Polícia Militar

>Eleições 2010: 39 pessoas, incluindo vereadores, são presos por compra de votos e boca-de-urna

Posted on outubro 3, 2010. Filed under: eleições 2010, Polícia Militar, prisões, Tribunal Regional Eleitoral |

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A Polícia Militar já registrou 41 prisões por boca-de-urna e compra de votos em todo o Estado. Em Cuiabá, um cabo eleitoral foi detido por distribuição ilegal de santinhos. Na capital, os detidos são encaminhados para o prédio anexo ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), a Casa da Democracia.
O vereador do município de Alto Araguaia, Faraó Mendes (PSC), também foi pego em flagrante comprando votos para o candidato a deputado estadual Baiano Filho (PMDB), de Sinop. Os policiais também apreenderam R$ 10 mil, que estavam com o vereador.
Ele foi encaminhado para delegacia municipal. Em Marcelândia foi detido uma pessoa por fazer boca de urna para um candidato ao Senado. Em Nova Mutum, duas pessoas também foram detidas pelo mesmo crime.
Em Jangada, a PM prendeu o vereador Edésio Mendes, conhecido como Garrincha, com aproximadamente R$ 1.500,00 e com santinhos do candidato a deputado federal Júlio Campos (DEM). Ele foi encaminhado para a delegacia e autuado em flagrante
Já no município de Vera, dois eleitores foram detidos por desobediência ao juiz eleitoral. Eles foram presos por desacatarem a ordem do juiz que os orientou a se afastarem da seção eleitoral.
Em Rondonópolis, um eleitor foi detido por se recusar a ser mesário, o que caracteriza desobediência ao juiz eleitoral, já que mesário designado faltou e ele foi selecionado para trabalhar nas eleições.
Em Barra do Garças um cabo eleitoral foi detido por distribuição de material de campanha, ocorrendo o mesmo em Nova Olímpia. Seis pessoas foram detidas em Juína também por distribuição de santinhos.
No município de Confresa foram presos mais dois. O primeiro por transporte irregular de eleitor. Ele estava em um veículo com vários santinhos, já o outro cabo eleitoral estava distribuindo material de campanha, o santinho.
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>Primeiros convocados no concurso público do estado de Mato Grosso

Posted on agosto 2, 2010. Filed under: Concurso público do estado de Mato Grosso, Polícia Militar, Soldado do Corpo de Bombeiros |

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Candidatos aos cargos de Soldado do Corpo de Bombeiros e da PM são convocados para exame

Edson Rodrigues/Secom-MT
Ao se apresentar, o candidato receberá uma senha correspondente à ordem de sua apresentação

Os candidatos ao cargo de Soldado do Corpo de Bombeiros Militar e da Polícia Militar classificados na Prova Objetiva, foram convocados para o exame de saúde e odontológico. A convocação para a segunda fase destes dois cargos no Concurso Público do Governo do Estado foi publicada no Diário Oficial Eletrônico que circula nesta quinta-feira (29.07).

O edital de convocação está disponível no site da Imprensa Oficial de Mato Grosso (www.iomat.mt.gov.br
), Concurso Público (www.concurso.mt.gov.br) e Universidade do Estado de Mato Grosso (www.unemat.br).

O exame de saúde e odontológico será realizado em Cuiabá, de 09 a 13 de agosto, na Diretoria de Saúde da Polícia Militar, localizada na Rua Projetada, s/n, bairro Paiaguás (ao lado do Detran/MT). Os horários e datas variam de acordo com a ordem alfabética e o pólo de concorrência.

No dia da prova, os candidatos deverão chegar com uma hora de antecedência e portar o documento oficial de identificação, contendo assinatura e fotografia. Quem não comparecer no local, na data e horário indicado na convocação, será eliminado do concurso.

Ao se apresentar, o candidato receberá uma senha correspondente à ordem de sua apresentação. Após a identificação, nenhum candidato poderá se retirar do local de realização do exame sem autorização e acompanhamento da fiscalização. O descumprimento implica na eliminação do candidato.

EXAMES

O edital complementar 25, publicado no Diário Oficial desta quinta-feira, exclui alguns exames médicos e altera a investigação social para os cargos de Soldado do Corpo de Bombeiros Militar e da Polícia Militar.

No edital complementar ficou definido que foram convocados para o exame de Saúde e Odontológico e para entrega dos documentos, somente os candidatos não eliminados na prova objetiva e classificados em ordem decrescente do total de pontos na prova objetiva, dentro de duas vezes o número de vagas do cargo por polo de lotação.

