlos Bezerra afirma que se secretários de outros partidos "não derem conta, o PMDB vai chiar”

Posted on dezembro 21, 2010. Filed under: PMDB |

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  • MidiaNews

    Carlos Bezerra garante que PMDB vai controlar políticas públicas

    Conhecido pela maneira impositiva de fazer política, o presidente regional do PMDB, deputado federal Carlos Bezerra, enviou um recado “duro” aos partidos aliados, que irão ocupar cargos de primeiro escalão na gestão do governador reeleito Silval Barbosa (PMDB). Ele afirmou que o partido cobrará resultado, podendo até intervir e pedir a cabeça de secretários, caso o resultado não seja à altura.

    Quanto a um suposto privilégio ao PR, na divisão de cargos de primeiro escalão no governo Silval, onde os republicanos buscam a indicação de sete pastas, Bezerra foi enfático: “A responsabilidade é muito grande não podemos errar, nem falhar e trabalharmos unidos (…) se os secretários do PR não derem conta do Programa de Governo, o primeiro que irá chiar será o próprio PMDB”.

    Na avaliação do peemedebista, essa questão de loteamento dos cargos é “secundária”, onde a atenção estará voltada para os resultados. Bezerra deixa claro que, a qualquer momento, o partido poderá manifestar pela substituição do quadro de secretariado. “O que interessa é o resultado do Governo e os secretários vão ter que executar as políticas definidas pelo Governo”, declarou o peemedebista.

    Bezerra afirmou que o PMDB sai privilegiado nessa divisão de cargos, em especial, por ter o governador da legenda.

    “O PMDB tem o governador, quer mais do que isso? O que interessa aqui é a política pública que será executada no Estado. A preocupação é fazer com que a coisa pública ande bem em Mato Grosso, que os interesses da maioria da população seja atendido”, afirmou.

    Algumas indicações do PMDB no secretariado já estão garantidas, como da primeira-dama Roseli Barbosa na Ação Social; o jornalista Osmar Carvalho na Comunicação; o ex-deputado estadual Nico Baracat (PMDB) na Secretaria das Cidades; e a deputada estadual eleita Teté Bezerra (PMDB) no Turismo. Fonte: MidiaNews

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>O PMDB é coisa nossa,muito nossa…

Posted on novembro 24, 2010. Filed under: Arnaldo Jabor, PMDB |

>Por Arnaldo Jabor

“Sem nós, ela não faz nada! Não pensem vocês que estamos de brincadeira. Demos um tempo no “blocão” para não assustar a madame ainda, mas, qualquer coisa a gente volta a ter 202 deputados no mínimo na Câmara. Esses soviéticos não aprendem… Tentaram enrolar o PTB, logo com quem – o cobra criada Jefferson que os botou para correr. E agora acham que vamos topar outro petebista mandando na Comissão Mista do Orçamento , como quer d. Dilma? Aquele Gim Argello que não foi nem eleito, lugar tenente do Roriz? Sei que o plano da presidente (a) é combater nosso excesso de poder ; sei que ela quer “homeopaticamente” desfazer nossos esquemas (que chamam de “corrupção”…) com mais “corrupção” (“similia similibus curantur” – sei latim, meu filho). Não adianta…a gente coopta quem aparecer, principalmente esse ai que nem foi eleito, lá do buraco do Roriz…) e se bobear, novo “blocão” pois, além dos “nanicos”, nos temos os grandes mestres, os faixas pretas do país: Sarney, o eterno, Renan, Jucá, o impalpável Eduardo Cunha, tantos…Eles sabem nos comandar, eles sabem o que querem….E tem mais: agora, estamos no Executivo.. Nosso comandante Temmer conquistou a posição ideal que sempre almejamos: a vice presidência. O vice é tudo. O presidente (a) é alvo, o vice pula de lado e escapa das flechas. O presidente (a) é culpada e o vice, observador isento. E o Temmer não é o tipo de vice que “não aporrinha”, como quis o Serra; nós aporrinharemos, sim.

Líderes do PMDB

Esses comunas pensam que a gente é babaca. São séculos de aprendizado. O PMDB é uma das mais belas florações de nossa historia.

Temos interesses, claro. Queremos cargos, muitos cargos e no mínimo 6 ministérios importantes porque, sem nós, não tem comuna que se dê bem.

Não é assim que essa tigrada do PT fala : “os fins justificam os meios?”. Pois é, nós somos os meios. No entanto, meu caro, os fins são deformados pelos meios e de “meios” acabaremos sendo “fins”.Viu como sou profundo? Não há casamento sem interesse. É belo e progressista o interesse. O desprendimento, a honestidade alardeada é hipocrisia de teóricos .

E nossos fins são sábios, experientes; são frutos de uma grande tradição brasileira que os maldosos chamam de “corrupção”, quando são hábitos incrustados em nossa vida como a cana, o forró, a obediência dos filhos que seguem nosso exemplo, nossos bigodes que chamam de bregas, as ancas das amantes risonhas com jóias de ouro tilintando em pescoços e pulsos, diante da palidez infeliz de nossas esposas…Vocês não entendem que isso é a cara do pais? Vocês reclamam de nossa voracidade. E os milhares de famintos que invadiram o batatal do poder para comer tudo, os ex-pelegos hoje de gravata?

