Produção

>Que lições um concorrente pode ensinar?

Posted on outubro 15, 2010. Filed under: Comunicação, concorrente, consumidor, distribuição, ensinar, lições, logística, otimização, Produção, sustentabilidade, vender mais |

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Por Dalmir Sant”Anna*
Nos mais diversos segmentos, o concorrente é encarado como um verdadeiro monstro, inimigo voraz, ou ainda, afrontado como um adversário imbatível. Na prática, o que leva estas afirmações serem reais? O que faz um profissional de vendas aceitar pacificamente a perda de um negócio para outro fornecedor? Por qual motivo, algumas pessoas desistem de uma negociação, ao saber da presença de outra empresa? Imagine como seria interessante competir, em um mercado, onde todas as empresas praticassem a ética, sustentabilidade, respeito e legalidade fiscal. Na prática não funciona assim, você concorda? Há empresas que prezam somente por desconto, outras por preços e outras por promessas soltas ao vento. Seu adversário pode ser maior, mais forte, mais eficiente e até ser mais rápido. Entretanto, jamais esqueça que o seu concorrente, pode ensinar imprescindíveis lições e não conta com uma pessoa capaz de fazer a diferença: você!
As empresas concorrentes Coca Cola e Pepsi
Descobrir novas técnicas por meio da observação. A participação em uma feira, congresso ou seminário, constituem recursos essenciais, no processo de inovação e revisão sobre as novidades do setor. Pode significar importância estratégica para continuidade ativa no mercado. Possibilita a realização de novos contatos, amplitude de peças fundamentais para o sucesso do empreendimento e da área de atuação em descobrir novas técnicas por meio da observação. Note que há concorrentes que não investe em treinamentos, capacitação, viagens de negócios, reuniões e convenções de vendas. Há também organizações, que se consideram líderes do mercado usando de arrogância e abandono de informações ao próprio cliente. Descobrir novas técnicas de observar como o concorrente trabalha, pode contribuir de maneira significativa para aprimorar, ainda mais, seu plano de negócios. A análise das ameaças e oportunidades do seu negócio pode ser mais valorizada, ao constatar erros de logística, ausência de qualificação e posicionamento de mercado do seu concorrente. Não há como conceber, em um mercado cada vez mais competitivo, um gestor de negócios que desperdice a oportunidade de descobrir novas técnicas de otimização, produção, distribuição, logística e sustentabilidade.
Fraquezas reveladas pelas constantes reclamações Saber ouvir com atenção pode ser um importante ingrediente, para perceber que o concorrente ensina lições preciosas e inúmeras vezes, sem precisar de muito esforço. Outra estratégia para descobrir as fraquezas do seu concorrente, pode ser realizada por meio de um canal de comunicação, com seu próprio cliente. Um consumidor insatisfeito revela, em inúmeras situações, experiências vividas e problemas que sofrerão por ocorrências desastrosas. Observe que um cliente ao realizar reclamações, revela pontos negativos e fraquezas do seu concorrente e podem contribuir para fortalecer sua atuação, novas estratégias de marketing e gerar novos diferenciais competitivos. Você está ouvindo seus clientes? O que mais você consegue com uma reclamação do seu concorrente?
Ao contrário de desistir e demonstrar fraqueza, você possui a capacidade e o poder de reverter uma situação negativa em positiva. Você pode retirar lições preciosas, de erros cometidos por seu concorrente e valorizar ainda mais seu poder de argumentação, sua capacidade de expandir conhecimentos e intensificar ingredientes para superar as objeções. Ao contrário de aceitar ser surpreendido pela concorrência, para inverter a situação é coerente reunir a equipe e mostrar que sua empresa está disposta a remar de braços dados, para a mesma direção. Que tal esse desafio? Que lições seu concorrente pode ensinar para você vender mais?

