Polícia Federal

>Polícia Federal prende presidenta do Tribunal de Justiça do Tocantins

Posted on dezembro 16, 2010. Filed under: Polícia Federal |

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A Polícia Federal prendeu nesta manhã a presidenta do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, desembargadora Willamara Leila. Ela, outros dois desembargadores do TJ – Carlos Souza e Liberato Póvoa – e mais seis advogados são acusados de envolvimento em venda de decisões judiciais e participação na máfia dos precatórios. 

 Foto
 A desembargadora Willamara Leila e mais dois são acusados de vender sentença

As acusações integram a Operação MAET, deflagrada hoje cedo pela Polícia Federal, com o cumprimento de nove mandados de condução coercitiva e 09 mandados de busca e apreensão em cerca de vinte endereços de Palmas, todos expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça. O relator do processo é o ministro João Otávio Noronha. As investigações policiais, segundo a PF, tiveram duração de seis meses. Neste momento, já foi encontrado na casa de um dos envolvidos uma grande quantidade de dinheiro, que está sendo contado neste exato momento. Cerca de 120 policiais federais, estão realizando buscas em casas, escritórios de advocacia. Fonte: ClaudioHumberto
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>Polícia Federal deflagra operação “Atlântida” em Mato Grosso, 26 pessoas já foram presas

Posted on novembro 19, 2010. Filed under: Polícia Federal |

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Vinte e seis pessoas foram presas pela Polícia Federal durante a operação “Atlântida” deflagrada hoje em Mato Grosso para deserticular uma quadrilha que fraudava licitações e desviava verbas públicas federais. O rombo estimado pelas investigações ao erário é de R$ 38 milhões.
Polícia Federal em Cuiabá

Em Cuiabá, foram presas 6 pessoasm cumpridos 3 mandados de condução coercitiva e 6 de buscas e apreensão.

Confira as outras cidades onde foram cumpridos mandados:

Barra do Garças
12 presos;
5 mandados de condução coercitiva;
19 mandados de busca e apreensão;

Canarana
3 presos;
4 mandados de busca e apreensão;

Novo São Joaquim
2 presos;
2 mandados de busca e apreensão;

Pontal do Araguaia
3 presos;
4 mandados de busca e apreensão

Ribeirãozinho
1 mandado de condução coercitiva

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>“Não aguento mais receber pedidos da Dilma e do Gilberto Carvalho para fazer dossiês…"

Posted on outubro 23, 2010. Filed under: Carreira, Dilma Rousseff, Gilberto Carvalho, José Serra, manipulação, Ministério da Justiça, ONU, Palácio do Planalto, Polícia Federal, PT, Rui Barbosa, Tancredo Neves |

