presidente Lula

>Eleições 2010: O fim de um tabu

Posted on outubro 8, 2010. Filed under: Aécio Neves, eleições 2010, José Serra, Marina Silva, Marketing, O fim de um tabu, presidente Lula, privatizações, propaganda eleitoral, PSDB, rádio, segundo turno, tabu, televisão |

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A partir de hoje, quando recomeça a propaganda eleitoral na televisão e no rádio, se saberá de que forma e com que intensidade a campanha do tucano José Serra assumirá o legado do governo Fernando Henrique, aceitando enfim, à sua maneira, o desafio da candidata Dilma Rousseff e do seu mentor, o presidente Lula, de confrontar o atual período com o que o antecedeu.
Foi o que os seus principais aliados – a começar do ex-governador mineiro e senador eleito Aécio Neves – defenderam enfaticamente no encontro que marcou a largada para o segundo turno, anteontem em Brasília, com a presença dos governadores e parlamentares eleitos pela coligação oposicionista. Na primeira fase da disputa, pôde-se contar nos dedos de uma mão quantas vezes Serra mencionou o ex-presidente. O seu nome e o termo privatizações eram considerados venenosos. O candidato acusava a rival de ter “duas caras”. Ele próprio, porém, tinha uma cara ao sol e outra à sombra.
O mantra de Serra era discutir quem tinha de fato visão, experiência e capacidade para “fazer mais” no pós-Lula. Não funcionou. Se dependesse exclusivamente disso, Dilma seria a esta altura a presidente eleita do Brasil, graças ao seu patrono. Os resultados do 3 de outubro representaram para o tucano, mais do que uma derrota eleitoral, uma derrota política. Ou seja, como diria Marina Silva, “perdeu perdendo”. É verdade que também Dilma saiu derrotada politicamente, por ter embarcado na canoa da invencibilidade que o seu chefe conduzia.
Salvo na 25.ª hora por mudanças para as quais não contribuiu – a migração de votos dilmistas para Marina Silva e a preferência pela candidata verde de muitos dos até então indecisos -, Serra acabou premiado com a chance de, na pior das hipóteses, perder ganhando no tira-teima do dia 31. Até hoje, nenhum candidato a presidente e raros candidatos a governador conseguiram virar o jogo no segundo turno. Ainda que o retrospecto se confirme, a oposição pelo menos sairá da peleja com a coluna vertebral no lugar se fizer com que a coerência prevaleça sobre a conveniência.
Se não exatamente com essas palavras, foi seguramente com esse espírito de catar o touro à unha que os serristas partiram para a nova empreitada. “Seja mais Serra do que marketing”, exortou, sob intensos aplausos, o ex-presidente e senador eleito, Itamar Franco. Trata-se de adaptar a estratégia de comunicação ao foco político da campanha – e não o contrário. E esse foco só se firmará se o candidato se dispuser a ir além da rememoração das realizações de sua trajetória para encaixá-las na moldura da ideologia que as inspirou – e que chegou ao poder com Fernando Henrique. “Não precisa esconder ninguém”, aconselhou Itamar.
“Devemos defender isso com altivez e iniciar o segundo turno falando dele”, apontou por sua vez Aécio Neves, credenciado por seu sucesso nas eleições mineiras a ocupar um lugar central na campanha pelo Planalto. O ex-governador mostrou, ele próprio, o que isso significa – e o que Serra não disse no horário eleitoral. “Não teria havido o governo Lula se não tivesse havido o governo Itamar, com a coragem política de lançar o real, e se não tivesse havido o governo FHC, que consolidou e abriu a economia”, começou, antes de encarar a questão até aqui tabu.
“Se querem condenar as privatizações, estão dizendo a cada cidadão brasileiro que pegue o celular no seu bolso, na sua bolsa e jogue na lata de lixo mais próxima”, provocou. “Foi a privatização do setor que permitiu a universalização de acesso da população, por exemplo, à telefonia celular.” Abertas as comportas, Serra lembrou que “o governo Lula continuou a privatizar”, citando os casos do Banco do Estado do Maranhão e do Banco do Estado do Ceará, no primeiro mandato. “Se privatizou, não era tão contra.”
Ao devolver a bola para o campo do adversário, o PSDB finalmente virou a página da equivocada conduta no segundo turno de 2006, quando o então candidato Geraldo Alckmin ficou na defensiva diante da propaganda lulista que o acusava de desejar a privatização da Petrobrás e do Banco do Brasil. Nesse sentido, o segundo turno de agora é, sim, uma nova eleição.
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>Mudança de vento

