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>PR garante maior bancada com eleição de 6 deputados; confira lista dos deputados estaduais de MT eleitos

Posted on outubro 4, 2010. Filed under: Deputados, deputados estaduais de MT, desputados estaduais de MT, eleições 2010, Mato Grosso, PDT, PPS, PR, PSB, PSDB, PT, PTB |

>Eleições 2010: Sai a lista preliminar dos 24 deputados eleitos e/ou reeleitos, embora a Justiça Eleitoral ainda não tenha totalização 100% dos votos. A maior bancada é do PR, que garantiu 6 das 24 cadeiras. O PMDB do governador reeleito Silval Barbosa passa a dividir a segunda maior bancada com o PP, ambos com 5 representantes na Assembleia. O DEM elegeu 2. Seis partidos só conseguiram uma vaga para a próxima legislatura. São eles: PT, PDT, PSB, PTB, PSDB e PPS.

     Do PR foram reeleitos os deputados Sérgio Ricardo, Sebastião Rezende, Mauro Savi, Wagner Ramos, João Malheiros e Jota Barreto. A bancada do PMDB será representada por Romoaldo Júnior, Baiano Filho, Wallace Guimarães, Nilson Santos e Teté Bezerra. O PP terá a volta de José Riva e Walter Rabello, o ex-prefeito de Reserva do Cabaçao Ezequiel da Fonseca, e os reeleitos Airton Português e Antonio Azambuja.

    O PT assegurou a reeleição do deputado Ademir Brunetto. O deputado Percival Muniz se reelegeu pelo PPS, assim como Guilherme Maluf pelo PSDB, o empresário de Primavera do Leste Zeca Viana pelo PDT e o ex-vereador por Cuiabá Luiz Marinho pelo PTB. Luciane Bezerra, esposa do ex-prefeito de Juara, Oscar Bezerra, garantiu cadeira pelo PSB. Também foi eleito Dilmar Dal Bosco (DEM), irmão do deputado estadual Dilceu Dal Bosco, derrotado como candidato a vice-governador da chapa de Wilson Santos (PSDB). A outra vaga do DEM ficou com o deputado reeleito José Domingos
 
Quem são os deputados eleitos e reeleitos

PR
Sérgio Ricardo
Sebastião Rezende
Mauro Savi
Wagner Ramos
João Malheiros
Jota Barreto
 

PP
José Riva
Ezequiel da Fonseca
Airton Português
Antonio Azambuja
Walter Rabello
 
PMDB
Romoaldo Júnior
Baiano Filho
Wallace Guimarães
Nilson Santos
Teté Bezerra
 
DEM
José Domingos
Dilmar Dal Bosco
 
PSB
Luciane Bezerra
 
PDT
Zeca Viana
 
PPS
Percival Muniz
 
PTB
Luiz Marinho
 
PSDB
Guilherme Maluf
 
PT
Ademir Brunetto
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>Deputados aprovam texto do Ficha Limpa

Posted on maio 5, 2010. Filed under: Deputados, Ficha Limpa, PMDB, PR, PT, PTB |

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A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta quarta-feira o texto principal do projeto Ficha Limpa, que impede a candidatura de condenados por crimes com penas acima de dois anos de prisão. 
Os parlamentares ainda vão analisar várias sugestões que podem alterar o conteúdo original. PMDB, PT, PTB e PR apresentaram um requerimento para que o texto voltasse à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o que atrasaria a apreciação em plenário. 
O documento foi negado e parte das bancadas deixou a sessão. Foram 388 votos favoráveis e somente o deputado Marcelo Melo (PMDB/GO) votou contra.
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>Eleições 2010: A disputa para o Senado em Mato Grosso

Posted on janeiro 19, 2010. Filed under: Abicalil, Blairo Maggi, candidato, disputa para o Senado em Mato Grosso, eleições 2010, Jaime Campos, PR, PSDB, PT, Senado, Serys |

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Se confirmada a retirada da candidatura de Geraldo Riva do PP ao Senado sobram três viáveis candidaturas para duas vagas em Mato Grosso. Uma do PT, outra do PR com Blairo Maggi e outra da oposição (candidatura como a do Pedro Taques ainda é uma incógnita). Três nomes disputando duas vagas, chance enorme para qualquer um deles.