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Diálogos entre autoridades revelam que o Ministério da Justiça, o mais antigo e tradicional da República, recebeu e rechaçou pedidos de produção de dossiês contra adversários
“Não aguento mais receber pedidos da Dilma e do Gilberto Carvalho para fazer dossiês. (…) Eu quase fui preso como um dos aloprados.”  (Pedro Abramovay, atual secretário nacional de Justiça, em conversa com seu antecessor, Romeu Tuma Júnior)
É conhecido o desprezo que o PT nutre pelas instituições republicanas, mas o que se tentou no Ministério da Justiça, criado em 1822 por dom Pedro I, ultrapassa todas as fronteiras da decência. Em quase 200 anos de história, o ministério foi chefiado por homens da estatura de Rui Barbosa, Tancredo Neves e quatro futuros presidentes da República. O PT viu na tradicional instituição apenas mais um aparelho a serviço de seu projeto de poder. Como ensina Franklin Martins, ministro da Supressão da Verdade, “às favas com a ética” quando ela interfere nos interesses políticos e partidários dos atuais donos do poder.
VEJA teve acesso a conversas entre autoridades da pasta que revelam a dimensão do desprezo petista pelas instituições. Os diálogos mostram essas autoridades incomodadas com a natureza dos pedidos que vinham recebendo do Palácio do Planalto. Pelo que é falado, não se pode deduzir que o Ministério da Justiça, ao qual se subordina a Polícia Federal, cedeu integralmente às descabidas investidas palacianas.
“Não aguento mais receber pedidos da Dilma e do Gilberto Carvalho para fazer dossiês. (…) Eu quase fui preso como um dos aloprados”, disse Pedro Abramovay, secretário nacional de Justiça, em conversa com seu antecessor, Romeu Tuma Júnior. Abramovay é considerado um servidor público exemplar, um “diamante da República”, como a ele se referiu um ex-ministro.
Aos 30 anos, chegou ao Ministério da Justiça no início do governo Lula pelas mãos do ex-ministro Márcio Thomaz Bastos. A frase dele pode confirmar essa boa reputação, caso sua “canseira” tenha se limitado a receber pedidos e não a atender a eles. De toda forma, deveria ter denunciado as ordens impertinentes e nada republicanas de “produzir dossiês”.
Mesmo um alto funcionário com excelente imagem não pode ficar ao mesmo tempo com a esmola e o santo. Em algumas passagens da conversa, Abramovay se mostra assustado diante das pressões externas e diz que pensa em deixar o governo. Não deixou. Existem momentos em que é preciso escolher. Antes de chegar ao ministério, ele trabalhou no gabinete da ex-prefeita Marta Suplicy, na liderança do PT no Senado e com o senador Aloizio Mercadante.
Vem dessa etapa da carreira a explicação para a parte da frase em que ele diz “quase fui preso como um dos aloprados”. A frase nos leva de volta à campanha eleitoral de 2006, quando petistas foram presos em um hotel ao tentar comprar um dossiê falso contra José Serra. A seu interlocutor, Abramovay sugere ter participado do episódio e se arrependido, a ponto de temer pedidos semelhantes vindos agora do Palácio do Planalto. Ele disse que quase foi preso na época do escândalo e que, por isso, teve de se esconder para evitar problemas. “Deu ‘bolo’ a história do dossiê”, comenta. Em pelo menos três ocasiões, Abramovay afirma que não está disposto a novamente agir de forma oficiosa. E justificou: “…os caras são irresponsáveis”.
“O Pedro reclamou várias vezes que estava preocupado com as missões que recebia do Planalto. Ele realmente me disse que recebia pedidos da Dilma e do Gilberto para levantar coisas contra quem atravessava o caminho do governo.”  (Romeu Tuma Junior, ex-secretário nacional de Justiça)
Os diálogos aos quais a reportagem teve acesso foram gravados legalmente e periciados para afastar a hipótese de manipulação. As ordens emanam do coração do governo — do chefe de gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho, e da candidata a presidente, Dilma Rousseff. A conversa mais longa durou cinquenta minutos e aconteceu em janeiro deste ano, no gabinete do então secretário nacional de Justiça e antecessor de Abramovay no cargo, Romeu Tuma Júnior.
Os interlocutores discutem a sucessão do ex-ministro Tarso Genro. Ao comentar sobre o próprio futuro, Abramovay revela o desejo de trabalhar na ONU. Em tom de desabafo, o advogado afirmava que já não conseguia conviver com a pressão. Segundo ele, a situação só ia piorar com a nomeação para o cargo de Luiz Paulo Barreto, então secretário executivo, pela falta de força política do novo ministro, funcionário de carreira da pasta, em que também angariou excelente reputação. “Isso (o cargo de ministro) é maior que o Luiz Paulo. (…) Agora eles vão pedir… para mim… pedir para a Polícia (Federal)”, desabafou.
Procurado por VEJA, Abramovay disse: “Nunca recebi pedido algum para fazer dossiês, nunca participei de nenhum suposto grupo de inteligência da campanha da candidata Dilma Rousseff e nunca tive de me esconder — ao contrário, desde 2003 sempre exerci funções públicas”. Romeu Tuma Júnior, seu interlocutor, porém, confirmou integralmente o teor das conversas: “O Pedro reclamou várias vezes que estava preocupado com as missões que recebia do Planalto. Ele me disse que recebia pedidos de Dilma e do Gilberto para levantar coisas contra quem atravessava o caminho do governo”.