O PMDB é um exército de amigos unidos – qual o mal? Admire a beleza superior deste imenso patrimônio espiritual que nós possuímos, tanto em nosso partido como nas alas aliadas. É uma beleza feita de amizades, famílias amplas, burocratas cooperativos. E tem mais: nós do PMDB temos um projeto sim para este pais…Um projeto muito mais pragmático, mais progressista que esse dogmas de 1917 do Dirceu e outros abstrações ridículas como “igualdade”, “controle social” , “comitês centrais”, “palavras de ordem”.

Nosso projeto é mais Brasil…”São coisas nossas, muito nossas…” como cantou o Noel. Nosso projeto é uma girândola de malandragens, de negociatas que deixam cair pelas brechas, pelas frestas das maracutaias migalhas de progresso. È isso: tudo que houve de bom no país foi fruto de malandragens no encontro entre o privado e o publico.

Não , cara, não há corrupção no PMDB -trata-se apenas da continuação de um processo histórico. O dinheiro que arrecadamos em emendas do orçamento, em gorjetas justas de empresas e burocratas, esse dinheiro sempre foi a mola do crescimento do país. Haveria Brasília sem ela? Onde estaríamos nós – na roça de um país agro pastoril? Esta é a eterna verdade desde a Colônia, tão eterna quando a miséria que sempre haverá. Querem o quê? Que fiquemos magros também, que dividamos nossas conquistas com os que nada têm, querem socializar a miséria? Quando eu faço uma piscina azul em meio à seca, não é crueldade, porque é preciso que alguém tenha piscina na caatinga para que a dor dos miseráveis seja suportável. A vida do pobre ganha um sentido hierárquico: ele está embaixo, mas se consola porque alguém vive feliz em cima.

De modo que não nos venham com papos de inclusão social. Ademais, é impossível salvá-los (como alguns poucos ainda pensam no PT). São 40 milhões de pobres chocados em quatro séculos de tradição patrimonialista da boa. Vocês verão que isso é “natural, a natural “survival for the fittest” (“sobrevivência do mais forte”, como bem traduziu meu filho do MIT)…

Vamos olhar para a outra face da beleza: a alegria de ver a grande arte dos lucros fabulosos, as mandíbulas salivando a cada grande negócio fechado, o encanto dos shoppings de luxo, as velozes paixões dos cartões de crédito, o eufórico alarido dos restaurantes, os roncos de jet-skis à beira mar,os gemidos das amantes no cetim, a euforia dos almoços de conchavos… Tudo isso doura o nosso progresso.

A classe dominante deste país é uma grande família, unida por laços de amizade total, mesmo que definhe sob nossos pés a massa de escravos em seus escuros mundos.

Nós somos muito mais o Brasil profundo do que esse bando de comunas que chegaram ai, com um sarapatel de idéias feitas por um leninismo mal lido e um getulismo tardio…

No entanto, sou otimista – acho sim que a aliança PT-PMDB poderá ser doce e linda. Mas, do nosso jeito. Tudo bem que censurem a imprensa e coisas menores (é ate pratico para nos…), mas na infra-estrutura de nosso passado de donatários ninguém toca. Temos no peito o orgulho de proteger a sobrevivência da linda tradição de nossa colonização portuguesa.

O PMDB é a salvação da democracia; suja, mas muito nossa.”

Fonte: A Gazeta

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>A primeira entrevista coletiva de Dilma Rousseff após eleição

Posted on novembro 4, 2010. Filed under: Ministério, MST, PIB, PMDB, primeira entrevista coletiva de Dilma Rousseff, reforma agrária, Salário mínimo, Sem-categoria, Trem-Bala |

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Deu em O Globo por Chico de Gois e Luiza Damé
Na primeira entrevista coletiva após eleita presidente, Dilma Rousseff prometeu não enviar ao Congresso projeto de recriação da CPMF, tributo que servia para bancar parte dos gastos com a saúde e cuja continuidade foi rejeitada pelo Senado em 2007.

Primeira entrevista coletiva de Dilma Rousseff depois de eleita

Dilma, que deu entrevista ao lado do presidente Lula, disse que prefere outros mecanismos à criação de impostos, mas adiantou que alguns governadores eleitos já a procuraram, demonstrando preocupação com o financiamento do setor e admitindo a possibilidade de criação de um tributo para ajudá-los no pagamento das despesas de saúde.

Dilma também reafirmou a intenção de negociar um aumento real para o mínimo (hoje em R$ 510) que vai vigorar a partir de janeiro.

Mas tanto ela quanto Lula rejeitaram a proposta de R$ 600, apresentada pelo tucano José Serra durante a campanha. Segundo ela, o piso salarial vai superar os R$ 600 na virada de 2011 para 2012.

A presidente eleita disse que ainda não discutiu a formação de seu governo. E condenou regimes ditatoriais, com a ressalva de que essa posição não pode prejudicar as relações comerciais do Brasil. Segundo ela, “business (negócios) são business”. Abaixo, os principais trechos da entrevista.