Para ser submetido ao Exame de Saúde, o candidato deverá providenciar os exames e apresentar na Perícia Médica, os exames: eletrocardiograma com avaliação cardiológica, abreugrafia ou RX de tórax, Machado Guerreiro, urina (EAS), glicemia, uréia no sangue, hemograma completo, creatinina, colesterol, ABO + RH, sorologia para Lues ou VDRL, ácido úrico, além do atestado médico que comprove a condição física do candidato para se submeter ao teste de aptidão física.

Com a alteração do edital, não será mais exigido a apresentação de alguns exames: eletroencefalograma com avaliação neurológica, exame oftalmológico – laudo completo, exame auditivo e ultrasom Abdominal.

O candidato deverá entregar o resultado de testes Toxicológicos somente na quinta fase (investigação social), observando algumas orientações: O resultado do exame para detecção do uso de drogas ilícitas ficará restrito a Comissão de Investigação Social, que obedecerá ao que prescreve a norma referente à salvaguarda de documentos classificados, sob pena de responsabilidades, conforme legislação vigente.

Será eliminado do concurso, o candidato que não entregar no momento da identificação para realização do exame de saúde, toda a documentação exigida.

PRÓXIMAS FASES

A data, local e horário de realização do teste de aptidão física, da avaliação psicológica e entrega de documentos da investigação social serão divulgados em edital complementar de convocação.

Somente serão convocados para a entrega dos documentos da investigação social, os candidatos considerados recomendados na avaliação psicológica. Os candidatos deverão apresentar nesta fase, o resultado dos testes toxicológicos. Será eliminado do concurso, o candidato que não entregar os documentos ou for considerado não-recomendado na Investigação Social.

O resultado da investigação social será divulgado até o término do Curso de Formação. Os candidatos recomendados na Avaliação Psicológica e classificados em ordem decrescente do total de pontos na prova objetiva, dentro o número de vagas do cargo por polo de lotação, serão convocados para matrícula no Curso de Formação de Soldados. 

Assessoria/SAD-MT 
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>Índios aceitam trocar operários por engenheiros e gerentes em obra de hidrelétrica no Mato Grosso

Posted on julho 26, 2010. Filed under: Aripuanã, índios, Casa Civil, Funai, Mato Grosso, Polícia Militar, Promotoria Federal, Secretaria de Meio Ambiente do Mato Grosso, Usina Hidrelétrica Dardanelos |

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Foram libertados neste domingo os cerca de 250 operários que eram mantidos reféns por índios no canteiro de obras da Usina Hidrelétrica Dardanelos, em Aripuanã (MT).

De acordo com a Polícia Militar de Aripuanã, seis funcionários, entre engenheiros e gerentes, se ofereceram para ficar no lugar dos trabalhadores. A obra foi invadida na manhã deste domingo por cerca de 300 índios.

Segundo a Funai, parte da usina foi construída sobre um cemitério indígena. Uma reunião entre os índios e representantes da Funai, Secretaria de Meio Ambiente do Mato Grosso, Casa Civil do estado e Promotoria Federal deve ser realizada nesta segunda-feira.

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>Prostituição e drogas: Falta disposição da Polícia

Posted on junho 7, 2010. Filed under: BR-364, drogas, Polícia Militar, Prostituição, tráfico |