Posted on setembro 29, 2010. Filed under: Antonio Palocci, Banco do Brasil, Datafolha, Dilma Rousseff, Gabinete Civil, José Serra, Marina Silva, Ministro da Fazenda, Mudança de vento, Palácio do Planalto, presidente Lula, TV Globo |

>Por Merval Pereira
As atitudes erráticas do presidente Lula nesses últimos dias de campanha eleitoral denotam que os estrategistas da candidata Dilma Rousseff estão tentando digerir as informações contraditórias que chegam com as últimas pesquisas, mostrando uma perda contínua de votos em 15 dias. Ao mesmo tempo em que recuou nos seus ataques à imprensa em determinado momento, diante da constatação de que o clima de animosidade por ele deflagrado estava provocando reações negativas em setores da sociedade, o presidente retornou ao início da campanha, quando valorizar o passado de guerrilheira de Dilma era importante para garantir o apoio da esquerda do partido à neófita política escolhida para ser a “laranja” eleitoral de Lula.

Se os ataques aos meios de comunicação para tentar desqualificar as denúncias que provocaram a demissão da chefe do Gabinete Civil Erenice Guerra produziram inicialmente efeito negativo no eleitorado mais escolarizado e de maior renda, esse efeito hoje já se espalha por todos os setores da sociedade, segundo a mais recente pesquisa do Datafolha, demonstrando que as questões morais e a radicalização política afetam diretamente o setor do eleitorado mais preocupado com o equilíbrio institucional do país.

O elogio da radicalização política que Lula fez no comício de segunda-feira em São Paulo, exaltando o lado guerrilheiro de sua candidata, também incomoda essa classe média, especialmente a ascendente.

O objetivo imediato do presidente parece ser conter uma debandada de parte do eleitorado de esquerda que, desiludido com mais uma leva de escândalos envolvendo a gestão do PT, e mais uma vez no Gabinete Civil no Palácio do Planalto, estaria engrossando as fileiras da candidata verde Marina Silva.

É interessante constatar como a questão moral, que parece nunca atingir o presidente Lula diretamente, alcança inapelavelmente o PT nas últimas campanhas eleitorais.

Em 2006, quase que Lula não encontra ambiente político para se recandidatar por conta do mensalão. No auge do caso, em 2005, a popularidade do presidente caiu vertiginosamente, e as repercussões chegaram até a campanha no ano seguinte.

O caso dos “aloprados” veio apenas relembrar o escândalo do mensalão na reta final da campanha de 2006, provocando a ida da disputa para o segundo turno. Mais uma vez Lula recuperou-se do baque e conseguiu levar sua campanha a uma vitória vigorosa, ainda mais que o candidato tucano Geraldo Alckmin acabou tendo menos votos no segundo que no primeiro turno.

Agora, quando o marasmo da campanha eleitoral parecia levar a uma vitória tranquila no primeiro turno de Dilma Rousseff, dois novos escândalos trouxeram os debates políticos para um campo menos amorfo, fazendo com que setores da sociedade acordassem para o debate político. O presidente Lula escolheu a maneira errada de tentar desqualificar as denúncias contra Erenice Guerra, que pegam diretamente em Dilma Rousseff, sua protetora.

