PSB

>PR garante maior bancada com eleição de 6 deputados; confira lista dos deputados estaduais de MT eleitos

Posted on outubro 4, 2010. Filed under: Deputados, deputados estaduais de MT, desputados estaduais de MT, eleições 2010, Mato Grosso, PDT, PPS, PR, PSB, PSDB, PT, PTB |

>Eleições 2010: Sai a lista preliminar dos 24 deputados eleitos e/ou reeleitos, embora a Justiça Eleitoral ainda não tenha totalização 100% dos votos. A maior bancada é do PR, que garantiu 6 das 24 cadeiras. O PMDB do governador reeleito Silval Barbosa passa a dividir a segunda maior bancada com o PP, ambos com 5 representantes na Assembleia. O DEM elegeu 2. Seis partidos só conseguiram uma vaga para a próxima legislatura. São eles: PT, PDT, PSB, PTB, PSDB e PPS.

     Do PR foram reeleitos os deputados Sérgio Ricardo, Sebastião Rezende, Mauro Savi, Wagner Ramos, João Malheiros e Jota Barreto. A bancada do PMDB será representada por Romoaldo Júnior, Baiano Filho, Wallace Guimarães, Nilson Santos e Teté Bezerra. O PP terá a volta de José Riva e Walter Rabello, o ex-prefeito de Reserva do Cabaçao Ezequiel da Fonseca, e os reeleitos Airton Português e Antonio Azambuja.

    O PT assegurou a reeleição do deputado Ademir Brunetto. O deputado Percival Muniz se reelegeu pelo PPS, assim como Guilherme Maluf pelo PSDB, o empresário de Primavera do Leste Zeca Viana pelo PDT e o ex-vereador por Cuiabá Luiz Marinho pelo PTB. Luciane Bezerra, esposa do ex-prefeito de Juara, Oscar Bezerra, garantiu cadeira pelo PSB. Também foi eleito Dilmar Dal Bosco (DEM), irmão do deputado estadual Dilceu Dal Bosco, derrotado como candidato a vice-governador da chapa de Wilson Santos (PSDB). A outra vaga do DEM ficou com o deputado reeleito José Domingos
 
Quem são os deputados eleitos e reeleitos

PR
Sérgio Ricardo
Sebastião Rezende
Mauro Savi
Wagner Ramos
João Malheiros
Jota Barreto
 

PP
José Riva
Ezequiel da Fonseca
Airton Português
Antonio Azambuja
Walter Rabello
 
PMDB
Romoaldo Júnior
Baiano Filho
Wallace Guimarães
Nilson Santos
Teté Bezerra
 
DEM
José Domingos
Dilmar Dal Bosco
 
PSB
Luciane Bezerra
 
PDT
Zeca Viana
 
PPS
Percival Muniz
 
PTB
Luiz Marinho
 
PSDB
Guilherme Maluf
 
PT
Ademir Brunetto
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>Pesquisa Gazeta Dados aponta Silval com 31%, Wilson 23% e Mauro com 15%

Posted on agosto 18, 2010. Filed under: candidato a governador de MT, Mauro Mendes, Pesquisa Gazeta Datos, PMDB, PSB, PSDB, Silval Barbosa, Wilson Santos |

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Governador Silval Barbosa (PMDB) impõe 8 pontos percentuais de vantagem sobre o 2º colocado tucano Wilson Santos, ex-prefeito de Cuiabá, na primeira rodada de pesquisa do Instituto Gazeta Dados sobre as intenções de voto ao governo. Em 3º lugar, está o empresário Mauro Mendes (PSB), com 15%. Para o Senado, se as eleições fossem hoje Blairo Maggi e Antero Paes de Barros venceriam a disputa com 66% e 29%, respectivamente.