Acrescentou Tuma: “Há um jogo pesado de interesses escusos. Para atingir determinados alvos, lança-se mão, inclusive, de métodos ilegais de investigação. Ou você faz o que lhe é pedido sem questionar, ou passa a ser perseguido. Foi o que aconteceu comigo”, afirma o ex-secretário, que deixou a pasta em junho, depois que vieram a público denúncias de que teria relacionamento com a máfia chinesa. Tuma Júnior atribui a investigação contra si — formalmente arquivada por falta de provas — a uma tentativa de intimidação por parte de pessoas que tiveram seus interesses contrariados. Ele não quis revelar quais seriam esses interesses: “Mas posso assegurar que está tudo devidamente documentado”.
Para o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, o diretor da PF, Luiz Fernando Corrêa, se valeu do aparato policial para monitorar autoridades. O ministro suspeitou que ele próprio houvesse sido vítima de grampos ilegais e que até o presidente Lula tivesse sido constrangido por Corrêa.
O clima de desconfiança no Ministério da Justiça contaminou até o mais alto escalão. A certa altura das conversas, o chefe da pasta, Luiz Paulo Barreto, manifesta suspeita de que seu subordinado Luiz Fernando Corrêa, diretor-geral da Polícia Federal, o espione. Em inúmeras ocasiões, Barreto revelou a seus assessores não ter ascendência sobre Corrêa. O ministro chega a expressar em voz alta sua desconfiança de que o diretor da PF tem tanto poder que se dá ao luxo de decidir sobre inquéritos envolvendo pessoas da antessala do presidente da República.
Um desses casos é relatado por Barreto em conversa no seu próprio gabinete, ocorrida em meados de maio. À sua chefe de gabinete, Gláucia de Paula, Barreto fala sobre o possível indiciamento de Gilberto Carvalho, braço direito do presidente Lula. Em 2008, a PF interceptou telefonemas em que o chefe de gabinete da Presidência conversava com o advogado Luiz Eduardo Greenhalgh, um dos investigados na Operação Satiagraha, que prendeu o banqueiro Daniel Dantas.
Gláucia de Paula – O Gilberto (Carvalho, chefe de gabinete da Presidência) foi indiciado?
Ministro Luiz Paulo Barreto – O processo foi travado. Deu m… (…) O negócio do grampo. O Luiz Fernando falou pra não se preocupar.
Gláucia de Paula – Tem certeza disso?
Ministro Luiz Paulo Barreto – O ministro Márcio (Thomaz Bastos) que me contou isso. O Gilberto (Carvalho) me contou isso.
Tuma – Esse cara tem alguma coisa, não é possível (…).
O ministro, que diz ter tido conhecimento do indiciamento pelo próprio Gilberto Carvalho, revela que o diretor da PF promoveu uma encenação para iludi-lo, numa manobra para mostrar que seu poder emanava de fora da hierarquia do Ministério da Justiça. A conversa toma um rumo inesperado. Um dos interlocutores fica curioso para saber a fonte real de poder de Luiz Fernando, que lhe dá cobertura até para desafiar seu próprio chefe sem temor de represálias.
“Ele deve ter alguma coisa…”, afirma. Procurado, Luiz Paulo Barreto informou que não comentaria nada antes de ter acesso ao áudio da conversa. Gilberto Carvalho negou que já tenha feito algum pedido a Pedro Abramovay, a mesma resposta de Dilma Rousseff. As conversas e sua vinda a público funcionam como o poder de limpeza da luz do sol sobre os porões. Elas são reveladoras da triste realidade vivida por instituições respeitadas quando passam a ser aparelhadas por integrantes de um projeto de poder.
Outra demonstração disso surgiu na semana passada, quando a Polícia Federal forneceu a mais recente prova de quanto pode ser perniciosa a simbiose entre partido e governo. Na quarta-feira, depois de revelado que o ex-jornalista Amaury Ribeiro Jr., integrante do “grupo de inteligência” da campanha de Dilma, foi o responsável pela violação do sigilo fiscal de Eduardo Jorge e de outros integrantes do PSDB, o militante petista Lula, atualmente ocupando a Presidência da República, anunciou ao país que a PF faria revelações sobre o caso — antegozando o fato de que um delegado, devidamente brifado sobre o que deveria dizer, jogaria suspeitas das patifarias de Amaury Ribeiro sobre os ombros do PSDB. Mais uma vez, a feitiçaria dos petistas resultou em um tiro no próprio pé. Nunca aprendem que, uma vez aberta a caixa de Pandora, os fantasmas escapam e voam sem controle.
Em junho passado, VEJA revelou que o comitê de campanha de Dilma Rousseff arregimentou um grupo de arapongas para espionar o candidato José Serra, seus familiares e amigos. A tropa começou os trabalhos com o que considerava um grande trunfo, um dossiê intitulado “Operação Caribe”, produzido por Amaury e que narrava supostas transações financeiras de pessoas ligadas ao PSDB.
As únicas peças do dossiê fajuto que não podiam ser lidas no Google haviam sido obtidas de forma preguiçosa e venal, compradas de bandidos com acesso a funcionários da Receita Federal — e pagas com dinheiro vivo. Os dados fiscais violados serviram de subsídio para o tal relatório que circulou no comitê de campanha. Como “previu” o militante petista que ora ocupa a Presidência da República, horas depois de sua entrevista apareceram as tais “novidades”.
Um delegado anunciou que, com a identificação de Amaury, o caso estava encerrado, já que o ex-jornalista, ao violar o sigilo, ainda era funcionário do jornal O Estado de Minas, portanto não haveria nenhuma ligação com a campanha do PT. O delegado Alessandro Moretti foi o escolhido apenas para comunicar à nação as graves revelações obtidas pelo trabalho policial — formalmente ele não participou do inquérito. A lealdade no caso era mais vital do que o profissionalismo policial. Número dois na diretoria de Inteligência da PF, Moretti é produto direto do aparelhamento na Polícia Federal.
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>Os dossiês do PT: Jornalista acusa coordenador de campanha de Dilma de furtar dossiê