CPMF: “Tenho muita preocupação com a criação de imposto. Preferia que a gente tivesse outros mecanismos. Agora, tenho visto uma mobilização dos governadores nessa direção e não posso fingir que não vi.

(…) Está em questão a regulamentação da Emenda 29. Para a União, é mais fácil. Para os estados e municípios, é mais difícil. Então, é necessário com os governadores eleitos que se abra um debate.
(…) Eu não pretendo enviar ao Congresso a recomposição da CPMF.

(…) Do ponto de vista do governo federal, não há necessidade premente. Agora, do ponto de vista dos governadores, eu sei que há esse processo. Não posso ir além disto”.

Salário Mínimo: “Nós temos um critério que eu considero muito bom, que é o fato de nós darmos o reajuste baseado na inflação corrente e no PIB de dois anos anteriores. Temos o problema agora que é o fato de o PIB de 2009 é um PIB que se aproxima do zero.

Estamos avaliando se é possível fazer essa compensação (aumento real). Agora, eu adianto que num cenário de PIB crescendo a taxas que nós esperamos, o que nós vamos ter: um salário mínimo no horizonte de 2014 acima de R$ 700 e poucos.

Mantido o critério, já em 2011 ele estaria acima de R$ 600, no fim de 2011, começo de 2012. Nós vamos fazer esse ajuste”.

PMDB: “Eu tenho conversado muito com o vice-presidente Michel Temer e nós temos formado uma grande convicção: este é um governo que vai se pautar não por uma partilha, mas por um processo de construção de uma equipe una.

Quero reiterar: eu tenho visto por parte do PMDB iniciativa positiva e favorável a essa convicção. Eu quero aqui atestar: nunca o PMDB chegou para mim propondo e pedindo cargo.

Estão participando do processo de transição como participaram de todo o processo eleitoral, sem conflito. Acho que a liderança do meu vice é muito importante para garantir que haja esse enfoque”.

Ministério: “Não quero anunciar fragmentado. Eu não sou doida de dizer para você que é dia 18 de qualquer mês, às tantas horas, porque, se eu anunciar uma hora depois, vocês vão falar assim: presidente eleita adia o seu lançamento por um hora.

Eu quero avisar para vocês que vou anunciar os nomes com muita tranquilidade. Vocês serão os primeiros a saber, até porque eu sei perfeitamente que eu dependo de vocês para que a população saiba”.

Nomes/Critérios: “Eu não estou falando agora sobre continuidade de nenhum ministério do ponto de vista de pessoas, estou falando do ponto de vista da continuidade das políticas. Não considero ainda que está maduro o processo de discussão a respeito dos nomes (…).

Agora, tenho critérios e externei isso no discurso: vou exigir competência técnica, vou exigir também um desempenho, um histórico de pessoas que não tenham problemas de nenhuma ordem, vou exigir também, eu acho importante, o critério político”.

Direitos Humanos 1 “Eu tenho uma posição bastante intransigente no que diz respeito aos direitos humanos, e essa posição intransigente se reflete no plano da diplomacia, como uma posição também de opção clara, porque uma manifestação que conduza à melhoria dos direitos humanos não necessariamente é estrondosa.

Muitas vezes, para você conseguir a melhora dos direitos humanos, você tem de negociar. Isso nós fizemos. Eu vi vários movimentos que foram benéficos. Eu quero dizer que no meu governo não vai haver nenhuma dúvida a respeito”.

Direitos Humanos 2 (Ao ser perguntada se o Brasil manterá vínculos comerciais com ditaduras): Business são business.

Reforma agrária/MST: “No que se refere ao MST, em todas as oportunidades eu sempre me neguei a tratar o MST como caso de polícia. O MST não é um caso de polícia.

No meu governo, não darei margem para Eldorado dos Carajás, porque isso também é uma questão de direitos humanos.

Agora, eu não compactuo com ilegalidade nem com invasão de prédios públicos nem com invasão de propriedades que estão sendo produtivamente administradas. Nós temos terras suficientes neste país para continuar fazendo reforma agrária (…)”.

Trem-Bala: “É um absurdo achar que o trem-bala não precisa ser feito. Nos anos 80, essa conversa vigorou para metrô. Diziam que o Brasil não poderia gastar em metrô porque metrô é caro e, além de ser caro, tem outra alternativa, como os corredores e transporte urbano sobre rodas. Com isso, somos um dos países que atrasou o investimento em metrô.

O trem-bala em um país continental, mas com grande densidade populacional no Sudeste e Sul, é absurdo as políticas que são obscurantistas e que consideram o trem-bala um absurdo.

O investimento do trem-bala é feito pela iniciativa privada, e o financiamento a eles não concorre com o investimento em metrô e metrô só segura sendo público”.

Fonte: Blog do Noblat 

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>PT e PMDB fazem de conta que são bons amigos

Posted on novembro 3, 2010. Filed under: Dilma Rousseff, José Eduardo Dutra, Palocci, PMDB, PT, vice-presidente Michel Temer |

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José Eduardo Dutra, presidente do PT e  vice-presidente eleito Michel Temer do PMDB

Depois de um jantar na noite de terça-feira, que teve como finalidade evitar que o ciúme domine a relação entre os dois partidos, os presidentes do PT, José Eduardo Dutra, e do PMDB, vice-presidente eleito Michel Temer, saíram dizendo que não há rusgas entre eles.