*Dalmir Sant”Anna é palestrante comportamental, mestrando em administração de empresas, pós-graduado em gestão de pessoas, bacharel em comunicação social e mágico profissional. Visite o site: http://www.dalmir.com.br

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>Eleições 2010: Produção da campanha de Wilson Santos na internet chama atenção da imprensa nacional

Posted on agosto 11, 2010. Filed under: caça mitos, campanha, CQC, eleições 2010, Produção, TV Bandeirantes, Wilson Santos |

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 Coleção caça mitos – produção da central de mídia de Wilson Santos

A campanha de Wilson Santos e sua inserção nas redes sociais ja saiu das fronteiras do estado de Mato Grosso e começa a ganhar nível nacional. Desta vez Willian Araújo do portal Terra que produziu o texto que publicamos na íntegra abaixo:

A estética dos vídeos de campanhas políticas eleitorais costuma ser padrão. Geralmente são vídeos bem elaborados, com produção profissional, mas sempre seguindo certas diretrizes do ‘marketing político’.
Além da busca para atingir a maior parte dos eleitores, os vídeos também são submetidos à limitação do tempo da propaganda política e do custo dessas produções. Todos esses elementos acabam dificultando iniciativas que fujam à monotonia do horário político, uma das principais reclamações dos eleitores.
Entretanto, com o espaço ilimitado disponível na internet e com a popularização de softwares de edição de vídeo e equipamentos de filmagem, se torna viável inovar a abordagem dos candidatos. Mesmo com essas facilidades, na internet e nas redes sociais, a estética tradicional ainda predomina nos vídeos postados no YouTube.
Um caso de exploração das potencialidades das novas tecnologias em busca de uma estética diferenciada é do candidato ao Governo do Estado do Mato Grosso, Wilson Santos (PSDB). Sob a alcunha de “Caça-mitos”, paródia do programa “Caçadores de Mitos” do canal Discovery Channel, Wilson Santos apresenta vídeos de pouco mais de 3 minutos recheados de efeitos de edição e bom humor.
Esteticamente, os vídeos lembram – e muito – os recursos utilizados pelo programa CQC, da TV Bandeirantes. O programa usa animações sobrepostas às imagens do vídeo, agregando elementos cômicos ao contexto da reportagem.
No caso da campanha de Wilson Santos, os elementos visuais são utilizados para dar leveza aos conteúdos tratados nas produções que trazem a versão do candidato para fatos noticiados pela imprensa local.
Outro ponto característico dos vídeos do candidato mato-grossense é a participação de jovens apoiadores da campanha. Segundo o coordenador de mídias sociais de Santos, Mário Olímpio, a equipe responsável pelos vídeos é formada por jovens apoiadores de até 23 anos, que não trabalham de maneira profissional com produção de vídeos.
Olímpio afirma que os equipamentos usados nas gravações pertencem a quem produz os vídeos. São cerca de 25 pessoas, entre contratados e colaboradores. O coordenador explica que cada vídeo tem um custo médio de R$ 300. Segundo ele, foram destinados R$ 240.000 para campanha de Wilson Santos na internet. Esse valor representa menos de 2% do limite de gastos que o candidato declarou ao TRE-MT, que é de R$ 18 milhões.
Se na TV não adianta trocar de canal durante o horário político, nas redes sociais os candidatos precisam inventar novos jeitos para se destacar em meio a tanto conteúdo divertido à disposição do usuário na hora em que ele bem quiser.
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>Presidente da Anfavea afirma que montadoras vão diminuir ritmo de contratação

Posted on agosto 5, 2010. Filed under: Anfavea, Automotores, contratações, Produção, veículos, vendas |

