produtividade

>Menos estresse e mais produtividade

Posted on dezembro 2, 2010. Filed under: produtividade |

>Gilberto Wiesel

Empresário, como é sua rotina de trabalho? O estresse tem tomado conta de sua vida nos últimos tempos? Segundo uma pesquisa feita com mil executivos de São Paulo e Porto Alegre, com cargos de gerência para cima, 57% deles fazem uso de bebidas alcoólicas, drogas ou medicamentos para aguentar o estresse da rotina. Entre os principais fatores colocados como causadores das pressões do dia a dia, estão o excesso de tarefas, o medo da demissão e os conflitos interpessoais nos ambientes de trabalho.
O estresse, por sua vez, provoca efeitos imediatos tanto no funcionamento eficaz da empresa e da vida pessoal. Assim, quando surgem problemas na rotina do negócio, por exemplo, é comum levarmos para o lar o nervosismo provocado por eles. Em um mundo cada vez mais veloz e com informações circulando a todo o momento, são maiores as chances de acumularmos as dificuldades do ambiente de trabalho, o que provoca cansaço mental e, consequentemente, problemas de saúde física.
Sabendo disso, quais as principais formas de evitar esse nervosismo? Como alcançar o equilíbrio entre as atividades rotineiras e não “cair” no descontrole? Em primeiro lugar, é fundamental traçar um planejamento profissional, ou seja, alinhar todas as atividades necessárias para manter a produtividade da sua empresa durante a semana. Quando chegar à empresa logo cedo, por exemplo, faça uma lista das tarefas do dia, organizando-as em uma sequência de prioridades. Isso facilita o andamento das atividades, como também evita o acúmulo de pendências.
Outra maneira para combater o estresse no trabalho é realizar pausas durante as tarefas. Um estudo feito pelo Internacional Stress Management Association do Brasil (Isma BR) mostrou que a pressa já atinge aproximadamente 30% dos brasileiros. Então, pare por alguns minutos e descanse entre uma atividade mais simples e uma que exige maior esforço. Em seguida, inicie a próxima tarefa do dia. Você deve perceber que essa será realizada de forma mais eficiente e produtiva, afinal a mente fica mais relaxada e pronta para atividades mais complexas e de maior gasto de energia.
O diálogo com os profissionais nos intervalos pode ser mais um método eficaz para combater o estresse. A troca de ideias e a descontração facilitam a realização das tarefas durante o expediente. Então, não fique somente concentrado em sua rotina de trabalho, compartilhe seus pensamentos com os colaboradores da empresa. Isso ajuda a encontrar soluções para as dificuldades na rotina. Lembre-se também que, assim, os funcionários trabalham mais felizes, o que certamente evita os conflitos interpessoais, um dos principais causadores do estresse cotidiano.
Outra ação possível para diminuir o estresse no trabalho é a implantação de atividades físicas nos espaços profissionais. Saiba que práticas como ginástica laboral e yoga podem melhorar a qualidade de vida e a motivação nas empresas. Esses são somente alguns exemplos. O que realmente importa é buscar soluções dentro da rotina profissional que tornem menor o nível de estresse. Então, não fique parado: evite o excesso de trabalho, relaxe por alguns instantes e não deixe se dominar pelo nervosismo. Lembre-se que a saúde, tanto física quanto mental, é o motor da vida e a força essencial para que nossas atividades sejam realizadas com sucesso.

Gilberto Wiesel é conferencista, consultor e administrador de empresas pós-graduado em Marketing pela FGV. Site: http://www.gilbertowiesel.com.br

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>Diversificação agrícola em Mato Grosso

Posted on agosto 25, 2010. Filed under: agricultura, cerrados, fibras, grãos, Mato Grosso, MT Regional, produtividade, produtor, Teles Pires |