Os dois presidentes fizeram um acordo de adotar um rodízio na presidência da Câmara. Seria escolhido o sistema de biênio, em que o PT ficaria dois anos na presidência da Câmara, e o PMDB, outros dois. Mas Dutra e Temer não decidiram que partido começaria no comando da Casa.

– A ideia é que eu e o presidente Dutra possamos firmar um protocolo pelo qual se estabelece este rodízio. Agora, quem ocupará o primeiro biênio? Quem ocupará o segundo? É para um segundo momento. A ideia é fechar esse acordo para que nós possamos ter um governo tranquilo. Ninguém vai criar dificuldades e nenhuma intriga será feita entre PT e PMDB – afirmou Temer.

O grupo de elite da presidente eleita Dilma Rousseff tirou o dia de ontem para conter insatisfações pelo fato de a primeira reunião de trabalho após a vitória nas urnas ter sido realizada só com petistas, sem a presença dos partidos aliados.

O vice-presidente eleito Michel Temer foi formalmente designado como coordenador político dos trabalhos de transição entre as equipes do atual e do futuro governo, que começam na segunda-feira.
A tarefa de cuidar da transição, porém, será compartilhada com mais três petistas. O presidente do PT, José Eduardo Dutra, e os deputados Antonio Palocci (SP) e José Eduardo Martins Cardoso (SP).

“Já estou designado pela presidente para conversar com os diversos partidos. O Palocci vai trabalhar a questão mais técnica. E o Michel Temer, nós vamos conversar com ele”, disse o presidente do PT.

Questionado com insistência sobre qual exatamente seria a função do vice, ele explicou: “Como ele é vice-presidente, vai na prática coordenar esse processo.”

Fonte: Blog do Noblat

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>Dilma precisa ser uma Presidenta durona

Posted on novembro 2, 2010. Filed under: agricultura, biografias, conjuntura, Dilma, durona, Fernando Henrique, Lula, PMDB, Presidenta, Responsabilidade Fiscal |

>Por Alexandre Garcia*

Nas biografias, estão apresentando como defeito o fato de Dilma ser durona. Penso que na atual conjuntura é uma qualidade necessária. Ela precisa deixar de lado o coração feminino e ser durona com os que querem mamar nas tetas dos nossos impostos. Precisa ser durona com quem inventa mensalões, com aloprados, com sanguessugas, com gente do PMDB que quer poder para mandar em ministérios e estatais nomeando a seu bel-prazer cunhados e namorados das netas. Se ela for durona com o desequilíbrio fiscal, com o excesso de despesas públicas que não sejam investimento para gerar desenvolvimento, os 55 milhões de eleitores que votaram nela terão acertado e feito um bem para o Brasil.
Que esse coração endurecido pela tortura física caia como um castigo sobre os corruptos e os desonestos que usam o voto e o poder para roubar do povo que fingem defender. Que a presidente faça reviver os ideais da moça de 19 anos e nos defenda dos bandidos que venham a cercá-la, fingindo que têm os mesmos ideais. Que ela agora, no poder, aplique seus sonhos mais juvenis pela justiça e pela ética. São os meus votos.

Ela venceu por valor próprio e também por causa de Lula, seu criador como candidata. A criatura não conseguiu igualar o criador no desempenho eleitoral. Lula venceu Serra e depois Alkmin com 61% dos votos válidos. Dilma chegou aos 56%. Em compensação, venceu na primeira eleição. Lula só chegou à presidência na quarta tentativa. Agora paira no ar a curiosidade sobe o futuro de seu mandato: será ela tutelada por Lula, como foi Cristina pelo marido Nestor? No pronunciamento de vitória, ela disse que bateria à porta de Lula e sabe que sempre será bem acolhida. Até onde ela terá autonomia? Até onde tentará o PT reclamar poder? E o PMDB, esse insaciável maior partido? Seu coração temperado no governo militar terá disciplina para não cair em tentação?

Ela já avisou que vai seguir a política de controle fiscal e estabilidade da moeda, que começou com Fernando Henrique. Serão, pois, 20 anos de política econômica com as mesmas metas. Mas o grande desafio será cortar as farras que foram embutidas na política de responsabilidade fiscal. Há muito gasto corrente e pouco investimento. Ela é economista e deve saber o que fazer. Vai depender também das escolhas que fizer para a equipe econômica.

José Serra é outro vitorioso: quis perder e conseguiu. Parabéns. Só lembrou de Aécio depois que ele elegeu seu sucessor. Esqueceu-se de que FHC é o pai de tudo que deu certo nesses últimos 15 anos. Teve medo de mostrar o óbvio: que a privatização é maravilhosa, que sem ela não teríamos quase 200 milhões de telefones celulares; sem ela a Vale não seria uma das maiores empresas do mundo; as siderúrgicas não estariam dando emprego e lucro; sem quebra de monopólio não teríamos autossuficiência de petróleo nem pré-sal. Em vez de procurar uma vice mulher, para equilibrar com Dilma, como a senador Kátia Abreu, presidente da Confederação Nacional da Agricultura, que mobilizaria o poderoso meio rural, foi buscar um índio no Rio. Derrotas são feitas de erros.