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O presidente da Anfavea, Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Cledorvino Belini afirmou que a indústria automotiva deve reduzir o ritmo de contratações nos próximos meses. 
Segundo os dados divulgados nesta quinta-feira pela entidade, o setor empregava ao final do mês passado 132.165 funcionários, considerando aqueles que trabalham também em fabricantes de máquinas agrícolas.
Montadora de veículos
Esse é o melhor nível desde 1990, quando as montadoras tinham cerca de 138 mil trabalhadores, e ultrapassa o patamar contabilizado em outubro de 2008 (131.717), quando houve o agravamento da crise mundial. “O que faz a mão de obra é o mercado. Não temos previsão de grande alta para o final do ano. A mão de obra deve ficar estável”, disse Belini.
A Anfavea espera terminar 2010 com 3,4 milhões de veículos fabricados. Se o número se confirmar, será o maior patamar já registrado no país e representará um crescimento de 6,5% ante 2009.
A maior parte da contratação para o setor foi feita entre o fim de 2009 e o início deste ano. Nessa época, a produção foi reforçada para suprir as vendas em alta por conta da redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), que vigorou até março.

PRODUÇÃO
No acumulado deste ano até julho, a produção de veículos no país cresceu 18,3% na comparação com igual intervalo em 2009, com a fabricação de 2,07 milhões de unidades.
Em julho foram 315.879 unidades fabricadas, incremento de 3,2% em relação ao mês anterior. O número é 12% maior do que o registrado em julho do ano passado.
As exportações tiveram acréscimo de 78,4% no acumulado do ano (422.227 unidades). Em julho, as vendas para o mercado externo (64.864) tiveram aumento de 2,0% na comparação com o mês passado e expansão de 80,5% em relação a julho de 2009.

VENDAS
As vendas apresentaram expansão de 5,9% em julho, no confronto com o mesmo intervalo no ano passado, batendo o recorde para o mês com o emplacamento de 302,3 mil unidades. Já no confronto com junho, houve alta de 15,1%.
As montadoras registraram uma nova marca também no acumulado de janeiro a julho (1,88 milhão de veículos), com acréscimo de 8,5% sobre igual período em 2009.
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>Produção de soja sustentável em MT

Posted on abril 28, 2010. Filed under: agricultura, agropecuária sustentável, Aprosoja, Lucas do Rio Verde, Produção, soja |