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A prostituição e tráfico de drogas sempre estiveram presentes ao longo das rodovias que levam a outros Estados. Não é diferente o que acontece às margens da BR-364, onde vários casos já foram comprovados e pouco se faz para acabar com o velho problema, por sinal bastante conhecido da polícia.
Vários casos são conhecidos. Um dos mais cruéis de prostituição foi registrado em junho de 2007, quando o vendedor Rolindo Rojas Moreira, 48, foi preso acusado de explorar sexualmente de 3 dos 9 filhos, com idades de 10, 12 e 15 anos. Ele e a mulher foram presos. 
Cinco meses depois Rolindo foi liberado graças a um habeas corpus.
O esquema de prostituição dele tinha como base a região de um posto. Nessa região há vários bares que favorecem a prostituição de mulheres, adolescentes e travestis, além do sistema de tráfico “delivery”, a cargo de mototaxistas que atuam 24 horas na região.
Como se vê a situação é de total conhecimento das autoridades policiais e sabe-se inclusive que há indícios de que o local é um dos pontos de arregimentação para o tráfico internacional de mulheres. Isso já foi diagnosticado pela Polícia. Mas, apesar dos flagrantes frequentes e até das prisões, a área ampla, isolada e pouco iluminada continua desprovida de policiamento. 
Algumas das investigações realizadas no ano de 2007 concluíram que muitos menores se prostituíam entre os caminhoneiros que utilizam o posto como ponto de parada. A Delegacia de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica), assegura que tem feito atendimentos pontuais, quando os casos são denunciados. Não são apenas de prostituição de adolescentes, mas até de trabalho infantil. Mas apesar das denúncias, flagrar a situação de crime é muito difícil.
A Polícia tem todo o mapeamento da prostituição e tráfico nessa região. Portanto, é necessário uma ação mais eficaz no sentido de acabar com essa situação. É evidente que trata-se de um, problema de difícil solução, porém a partir do momento que se chegar aos homens que comandam esse esquema, certamente será possível combater com mais eficiência os crimes que hoje ocorrem abertamente naquela região, como outras onde os mesmos crimes acontecem.
Passa da hora da Polícia Militar desencadear uma operação para combater a prostituição infantil que todos sabem ocorrem às margens da BR-364, bem como o tráfico de drogas. Se o problema é conhecido, se os crimes ocorrem abertamente, o que falta é determinação para combater os criminosos e tirar menores que hoje são exploradas.
Não são necessárias tantas novas investigações sobre os crimes lá cometidos. Basta ir ao local e comprovar os crimes. Enfim, uma ação mais efetiva da Polícia Militar e também da Polícia Civil precisa ser feita com urgência. Do contrário, a prostituição e tráfico de drogas continuarão reinando às margens da conhecida BR-364. Fonte: Editorial de A Gazeta

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>Mudança na Polícia Militar, sai Campos Filho e Silval nomeará Farias para comando-geral da PM

Posted on março 1, 2010. Filed under: coronel Campos Filho, coronel Farias, Palácio Paiaguás, PM, Polícia Militar, Segurança Pública |

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Coronel Osmar Farias já está praticamente confirmado no 
comando-geral da PM no lugar do coronel Campos Filho
O peemedebista Silval Barbosa, que assume as missões de comandar o Estado a partir de 31 de março e a candidatura de governador nas eleições de outubro pelo PMDB, decidiu que manterá o secretário de Justiça e Segurança Pública Diógenes Curado, mas vai substituir, de imediato, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Campos Filho. Na vaga nomeará o coronel Osmar Lino Farias, que hoje responde pela coordenadoria militar do Tribunal de Justiça. Farias já conduziu o Comando da Capital. Embora não admita publicamente, o vice-governador já formalizou o convite ao coronel para vir a substituir Campos Filho, que deve ser mandado para a reserva, já que superou o tempo de carreira para aposentadoria compulsória.
    
O comentário corrente nos bastidores, tanto junto aos militares quanto no Palácio Paiaguás, é que Campos Filho “se queimou” porque tem se dirigido mais aos secretários-chefes Alexander Maia (Casa Militar) e Eumar Novacki (Casa Civil), em detrimento de Diógenes Curado. Isso acabou gerando conflitos. Os dois secretários, que também deixam a administração junto com Blairo Maggi têm se empenhado para “segurar” Campos Filho no cargo. Outro complicador é o desgaste junto à tropa do comandante-geral. Silval tem afirmado aos aliados mais próximos que pretende “dar uma cara nova ao governo”, embora represente a continuidade da gestão Maggi, que começou em janeiro de 2003.
     
Estrutura e desafios
   A tendência é que a partir de abril, o coronel Farias, na missão árdua de intensificar o trabalho ostensivo num Estado onde o índice de violência sobe numa escala gradativa, passe a comandar um efetivo com 5,8 mil policiais militares, distribuídos nos 141 municípios. O quadro efetivo hoje é composto de 18 coronéis, 59 tenentes-coronéis, 82 majores, 159 capitães, 81 primeiros-tenentes e 67 segundos-tenentes, além de subtenentes (31), primeiros-sargentos (32), segundos-sargentos (66), terceiros-sargentos (447), cabos (1.297) e soldados (3.473), assim como aspirantes (24) e alunos a oficial (16). Os subsídios variam de R$ 1,4 mil, no caso de soldado a R$ 10,7 mil, pagos a coronel. Ainda fazem parte do quadro de militares 713 bombeiros, entre eles 356 soldados, 5 coronéis, 15 tenentes-coronéis e 29 majores.
   