Ao levar para os palanques críticas aos meios de comunicação e garantir à população que as acusações eram mentirosas, Lula incentivou seus “aloprados” a desferir uma guerra contra a imprensa dita tradicional, e uma resposta imediata a favor da liberdade de expressão e da democracia foi articulada por representantes da sociedade civil do calibre de D. Paulo Evaristo Arns e Hélio Bicudo.

O manifesto, que protesta contra diversos indícios de autoritarismo do governo, inclusive a quebra de sigilos fiscais de pessoas ligadas ao candidato oposicionista José Serra, teve uma aceitação alta da sociedade e já tem mais de 50 mil assinaturas pela internet.

A confirmação, ontem, de que também o sigilo bancário do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas, foi quebrado no Banco do Brasil remete a métodos utilizados anteriormente por membros do governo contra o caseiro Francenildo Pereira, que teve seu sigilo bancário na Caixa Econômica violado a mando do presidente da instituição na ocasião, Jorge Matoso, para conseguir dados que, supunha, poderiam ajudar na defesa do então ministro da Fazenda Antonio Palocci.

O conjunto da obra é nada edificante para o PT e demonstra publicamente como o aparelhamento da máquina estatal por sindicalistas e filiados ao PT e a partidos aliados ao governo significa, na prática, muito mais que a simples ineficiência do Estado, uma ameaça para os cidadãos. É esse quadro que está mexendo com os votos do eleitorado, em todas as regiões do país e em todas as estruturas sociais.

A candidata oficial, Dilma Rousseff, ainda vence, mas está vendo sua vantagem sobre a soma dos dois outros concorrentes ser reduzida a cada dia nas últimas duas semanas.

Já está caracterizada uma tendência de queda de sua candidatura, ao mesmo tempo em que a candidata do Partido Verde, Marina Silva, tem uma ascensão na mesma proporção, começando a ganhar a simpatia dos indecisos e partindo para ganhar fatias do eleitorado que hoje está com Dilma.

Marina acredita que a onda verde seja forte o suficiente para levá-la para o segundo turno, superando o candidato tucano José Serra.

Para tanto, porém, terá que arrancar do eleitorado de Dilma os pontos necessários, o que a levará a atacar mais fortemente a candidata oficial no último debate, amanhã, na TV Globo.

A reta final de uma eleição que até agora é a mais modorrenta dos últimos tempos tem ingredientes para ser muito excitante.

Fonte: Blog do Noblat 

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>Eleita, como Dilma agirá para enfrentar essas situações?

Posted on setembro 3, 2010. Filed under: Brasília, Complacente, Concurso do TJ de Goiás, Dilma Rousseff, Direitos do cidadão, Fernando Henrique, Itamar Franco, José Serra, leniente, PMDB, presidente Lula, PT, Receita Federal, tolerante |

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Por Carlos Chagas

Complacente, tolerante, leniente? Talvez a razão lhe pertença. Falamos do presidente Lula. Afinal, o Brasil é assim, como ele, faz muito tempo. Do que a  Constituição mais cuida senão dos direitos do cidadão? De deveres, nem pensar.
 
Só que agora estouraram todos os limites. Exige medidas cirúrgicas a  lambança encenada pela Receita Federal nos episódios de quebra do sigilo fiscal de um bando de tucanos, incluída a filha do candidato José Serra. Para começar, a demissão do  secretario, até do ministro da Fazenda, seu chefe. Mais ainda, há que identificar os interessados nessa inadmissível  intromissão na vida privada dos adversários, envolvendo falsificação de documentos e de assinaturas.   Se forem do PT, como  os antigos “aloprados”, paciência. Pau neles. O que não dá é ver o governo tergiversando, inventando versões fantasiosas como a de que tudo não passa de uma briga interna no PSDB. Ou a de que ninguém sabia de nada.
 
Desde a primeira posse que o Lula hesita em punir auxiliares flagrados  em ilícitos variados. Até nisso segue o exemplo do antecessor, Fernando Henrique, levando o país a ter saudades do Itamar Franco, aquele que primeiro demitia para mandar ministros e altos funcionários se defenderem, depois.  Para o atual  presidente, o mensalão jamais aconteceu, como agora a Receita Federal merece toda a sua confiança porque é séria.
 