*Alexandre Garcia é jornalista em Brasília. E-mail: alexgar@terra.com.br

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>Para o povo ou com o povo?

Posted on novembro 2, 2010. Filed under: abstenções, apresentadores, âncoras, comentaristas, DEM, Dilma Rousseff, eleições 2010, José Serra, metamorfose, Michel Temer, PMDB, povo, pronunciamento, PSDB, repórteres |

>Por Carlos Chagas

Eleições 2010 – Do primeiro pronunciamento de Dilma Rousseff depois de eleita fica uma dúvida: ela enfatizou o sentido republicano e o compromisso democrático de sua eleição, mas ressaltou estar disposta a governar para todos. 
Atenção na declaração: para todos, não com todos. Há uma diferença sutil que tanto os aliados quanto as oposições começavam ontem mesmo a analisar. Não que o PSDB, o DEM e penduricalhos esperassem alguma participação no novo governo, sequer através de propostas e sugestões. Sabem estar naturalmente excluídos do poder nos próximos quatro anos, como nos últimos oito.
O problema aparece para o PMDB e demais partidos que se empenharam pela vitória da candidata. E até para alguns companheiros. A preposição não admite discussões. Muita gente vai ficar de fora, como a partícula comprova. Ainda que todos os cidadãos possam vir a ser beneficiados pelos planos e programas da nova administração, conforme as boas intenções da presidente eleita, apenas alguns participarão da obra de governo.
Passa-se de imediato da teoria à prática. O PMDB não tem certeza de manter os seis ministérios que ocupa no governo Lula. Muito menos as centenas de diretorias de empresas estatais ou da administração direta. A tolerância do presidente Lula para com seus aliados poderá não se constituir na característica da sucessora, inclusive porque falou duro quanto se referiu à meritocracia para o exercício das funções públicas, pautando as nomeações.
Michel Temer que se cuide, apesar de duas vezes citado no discurso inicial de Dilma. Já tendo sido gentilmente escanteado na campanha, nada indica que poderá entrar no gabinete presidencial com uma lista de peemedebistas propostos para ministérios e adjacências. Assim também o monte de papagaios de pirata flagrados atrás da nova presidente em suas primeiras horas de aparição vitoriosa.
Uma dedução pode ser tirada para os tempos que se aproximam: em muito difere do Lula a primeira mulher a exercer a chefia do Executivo. O país verá aposentadas as tiradas de humor duvidoso e de comparações futebolísticas em troca de raciocínios e de iniciativas diretas e ásperas. A complacência cederá lugar à cobrança.
MUDANÇAS DE COMPORTAMENTO
Não se passaram quinze minutos após a confirmação, pelos primeiros números, de que Dilma Rousseff já estava eleita: uma singular metamorfose atacou apresentadores, âncoras, comentaristas e repórteres televisivos empenhados na narração das apurações. Fora as exceções de sempre, durante semanas, até meses, seguindo exigências e orientação dos responsáveis pelas redes, esses profissionais esmeraram-se em tratar a candidata com arrogância. Até levá-la ao ridículo tentaram. Caracterizada a vitória, virou objeto de devoções profundas. Tornou-se uma estadista.
Essas mudanças de comportamento fazem parte da natureza humana, mas, convenhamos, a mudança aconteceu rápido demais. Algumas horas depois, o mesmo fenômeno pode ser constatado pela leitura dos jornalões de ontem. A nova presidente não era mais a parceira de Erenice Guerra. Tornou-se a esperança nacional.
AS HIENAS DE SEMPRE

Deve preparar-se José Serra para o período das amargas. Começam a botar as unhas de fora aqueles que antes aderiram à sua candidatura por falta de opções, inveja ou sentimentos piores. Apontam, só agora, erros, falhas e vícios do período de campanha, quando davam a impressão de devotados e fiéis acólitos do candidato. Chegam a dizer que Serra deveria ter ficado em São Paulo, quanto tinha a reeleição certa de governador. Levantam críticas diante da aceitação de um silvícola para vice-presidente na chapa tucana, quando nem uma palavra levantaram diante da estranha indicação do deputado Índio da Costa. Sustentam que melhor teria sido a realização de prévias junto às bases do PSDB, que Serra rejeitou, e até supõem que se o candidato tivesse sido Aécio Neves, as eleições poderiam ter tido outro resultado. Trata-se de um abjeto acerto de contas, digno das hienas.
ABSTENÇÕES

No total, 29 milhões de eleitores abstiveram-se de comparecer às urnas, domingo. Um número proporcionalmente jamais verificado antes. Efeitos do feriadão, em grande parte, como mostraram as imagens da praia do Guarujá, mas não apenas isso. No Norte e no Nordeste, faltaram condições para o deslocamento de muita gente até as seções eleitorais, como no país inteiro proliferaram os desiludidos, aqueles para quem nem Dilma nem Serra mereceriam seu esforço cívico. Há uma contradição entre os que defendem o fim do voto obrigatório e o crescimento das abstenções, mas, no fim, quem terá sido mais prejudicado por elas? Sem dúvida alguma, José Serra.
Fonte: CH
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>Limites