> por Amado de Oliveira Filho

Um assunto que não deve exaurir-se é a produção sustentável da agricultura no Estado de Mato Grosso. Vejamos o caso da soja. Nas décadas de 70 e 80, milhares de produtores rurais aqui chegaram e trouxeram pouca coisa nas carrocerias dos pequenos e velhos caminhões. No entanto, o conhecimento disponível à época era, sem dúvidas, extraordinário.
 http://jornaloexpresso.files.wordpress.com/2009/12/lavoura-de-soja.jpg
Passados aproximadamente quarenta anos desde o início deste processo migratório vemos as belíssimas cidades que surgiram e uma fortíssima sacudida na economia estadual. Assim, são inquestionáveis os benefícios da expansão da agricultura em Mato Grosso. Negar esta realidade é desconhecer uma das mais belas histórias de sucesso de uma saga de grandes brasileiros que para cá vieram.
A agricultura praticada em Mato Grosso gera uma produção invejável. Ultrapassamos o Estado do Paraná e hoje, somos o maior produtor agrícola do Brasil. Em relação ao meio ambiente caminhamos celeremente para uma produção sustentável. Várias iniciativas de parcerias, esforços das entidades de classe e dos produtores rurais apontam o caminho da sustentabilidade ambiental como meta a ser superada.
O extraordinário volume de produção agrícola e resultado de investimentos em tecnologia onde se inclui a prática do plantio direto, excelente manejo de embalagens de agrotóxicos e uma frenética busca das boas práticas agrícolas. Assim, o extraordinário volume de produção agrícola do Estado de Mato Grosso só preocupa aqueles integrantes do ambientalismo de gabinetes.
Mas, como a sustentabilidade não pode e não deve ser apenas ambiental é necessário refletirmos sobre a sustentabilidade econômica desta produção. Neste mês estão em curso seminários técnicos nas regiões produtoras através da Aprosoja, com eventos denominados de “Circuito Aprosoja”. Já em sua 5ª edição, o Circuito Aprosoja, traz o tema “Agronegócio no Novo Contexto Político e Econômico”. Trata-se de uma discussão de cenário futuro que se desenha para a atividade agrícola, com as perspectivas de mercado e de políticas governamentais para o setor.
Defende a Aprosoja e seus palestrantes que todos devemos pensar e discutir logística, se possível, 24 horas por dia. Claro que tudo isto tem sentido. Quando avaliam a área da safra colhida em 2010, verificam uma área plantada de 6,2 milhões de hectares, exatamente a mesma área plantada em 2005, a diferença é que lá em 2005 se colheu pouco mais de 16 milhões de toneladas de soja e nesta safra colheu-se uma produção de 19 milhões de toneladas.
E como fica a sustentabilidade econômica? As estradas são as mesmas, a ferrovia está parada no mesmo lugar, não utilizamos hidrovias, a rede de armazenamento é praticamente a mesma, portanto, tudo está como estava, ou seja, a nossa intermodalidade liga nada a coisa nenhuma. Continuamos exportando a metade da nossa produção de soja via porto de Santos. A grande novidade é o PAC 2, ao apagar das luzes de dois mandatos consecutivos o governo do PT, no papel, faz chegar a Lucas do Rio Verde os trilhos de uma nova ferrovia.
Em 2007 escrevi, aqui neste mesmo espaço, um artigo com o título – Pelo amor de Deus não plantem! Se republicarmos aquele artigo veremos que ele está extremamente atual. Falta-nos renda! Mas, veremos também os “ambientalistas” se juntando a governos num processo frenético de produção de leis, decretos, portarias e outros arranjos, normalmente financiados com dinheiro público ou de organismos internacionais. De outro lado, os governos com suas mirabolantes promessas de obras que não sabem se farão, e ainda, os produtores descapitalizados, as dívidas aumentando, etc.
Sinceramente! Plantar para quê? Antes que a última alternativa seja a de mudar de ramo ou de rumo, vamos encarar a realidade, ou será que nós desconhecemos que os governos governam ouvindo o barulho das ruas?
Amado de Oliveira Filho é produtor rural, economista, pós-graduado em mercados de commodities agrícolas e direito ambiental. Fonte: A Gazeta. E-mail: amadoofilho@ig.com.br
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>Produção e ambiente: Pecuária e governo assinam documento para regularização

Posted on março 3, 2010. Filed under: ambiente, Associação, MT Legal, Pecuária, Produção |

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Representantes do setor produtivo da pecuária (produtor, organizações e indústria) e governo de Mato Grosso assinaram nesta terça-feira (2) documento para reforçar a necessidade de toda a cadeia se cadastrar no Programa Mato-grossense de Regularização Ambiental Rural (MT Legal), como forma de garantir mercado externo à carne bovina e outros produtos da atividade. Na prática é a adequação à lei. A ação prevê que até 16 de novembro deste ano, produtores que não estavam regularizados ambientalmente até a mesma data de 2009, podem ser cadastrados para efeito de controles.

A regularidade ambiental está inserida no contexto de tirar pressão da pecuária sobre a floresta e de outros biomas à preservação em Mato Grosso. A iniciativa, como frisou o diretor- executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Otávio Cançado, permite a legalidade de todo o setor e a confirmação de que ele não utiliza bovinos criados em área desmatada ilegalmente, além de eliminar eventuais barreiras não sanitárias. “É não aceitar matéria-prima de local proibido, embargado ou em lista oficial”.

O documento assinado e avalizado pelo governador Blairo Maggi e representantes do segmento agropecupário, estabelece que as empresas ligadas ao setor têm excluído “da cadeia produtiva, bens e serviços provenientes de atividades que tenham sua base de produção associada ao trabalho escravo, à grilagem de terras, à violência agrária e ao desmatamento ilegal, divulgadas em listas oficiais, bem como origem em terras indígenas, quilombolas e unidades de conservação”.