Um dos projetos já em estudo pelo novo governo é colocar em prática quatro novos comandos regionais da PM, elevando a estrutura de 8 para 12. Um estudo sobre a Lei de Organização Básica está pronto e apresenta algumas sugestões. Estuda-se também a volta da nomenclatura “Batalhão”. Em princípio, a proposta é instituir comandos em Pontes e Lacerda, Peixoto de Azevedo, Alta Floresta e Vila Rica. Isso resultaria na ampliação de 18 para 22 do número de cadeiras de coronéis na ativa. Acontece que para cada comando abrem-se duas vagas de coronel. Hoje, a PM mantém comandos regionais em oito cidades-polos. São elas: Cuiabá, Várzea Grande, Sinop, Rondonópolis, Barra do Garças, Cáceres, Tangará da Serra e Juína. Isso exigirá maior estrutura de pessoal e, consequentemente, mais investimentos financeiros e logísticos. Fonte: RDNews
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>Violência no Brasil, Questão de todos

Posted on outubro 20, 2009. Filed under: Polícia Militar, Questão de todos, tráfico de drogas, Violência no Brasil |

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A derrubada de um helicóptero da Polícia Militar não é apenas mais um episódio da guerra do tráfico de drogas no Rio. É um agravamento, uma mudança de escala. Não é como o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, pensa: “Um ato de desespero dos bandidos.” É uma demonstração de força. O Rio ser uma cidade olímpica dá mais destaque à notícia, mas o crime tem que ser combatido por nós.

Não é pela Olimpíada que o Rio tem que encontrar caminhos de solução do seu pior problema — a violência ligada ao tráfico de drogas —, mas porque essa é a única forma de salvar a cidade.

Outro dia, estive no Complexo do Alemão para fazer uma gravação. O PAC estava lá, com suas obras. Era fácil até ouvir o martelar da construção. Mas não havia Estado. Havia obras, mas não a presença do Estado. Vi na rua central da Grota jovens armados com fuzis, à luz do dia. Subi uma daquelas ruelas sinuosas até à laje onde faria a gravação. As ruelas não são mais de chão batido, escorregadias. Agora estão cimentadas. Melhor. Mas numa das encruzilhadas da subida, vi uma mesa de venda de cocaína, com inúmeras sacolinhas de pó. Em outra mesa, o dinheiro exposto. Na volta, vi que havia mais dinheiro e menos sacolinhas. Cruzei com trabalhadores voltando das obras do PAC. Melhor que elas sejam feitas e que eles tenham emprego, mas não basta edulcorar a realidade, é preciso transformá-la.

Não é um problema banal. Fosse, teria sido resolvido. Mas ontem, a ministra-candidata Dilma Rousseff disse que a violência no Rio mostra “o quanto faltou o Estado, no sentido amplo da palavra, nestas comunidades.” Exatamente. Mas pertencendo a um governo que está no seu sétimo ano, sendo aliada do atual governador e tendo o apoio dos dois últimos governadores à sua candidatura — Rosinha e Anthony Garotinho — talvez ela devesse ter mais a dizer do que culpar um ser incorpóreo. Devia perguntar aos seus três apoiadores o que deu errado até agora na política de segurança pública do Rio nos últimos 10 anos. O problema, claro, é mais antigo: mas uma década já faria diferença se o Estado estivesse estado presente, no seu sentido amplo, nestas comunidades.

Uma das dificuldades óbvias é a falta do governo federal. A cada crise, o governo oferece a Força Nacional. A Força é para emergências e nós temos aqui uma rotina de uma complexa violência cujo pior ingrediente é o tráfico de drogas. E o tráfico é responsabilidade do governo federal combater. É ele que tem que estar nas fronteiras secas e molhadas, é o aparato policial federal que tem que combater o tráfico. Aqui, as polícias Civil e Militar, além das funções de prevenção, policiamento e investigação, ainda acumulam o combate de uma verdadeira guerra contra o tráfico.

Em 2002, fui ao Morro dos Macacos com Rodrigo Baggio, do Centro de Democratização da Informática. Lá, ouvi dos moradores a seguinte explicação para a geografia do drama local: a favela está sob o controle de um grupo de traficantes, cercada por traficantes rivais por todos os lados. Por isso vive em guerra. Sete anos depois, tudo igual.