> Por Amado de Oliveira Filho

Mato Grosso é conhecido como campeão de produção e de produtividade de grãos e fibras, sua agricultura praticada em escala comercial hoje, seria inimaginável nas décadas de 60/70. 
Muitos pensadores de outrora, sucumbiram sem que pudessem conhecer, por exemplo, a agropecuária praticada em nossas áreas de cerrados.
Porém vem surgindo com muita qualidade, mas ainda de forma recôndita outras culturas com potencialidade, produtividade e rentabilidade financeira, como é o caso da olericultura. 
Recentemente percorri diversos municípios que fazem parte do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental Alto do Teles Pires – CIDESA, onde constatei iniciativas extremamente importantes para a diversificação da produção rural.
Antes, porém, devo registrar que em 2007 quando foi implantado o MT Regional que trouxe dentre outros, o objetivo de fomentar todas as cadeias produtivas com algum potencial na região. Fui cético quanto à eficácia dos seus resultados e ainda da sua necessidade, em função de que as ações para a qual foi criada, estão também pulverizadas em outras áreas do Governo Estadual.
O MT Regional mapeou estrategicamente 15 regiões e criou superintendências regionais, que representam o elo entre o Governo Estadual e os empreendedores rurais e urbanos. Através de constantes articulações os produtos são identificados e estimulados sua produção, e tem possibilitado às empresas e produtores a formação de diferentes tipos de arranjos produtivos, como criação de redes, incluindo novas formas de relações interempresariais na busca de sustentabilidade e maior competitividade nos mercados onde atuam com as oportunidades que despontam através das cadeias produtivas
Em suas ações o MT Regional não objetiva tão somente alavancar o setor primário, busca implementar ações que envolvam também os setores secundários e terciários cujas estratégias são voltadas para desobstruir os gargalos e, dar celeridade na entabulação das negociações empresariais.
Na região do Alto Teles Pires, vimos um rol de produtos que são comercializados no nosso estado e/ou exportado para outros estados e países e que possuem grande potencial de demanda, já são negociados produtos da agricultura familiar e cadeias da fruticultura, olericultura, suinocultura, alimentos derivados da soja e ainda da cadeia láctea.
Um caso de grande sucesso merece registro. Trata-se do produtor rural Sr. Osnir que produz 50 ha de batata doce e exporta para Portugal e Inglaterra e já tem registro de demandas de outros países. Este produtor ainda planta 30 ha de abóbora kabutiã e também 30 ha de melância.
Nos municípios de Vera, União do Sul e Sorriso se verifica a produção de cebola que não deixa nada a desejar da importada da Argentina, é uma cultura que vem tendo destaque com o seu plantio em alguns municípios.
Visitei uma plantação de cebola no município de Itanhangá que não pertence ao Consórcio do Vale do Teles Pires. O produtor que já experimentou várias outras culturas, está muito feliz com sua produção. Ele fez todo tipo de conta e concluiu que com um hectare de cebola é possível obter a mesma renda de 55 hectares de soja. “Isto faz a diferença” diz ele.
O lado nebuloso de tudo isto é que os Prefeitos praticamente não conseguem estimular a produção de forma a gerar escala que atenda aos mercados. É necessário pouco recurso para isto. Porém, os efeitos serão extremamente positivos para o Estado que hoje ainda importa hortifrutigranjeiros de Goiás, São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraná. Esta importação é extremamente organizada por um grupo empresarial com grande freqüência nas páginas policiais.
São diversas as demonstrações oferecidas pelos municípios da possibilidade de se produzir aqui mesmo o alimento importado que é caro e que perde a qualidade em seu transporte. Assim é hora de no orçamento de 2011 inserirmos recursos para fomentar este segmento que as duras penas insiste em mostrar que Mato Grosso não produz apenas soja e boi.

Amado de Oliveira Filho é produtor rural, economista, pós-graduado em mercados de commodities agropecuárias e direito ambiental – amadoofilho@ig.com.br

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>Agricultura de Mato Grosso cresce em produtividade

Posted on novembro 10, 2009. Filed under: agricultura, Mato Grosso, Oilseed Summit, produtividade, Soya, sustentabilidade |

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Com uma palestra sobre a sustentabilidade da produção agrícola mato-grossense, o governador Blairo Maggi encerrou o Soya & Oilseed Summit (Encontro Mundial da Soja), evento realizado na cidade portuária americana de Nova Orleans. Maggi apresentou os números do agronegócio brasileiro, responsável, segundo ele, por 100% do saldo da balança comercial brasileira, e mostrou a evolução da agricultura mato-grossense nos últimos 15 anos, com a produtividade crescendo bem mais percentualmente em relação à abertura de novas áreas.

Durante o evento, foi mencionado que o mundo necessitará de 100 milhões de toneladas de soja adicionais até 2020, e o governador foi enfático em afirmar de que área para isso só existe no Brasil, especialmente em Mato Grosso. “Mas tudo tem um preço”, afirmou. “Como continuar fornecendo comida com as barreiras ambientais existentes? O mundo terá que pensar sobre isso”.

O governador explicou detalhadamente as questões relativas ao meio ambiente, como a reserva legal, e disse que Mato Grosso tem feito o dever de casa, tanto que conseguiu aumentar significativamente a produção e reduzir concomitantemente o desmatamento em 80%. Uma das alternativas para aumentar a produção agrícola, segundo ele, é ocupar parte da área destinada à pecuária para agricultura, ao se intensificar a produção pecuária para que seja feita apenas em terras que não se prestam à agricultura.

“Com apenas 8 milhões de hectares dos 25 milhões ocupados com a pecuária, podemos dobrar a produção de grãos em Mato Grosso”, afirmou Maggi. Essa conversão, porém, não é tão simples: envolve custos de 3 a 4 mil reais por hectare, o que, segundo Maggi, o produtor não tem condições de bancar. “Aqueles que precisam desse aumento de produção terão que sentar à mesa e negociar”, afirmou.

Maggi listou as medidas governamentais que estão sendo tomadas, como o MT Legal, a compensação no ICMS para os municípios com maior cobertura vegetal, o Zoneamento Sócio- Econômico e Ecológico como fatores importantes para a sustentabilidade. Falou ainda dos procedimentos adotados pelos produtores – plantio direto, integração agricultura-pecuária, recolhimento de 96% de embalagens de agrotóxicos – como práticas agrícolas corretas e modernas.

COPENHAGUE

Por fim, disse que quer levar a Copenhague uma proposta ousada, mais do que a do governo federal. Para isso, terá as últimas reuniões em meados do mês para fechar a posição mato-grossense, que deverá estar alinhada com a dos governadores da Amazônia e do próprio governo federal.

“MT não tem vergonha do que fez e tem muito orgulho de produzir comida para o mundo. Precisamos de investimentos em infraestrutura, e temos incentivos fiscais para quem quer investir no Estado”, finalizou o governador. Participaram do evento com o governador o presidente da Aprosoja, Glauber Silveira, e o diretor-executivo da entidade, Marcelo Monteiro. Fonte: Secom

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