Maggi diz que a assinatura do documento é importante para sinalizar ao mercado externo que a cadeia pecuária mudou. “É importante mostrar ao mundo que estamos mudando nossas práticas”, diz sobre imagem do setor. O presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Mário Candia, ressalta que o documento foi discutido e construído por vários atores, como pecuaristas, governo, indústrias, produtor e Ministério Público.

O documento, diz ele, é a afirmação para o setor se cadastrar no MT Legal e agir dentro da legalidade. “O MT Legal é a ferramenta para entrarmos na legalidade. O setor se une para potencializar o produtor a entrar para o Cadastro Ambiental Rural e termos o acesso para todos os mercados”, aponta vantagens.

Segundo o secretário Extraordinário de Apoio às Políticas Fundiárias e Ambientais, Vicente Falcão, entre 110 mil a 140 mil propriedades de todo Estado devem se regularizar junto ao MT Legal, regularizando suas fazendas.    Fonte: A Gazeta
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>O novo agronegócio inteligente

Posted on janeiro 28, 2010. Filed under: agronegócio, delay tecnológico, equipamentos, insumos, inteligente, máquinas, PIB brasileiro, Produção, produtos, rastreabilidade, Tendências |

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Foi-se o tempo em que o campo era marcado pela distância das mais modernas tendências de mercado e pelo delay tecnológico. A realidade agora é outra e necessário dizer: completamente diferente. Desde a década de 90, com a intensificação da profissionalização do agronegócio brasileiro, as mudanças são cada vez mais expressivas e rápidas. Estão aí os espetaculares índices de produtividade para comprovar. Atualmente, o Brasil produz duas vezes mais na mesma área plantada do que há menos de três décadas. Paralelamente ao aumento da eficiência produtiva, o campo definitivamente encontrou o mesmo rumo no aperfeiçoamento da gestão dos negócios.

O Brasil está entre os principais exportadores de proteína animal e grãos do mundo. Além disso, a força do setor primário é expressa internamente: o agronegócio representa cerca de 33% do PIB brasileiro. Sem dizer que um terço da mão-de-obra está nas propriedades rurais.

A modernização se tornou, assim, mais do que necessária e a implantação de insumos, produtos, máquinas e equipamentos de última passou a fazer parte da rotina do produtor rural. Atualmente, são inúmeras as tecnologias destinadas a este setor, englobando, por exemplo, o monitoramento da produção em tempo real e a rastreabilidade de gado.

Mas e o controle desse fluxo de produção? E a gestão empresarial? Com suas raízes familiares, e uma imagem frequentemente associada à falta de credibilidade e organização, era mais do que evidente que novas preocupações estivessem em curso nos últimos anos. A realidade agora é a eficiência no controle dos processos para crescer.

Isso ajuda a explicar a crescente procura por soluções que atendam às necessidades de gestão das empresas. Falamos não só em grandes companhias, pois mesmo em pequenas e médias empresas agropecuárias adequações e inovações são necessárias à otimização do negócio e mesmo na melhoria da imagem, diminuindo possíveis barreiras comerciais, com aumento de participação no mercado.

Nunca foi tão grande o interesse pela implantação de sistemas de gestão informatizados, que integrem todas as áreas do negócio, como produção, financeiro, jurídico, RH, comercial e segurança, e compartilhe, em tempo real. Enfim, todas as informações importantes, de todos os departamentos acessíveis a partir de qualquer terminal da empresa, proporcionando agilidade para tomada de decisões, com foco no resultado econômico e financeiro.

Agilidade e confiabilidade das informações são fatores imprescindíveis para o sucesso de uma empresa nos dias atuais. É preciso ter acesso aos dados produtivos imediatamente e não apenas no fim de um período quando as perdas podem ser irreversíveis. Além disso, uma boa solução para a gestão da companhia agropecuária permite o acompanhamento detalhado de todas as operações, o que possibilita ao empresário visualizar e entender onde estão os gargalos do seu negócio em apenas um clique.