O EIXO SÃO PAULO-MINAS-GOIÁS    
Um inusitado eleitoral ameaça acontecer nos dois maiores colégios eleitorais do país: Dilma Rousseff ser eleita presidente da República e, para os governos estaduais, Gerado Alckmin e Antônio Anastásia. Uma demonstração de sabedoria do eleitorado ou uma contradição dos diabos?
 
Caso se configure essa hipótese, como Brasília se comportará, cercada por adversários? Acresce que Marconi Perilo, outro tucano, parece a um passo de eleger-se em Goiás.
 
Mais uma vez, o PMDB precisará vir em socorro do governo federal. Dominando o Congresso, o maior partido nacional buscará opor a política à  geografia.  Com a natural fatura apresentada na portaria do palácio do Planalto. O PT poderá fazer barulho nos três estados referidos, mas levar seus novos  governadores à defensiva, só mesmo o PMDB, atuando na Câmara, no Senado e nas Assembléias Legislativas.
 
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>Até onde vai a paciência nacional

Posted on agosto 22, 2010. Filed under: Assembléias Legislativas, Carlos Chagas, Câmara, Dilma Rousseff, governo Fernando Henrique, José Serra, paciência, presidente Lula, propaganda eleitoral, rádio, Senado, televisão |

>Por Carlos Chagas

Ainda estamos na primeira semana da propaganda eleitoral pelo rádio e a televisão e já tem gente dizendo que não agüenta mais. Menos pela pregação dos candidatos à presidência da República, mais pelo monte de pretendentes às Assembléias Legislativas, à Câmara e ao Senado. 
Os candidatos a governador ficam em cima do muro, uns aceitáveis, outros nem tanto. Fica difícil imaginar como a paciência de todos nós suportará esse suplício até 30 de setembro.
Porque os candidatos a deputado e senador, com as exceções de sempre, tem sido lamentáveis. Dispondo de pouquíssimos segundos para apresentar-se, tentam resumir suas candidaturas em pequenas frases de efeito que, além de nada exprimirem, na maior parte das vezes são mentiras.
Dificilmente algum desses candidatos conseguirá votos por conta de sua aparição na televisão. Nem de suas vozes, no rádio. A imensa maioria do eleitorado escolherá seus deputados e senadores por outros motivos, como tendo acompanhado suas carreiras, conhecido suas promessas ou estarem ligados a eles por simpatia, amizade ou parentesco. 
Também por dinheiro, em alguns casos.
Com a mesma ressalva das exceções, imagine-se que tipo de Congresso vamos ter a partir do ano que vem. Como dizia o dr. Ulysses, pior do que o atual Congresso, só o próximo.

PRESSÕES SOBRE JOSÉ SERRA

O Grão-Tucanato resolveu dar uma prensa em José Serra. Por conta da inferioridade nas pesquisas, dirigentes do PSDB querem mudar o perfil do candidato. Exigem que ele seja mais agressivo diante de Dilma Rousseff, mais violento ao referir-se ao governo e ao presidente Lula e mais laudatório para com o governo Fernando Henrique.
Ainda que no último debate, da Folha-Uol, Serra tenha arremessado mais farpas na candidata do PT, nada indica que ele se curvará à exigência dos tucanos mais emplumados. Quando as pessoas tentam ser o que não são, geralmente quebram a cara, como ainda há pouco aconteceu com o Dunga. Serra tem características própria, como a da cara fechada, do riso difícil, da meditação antes de dar respostas improvisadas e da tendência de não transformar adversários em inimigos. Se vier a dar a volta por cima nas pesquisas, o que parece difícil, terá sido pelo seu modo de ser. Jamais por ter vestido a fantasia de homem das cavernas. Nem no discurso do célebre comício do dia 13 de março de 1964, que o levou para um prolongado exílio, nem naquele discurso Serra passou dos limites ou fez ameaças, como fizeram João Goulart, Leonel Brizola, Miguel Arraes e outros. Não seria agora que mudaria, para a vitória ou a derrota.