Posted on outubro 21, 2010. Filed under: Amaury Ribeiro Jr, Caio Fábio, dossiê, Dossiê Cayman, dossiês do PT, José Serra, Polícia Federal |

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Autor do dossiê anti-tucanos, o jornalista Amaury Ribeiro Jr. disse em depoimento prestado à Polícia Federal “ter certeza” de que os documentos fiscais sigilosos de pessoas ligadas ao presidenciável José Serra (PSDB) foram copiados sem o seu consentimento pelo petista Rui Falcão, deputado estadual do PT e um dos coordenadores de comunicação da campanha de Dilma Rousseff (PT).
jornalista Amaury Ribeiro Jr
Amaury fez parte do “grupo de inteligência” da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT). Conforme a Folha revelou em junho, os dados fiscais sigilosos dos tucanos foram parar num dossiê que circulou entre pessoas do comitê dilmista. Em depoimento à PF, o despachante paulista Dirceu Garcia admitiu que recebeu R$ 12 mil em dinheiro vivo das mãos do jornalista para comprar as declarações de renda das pessoas próximas a Serra.
Amaury disse à PF que “nunca entregou o material a qualquer pessoa” e que “acredita com veemência” que os arquivos foram copiados do seu notebook no quarto do apart-hotel Meliá Brasília.
Dinheiro apreendido pela Polícia Federal com petistas para compra 
de dossiê contra PSDB
Diz um trecho do depoimento à polícia: “Que [Amaury] afirma ter certeza que tal material foi copiado por Rui Falcão pois somente ele tinha a chave do citado apartamento, pois já havia residido no mesmo, tendo o declarante verificado que o nome de Rui Falcão constava na portaria do hotel como sendo o ocupante daquela unidade.”
Segundo o jornalista, o apart-hotel que ocupava é de propriedade de um homem identificado por ele apenas como Jorge. Ainda no depoimento, Amaury disse que Jorge é o “responsável pela administração dos gastos da casa do Lago Sul [onde funciona a coordenação de comunicação da petista] e da campanha de Dilma Rousseff”.
Centro de inteligência da campanha de Dilma envolvidos no dossiê
Amaury disse ainda que, durante uma conversa com um jornalista da revista “Veja”, que lhe teria feito uma descrição exata do dossiê que estava em seu computador pessoal, se deu conta de que os arquivos foram copiados.
O depoimento do jornalista, de 11 páginas, ocorreu na última sexta-feira.
Caio Fábio afirma em seu site que foi vítima da voracidade de Lula pelo tal Dossiê Cayman contra o pessoal do PSDB 
Procurado pela Folha, o deputado Rui Falcão ainda não se manifestou sobre as afirmações de Amaury.
JORNAL
Amaury não estava a serviço do diário “Estado de Minas” quando encomendou e, segundo a polícia, pagou pela violação do sigilo fiscal de parentes e pessoas próximas ao candidato José Serra (PSDB), segundo cruzamento de informações obtidas pela Folha com dados da investigação da PF.
De acordo com registros trabalhistas, Amaury foi contratado pelo “Estado de Minas” em setembro de 2006. No dia 25 de setembro de 2009 saiu em férias por um período que iria até 14 de outubro. No dia 15 do mesmo mês, quando teria de voltar ao trabalho, pediu demissão e deixou o jornal, sem aviso prévio.
De acordo com o depoimento do despachante Garcia, Amaury lhe encomendou os documentos fiscais dos tucanos no final de setembro. No dia 8 de outubro, Amaury saiu de Brasília e foi a São Paulo buscar a papelada. O pagamento foi feito em dinheiro vivo no banheiro do bar Dona Onça, na avenida Ipiranga.
Ou seja, quando encomendou e desembolsou o dinheiro pelo serviço, Amaury não estava a serviço de “Estado de Minas”, apesar de no papel manter vínculo com a empresa.
Segundo a Folha apurou com pessoas envolvidas na investigação, o jornal bancou formalmente as viagens de Amaury até agosto de 2009. Em outubro, suas passagens de avião foram pagas em dinheiro vivo.
Em entrevista coletiva ontem, a PF havia divulgado apenas que Amaury mantinha vínculo empregatício com “Estado de Minas”, sem informar que estava em férias quando houve o pagamento pela compra dos documentos. A PF também havia informado que os deslocamentos do jornalista tinham sido pagos pelo diário mineiro, mas sem mencionar datas.
Em depoimento à PF, Amaury confirmou que conhecia o despachante Garcia e que teria lhe encomendado buscas em juntas comerciais, mas não de documentos sigilosos. Desconversou também sobre a forma de pagamento pelos serviços.