E aumento de eficiência não significa elevação dos custos. O investimento em um programa de gestão dos negócios da empresa agropecuária não chega a 1% da economia gerada em apenas um ano. E isso é comprovado. Cabe ressaltar ainda que é possível chegar à redução de custos de até 30% a partir de um bom controle gerencial integrado e online.

Essa é sem dúvida a nova cara do agronegócio: ágil, inteligente e marcado por competitividade crescente, com margens cada vez mais apertadas e definidas pelos detalhes. Após a mecanização do campo, o uso da genética, a informatização estratégica é a peça que faltava entre as principais ferramentas para o negócio rural. Nada como um controle seguro, organizado e minucioso para tornar isso realidade no agronegócio.

Autor: Osmair Barrichello é diretor da Compu-Software – Fonte: A Gazeta

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>Síntese econômica

Posted on setembro 16, 2009. Filed under: Bovespa, Economês, Fiesp, Gestão Empresarial, IBGE, IEL, Marfrig, Petrobras, Produção, Seara |

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A produção de óleo da Petrobras no Brasil alcançou 1,98 milhão de barris por dia em agosto, alta de 2,2% ante o mês anterior. Considerados os primeiros oito meses do ano, a produção diária média de óleo foi de 1,958 milhão de barris, ou 5,6% a mais do que no mesmo período de 2008. A Petrobras informou que a produção média de gás natural em agosto de 2009 foi de 50,2 mi de m3/d, 130 mil metros cúbicos a menos que julho.


Confiança – A confiança dos industriais paulistas atingiu 56,5 pontos na primeira quinzena de setembro, segundo a Federação das Indústrias de SP (Fiesp). Com esse resultado, o indicador Sensor da Fiesp alcançou o segundo maior nível da história, superado apenas pelo resultado de abril de 2008 (57,5).


Fórum IEL – Hoje o Fórum IEL Gestão Empresarial chega a Sinop, com a apresentação de Daniel Godri, eleito o segundo melhor palestrante do país no ranking da revista Veja. O evento tem início às 19h15, no auditório do Senai-Sinop. Godri focará o tema ” colaboradores Brilhantes, Líderes Fascinantes”.


Bolsa – A terça-feira foi marcada por dois fatos relevantes. Pela primeira vez em 2009, a Bovespa atingiu a marca dos 59 mil pontos. Já o dólar comercial caiu ao menor patamar desde 15 de setembro do ano passado. Dados vindos dos EUA e o anúncio da alta no comércio varejista doméstico, divulgado pelo IBGE, causaram um clima de retorno ao risco. A Bovespa continuou a trajetória de alta predominante em setembro, ontem de 0,67%, fechando aos 59.263,86 pontos.


Unilever – O presidente e o vice-presidente de Assuntos Corporativos da Unilever no Brasil, respectivamente Kees Kruythoss e Luiz Carlos Dutra, comunicaram ontem ao ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, que o grupo manterá seu plano de investimentos programado para o país até 2012. A informação foi divulgada por Dutra, ao final da audiência dos dois executivos com o ministro. O executivo não informou o valor que será aplicado no Brasil no período.


Aquisição – A Marfrig informou esta semana a compra da Seara Alimentos por US$ 900 milhões, sendo US$ 706,2 milhões em moeda e US$ 193,8 mi em assunção de endividamento. O financiamento para a aquisição poderá envolver aumento de capital da Marfrig através de oferta primária de ações. A expectativa é de que a transação seja concluída no quarto trimestre, após sua submissão aos órgãos regulatórios aplicáveis no Brasil e no Exterior.

Fonte: A Gazeta

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>Produção agropecuária sustentável em Mato Grosso

Posted on setembro 2, 2009. Filed under: agropecuária sustentável, ambiental, Famato, Mato Grosso, Meio Ambiente, Produção |

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Uma das conclusões da Bienal da Agricultura realizada no mês passado pela Famato e parcerias em Mato Grosso é que a agropecuária aqui realizada é plenamente sustentável sob o aspecto social e ambiental. Claro que a sustentabilidade econômica está e deve continuar a ser discutida com os agentes do setor e governos, afinal, onde está a infra-estrutura necessária para transportar nossas riquezas?