EUFORIA DEMAIS FAZ MAL

Dilma Rousseff mantém-se atenta e não permite que em volta dela já se comece a cantar o “já ganhou”. Até recomenda que seus companheiros mais açodados deixem o salto alto e continuem a trabalhar como se a eleição só fosse ser resolvida no dia 3 de outubro, nunca antes.
O diabo é que na alta cúpula do PT sopram ventos de euforia demasiada, de certeza de já estar a candidata eleita. Por conta disso surgem os bicões de sempre, aqueles que já pensam na formação do ministério Dilma e lançam-se em disputas privadas que só fazem tumultuar o clima da campanha. Começa que nem com o Lula, Dilma discutiu quem deve ou não deve integrar o seu governo. Primeiro, é preciso ganhar a eleição. Seria bom, para ela, se alguns companheiros parassem de contar com a sorte grande antes de a loteria ter corrido.

TESTE PARA OS PRESIDENCIÁVEIS

O Clube Militar, no Clube Naval e o Clube da Aeronáutica formalizaram convites aos principais candidatos presidenciais para, num mesmo dia, talvez esta semana, comparecerem para um debate com seus associados. As datas estão sendo arranjadas, parecendo impossível que Dilma, Serra, Marina e Plínio deixem de estar presentes.
Se os quatro candidatos formaram na primeira linha de resistência ao regime militar, com uma presa e dois exilados, também é verdade que os chefes e a oficialidade de hoje nada tiveram a ver com os desmandos daquela época. Por coerência, eles mantém respeito ao passado, ainda que jamais concordância com tudo o que aconteceu.
Não irão provocar os candidatos, como esperam, no reverso da medalha, não ser provocados. A reunião dos presidenciáveis com os militares tem tudo para se constituir num ponto alto da campanha. Vamos aguardar, torcendo. Fonte: Artigos CH
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>Caos nos Correios leva Lula demitir presidente

Posted on julho 28, 2010. Filed under: ECT, Empresa de Correios e Telégrafos, paciência, presidente Lula, Recursos Humanos |

>O presidente Lula perdeu a paciência e decidiu demitir o presidente da Empresa de Correios e Telégrafos, Carlos Henrique Custódio, e o diretor de Recursos Humanos, Pedro Magalhães.

Carteiros em greve já denunciavam a situação

Custódio chefiou a ECT naquele que fo considerado o período mais negro da história de estatal, que perdeu a eficiência e credibilidade conquistada ao longo de muitos anos.

A empresa sofria uma espécie de intervenção banca, exercida pela ministra Erenice Guerra (Casa Civil) e Paulo Bernardo (Planejamento), e as informações chegadas à Presidência da República eram as mais negativas possíveis. Custódio será substituído pelo técnico David José de Matos.

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>Idolatria mesmo: PT lança boneco do presidente Lula

Posted on julho 9, 2010. Filed under: boneco de Lula, católicos, idolatria, lulinhas, presidente Lula, PT, relegiosos |

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Tudo como nos grandes centros de concentração de religiosos católicos, 
aproveitar a boa fé do povo para propagar a idolatria e ganhar dinheiro.

  O PT nacional pretende lançar, em breve nas lojas do partido, os bonecos do presidente Lula. Ainda será avaliado, como será feita a produção dos “lulinhas”, que devem custar em torno de R$ 5. 
O dinheiro arrecadado com as vendas deverá ser voltado para o financiamento das candidaturas. Segundo o PT, ainda não há previsão para o início da comercialização do boneco, que será vendido também, no Comitê Central da campanha da candidata petista Dilma Rousseff, em Brasilia.
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>Presidente Lula: Ele devia ser exemplo, mas é multado pela sexta vez por campanha eleitoral ilegal

Posted on junho 30, 2010. Filed under: campanha eleitoral, Lula, multa, presidente Lula, TSE |