Candidato à reeleição, o governador Silval Barbosa (PMDB) tem a preferência de 31% do eleitorado contra 23% atribuídos ao ex-prefeito de Cuiabá, Wilson Santos (PSDB), na primeira rodada de pesquisa do Instituto Gazeta Dados sobre as intenções de voto para o pleito de outubro. O peemedebista impõe 8 pontos percentuais de vantagem sobre o tucano. Distanciado de Wilson e em 3º lugar, repetindo os mesmos 8 pontos de diferença entre os 2 primeiros colocados, está o empresário Mauro Mendes (PSB), com 15%.
Marcos Magno (PSOL) é o último na corrida pelo comando do Palácio Paiaguás com apenas 1% das indicações dos entrevistados nesta sondagem de voto estimulado, onde ao eleitor é apresentada uma lista com os nomes de todos os candidatos. Brancos e nulos somam 7% e o número de indecisos vai a 23%, percentual considerado bastante alto, mas que deve se alterar com o início hoje do horário de propaganda gratuita no rádio e televisão, no dia destinado àqueles que concorrem ao governo.
Sob o registro número 28573/2010 feito no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso e para divulgação exclusiva do jornal A Gazeta e demais empresas do Grupo Gazeta de Comunicação, a pesquisa foi realizada nos dias 14, 15 e 16 deste mês em 41 municípios, representativos de 6 regiões. Através da técnica Survey para aplicação de questionários, mil pessoas foram ouvidas dentro de uma margem de erro definida em 3% para mais ou a menos.
Espontânea
No levantamento espontâneo, onde os entrevistados dizem em que votarão sem que tenham acesso à relação de candidatos, o favoritismo de Silval Barbosa se repete. Ex-prefeito de Matupá, deputado estadual por 2 mandatos, ex-presidente e ex-primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, ele obteve 15% dos votos, seguido por Wilson Santos com 10% e Mauro Mendes com 8%.
A pesquisa repete a mesma ordem de preferência da amostra estimulada e também o índice de brancos e nulos, que reúnem 7% dos eleitores. Indecisos atingem 60%, mais que o dobro do voto estimulado. Na espontânea, o candidato Marcos Magno nem chega a pontuar, demonstrando que o nome dele e suas propostas políticas não são conhecidas da população.
Rejeição
Wilson Santos, que renunciou ao cargo de prefeito de Cuiabá para tentar a eleição ao governo, é o mais rejeitado pelos eleitores de Mato Grosso, estimados em 2.095.825. O tucano, que também já ocupou outros cargos públicos como os de deputado estadual e federal, surge com 19%, empatado ao “lanterninha” da pesquisa Marcos Magno. Mauro Mendes, hoje no PSB, mas com uma trajetória política dentro do Partido da República, sigla pela qual concorreu e perdeu a prefeitura de Cuiabá em 2008, alcança 9% de rejeição, 10 pontos percentuais a menos que Santos e Magno.
Silval Barbosa, ao mesmo tempo que surge como favorito se as eleições fossem hoje na primeira rodada de pesquisa do Gazeta Dados, é também o nome menos rejeitado, com 7% das indicações dos mil entrevistados. Neste quesito, brancos e nulos pulam a 9%, enquanto aqueles que não responderam somam 37%.
Segundo turno
O Gazeta Dados também fez a simulação para um possível segundo turno, que acontecerá caso nenhum dos candidatos consiga obter 50% dos votos válidos mais 1. As variáveis indicam que as chances do atual governador se reeleger são grandes. Tendo como adversário Wilson Santos, Silval Barbosa venceria a eleição com 39% da votação, deixando para o tucano 25%, 14 pontos percentuais de diferença. Neste confronto, 8% não votariam ou votariam em branco e 28% se mostram indecisos.
Com Mauro Mendes, Silval amplia a frente chegando a 16 pontos percentuais. Ele ganharia a eleição com 37% contra 21% do candidato do PSB. Brancos e nulos seriam 8% e não sabem, não responderam alcançariam 34%.
Numa eleição envolvendo Wilson Santos e Mauro Mendes, o tucano levaria vantagem e sairia vencedor nas urnas com 31% das intenções de voto, enquanto o socialista ficaria com 25%. Nesta simulação o percentual de indecisos sobe para 35% e brancos e nulos, 9%.

Fonte: A Gazeta

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>Eleições 2010: Agenda dos candidatos a governador de Mato Grosso para dia 28 de julho

Posted on julho 28, 2010. Filed under: Agenda dos candidatos, eleições 2010, Marcos Magno, Mauro Mendes, PMDB, PSB, PSDB, PSOL, Silval Barbosa, Wilson Santos |

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 Agenda detalhada dos candidatos a governador do estado de Mato Grosso para quarta-feira, 28 de julho.