O PT precisa definir ainda quem será o candidato, se Serys ou Abicalil. Na oposição a coisa também não está ainda definida. Se o candidato a governador do grupo for Jaime Campos, o PSDB deverá indicar o candidato ao Senado. Pelas pesquisas o nome até agora é o de Antero de Barros.

Se o candidato a governador for o Wilson Santos, o DEM não tem um nome eleitoralmente viável para a vaga de Senado. Gilberto Goellner diz que não vai à reeleição. Júlio Campos disse que foi “vetado”, vai a deputado federal. O PTB não tem também um nome com densidade eleitoral para a disputa. Parece que o DEM ficaria, nessa hipótese, com a vaga de vice na chapa do Wilson.

Até nessa hipótese sobraria uma vaga para, digamos, o Antero se for levado em conta as pesquisas de opinião pública. Dá até para especular que o grupo aceitaria o PSDB, mesmo não sendo a sigla forte de antes, com duas vagas na majoritária.

Mesmo se o PP for para essa composição, com Jaime ou Wilson como cabeça de chapa, não se vê outro nome nesse partido, além do Riva, com vontade de peitar a candidatura ao Senado. Então, em tese, se teria o Blairo, Antero, Serys ou Abicalil.

Chamo a atenção do leitor para um detalhe importante: os candidatos, a partir de certo momento, serão cuidadosos em falar mal do outro. Por quê? Por causa do chamado “segundo voto”.

O eleitor terá direito de votar em dois nomes para o Senado. Alguém que gosta do Blairo vota nele e escolherá outro nome. Se algum dos candidatos vem falando coisas ruins a respeito dele, o eleitor dele pode não votar nesse nome. Críticas serão feitas, mas dentro de certos limites.

O melhor exemplo de segundo voto foi na eleição de 2002 em que disputavam duas vagas o Dante, Jonas Pinheiro e a Serys. É comum aceitar que a Serys se beneficiou bastante do segundo voto. Alguém que votava no Dante votava nela para não votar no Jonas. Outro que votasse neste a incluía para não votar no Dante.

Sugerem os fatos que nesta eleição alguém da oposição, mesmo sem fazer críticas duras, pode se beneficiar do segundo voto como a Serys se beneficiou como oposição naquela eleição.

Um candidato agora da oposição tem chances de se eleger ao Senado. Primeiro, que é difícil a situação fazer os dois. Segundo, que há uma tendência maior de alguém da oposição, tanto no plano nacional como no estadual, se beneficiar um pouco mais com o segundo voto.

Não acredito, por fim, que ocorra agora o que ocorreu com Garcia Neto, Bezerra e Dante que deixaram o governo para serem candidatos ao Senado e não foram eleitos. O Blairo está bem avaliado perante o eleitor. Mas só para esquentar a conversa: Dante saiu do governo com aprovação perto de 80% e perdeu a eleição. A maior quebra de paradigma que o Blairo deixará será mudar essa estranha escrita.

Autor: Alfredo da Mota Menezes – Fonte: AGazeta. E-mail: pox@terra.com.br; http://www.alfredomenezes.com

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>EIeições 2010: Instituto Vox Populi aponta empate técnico entre o prefeito Wilson Santos (PSDB) e o senador Jayme Campos (DEM) para governador de MT

Posted on dezembro 24, 2009. Filed under: DEM, EIeições 2010, Jayme Campos, PR, PSDB, Vox Populi, Wilson Santos |

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Pesquisa Vox Populi de intenção de voto para o governo do Estado revela um empate técnico entre o prefeito de Cuiabá Wilson Santos (PSDB) e o senador Jayme Campos (DEM). Principais críticos do governo Blairo Maggi (PR), os dois já fizeram um acordo no qual o melhor colocado nas pesquisas no ano que vem será o candidato da oposição com a promessa mútua de apoio.

Num cenário em que nove nomes são apresentados ao eleitor (modalidade estimulada), Wilson Santos aparece com 21% das intenções de voto. Jayme Campos contabiliza 20%.