Fonte: Folha.com

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>Diocese pede de volta panfletos que PF recolheu

Posted on outubro 21, 2010. Filed under: candidata à Presidência, CNBB, Dilma Rousseff, Diocese, Guarulhos, Igreja Católica, Polícia Federal, TSE |

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Recurso no TSE diz que se tratam de documentos da Igreja

A Diocese de Guarulhos (SP) confirmou nesta quarta-feira que encomendou os cerca de 1 milhão de panfletos com texto que prega o voto em candidatos contrários ao aborto e com críticas ao PT e à candidata à Presidência Dilma Rousseff por suas posições sobre o assunto, apreendidos pela Polícia Federal em uma gráfica na capital paulista no fim de semana.

AQUI O FOLHETO DA CNBB CENSURADO PELA DILMA!

A diocese entrou com recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo a devolução do material – recolhido depois que o TSE atendeu a pedido do PT – e a extinção do processo.
Uma das sócias da gráfica é filiada ao PSDB e irmã de um coordenador de campanha do tucano José Serra.
Ao conceder a liminar determinando a apreensão, o ministro do TSE Henrique Neves entendeu que a legislação eleitoral não permite que as igrejas contribuam com publicidade em favor ou contra candidatos.
Em nota divulgada após a ação da Polícia Federal, a Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) afirmou que não indica nem veta candidatos ou partidos e que não patrocina a impressão e a distribuição de folhetos contra ou a favor de candidatos.
No recurso, a diocese explica que não se trata de um panfleto, mas de um documento da Igreja Católica, oriundo de encontro da Regional Sul 1 da CNBB.

Fonte: Blog do Noblat

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>Jornalista ligado a campanha de Dilma confirma à Polícia Federal que encomendou dados de tucanos

Posted on outubro 20, 2010. Filed under: Aécio Neves, Amaury Ribeiro Jr, Dilma Rousseff, dossiê, jornalista, Polícia Federal, PSDB, PT, tucano |

>O jornalista Amaury Ribeiro Jr., ligado ao chamado “grupo de inteligência” da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT), confirmou em depoimento à Polícia Federal que encomendou dados de dirigentes tucanos e familiares de José Serra (PSDB), como a Folha revelou na edição de hoje.

Essas informações, obtidas ilegalmente em agências da Receita Federal em São Paulo, foram parar em um dossiê que, no começo do ano, circulou no comitê dilmista.


O repórter disse que iniciou seu trabalho de investigação quando era funcionário do jornal “Estado de Minas”, para “proteger” o ex-governador tucano Aécio Neves –que à época disputava internamente no PSDB a candidatura à Presidência.

Amaury não admitiu que pagou pelos dados nem que pediu a quebra de sigilo fiscal dos tucanos. O despachante Dirceu Rodrigues Garcia, porém, declarou à PF que o jornalista desembolsou R$ 12 mil em dinheiro vivo e que entregou a ele as informações protegidas por lei.

Amaury não disse à polícia se recebeu ou não orientação de Aécio ou de outros políticos de PSDB de Minas para levar adiante a pesquisa. Afirmou que iniciou a apuração após ter tomado conhecimento de que uma equipe de inteligência liderada pelo deputado Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), ligado a Serra, estaria reunindo munição contra Aécio.

O jornalista contou, contudo, que foram pessoas do PT que roubaram os dados de seu computador pessoal. O laptop, segundo ele, foi violado neste ano num quarto de hotel em Brasília.

Amaury, nessa época, já estava ligado ao “grupo de inteligência” do comitê de pré-campanha de Dilma. Sua estadia na capital era paga por integrantes do PT.

O repórter contou, também, que os dados do dossiê foram vazados à imprensa por uma corrente do PT, envolvida em disputa interna por contratos na área de comunicação.
Segundo a Folha apurou, a PF avalia que os dados sigilosos estavam nesse computador.

Editoria de Arte/Folhapress

 Fonte: Folha.com

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>Polícia Federal liga quebra de sigilo do PSDB à pré-campanha de Dilma Rousseff

Posted on outubro 20, 2010. Filed under: Dilma Rousseff, dossiê, eleições 2010, investigação, Polícia Federal, PT, sigilo fiscal |

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Segundo inquérito, jornalista ligado ao “grupo de inteligência” pagou por dados

Despachante admitiu ter recebido R$ 12 mil por informações fiscais de tucanos encontradas na pré-campanha do PT