Posted on setembro 25, 2010. Filed under: Dilma Roussef, Gisele Bundchen, Jornal Nacional, José Serra, Limites, Marina Silva, Merval Pereira, Pedro Simon, Pesquisa Ibope, PMDB, tendência |

>Por Merval Pereira

A pesquisa do Ibope divulgada ontem pelo Jornal Nacional confirma a tendência de redução da diferença entre a líder Dilma Roussef e seus mais próximos competidores, o tucano José Serra e a verde Marina Silva. Pelo Ibope, essa redução está se dando mais pela definição dos indecisos em favor deles do que de uma queda da candidata oficial, o que significa que esse movimento não é suficiente para impedir que Dilma vença no primeiro turno.
Mas essa quebra de rotina das últimas pesquisas mostra que pelo menos alguma coisa se move na disputa eleitoral, e os candidatos oposicionistas estão sendo capazes de produzir mais fatos do que a governista nesta reta final.
Principalmente Marina, que está recolhendo apoios simbólicos importantes, como o do senador Pedro Simon, do PMDB independente, e a da modelo internacional Gisele Bundchen.
Serra tenta reforçar sua presença em Minas e em São Paulo, os dois estados governados por tucanos que teoricamente deveriam dar a ele uma dianteira que permitisse partir para a disputa eleitoral com uma vantagem importante.
Não é o que está acontecendo, embora nas últimas horas a vitória de Dilma em São Paulo pareça estar se diluindo.
Em Minas, prevalece o voto Dilmasia (Dilma e Anastasia), mas o apoio ontem,em Diamantina, do ex-presidente Itamar Franco é simbólico de uma distensão na política mineira que pode, num eventual segundo turno, reverter o quadro naquele estado.
Itamar, que caminha para se eleger senador pelo PPS, simbolizava a resistência mineira à supremacia paulista na política brasileira.
Enfim, a política está tendo lugar nesta campanha eleitoral, e por uma decisão equivocada, para o seu objetivo político, do próprio presidente Lula.
Ele quebrou o marasmo que predominava na campanha para sair em ataque aos meios de comunicação e aos adversários eleitorais, na tentativa de neutralizar os estragos que a crise com a demissão da ministra Erenice Guerra da Chefia da Casa Civil poderia provocar na candidatura de sua escolhida.
Completamente sem limites, Lula foi pulando de palanque em palanque, ora anunciando a determinação de “extirpar” o DEM, ora tentando insuflar o povo contra o que chamam de “mídia” ou “grande imprensa”, que estaria conspirando contra o seu governo.
O partido oposicionista tem sido uma barreira no Senado contra as ações governistas, e foi o protagonista da maior derrota pessoal de Lula, a derrubada da CPMF, que ele nunca engoliu.
Uma tarefa a que Lula se dedica nessa campanha é tentar impedir que políticos como os senadores Agripino Maia e Marco Maciel, do DEM, voltem a ter uma cadeira no Senado. Pode conseguir o intento em alguns estados, em outros será derrotado.
Mas a sua desenvoltura em assumir a posição de cabo eleitoral de uma candidata – situação que ele mesmo já ironizou, menosprezando as críticas à sua atuação – e os ataques diretos aos meios de comunicação, provocaram reações radicalizadas em seu próprio grupo, e geraram reação contrária na sociedade.
Estimulados pela agressividade do chefe, logo centrais sindicais, Ongs, partidos políticos, e entidades que servem como correia de transmissão do governo como a UNE, convocaram uma manifestação contra um suposto “golpe midiático” que teria o objetivo de impedir a vitória de Dilma Rousseff no primeiro turno.
A reação da sociedade veio imediatamente, e hoje já são mais de 30 mil assinaturas – e segue aumentando a adesão pela internet – ao manifesto de intelectuais, políticos e representantes da sociedade civil contra o “autoritarismo” do Governo, que trata adversários políticos como inimigos e os meios de comunicação como partidos políticos de oposição.
A arrogância de se anunciar a própria “opinião pública” mostra a que ponto chegou a megalomania do presidente Lula.
Na mesma quinta-feira em que se anunciava a manifestação de sindicatos “pelegos” contra a liberdade de expressão, participei no Clube Militar do Rio, em companhia de Reinaldo Azevedo e de um representante da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT) de um painel sobre as ameaças à liberdade de expressão.
O único tumulto havido foi provocado por um pequeno grupo de manifestantes em frente ao Clube Militar, protestando contra o que classificavam de “hipocrisia” dos militares defendendo a democracia.
Na sala lotada, não houve uma só manifestação de radicalização política, e o consenso foi de que é preciso ficar atento permanentemente às tentativas do governo de controlar os meios de comunicação, seja através de projetos que criem conselhos cuja função específica seria tutelar a imprensa, seja através de constrangimentos comerciais que criem problemas financeiros às empresas jornalísticas independentes.
Ao mesmo tempo, o governo monta à sua sombra e à custa do erário público, uma cadeia de blogs e de jornais e televisões, inclusive a estatal, para garantir um noticiário favorável a suas ações.