Mauro Mendes (PSB)
9h – Entrevista à rádio Cultura de Cuiabá
10h30 – Visita ao Tribunal de Contas do Estado (TCE)
14h – Arrastão no centro comercial de Várzea Grande
19h30 – Lançamento de candidaturas do Partido Verde (PV)

Wilson Santos (PSDB)
17h- Reunião de Mulheres – Adriana Bussiki
19h- Seminário para apresentação do plano de governo

Silval Barbosa (PMDB)
19h15 – Reunião Ampliada com lideranças da regional Leste
20h15 – Lançamento candidatura a deputado estadual de Emanuel Pinheiro
21h15– Reunião Ampliada com lideranças da regional Oeste

Marcos Magno (Psol)
Candidato não forneceu agenda

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>Mauro Mendes e Pivetta figuram na lista dos candidatos mais ricos do Brasil

Posted on julho 16, 2010. Filed under: Mauro Mendes, Milionários, Otaviano Pivetta, PDT, PSB, TSE |

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Eleições 2010 – Os candidatos pela coligação “Mato Grosso Muito Melhor Para Você”, Mauro Mendes (PSB) e Otaviano Pivetta (PDT) lideram lista de postulantes mais ricos. Juntos eles somam R$ 189, 84 milhões. Dados divulgados pelo site Congresso em Foco analisam declarações de patrimônio feitas aos Tribunais Regionais Eleitorais por concorrentes a Executivos estaduais. Os integrantes desse seleto grupo respondem juntos por R$ 361,03 milhões dos R$ 574,91 milhões declarados por todos os 334 candidatos aos cargos de governador e vice-governador.
A lista dos milionários tem cinco cabeças de chapa e cinco vices, e reúne um governador, dois ex-governadores, dois ex-deputados federais e um deputado estadual. Quatro dos mais abastados são estreantes na vida política e jamais exerceram qualquer mandato. São três tucanos, dois peemedebistas, dois representantes do PSB e um do DEM, do PDT e do PPS.
Na declaração de bens divulgada pelo TSE na internet, a fortuna de Pivetta é ainda maior – R$ 415,72 milhões. O candidato, no entanto, aponta um erro na compilação dos dados pela Justiça eleitoral, que somou ao seu patrimônio, em vez de dele abater, uma dívida de R$ 141,44 milhões.
Segundo a assessoria do pedetista, seus advogados estão pedindo a correção dos dados à Justiça eleitoral. Antes de ser deputado estadual, cargo do qual está licenciado, foi prefeito por duas vezes do município de Lucas do Rio Verde, 324 km ao Norte de Cuiabá. Gaúcho, o candidato a vice-governador é empresário do setor de agronegócio, dono de fazendas, armazéns e beneficiadoras de grãos.
Além dos dois mato-grossenses, outros sete candidatos declararam patrimônio superior a R$ 10 milhões. São eles: Guilherme Afif Domingos (DEM), Pedro Fiúza (PSDB), Nilo Coelho (PSDB), Iris Rezende (PMDB), Teotônio Vilela (PSDB), Cláudio Vale (PPS) e Paulo Skaf (PSB). O décimo mais rico é o ex-deputado Confúcio Moura (PMDB-RO), que declarou R$ 8,55 milhões em bens. A relação dos bens declarados pelo peemedebista, que deixou a prefeitura de Ariquemes no final de março, não estava disponível na página do TSE ontem à noite (14), assim como a dos demais candidatos de Rondônia.
Candidato a vice de Geraldo Alckmin em São Paulo, o ex-deputado e empresário Afif Domingos informou ao TSE ter R$ 49,21 milhões em patrimônio. Desse total, segundo a declaração entregue por ele à Justiça eleitoral, R$ 15 milhões se referem a créditos de letras hipotecárias.
Em 1989, Afif foi candidato a presidente da República. Com o slogan “Juntos chegaremos lá, fé no Brasil. Com Afif juntos chegaremos lá”, ele obteve 3,2 milhões de votos e ficou à frente de Ulysses Guimarães (PMDB), Roberto Freire (então no PCB) e Fernando Gabeira (PV). Há dois anos, tentou sem sucesso uma vaga no Senado. Foi derrotado pelo senador Eduardo Suplicy (PT).
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>Eleições 2010: Agenda dos candidatos ao governo de Mato Grosso para sábado

Posted on julho 10, 2010. Filed under: Agenda dos candidatos, cartas do Silval Barbosa, Marcos Magno, Mauro Mendes, PMDB, PSB, PSDB, PSOL, Wilson Santos |

> Veja as atividades dos candidatos a governador de Mato Grosso neste sábado, 10 de julho.