Leonardo Souza

Eleições 2010 – Investigação da Polícia Federal fez conexão entre a quebra do sigilo fiscal de pessoas ligadas ao candidato José Serra (PSDB) e o dossiê preparado pelo chamado “grupo de inteligência” da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT).
A PF já descobriu quem encomendou as informações: o jornalista Amaury Ribeiro Jr., ligado ao “grupo de inteligência”.
Também identificou o homem que intermediou a compra dos dados obtidos ilegalmente em agências da Receita no Estado de São Paulo. Trata-se do despachante Dirceu Rodrigues Garcia.
O elo foi estabelecido a partir do levantamento de ligações entre o despachante e o jornalista revelado pelo cruzamento de extratos telefônicos obtidos pela PF com autorização judicial.
O uso de informações confidenciais de tucanos no dossiê petista foi revelado pela Folha em junho.
Em depoimento à polícia neste mês, Garcia confirmou que Amaury pagou pelos dados da filha e do genro de Serra, Verônica e Alexandre Bourgeois, do dirigente tucano Eduardo Jorge e de outros integrantes do PSDB. O despachante disse ter recebido R$ 12 mil pelo trabalho.
O “grupo de inteligência” era responsável pelo levantamento de informações e confecção de dossiês que pudessem ser usados na campanha contra os adversários.
Amaury até hoje negava que estivesse trabalhando para a campanha do PT. Mas ele participou de reunião da “equipe de inteligência” em 20 de abril deste ano, num restaurante de Brasília.
Na época, o responsável pela comunicação da pré-campanha de Dilma era o jornalista Luiz Lanzetta, que participou do encontro.
O flat em que Amaury estava hospedado em Brasília era pago pelo partido.

Fonte: Blog do Noblat 

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>Empresa pivô do escândalo Erenice Guerra, MTA agora atrasa entregas e causa prejuízo aos Correios

Posted on outubro 13, 2010. Filed under: Anac, Aviação Civil, cargas, Casa Civil, consultoria, Correios, entregas, Erenice Guerra, MTA, Polícia Federal, prejuízo |

>Onze meses depois de a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) dar aval para que a Master Top Linhas Aéreas (MTA) continuasse voando, mesmo tendo detectado o risco de paralisação de seus serviços por problemas financeiros, a empresa está em crise financeira e não honra mais seus compromissos com os Correios, o que causa prejuízos ao contribuinte. A MTA foi pivô do escândalo que derrubou a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra. A Polícia Federal investiga a denúncia de que a Anac teria aprovado a renovação da concessão da empresa após a intervenção de Israel Guerra, filho de Erenice, que teria recebido propina para deslanchar o processo. Erenice nega envolvimento.

A MTA tem contratos assinados com os Correios totalizando R$ 59,88 milhões 

O presidente dos Correios, David José de Matos, confirmou os problemas da MTA, nesta terça-feira, e disse que a contratação de concorrentes para substituí-la custará mais ao governo. Em entrevista ao GLOBO, ele adiantou que a companhia deverá perder os contratos com os Correios e ficar proibida de operar linhas de transporte de cargas postais por cinco anos.

A MTA vem sendo multada pelos Correios por atrasos ou descumprimento de voos da malha postal. Para manter as entregas, a estatal é obrigada a comprar, a preços mais altos, espaço em aeronaves de concorrentes, mediante pregões diários. Numa contratação regular, paga-se por um pacote de voos e os aviões só podem levar encomendas da estatal. Numa emergência, o governo fica sujeito à disponibilidade das companhias, inclusive as que operam
o transporte regular de passageiros – o que, invariavelmente, cria uma relação desvantajosa.
David de Matos não informou os valores que têm sido desembolsados para substituir a MTA:

– Esse número depende muito do dia. Varia, mas é mais caro do que um contrato normal.

MTA é multada desde maio
Ele afirmou nesta terça-feira que a proibição de ter negócios com os correios por cinco anos é a punição máxima pelo descumprimento de cláusulas do transporte. Um processo administrativo será aberto para avaliar o caso. Após a empresa apresentar suas alegações, a área técnica definirá as penalidades. A decisão será da diretoria da estatal, mas uma notificação avisando sobre as multas e cobrando as explicações já foi enviada.

– Estou falando sem ter os números nas mãos, mas, provavelmente, ela vai ter dificuldades de manter esses contratos – adiantou Matos, prometendo que não haverá concessões à prestadora de serviços: – Os Correios, desde 2005, depois que houve aquela questão toda que levou ao mensalão, são muito rigorosos em tudo o que fazem. Não tem colher de chá com contrato não cumprido. Não tem esse negócio de mandar carta ao presidente, de mandar deputado ou senador ir lá pedir para refrescar. Não tem isso.

A MTA opera hoje linhas Guarulhos-Salvador e Guarulhos-Recife para os Correios. Ambas são consideradas secundárias. Contudo, recentemente perdeu na Justiça o direito de fazer a rota Guarulhos-Brasília-Manaus, uma das mais rentáveis. A MTA havia sido desclassificada em licitação para prestar o serviço e obteve liminar para suspender a contratação da nova empresa. A decisão caiu recentemente, garantindo à Rio Linhas Aéreas o contrato, de R$ 44 milhões.