Os pesquisadores foram a campo entre os dias 9 e 13 de dezembro, ouvindo mil eleitores em 40 municípios, alguns deles sorteados aleatoriamente. Em Cuiabá houve 400 entrevistas. A margem de erro é de 3.1 pontos percentuais para mais ou para menos, o que implica em empate técnico entre Wilson e Jayme.

Também empatados com 10% das intenções de voto cada aparecem o deputado Carlos Abicalil (PT) e o vice-governador Silval Barbosa (PMDB), que tem o apoio do governador Blairo Maggi.

Em quinto lugar surge o empresário Mauro Mendes (PSB), lembrado por 7% dos eleitores. O deputado estadual e presidente da Assembleia José Riva (PP) computa 6% das citações. O também deputado Otaviano Pivetta (PDT) conta com 2% das intenções, seguido do juiz Julier Sebastião da Silva, que não é filiado a partido algum, com 1%. O diretor-geral do Dnit Luiz Antônio Pagot também tem 1%. O contingente que disse não votar em nenhum dos nomes, em branco ou nulo chega a 4%. Outros 18% não souberam ou não responderam.

O cenário fica bem mais “apertado” na modalidade espontânea, na qual o eleitor não é confrontado com os nomes dos postulantes. Neste modelo, o eleitor foi apresentado à seguinte pergunta: “se a eleição para governador fosse hoje, em que você votaria?”.

Wilson Santos foi citado por 5% dos entrevistados, assim como Jayme Campos. Apesar de não ser candidato ao Paiaguás, o governador Blairo Maggi aparece com 4%, mesmo percentual atingido pelo seu vice Silval Barbosa. O deputado José Riva tem 3%. Carlos Abicalil, Mauro Mendes e Luiz Antônio Pagot aparecem com 1%. Nada menos que 72% não souberam dizer um nome ou não responderam à pergunta. Três por cento afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum. Candidatos com menos de meio por cento somaram 2%.

Na modalidade estimulada, a pesquisa testou também os cenários possíveis em que Jayme Campos ou Wilson Santos abram mão da candidatura.

No primeiro caso, Wilson Santos estaria liderando com folga a corrida pelo governo, com 34% das intenções. Silval Barbosa viria atrás com 18%, seguido de Otaviano Pivetta e Julier da Silva, ambos com 3%. Este cenário não inclui o nome do empresário Mauro Mendes.

Quando confrontado em um cenário sem Silval Barbosa e com Mauro Mendes, Wilson Santos sobe para 39% das intenções, contra 11% do empresário. Pivetta surge com 4% e Julier da Silva, 3%.

No caso em que o candidato da aliança DEM-PSBD é Jayme Campos, o democrata tem 32% da preferência, seguido de Silval Barbosa, com 21%. Otaviano Pivetta e Julier surgem com 3% cada.

Quando Silval Barbosa é retirado da lista dos candidatos, Jayme alcança 35% e Mauro Mendes aparece com 10%. Otaviano Pivetta vem atrás com 4% e Julier da Silva, 3%.

Num eventual segundo turno, a pesquisa mostra que Wilson Santos venceria Silval Barbosa e Mauro Mendes se a eleição fosse hoje. Num dos cenários, o tucano tem 37% das intenções, contra 22% do vice-governador. Neste caso, 11% dos entrevistados disseram não votar em ninguém, nulo ou branco. Trinta por cento não souberam ou não responderam.

Contra Mauro Mendes, a vantagem de Wilson Santos ainda é maior. Ele teria 45% dos votos, ante os 12% de Mauro Mendes. Onze por cento responderam que não votariam em ninguém, em branco ou nulo. Já 33% não souberam ou não responderam. Fonte: Diário de Cuiabá

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>Programa do PR prioriza ministro dos transportes e Garotinho, nem cita Blairo Maggi

Posted on dezembro 18, 2009. Filed under: Antonio Pagott, Blairo Maggi, Mato Grosso, Partido da República, PR |

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O programa de televisão do PR, Partido da República, exibido na quinta-feira, 17 de dezembro, apresentou o ministro dos transportes como estrela principal, e fez uma novelinha com um dos mais novos afiliados, o ex-governador do Rio de Janeiro, Garotinho.