Fonte:Blog do Noblat

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>Lula é um fenômeno religioso

Posted on setembro 22, 2010. Filed under: Arnaldo Jabor, álibis, Dilma, fenômeno, Lula, PMDB, PSDB, PT, religioso, silencio eufórico |

>Por Arnaldo Jabor

Lula não é um político é um fenômeno religioso. De fé. Como as igrejas que caem, matam os fieis e os que sobram continuam acreditando. Com um povo de analfabetos manipuláveis, Lula esta criando uma igreja para o PT dirigir, emparedando instituições democráticas e poderes moderadores.
Os fatos são desmontados, os escândalos desidratados para caber nos interesses políticos da igreja lulista e seus coroinhas. Lula nos roubou o assunto. Vejam os jornais; todos os assuntos são dele, tudo converge para a verdade oficial do poder. Lula muda os fatos em ficção. Só nos resta a humilhante esperança de que a democracia prevaleça.
Depois do derretimento do PSDB, o destino do país vai ser a maçaroca informe do PMDB agarrada aos soviéticos do PT, nossa direita contemporânea. Os comentaristas ficam desorientados diante do nada que os petistas criaram com o apoio do povo analfabeto. Os conceitos críticos como “razão, democracia, respeito à lei, ética”, ficaram ridículos, insuficientes raciocínios diante do cinismo impune.
Como analisar com a Razão essa insânia oficial? Como analisar o caso Erenice, por exemplo, com todas as provas na cara, com o Lula e seus áulicos dizendo que são mentiras inventadas pela mídia? Temos de criar novos instrumentos críticos para entender esta farsa. Novos termos. Estamos vendo o inicio de um “chavismo light”, cordial, para que a “massa atrasada” seja comandada pela “massa adiantada” (Dilma et PT). Os termos têm de ser mudados. Não há mais “propina”; agora o nome é “taxa de sucesso”. A roubalheira se auto-nomeia “revolucionaria” assalto à coisa publica em nome do povo. O que se chamava “vitima” agora se chama “réu”. Os escândalos agora são de governos inteiros roubando em cascata, como em Brasília, Rondônia, e Amapá são “girândolas de crimes”. Os criminosos são culpados, mas sabem tramar a inocência. O “não” agora quer dizer “sim”.
Antigamente, se mentia com bons álibis; hoje, as tramóias e as patranhas são deslavadas; não há mais respeito nem pela mentira. Está em andamento uma “revolução dentro da corrupção”, invadindo o Estado em nossa cara, com o fito de nos acostumar ao horror. Gramsci foi transformado em chefe de quadrilha.
Nunca antes nossos vícios ficaram tão explícitos, nunca aprendemos tanto de cabeça para baixo. Já sabemos que a corrupção no país não é um “desvio” da norma, não é um pecado ou crime; é a norma mesmo, entranhada nos códigos e nas almas. Nosso único consolo : estamos aprendemos muito sobre a dura verdade nacional neste rio sem foz, onde as fezes se acumulam sem escoamento. Por exemplo: ganhamos mais cultura política com a visão da figura da Erenice, a burocrata felliniana, a “mãe coragem” com seus filhos lobistas, com o corpinho barbudo do Tuminha (lembram?), com o “make-over” da clone Dilma (que ama a ex-Erenice, seu braço direito há 15 anos), com o silencio eufórico dos Sarneys, do Renan, do Jucá…Que delicia, que doutorado sobre nós mesmos!
Ao menos, estamos mais alertas sobre a técnica do desgoverno corrupto que faz pontes para o nada, viadutos banguelas, estradas leprosas, hospitais cancerosos, esgotos à flor da pele, tudo proclamado como plano de aceleração do crescimento popular.
Nossa crise endêmica está em cima da mesa de dissecação, aberta ao meio como uma galinha. Meu Deus, que prodigiosa fartura de novidades imundas, mas fecundas como um adubo sagrado, belas como nossas matas, cachoeiras e flores.
Os canalhas são mais didáticos que os honestos. Temos assistido a um show de verdades mentirosas no chorrilho de negaças, de cínicos sorrisos e lagrimas de crocodilo. Como é educativo vermos as falsas ostentações de pureza para encobrir a impudicícia, as mãos grandes nas cumbucas e os sombrios desejos das almas de rapina. Que emocionante este sarapatel entre o publico e o privado: os súbitos aumentos de patrimônio, filhinhos ladrões, ditadura dos suplentes, cheques podres, piscinas em forma de vaginas, despachos de galinhas mortas na encruzilhada, o uísque caindo mal no Piantela, as flatulências fétidas no Senado, as negaças diante da evidencia de crime, os gemidos proclamando “honradez” e “patriotismo”.
Talvez esta vergonha seja boa para nos despertar da letargia de 400 anos. Através deste escracho, pode ser que entendamos a beleza do que poderíamos ser!
Já se nos entranhou na cabeça, confusamente ainda, que enquanto houver 20 mil cargos de confiança no país, haverá canalhas, enquanto houver Estatais com caixa preta, haverá canalhas, enquanto houver subsídios a fundo perdido, haverá canalhas. Com esse código penal, nunca haverá progresso.
Já sabemos que mais de 5 bilhões por ano são pilhados das escolas, hospitais, estradas, sem saneamento, com o Lula brilhando na tv, xingando a mídia e com todos os mensaleiros, sanguessugas e aloprados felizes em seus empregos e dentro do ex-partido dos trabalhadores. E é espantoso que este obvio fenômeno político, caudilhista, subperonista, patrimonialista, aí, na cara da gente, seja ignorado por quase toda a “inteligentsia” do pais, que antes vivia escrevendo manifestos abstratos e agora se cala diante deste perigo concreto que nos ronda. No Brasil, a palavra ” esquerda” ainda é o ópio dos intelectuais.
A única oposição que teremos é o da imprensa livre, que será o inimigo principal dos soviéticos ascendentes. O Brasil está evoluindo em marcha-a-ré! Só nos resta a praga: malditos sejais, ó mentirosos e embusteiros! Que a peste negra vos cubra de feridas, que vossas línguas mentirosas se transformem em cobras peçonhentas que se enrosquem em vossos pescoços, e vos devorem a alma.
Os soviéticos que sobem já avisaram que revistas e jornais são o inimigo deles.
Por isso, “si vis pacem, para bellum”, colegas jornalistas. Se quisermos a paz, preparemo-nos para a guerra.
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>Roberto Requião leva dois tapas de diretor de porto no Paraná