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O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) aplicou nesta terça feira nova multa ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no valor de R$ 5 mil, por propaganda eleitoral antecipada em favor da candidata petista Dilma Rousseff.
Essa foi a sexta penalidade sofrida por Lula. No total ele já deve à Justiça Eleitoral R$ 42,5 mil. Nenhuma das multas foi paga até hoje. O dinheiro arrecadado é destinado ao Fundo Partidário.
O tribunal entendeu, por 5 votos a 2, que o presidente Lula promoveu irregularmente a candidatura de Dilma em discurso realizado durante evento comemorativo ao Dia do Trabalhador, em 1º de maio.
O evento aconteceu em São Paulo e foi organizado pela Força Sindical e pela CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil).
A maioria dos ministros modificou entendimento do relator, o ministro auxiliar Joelson Dias, que ao julgar um pedido do DEM, no dia 14 de junho, havia absolvido Lula da multa, por entender que o presidente.
O DEM sustentava que durante o evento, o presidente Lula afirmou: “eu quero que quem venha depois de mim – e vocês sabem quem eu quero -saiba que tem que fazer mais e fazer melhor, e fazer muito mais”.
O plenário do TSE analisou ontem um recurso àquela decisão, feito pelo Ministério Público Eleitoral, que também pedia multa à Dilma, ao deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) e às entidades sindicais organizadoras do evento.
Os ministros Cármen Lúcia, Aldir Passarinho Júnior, Hamilton Carvalhido e Marcelo Ribeiro decidiram aplicar a multa apenas ao Lula. Já o ministro Marco Aurélio opinou por multar todos os representados e ainda sugeriu a pena máxima, que é R$ 25 mil.
Joelson Dias, por sua vez, manteve sua posição inicial e foi acompanhado pelo presidente do tribunal, Ricardo Lewandowski.
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>Lula deve vetar aumento de 7,7% para aposentado

Posted on maio 25, 2010. Filed under: Aposentados, Benefícios, gestão, Orçamento, planejamento, presidente Lula, Reajuste |

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Presidente Lula, que deve vetar aumento de 7,7% para os aposentados


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está “propenso a vetar” o reajuste de 7,7% aprovado no Congresso para aposentados e pensionistas que recebem mais de um salário mínimo, afirmou nesta segunda-feira o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo.

“O presidente se mostrou preocupado porque quer manter as contas equilibradas não só neste ano, mas também para entregar a seu sucessor”, disse Paulo Bernardo, após reunião de coordenação política entre Lula e ministros. “Por conta disso, ele ficou propenso a vetar… ele não tomou a decisão ainda.”

Segundo o ministro, seria importante dar um sinal claro de compromisso fiscal vetando não só a extinção do fator previdenciário, cálculo usado para reduzir o valor dos benefícios de quem se aposenta mais cedo, mas também o índice de reajuste.

“O que nós assumimos é o compromisso é dar 6,14%. O projeto que veio do Congresso não nos dá alternativa de vetar os 7,7% e voltar aos 6,14%. Então nós estamos estudando.”

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>José Serra parabeniza Lula por sua inclusão em lista de líderes da ‘Time’

Posted on abril 29, 2010. Filed under: José Serra, Presidência, presidente Lula, PSDB, Time, Twitter |

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O pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, parabenizou nesta quinta-feira (29) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por sua inclusão em uma lista de 25 líderes mundiais publicada pela revista norte-americana Time. Em seu perfil na rede de microblogging Twitter, Serra diz: “Parabéns ao Presidente Lula, escolhido líder do ano pela revista americana Time. É bom para o Brasil”.
Como a revista não elegeu o presidente “líder do ano”, pois a lista não foi criada em forma de ranking, o pré-candidato se corrigiu em seguida, citando uma internauta: “Tem razão, @ReginaBrasilia. Não é um ranking. O Presidente Lula é um dos 25 líderes da revista Time. Bom do mesmo jeito para o Brasil”. Depois, Serra citou a correção da notícia publicada pelo UOL: “Vi a notícia no UOL, @tomcsilva. Há pouco, o próprio UOL corrigiu e deu a informação certa: o Presidente Lula é um dos 25”.  Fonte: UOL
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>Entre os erros, o crescimento