Mauro Mendes (PSB)
08:00 – Reunião com equipe de marketing
19:00 – Participação em Festa Junina Cuiabá
20:00 – Participação em Festa Junina em Santo Antônio do Leverger (comunidade de Barreirinho)

Wilson Santos (PSDB)
10:30 – Feijoada em Jangada, na Chácara do vereador Neto (presidente da Câmara de Jangada)
14:00 – Feijoada de Inverno
21:00 – Show Paralamas do Sucesso

Silval Barbosa (PMDB)
Candidato ainda não iniciou campanha

Marcos Magno (Psol)
8:00 – Reunião interna para tratar de temas do Plano de Governo

Lembramos que a agenda foi fornecida pela assesoria de campanha dos candidatos

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>Ciro Gomes e o Curioso Caso de Benjamin Button

Posted on abril 26, 2010. Filed under: Brad Pitt, candidato, Ciro Button, Dilma, políticos, PSB, Serra |

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Ricardo Noblat
Quem aí assistiu ao filme “O Curioso Caso de Benjamin Button”? Benjamin, Brad Pitt, nasceu com aparência e doenças típicas de uma pessoa em torno de 80 anos de idade. Ao invés de envelhecer com o passar do tempo, ele foi rejuvenescendo até se tornar um bebê. Lembrei do filme depois de assistir na semana passada ao desempenho de Ciro Gomes.
Dos políticos ainda no batente, Ciro é o mais parecido com Button. Candidato a presidente da República duas vezes, ministro de Estado duas vezes, governador do Ceará uma vez, deputado federal uma vez e estadual duas, ele corre o risco de encerrar a carreira política como presidente de grêmio estudantil. Em 1979 quando a inaugurou foi candidato a vice-presidente da União Nacional dos Estudantes.
O que fez Ciro para ser candidato a presidente pela terceira vez? Acreditou que a lembrança do seu nome lhe asseguraria uma posição confortável nas pesquisas de intenção de voto. Isso deu certo até o momento em que os eleitores passaram a prestar atenção em Dilma Rousseff e a entender que ela – e não Ciro – é a candidata de Lula à sua sucessão. De Lula ou de Deus, como Ciro prefere.
Ciro apostou que a insistência do ex-governador Aécio Neves em ser o candidato do PSDB a presidente forçaria José Serra a concorrer a mais um mandato de governador de São Paulo. Se tal não acontecesse, quem sabe Aécio não acabaria abandonando o PSDB para sair candidato pelo PMDB? Então iria para o espaço o ambicioso plano de Lula de juntar mais de uma dezena de partidos em apoio a Dilma.
Por muito tempo Ciro imaginou que Dilma enfrentaria sérias dificuldades para crescer. E por muito tempo também acreditou na lorota que sua eventual saída do páreo presidencial beneficiaria Serra em detrimento de Dilma. Assim, talvez o melhor para Lula e o PT fosse engolirem sua candidatura como um remédio amargo. De imediato, Serra deve, sim, ganhar com a saída de Ciro. Mas a longo prazo quem ganhará é Dilma.
Entre tantos erros cometidos por Ciro, o mortal foi mesmo aquele de se comportar como uma candidata a miss. O que fez Karla Mandro, 19 anos de idade, 60 quilos, 90 centímetros de busto, 63 de cintura e 92 de quadril para se eleger Miss São Paulo 2010 na noite do último sábado? Malhou, refreou o apetite, cuidou da pele, aprendeu a desfilar e sorriu muito. Ciro fez menos do que ela. Sequer deixou de fumar.
Foi um deputado pouco assíduo às sessões da Câmara. Sumia com freqüência. Ocupou rarefeito espaço na mídia. Interessado em agradar Lula e a pedido dele, transferiu seu domicílio eleitoral para São Paulo. Jamais seria candidato a governador, como admitiu. Mas durante meses seu nome esteve associado à sucessão de Serra. Ora ele negava a pretensão. Ora a alimentava. Deixou todo mundo confuso.
Na verdade, Ciro contava com a boa vontade de Lula para lhe ceder alguns pequenos partidos de modo a que ele pudesse dispor de tempo de propaganda eleitoral no rádio e na televisão como candidato a presidente. Lula não cedeu nenhum. Cozinhou Ciro em fogo brando. E quando viu Dilma encostar em Serra nas pesquisas eleitorais, concluiu que chegara a hora de ordenar ao PSB que se livrasse de Ciro. O PSB obedeceu.
O que miss Ciro fará daqui para frente? Imprevisível, audaz e temerário, poderá fazer qualquer coisa ou simplesmente nada. Poderá cuidar apenas da reeleição do irmão, governador do Ceará, da reeleição do seu padrinho político, o senador Tasso Jereissati (PSDB), e da eleição para a Câmara da ex-mulher Patrícia Saboya. Ou poderá aplicar mais alguns golpes em Dilma para se vingar da ingratidão de Lula. Ninguém sabe.
O que se sabe: se Serra vencer, não haverá lugar para Ciro no governo. Os dois são desafetos. Ao dizer que Serra é mais bem preparado do que Dilma para ser presidente, Ciro fechou de vez a porta de um eventual governo de Dilma. Está completa a obra política mais que perfeita de Ciro.