Posted on setembro 7, 2010. Filed under: Paraná, PMDB, Roberto Requião |

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O ex-governador do Paraná e candidato ao Senado Roberto Requião (PMDB) foi agredido hoje pelo diretor comercial do porto de Paranaguá, João Batista Lopes dos Santos, o João Feio, em um restaurante do Pontal do Paraná, no litoral do Estado.

Roberto Requião, ex-governador e candidato ao senado pelo Paraná

Segundo o diretor, Requião estava num restaurante, onde era realizado um encontro da coligação “A União Faz um Novo Amanhã”. Lá, começou a ofender o atual governador do Estado, Orlando Pessuti (PMDB), antigo vice de Requião e responsável pela nomeação de Santos no porto.

O diretor então devolveu as ofensas e começou a xingar o irmão de Requião, Eduardo, antigo secretário estadual dos Transportes e superintendente do porto, e em seguida deu dois tapas na cara de Requião.

“Ele disse que o Pessuti é ladrão e vai para cadeia. Eu disse que o irmão dele que era ladrão e dei dois tapas nele e ele caiu no chão. Ele não sabe brigar. É um piá de prédio. Defendi minha honra e do Pessuti”, disse Santos.

Fonte: Blog do Noblat

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>Eleita, como Dilma agirá para enfrentar essas situações?

Posted on setembro 3, 2010. Filed under: Brasília, Complacente, Concurso do TJ de Goiás, Dilma Rousseff, Direitos do cidadão, Fernando Henrique, Itamar Franco, José Serra, leniente, PMDB, presidente Lula, PT, Receita Federal, tolerante |

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Por Carlos Chagas

Complacente, tolerante, leniente? Talvez a razão lhe pertença. Falamos do presidente Lula. Afinal, o Brasil é assim, como ele, faz muito tempo. Do que a  Constituição mais cuida senão dos direitos do cidadão? De deveres, nem pensar.
 
Só que agora estouraram todos os limites. Exige medidas cirúrgicas a  lambança encenada pela Receita Federal nos episódios de quebra do sigilo fiscal de um bando de tucanos, incluída a filha do candidato José Serra. Para começar, a demissão do  secretario, até do ministro da Fazenda, seu chefe. Mais ainda, há que identificar os interessados nessa inadmissível  intromissão na vida privada dos adversários, envolvendo falsificação de documentos e de assinaturas.   Se forem do PT, como  os antigos “aloprados”, paciência. Pau neles. O que não dá é ver o governo tergiversando, inventando versões fantasiosas como a de que tudo não passa de uma briga interna no PSDB. Ou a de que ninguém sabia de nada.
 
Desde a primeira posse que o Lula hesita em punir auxiliares flagrados  em ilícitos variados. Até nisso segue o exemplo do antecessor, Fernando Henrique, levando o país a ter saudades do Itamar Franco, aquele que primeiro demitia para mandar ministros e altos funcionários se defenderem, depois.  Para o atual  presidente, o mensalão jamais aconteceu, como agora a Receita Federal merece toda a sua confiança porque é séria.
 
O EIXO SÃO PAULO-MINAS-GOIÁS    
Um inusitado eleitoral ameaça acontecer nos dois maiores colégios eleitorais do país: Dilma Rousseff ser eleita presidente da República e, para os governos estaduais, Gerado Alckmin e Antônio Anastásia. Uma demonstração de sabedoria do eleitorado ou uma contradição dos diabos?
 
Caso se configure essa hipótese, como Brasília se comportará, cercada por adversários? Acresce que Marconi Perilo, outro tucano, parece a um passo de eleger-se em Goiás.
 
Mais uma vez, o PMDB precisará vir em socorro do governo federal. Dominando o Congresso, o maior partido nacional buscará opor a política à  geografia.  Com a natural fatura apresentada na portaria do palácio do Planalto. O PT poderá fazer barulho nos três estados referidos, mas levar seus novos  governadores à defensiva, só mesmo o PMDB, atuando na Câmara, no Senado e nas Assembléias Legislativas.
 
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