Em uma palestra do evento, o presidente da Famato, Rui Prado, debateu a sustentabilidade da produção agropecuária. Afirmou o presidente que o produtor rural tem conhecimento de que o mundo, principalmente os países mais ricos, demanda por mais alimentos, porém, sem a conversão de vegetação nativa. Estão certos, não tenho qualquer dúvida de que não devemos desmatar para produzir alimentos. Até que estes próprios consumidores peçam, esta é uma decisão que o mercado tomará para continuar a vida humana no planeta.


Outro aspecto de grande importância para a população de Mato Grosso é que o desenvolvimento do Estado não se traduz apenas em alimento “barato” para o povo, mas aumento de divisas, geração de emprego, renda e, por conseguinte mais qualidade de vida. Ou seja, a atividade agropecuária e a agregação de valor à sua produção é a grande responsável pelo financiamento dos programas sociais governamentais, a exemplo de programas de asfaltamento de rodovias estaduais e a construção de casas populares com parte de recursos do Fethab, que tem no segmento produtivo rural grande fonte de seu financiamento.

Uma informação que precisa ser divulgada à sociedade, inclusive pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), é que no ano agrícola 2005/06 Mato Grosso utilizou 7,5 milhões de hectares e produziu 21,6 milhões de toneladas de cereais, fibras e oleaginosas. Já na safra 2008/09, com um acréscimo de apenas 4% e áreas, não necessariamente oriundas de novos desmatamentos, utilizando 7,78 milhões de hectares, foram produzidas 26,0 milhões de toneladas, verificando-se um aumento de 21,0% através de ganhos de produtividade.


As informações da pecuária são mais alvissareiras ainda. Contava com 23,5 milhões de hectares de pastagens no ano 2000 e um rebanho de aproximadamente 19 milhões de cabeças de gado bovino. Em 2008 o rebanho alcançou um total de 26 milhões de cabeças de gado com utilização de 25,7 milhões de hectares. Desta forma com um aumento de 9,0% nas áreas de pastagens aumentou-se o rebanho em 38%. Isto é um espetáculo de crescimento com desenvolvimento sustentável.


Avaliando as consequências dos ganhos de produtividade apresentada por Rui Prado podemos concluir que a agricultura de Mato Grosso deixou de desmatar 1,24 milhões de hectares em apenas 3 safras agrícolas e a pecuária 6,62 milhões de hectares, totalizando assim, 7,86 milhões de hectares, ou seja, quase 5 vezes maior que todo o desmatamento do Estado de 2005 a 2008 e o que é melhor, deixando de emitir mais de 900 milhões de toneladas de carbono.


Assim, ao aumentar sua produção não aumentando na mesma ordem as áreas plantadas, Mato Grosso prova ao mundo que está evitando desmatar novas áreas, mesmo que para buscar o aumento da produção via aumento de produtividade signifique aumento de custos de produção com a consequência de redução de renda. Aliás, um dos graves problemas deste círculo vicioso é a incapacidade do setor em reduzir seu endividamento, principalmente os de investimentos que necessitam de seguidas prorrogações, sob pena da atividade se inviabilizar.


Todos os números da palestra do presidente da Famato são de responsabilidade do Instituto Mato-grossense de Economia Agrícola (Imea), que tem se destacado nacionalmente pela qualidade de seus trabalhos técnico-científicos, outra conquista do setor, pois não é possível colaborar com os governos na formulação de políticas públicas, sem que tenhamos informações precisas, honestas e, sobretudo, disponíveis no momento adequado.

Autor: Amado de Oliveira Filho é economista, especialista em mercados de commodities agropecuárias e direito ambiental . E-mail: amadoofilho@ig.com.br – Fonte: A Gazeta

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