e-mail para esta coluna: noblat@oglobo.com.br
BLOG DO NOBLAT: http://www.oglobo.com.br/noblat

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>Ciro Gomes afirma que José Serra é o candidato mais preparado, mais legítimo, mais capaz.

Posted on abril 23, 2010. Filed under: Ciro Gomes, Dilma Rousseff, José Serra, nacional, política, PSB |

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Após ter a sua candidatura à presidência negada pelo próprio partido, o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) disparou nesta quinta-feira, 22, contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, e o PMDB, principal partido aliado do governo. O deputado disse que Lula “está navegando na maionese” e ainda previu uma vitória do pré-candidato do PSDB, José Serra, nas eleições. Para Ciro, o tucano “é mais preparado, mais legítimo, mais capaz” do que a pré-candidata petista. 
 Ciro Gomes
“Lula está navegando na maionese. Ele está se sentindo o Todo-Poderoso e acha que vai batizar Dilma presidente da República. Pior: ninguém chega para ele e diz ‘Presidente, tenha calma’. No primeiro mandato eu cumpria esse papel de conselheiro, a Dilma, que é uma pessoa valorosa, fazia isso, o Márcio Thomaz Bastos fazia isso. Agora ninguém faz”, disse Ciro em entrevista concedida ao site IG.
O deputado assumiu pela primeira vez que não deve ser candidato à Presidência da República e, oficialmente, aguardará a decisão da executiva do partido, marcada para o dia 27 de abril, terça-feira da semana que vem.
Ciro afirmou que Lula merece a própria popularidade, porque seu governo tem realizações, “mas ele não é Deus”. O deputado criticou a postura do Planalto, que lhe tirou “o direito de ser candidato”. “Mas quer saber? Relaxei. Eles não querem que eu seja candidato? Querem apoiar a Dilma? Que apoiem a Dilma. Estou como a Tereza Batista cansada de guerra. Acompanho o partido. Não vou confrontar o Lula. Não vou confrontar a Dilma.”
O deputado previu uma vitória do ex-governador de São Paulo, José Serra, seu desafeto histórico, nas eleições deste ano. “Minha sensação agora é que o Serra vai ganhar esta eleição. Dilma é melhor do que o Serra como pessoa. Mas o Serra é mais preparado, mais legítimo, mais capaz. Mais capaz inclusive de trair o conservadorismo e enfrentar a crise que conheceremos em um ou dois anos.”
“Em 2011 ou 2012, o Brasil vai enfrentar uma crise fiscal, uma crise cambial. Como estamos numa fase econômica e aparentemente boa, a discussão fica escondida. Mas precisa ser feita.” Segundo o deputado, Dilma tem menos chance de enfrentar o problema do jeito que ele precisa ser enfrentado. “Como o PT, apoiado pelo PMDB, vai conseguir enfrentar esta crise? Dilma não aguenta. Serra tem mais chances de conseguir”, observou.
Para Ciro, sua participação no pleito era “uma missão estratégica, que não será desempenhada por mais ninguém”.
O deputado se comprometeu em acatar a decisão do PSB de apoiar a candidata petista, mas avisou que não vai se envolver na campanha. “Não me peçam para ir à televisão declarar o meu voto, que eu não vou. Sei lá. Vai ver viajo, vou virar intelectual. Vou fazer outra coisa”. Ciro acredita que a eleição deste ano será marcada por baixarias, entre as quais inclui uma ação de grupos radicais abrigados no PT: “Sabe os aloprados do PT que tentaram comprar um dossiê contra os tucanos em 2006? Veremos algo assim de novo. Vai ser uma m…”, previu.
Fonte: Estadão