Foi um baque duplo, já que, enquanto a pendenga não se resolvia, a MTA prestava o serviço por um contrato emergencial de R$ 19 milhões, que perdeu. Conforme reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo”, a MTA vem sendo multada desde maio por atrasos, mas a situação ficou crítica mês passado. Falta dinheiro para combustível e fornecedores têm sido procurados para negociar débitos.

Parecer da Anac, do fim do ano passado, já apontava uma série de problemas, como má gestão, endividamento alto e risco de descontinuidade do serviço. Mesmo assim, a diretoria da agência renovou a concessão da empresa, o que abriu caminho para os negócios com os Correios. Israel Guerra é acusado de receber R$ 125 mil de propina pelo tráfico de influência junto ao governo .

Questionada, a Anac informou nesta terça-feira que a análise da situação financeira não era impedimento para que a MTA voasse, e que o acompanhamento de suas operações é permanente. Até esta terça-feira, a empresa não havia comunicado paralisação das atividades à agência, tampouco a retirada das aeronaves do país. Procurado, o advogado da MTA, Marcos Pagliaro, não foi localizado até o fim da noite.

O presidente dos Correios tentou justificar que não cabe à estatal questionar as decisões da Agência de Aviação Civil.

– Estaria me metendo em outra área – disse David de Matos.
O ministro das Comunicações, José Artur Filardi, disse ontem que considera satisfatórias as justificativas de Matos, mas que conversará com ele sobre o caso.

Matos nega pressão para deixar o cargo
O presidente dos Correios contestou outra acusação – esta publicada pelo “Estado de S. Paulo” no último domingo – de que teria aprovado contrato superfaturado em R$ 2,8 milhões para favorecer a empresa Total Linhas Aéreas no transporte de cargas. Consultoria contratada pela estatal fixou em pregão eletrônico o preço do serviço em até R$ 41,5 milhões, mas a empresa conseguiu fechar o contrato por R$ 44,3 milhões, 6,75% mais do que o teto. Contudo, segundo o presidente dos Correios, o valor é 8% menor do que o preço médio praticado no mercado, conforme consulta feita pela estatal.

Não há como fazer qualquer alegação sobre superfaturamento


– A área técnica (dos Correios) analisou o valor e o considerou razoável. Não há como fazer qualquer alegação sobre superfaturamento – assegurou David de Matos, acrescentando que a decisão está sustentada por parecer do Tribunal de Contas da União (TCU) e que, em pregões eletrônicos, não há vedação para que o valor do contrato supere o estipulado previamente.

Matos, que é último indicado por Erenice Guerra ainda no governo, negou que esteja sofrendo pressão para se afastar do cargo e disse que permanecerá se o Palácio do Planalto concordar:

– Enquanto o presidente Lula demonstrar confiança em mim, vou ficar, porque acho que tenho ainda a ajudar os Correios.

Fonte: O Globo

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>Serra visita e elogia Sinop ele quer Força Nacional na fronteira

Posted on setembro 24, 2010. Filed under: eleições 2010, Forças Armadas, José Serra, Mato Grosso, Polícia Federal, Serra, Sinop, Wilson Santos |

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Eleições 2010 – O candidato a presidência da República José Serra (PSDB) acaba de deixar Sinop onde ficou cerca de 3 horas e meia e preferiu não comentar as última pesquisa Datafolha divulgada ontem, onde Dilma caiu 2% e ele subiu 1 ponto. “Eu não comento pesquisa senão eu não faço outra coisa. Estou com toda a confiança do mundo que estarei no segundo turno. Disso eu tenho uma enorme confiança, independente de pesquisa”, declarou, em entrevista coletiva, na Escola Gente Esperança, da Apae, onde conheceu trabalho de acompanhamento com crianças especiais e ganhou uma carta, com um verso, feito por uma delas.

 
 José  Serra e Wilson Santos faz caminhada na ruas de Sinop

Segundo Serra, Mato Grosso tem uma questão muito importante a ser resolvida, o território de fronteira aberta. A proposta do candidato é formar uma guarda nacional que terá um entendimento com a Polícia Federal e as Forças Armadas para tomar conta deste território. Para ele, é preciso investir em segurança, “pois a segurança no país está cada vez mais precária”. Pela fronteira com Bolívia, por exemplo, entram drogas e armas clandestinas.
O tucano explicou que gostaria de fazer campanha em Mato Grosso e escolheu Sinop por gostar da cidade, um lugar próspero. “Sinop é um município diferente, que tem poucas décadas, progride com gente de todas as partes do Brasil. Vim ao lugar representativo do Centro Sul brasileiro”, disse.  Serra fez vários elogios a Mato Grosso e afirmou que terá papel importante em sua gestão, se eleito, além de ser muito fácil investir no Estado. Ele citou como exemplos obras que ele trouxe quando ministro do Planejamento como a Ferronorte, que recebeu seu incentivo. “Eu fiz muita coisa por aqui, sem contar na área da Saúde (ele foi ministro do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso)”, disse.