Posted on março 9, 2010. Filed under: cabo eleitoral, campanhas, crescimento, Data-Folha, presidente Lula |

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Em meio às campanhas extemporâneas, prossegue a polarização na disputa entre a petista e o peessedebista. Tudo que o presidente Lula mais queria, com o intuito de comparar o seu governo com o de seu antecessor, e, desse modo, fortalecer sua candidata. Fortalecimento registrado, sobretudo, na última pesquisa do Data-Folha. Pois a diferença que a separa do governador paulista de 14% caiu para 4%.

Queda que se deve, também, aos erros de estratégia do PSDB. Partido que jamais soube ser oposição, tampouco mostra habilidade para propagandear os feitos da administração Fernando Henrique. Se não bastasse isso, José Serra, igualmente, se apresenta inabilitado para promover a união no ninho tucano. Foi assim em 2002, quando se desentendeu com Tasso Jereissati (PSDB/CE). A ponto de esse senador apoiar, não oficialmente, a candidatura Ciro Gomes (PSB). Episódio que se repetiu em 2006, desta feita com Geraldo Alckmin, então candidato da sigla à Presidência da República, e, agora, com Aécio Neves (PSDB/MG), o qual se recusa a compor a chapa “puro sangue”.

Diferentemente do presidente do país. Líder que mantém em torno de si a quase totalidade dos filiados do PT, ainda que através de colocação no serviço público ou por meio de distribuição de verbas federais a ONGs. Tanto que ninguém se opôs a sua escolhida para concorrer à chefia do governo federal. Dilma Rousseff foi recebida com entusiasmo por dezenas de petistas durante a cerimônia de aniversário da agremiação. Comemoração que se transformou em ato de apoio, de comprometimento com a candidata que, ao discursar, supervalorizou as ações do governo, especialmente o PAC e o Bolsa Família, no mesmo instante em que atacou a oposição, capitaneada pelo partido peessedebista, cujo papel, segundo ela, será o de “destruir” o que se tem.

A “continuidade” norteia a pregação petista rumo às eleições de 2010. Mote de campanha interessante, também adotado pelo PSDB, uma vez que grande parte do que se vê hoje, sendo desenvolvido por Lula da Silva, teve início lá atrás, entre 1994 e 2002.

Acontece, porém, que os tucanos são ruins de discurso, de propaganda. O que facilita todo o trabalho da petista-candidata. “Vendida” como competente. Nada se diz mais a respeito dela, a não ser vez ou outra a sua passagem pela “esquerda revolucionária”, no período burocrático-militar. Passagem divulgada pela metade. Talvez para esconder o que não soaria bem aos ouvidos da população. Em compensação foi publicado, sem o menor receio, um currículo fajuto, no qual constavam mestrado e doutorado da ministra-chefe da Casa Civil. Cursos não realizados. O tal currículo foi retirado da Internet, sob a alegação de que a divulgação do mesmo não tinha sido autorizada. A ministra-candidata se explicou, porém não convenceu. Resultado, igualmente, repetido no episódio da secretária de Receita, bem como no caso do dossiê sobre os gastos da administração passada. Até uma cobaia foi inventada.

Episódios que não atrapalham os planos da ala governista. Sua candidata cresce nas pesquisas. Graças à máquina do Estado brasileiro, bem como a participação diária do seu maior cabo eleitoral, o presidente Lula; ao passo que a oposição se vê ainda à mercê das divergências no seio do tucanato. Divergências que o seu candidato é incapaz de resolver. Se continuar assim, a tendência é “a vaca ir para brejo”.

Autor:Lourembergue Alves é professor universitário e articulista. Fonte: A Gazeta.E-mail: lou.alves@uol.com.br
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