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>Eleições 2010: PSB e Lula tiram Ciro Gomes da corrida presidencial

Posted on abril 23, 2010. Filed under: Ciro Gomes, Dilma Rousseff, eleições 2010, Lula, PSB |

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No começo da noite de quinta-feira, a cúpula do PSB fez sua escolha entre uma candidatura própria à presidência e um arranjo eleitoral mais amplo com o PT de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. A opção recaiu sobre a segunda alternativa, e as consequências se farão sentir pelas próximas semanas.
O grande derrotado, obviamente, é o cearense Ciro Gomes, que ambicionava concorrer ao Planalto pela legenda. Numa tensa reunião com seus correligionários, na tarde de ontem, ele foi posto contra a parede. Apresentaram-lhe planilhas que demonstram que, na prática, a desidratação de sua candidatura, detectada em pesquisas recentes, é irreversível. Mas Ciro foi irredutível.
Depois do embate, ele, que na semana passada já havia criticado o PSB em sua página pessoal na internet, reiterou a pretensão de disputar as eleições numa dura nota pública. “Ciro afirma que continua candidato. Se o partido decidir por não apresentar candidatura própria, que assuma o ônus da decisão”, diz o texto. E é isso mesmo que deve acontecer: na próxima terça-feira, data de reunião de sua Executiva Nacional, o PSB assumirá o ônus pela morte da candidatura, de olho em um novo projeto que começou a ser negociados ontem mesmo, num encontro com Lula. Ao mesmo tempo, as lideranças do PSB trabalharão para evitar que Ciro – com seu temperamento, digamos, forte – parta para o ataque.
Riscos – “A questão política do momento não é mais se ele será ou não candidato, mas o que Ciro irá fazer”, diz o cientista político Luciano Mattos Dias. Para ele, além de dar declarações explosivas, o deputado pode atuar nos bastidores para atrapalhar os planos de seu partido ou a candidatura de Dilma à Presidência.
Ciro é um dos principais líderes políticos do Nordeste. Em 2006, ele teve 667.000 votos na campanha a deputado federal, e ajudou a eleger outros candidatos. A coligação PSB/PT/PMDB/ PP acabou com 13 dos 22 deputados eleitos no Ceará. “Se Ciro não fizer absolutamente nada publicamente pró-Dilma, seus correligionários entenderão o recado. Governar no Brasil é fazer coalizões e acomodar interesses de grupos”, afirma Dias.
Ao PSB não interessa bater de frente com o PT, seu principal aliado no Nordeste. Atualmente, o partido governa Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Piauí. Nas eleições deste ano, tem candidatos competitivos em quatro estados: Espírito Santo, Piauí, Paraíba e Amapá. No Piauí, por exemplo, o PSB quer sacramentar o apoio do PT à campanha de Wilson Martins, que assumiu a cadeira no começo deste mês, com a saída do petista Wellington Dias para campanha ao Senado.
Outra preocupação do partido de Ciro é a manutenção de cargos num eventual governo de Dilma Rousseff. Atualmente, o grande feudo do partido na administração federal é a secretaria dos Portos, criada em 2007. Seu titular é Pedro Brito, que tem status de ministro e foi sub de Ciro Gomes na Integração Nacional. Segundo dados do Siafi (sistema de acompanhamento de gastos do governo), a secretaria teve 1,5 bilhão de reais autorizados para 2010, dos quais 300 milhões de reais foram empenhados (reservados para gastos) até abril. Alguns setores do PT procuram minar o poder do PSB nos portos. Os dois partidos começaram o ano em atrito em São Paulo – por conta de uma disputa pelo controle de diretorias nos terminais de Santos.
Cabeça na bandeja – Para Octaciano Nogueira, professor da UNB, Ciro cometeu um erro ao aceitar mudar seu título de eleitor para São Paulo. Agora, o deputado só poderá concorrer à Câmara Federal por São Paulo, local onde não tem raízes políticas.
“Ciro foi cozinhado em fogo lento pelo Lula e pelo seu próprio partido. Ele jurou que não voltaria a ser deputado federal. O grande erro foi esse – e ele é o único prejudicado, já que seus votos vão para Serra, Dilma e Marina. Pode-se dizer que o Lula serviu a cabeça dele de bandeja aos adversários”, diz Nogueira. O professor da UNB diz ainda que possíveis ataques a Lula, Dilma ou ao próprio PSB podem reforçar a imagem de político cabeça quente. “O Ciro não é um político de perfil tranquilo e conciliador. Ele é veemente e, às vezes, falta-lhe serenidade. Ele tem convicções muito firmes e não volta atrás”, diz. Fonte: Veja
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>Entre tapas e beijos