Na primeira entrevista coletiva que deu no segundo mandato — cinco meses depois de reassumir — o presidente Lula disse o seguinte, quando perguntado sobre o assunto segurança: “Vamos colocar as coisas no seu devido lugar. A questão da segurança pública, o governo federal não é um foco principal, é uma força auxiliar de um sistema que é majoritariamente controlado pelos estados. O governo federal só entra quando é pedido.” Resposta errada. Todas as instâncias de poder têm uma parte da responsabilidade, e o governo federal não é “auxiliar” no combate ao tráfico de drogas e armas, é o principal ator.

Está claro que está havendo um aumento do poderio das armas dos grupos de traficantes no Rio de Janeiro. Como o Rio tem cerca de mil favelas, pelo menos trezentas delas ocupadas pelo tráfico de drogas através de três facções inimigas — e isso sem falar na milícia —, está havendo uma corrida armamentista na cidade. Só de 2007 para cá, as polícias do Rio capturaram 35 metralhadoras antiaéreas, fora as incontáveis granadas e fuzis. Armas de guerra. Se está ocorrendo isso, as forças federais têm responsabilidade porque são elas quem têm que combater o tráfico de armas. Não é um favor ao Rio ou ato de solidariedade.

Há casos bem sucedidos nesse mar de fracasso que é a política de segurança pública do Brasil. Liguei ontem para o sociólogo Gláucio Soares para ver se ele me contava alguns desses bons casos, para amenizar essa coluna. Gláucio começou com uma frase forte. “Passei as duas últimas semanas na prisão.” Deu uma pausa e completou: “pesquisando.” Foi na prisão de Caruaru, dirigida por uma mulher, Sirlene, onde ele encontrou um recorde: não há rebelião, ninguém quer ser removido, e há casos muito bem sucedidos de integração. Uma das razões é a mobilização de empresas feita pela direção do presídio para o ensino de vários ofícios dentro da prisão, o trabalho remunerado, e a esperança de contratação na saída.

Há alguns casos de queda de criminalidade, de homicídios, mas há um sub-registro também. Segundo a Secretaria Nacional de Segurança Pública, menos de 20% dos crimes ocorridos chegam à Polícia para registro. Isso dificulta a análise das estatísticas e penaliza os estados onde a população confia na Polícia.

O total de gastos realizados pelos governos estaduais em segurança pública subiu de R$ 24 bilhões para R$ 33,5 bilhões, de 2005 para 2008, mas os gastos federais são apenas 0,6% do Orçamento, segundo o Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Pouco. Quase nada. Autora/Fonte: Mirian Leitão

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>Tragédia em Nova Maringá MT: Acidente com carreta bi-trem mata 9

Posted on setembro 15, 2009. Filed under: colisão, Nova Maringá, Polícia Militar, Sinop, Tragédia em Nova Maringá MT |

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Uma colisão entre uma carreta bi-trem e uma caminhonete D-20 a aproximadamente 40km de Nova Maringá, na MT-160 ontem à tarde, resultou na morte de nove pessoas, entre as quais crianças de sete meses e três anos. As vítimas estavam na caminhonete que seguia de São José do Rio Claro (200 km de Sinop) com destino a Brianorte, distrito de Nova Maringá e distante aproximadamente 100km desta cidade. A poeira na pista e alta velocidade dos veículos, de acordo com a Polícia Militar, podem ter favorecido o acidente

Fonte: Só Notícias/Leandro J. Nascimento

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>Com apenas 6 PMs, cidade fica abalada com violência

Posted on abril 3, 2009. Filed under: Polícia Militar, segurança, Torixoreu |

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O prefeito de Torixoréu, Máximo Antônio, o Barriga (PSB), garantiu que a população está abalada com um assassinato ocorrido na tarde desta quinta (2), quando ocupantes de um veículo Pálio disparam vários tiros contra três homens em frente ao Centro de Reabilitação, no centro da cidade. “Um dos que morreram era um desconhecido, mas os outros dois tenho certeza que eram inocentes, filhos de famílias tradicionais. Acredito que tenha sido um acerto de contas”, diz o prefeito. Reforços policiais foram solicitados a Barra do Garças e um cerco foi formado nas estradas que dão acesso a Torixoréu para prender os bandidos.

Ele explica que apenas seis policiais militares fazem a segurança dos 4 mil habitantes do município. Ainda assim, o prefeito não considera que segurança pública seja uma das carências da cidade, já que, segundo ele, a cidade é extremamente pacata. “Acredito que nosso maior problema está ligado à infraestrutura. Precisamos de asfalto, pontes, casas populares. Estamos buscando recursos juntos aos governos estadual e federal”. (Flávia Borges)

Fonte: RDNews
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