Não fez nenhuma citação ao idolatrado governador Blairo Maggi, Antonio Pagott, nem ao estado de Mato Grosso. Isso deve ter deixado grande parte da mídia matogrossense chateada, já que não perde oportunidade para festejar o executivo como grande expressão nacional, canditato a vice presidente preferido de Lula, etc e tal. Não que isto não seja verdadeiro, só que ficou claro quem realmente tem poder e manda do PR. Pelo nível do programa, certamente o governador nem sabia o produto que seria exibido.

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>Separações

Posted on setembro 11, 2009. Filed under: candidatura, Dilma Rousseff, PDT, PMDB, PR, PT, Separações |

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Como é normal em véspera de ano eleitoral começam as separações entre lados e gentes. Alguns casos já estão à mostra e outros na incubadeira.

Há um entrevero entre o deputado Riva e assessores da senadora Serys. Nem vou entrar pelo lado das acusações de ambos os lados. O fato em si é que tem significado político e mostra uma separação. Fica cada dia mais difícil uma união eleitoral entre o PT e o PP no estado.

O Riva poderia ser até candidato ao Senado na chapa que está hoje o Silval Barbosa e o Wellington do PR e o PT. Está bem nas pesquisas e tem prestígio eleitoral. Mas é difícil afastar a candidatura do Wellington. É o partido do governador que abriu mão da disputa ao Senado e é o grande eleitor no ano que vem. Não se vai imaginar que o PR não dispute aquela vaga. Para o Riva entrar teria que ser na outra vaga, a do PT.

Não seria fácil, é que se tem que levar em conta ainda a questão nacional. O PR do estado vai apoiar Dilma Rousseff e não se imagina que o partido da candidata à presidência não tenha pelo menos uma das vagas para o Senado. Frente aos diferentes fatos, a separação do Riva desse grupo parece inevitável. Deve caminhar para o lado do Wilson Santos ou Jaime campos.

O pedido máximo de dias de licença que o Jaime Campos fez no Senado e que colocou o Luiz Pagot numa saia justa é outra separação praticamente inevitável também. O Jaime poderia pedir menos dias de licença e o Pagot não perderia a suplência. Se o Jaime ganha para governador o Pagot poderia ser senador por quatro anos. A jogada do Jaime colocou o Pagot e o PR numa sinuca de bico. Vai dar também separação para a eleição do ano que vem.

Um comentário à parte sobre esse assunto: os fatos mostram que a ação do Jaime pode reverberar politicamente contra. Os comentários sobre o pedido de 121 dias agora é que começam a chegar às pessoas. E a repercussão não parece favorável ao gesto do Jaime.

O PDT começou a separação internamente. Um grupo pretende abandonar a sigla e se filiar a outro partido. Internamente ainda existem outras separações. De um lado o vereador Toninho de Souza e de outro o antigo presidente do partido, Mário Márcio Torres. Ações na justiça abundam. O PDT fala também em separação externa: quer abandonar a base de apoio ao prefeito da capital e quem sabe não apoiar o lado político que estiver o Wilson na eleição do ano que vem.

O que encabula no caso do PDT é a apatia ou inapetência do Otaviano Pivetta para a lide política. Parece que não foi feito para esse mundo, se dá melhor no empresarial. A sigla vem se desmontando no estado e ele impassível. O partido pode perder sua importância política e ter para oferecer para a eleição somente o tempo no horário gratuito de rádio e televisão.

Se hipoteticamente o PR lança candidato ao governo, o PMDB recua da candidatura para apoiá-lo ou vai em frente com a do Silval para uma troca de apoio num segundo turno? Ou o PMDB ficaria com uma das vagas ao Senado na suposta chapa? No caso, quem seria o candidato: Silval ou Bezerra? É uma separação na incubadeira.

Autor:Alfredo da Mota Menezes. Email: pox@terra.com.br site: http://www.alfredomenezes.com – Fonte: A Gazeta

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