Posted on abril 18, 2010. Filed under: beijos, DEM, eleitoral, PDT, político, PPS, PSB, PSDB, tapas |

>Lourembergue Alves

As listas dos concorrentes para as disputas majoritárias já estão quase prontas. Pouca coisa deve ser acrescentada a elas, daqui até as convenções. Contudo, é preciso melhor observar e analisar as estampas fotográficas de alianças no Estado de Mato Grosso. Tratam de coligações fragilizadas, e, por conta disso, complicadas, inclusive em matéria de confiabilidade.

Não se pode perder de vista que o fator confiança, aqui, está preso ao apoio de todos os filiados de cada agremiação coligada, bem como a possibilidade de que essa mesma sigla traga dividendos eleitorais significativos para as candidaturas ao Senado e ao governo do Estado. É claro que se soma a esses, o tempo no horário político eleitoral. Minutos preciosos, sobretudo, em brigas acirradas. Nada, porém, valem os tais minutos se os candidatos não têm o que dizer, se seus recados não atingem e nem seduzem o eleitorado.

Uma eleição também é movida pela emoção, e, em muitas ocasiões, tão somente por esse sentimento. Isso porque a imensa maioria da população se pega na figura de torcedor, não na de cidadão. Daí a importância das máscaras, da construção de imagens e, ao mesmo tempo, da desconstrução das imagens dos adversários. Jogo que mexe, sobremaneira, com o votante-torcedor, bem mais que o não-torcedor.

Quadro que, de forma alguma, invalida o das coligações. Ao contrário. Ambos se complementam e se enriquecem. Existem momentos, obviamente, em que o segundo abastece o primeiro. Tal a relevância dos casamentos político-eleitorais.

Acontece, entretanto, que várias das alianças noticiadas são destituídas dos dotes devidos, enfraquecendo assim as ditas uniões. Pois se tratam de coligações pela metade. É o que se observa, por exemplo, na parceria entre PPS e PSB. Alguns membros do PPS, mais à esquerda, defendiam a aproximação com o PSDB, os quais não deixam de ter razão, pois, no âmbito nacional, o partido presidido por Roberto Freire apóia o candidato José Serra, enquanto a do Mauro Mendes (PSB) tende a ampliar o palanque para a petista Dilma Rousseff.