Serra veio ao 4º maior colégio eleitoral de Mato Grosso em busca de mais apoio e também para fortalecer a candidatura de Wilson Santos ao governo. Acompanhado dele, dos candidatos a senador Antero Paes de Barros (PSDB) e Jorge Yanai (DEM), do candidato a vice-governador Dilceu Dal Bosco, do presidente do PSDB e ex-prefeito Nilson Leitão, além de candidatos a deputado federal e estadual, o presidenciável fez arrastão na principal avenida da cidade, cumprimentou funcionários de empresas e clientes.
José Serra na Apae de Sinop

Na sua visita a Apae de Sinop, Serra aproveitou para falar de um de seus projetos, caso seja eleito: a implantação de uma rede de referência para a área da Saúde nacional, que contemplará Mato Grosso. “Será a rede Zilda Arns (fundadora da Pastoral da Criança). O que é um estimulo as pessoas desamparadas neste país. Esta rede será um centro aqui (Sinop), que será referência para todo o Estado. As vezes um hospital não é só importante pelo que ele atende, mas pelo que ele forma e multiplica”, explicou.

Serra também criticou o governo federal pela situação alarmante que acontece em Mato Grosso e em vários estados do país devido ao grande número de queimadas. Ele afirmou que é inadmissível a situação constatada por ele no Estado. Como candidato, ele propôs intensificar os recursos destinados para combater as queimadas, se caso for eleito.
Ainda na Apae, recebeu cópia do manifesto da OAB sobre combate a corrupção eleitoral.
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>Dilma perde votos na classe média devido influencia do escândalo da Receita

Posted on setembro 12, 2010. Filed under: Dilma Rousseff, Escândalo, José Serra, Justiça, Marina Silva, pesquisa Datafolha, Polícia Federal, Receita Federal |

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Pesquisa Datafolha para corrida presidencial divulgada na sexta-feira à noite indicou que a candidata Dilma Rousseff (PT) manteve, dentro da margem de erro, vantagem sobre seu principal adversário, José Serra (PSDB). Mas um recorte mais apurado dos dados, segundo os diretores do instituto, constata queda significativa da petista em segmentos da classe média. A explicação poderia estar no comportamento dos eleitores em função dos desdobramentos do escândalo da Receita Federal , cuja responsabilidade pela quebra de sigilos de políticos e pessoas públicas está sob investigação da Justiça e da Polícia Federal. 

 
” É importante verificar, porém, que José Serra não é o maior beneficiado por esse movimento “
Dilma perdeu cinco pontos percentuais em cinco dias e voltou a registrar o patamar de março (37%) no segmento de eleitores com nível superior de escolaridade, por exemplo. Já entre os que detêm maior renda, ela caiu oito pontos.
Apesar da preferência do eleitorado transmitir a sensação de que a violação de sigilos fiscais nada ou pouco influenciou na disputa presidencial, o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino, e o diretor de pesquisas, Alessandro Janoni, alertam para uma leitura cuidadosa desses indicativos. “É importante verificar, porém, que José Serra não é o maior beneficiado por esse movimento”, dizem.
E creditam à Marina Silva a maior oscilação positiva entre os mais escolarizados. Ela subiu quatro pontos e obteve a maior taxa nesse segmento, agora com 23%. Já para os que têm renda familiar de mais de 10 salários mínimos, a candidata do PV subiu seis pontos. E continuou a crescer entre aqueles que ganham de 5 a 10 salários mínimos ao subir oito pontos. Serra, por exemplo, caiu oito.
“As próximas pesquisas devem responder se as variações ficarão limitadas a esses segmentos ou se produzirão ondas para outros”, analisam Paulino e Janoni.
Sexo
A candidata do PT, Dilma Roussef, manteve o índice de 54% das intenções de voto entre os homens da pesquisa anterior, contra 26% (caiu dois pontos) e 11% de Marina (subiu dois pontos). A petista subiu um ponto entre as mulheres e registrou 47%. Serra caiu um e agora tem 28%. Marina oscilou de 10% para 12%
Regiões
Dilma oscilou dois pontos no Sudeste e agora tem 46%. O tucano caiu de 33% para 29%, e Marina subiu de 12% para 13%. Na região Sul, Serra passou de 31% para 35%, enquanto a petista caiu de 44% para 43%. Marina permaneceu com em 9%.
No Norte/Centro-Oeste, Dilma oscilou de 51% para 47%, enquanto Serra segue com 29%. Marina passou de 10% para 14%. E no maior reduto eleitoral do presidente Lula, o Nordeste, a petista oscilou de 61% para 63%. O candidato do PSDB passou de 20% da pesquisa anterior para 18%. Marina oscilou de 6% para 8%. 
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