Tem-se, então, claramente uma divisão. Divisão no seio do PPS, e, tal como a um “vírus”, a divisão, faz “estragos” também na referida aliança. O que deixa “de barba de molho” o próprio candidato socialista a governador. Retrato, igualmente, presenciado em outros partidos, a exemplo do PDT e do DEM. Nenhum desses, ainda que se tenha a afirmação contrária de suas cúpulas regionais, se mostrarão fiéis completamente. O PSDB não pode, nem deve confiar cegamente na fidelidade dos democratas, que, aliás, entre eles existem prefeitos e vereadores, inclusive, que se posicionaram contrários ao apoio ao ex-prefeito cuiabano; tampouco os socialistas podem dormir tranquilamente, uma vez que os “históricos” pedetistas tendem a se aliar ora com peessedebista ora com o peemedebista. Assim, o “pular a cerca”, por parte de uma parcela significativa dessas agremiações, certamente, ocorrerá.

A infidelidade atrapalha com qualquer casamento. Embora se saiba que nem sempre o “pegar em flagrante” redunda em separação, pois uma porção de coisas está em jogo, consolidando assim o chamado “entre tapas e beijos”. Na união político-eleitoral, isso também pode acontecer, pois entre os compromissos que amarram esta aliança encontram-se igualmente interesses pessoais, os quais se sobrepõem aos demais, daí se caracterizar como enlaces por conveniências, despidos de quaisquer laços ideológicos. Detalhe que afasta dezenas dos filiados “históricos”. O que tende a provocar consequências muito piores. Apesar disso, as coligações são necessárias, imprescindíveis nas disputas eleitorais, sobretudo às majoritárias.

Lourembergue Alves é professor universitário e articulista,  E-mail: lou.alves@uol.com.br – Fonte: A Gazeta
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>Eleições 2010: Ibope aponta Serra com 36% e Dilma 25%

Posted on fevereiro 18, 2010. Filed under: Ciro Gomes, Deputados do PT, Dilma Rousseff, eleições 2010, Ibope, José Serra, Marina Silva, pesquisa eleitoral, Pesquisa Ibope, PSB, PSDB, PV |

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Pesquisa eleitoral – Pesquisa Ibope/Diário do Comércio, encomendada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e realizada entre os dias 6 a 9 deste mês, indica que a corrida à sucessão presidencial de outubro continua polarizada pelos pré- candidatos do PSDB e do PT, respectivamente o governador de São Paulo, José Serra, e a ministra Dilma Rousseff. Nessa mostra, Serra tem 36% das intenções de voto e Dilma 25%. Em terceiro lugar está o deputado federal Ciro Gomes (PSB) com 11%, seguido da senadora Marina Silva (PV) com 8%. O porcentual de votos brancos e nulos somou 11% e dos que disseram não saber em quem vota atingiu 9%.

A última pesquisa divulgada pelo Ibope foi no dia 7 de dezembro do ano passado. Na mostra, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), José Serra registrava 38% das intenções de voto, seguido de Dilma Rousseff com 17%, Ciro Gomes com 13% e Marina Silva com 6%. Naquela pesquisa, o porcentual de votos brancos e nulos atingiu 13% e dos que disseram não saber em quem votar ou não quiseram responder somou 12%.

No cenário sem Ciro Gomes, a pesquisa Ibope/Diário do Comércio aponta José Serra com 41%, Dilma Rousseff com 28%, Marina Silva com 10%, brancos e nulos 12% e não sabem ou não opinaram 9%. Na simulação de um eventual segundo turno entre José Serra e Dilma Rousseff, o tucano lidera com 47% e Dilma registra 33%.

A maior rejeição apontada pela pesquisa é de Ciro Gomes, com 41%, seguido de Marina Silva com 39%, Dilma Rousseff com 35% e José Serra com 29%. A pesquisa Ibope/Diário do Comércio avaliou também o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para 47% dos entrevistados, a administração de Lula é boa, para 29% é ótima, para 19% é regular, para 3% é péssima e para 2% é ruim.

A mostra indagou ainda o que os eleitores gostariam que o próximo presidente fizesse. Do total de entrevistados, 34% querem a total continuidade do atual governo, 29% querem pequenas mudanças com continuidade, 25% querem a manutenção de apenas alguns programas com muitas mudanças e 10% querem a mudança total do governo do país. Para 78% o presidente Lula é confiável, enquanto 18% disseram não confiar no presidente. Fonte: A Gazeta

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