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>Eleições 2010: Agenda dos candidatos a governador de Mato Grosso para dia 28 de julho

Posted on julho 28, 2010. Filed under: Agenda dos candidatos, eleições 2010, Marcos Magno, Mauro Mendes, PMDB, PSB, PSDB, PSOL, Silval Barbosa, Wilson Santos |

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 Agenda detalhada dos candidatos a governador do estado de Mato Grosso para quarta-feira, 28 de julho.



Mauro Mendes (PSB)
9h – Entrevista à rádio Cultura de Cuiabá
10h30 – Visita ao Tribunal de Contas do Estado (TCE)
14h – Arrastão no centro comercial de Várzea Grande
19h30 – Lançamento de candidaturas do Partido Verde (PV)

Wilson Santos (PSDB)
17h- Reunião de Mulheres – Adriana Bussiki
19h- Seminário para apresentação do plano de governo

Silval Barbosa (PMDB)
19h15 – Reunião Ampliada com lideranças da regional Leste
20h15 – Lançamento candidatura a deputado estadual de Emanuel Pinheiro
21h15– Reunião Ampliada com lideranças da regional Oeste

Marcos Magno (Psol)
Candidato não forneceu agenda

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>Eleições 2010: Agenda dos candidatos ao governo de Mato Grosso para sábado

Posted on julho 10, 2010. Filed under: Agenda dos candidatos, cartas do Silval Barbosa, Marcos Magno, Mauro Mendes, PMDB, PSB, PSDB, PSOL, Wilson Santos |

> Veja as atividades dos candidatos a governador de Mato Grosso neste sábado, 10 de julho.

Mauro Mendes (PSB)
08:00 – Reunião com equipe de marketing
19:00 – Participação em Festa Junina Cuiabá
20:00 – Participação em Festa Junina em Santo Antônio do Leverger (comunidade de Barreirinho)

Wilson Santos (PSDB)
10:30 – Feijoada em Jangada, na Chácara do vereador Neto (presidente da Câmara de Jangada)
14:00 – Feijoada de Inverno
21:00 – Show Paralamas do Sucesso

Silval Barbosa (PMDB)
Candidato ainda não iniciou campanha

Marcos Magno (Psol)
8:00 – Reunião interna para tratar de temas do Plano de Governo

Lembramos que a agenda foi fornecida pela assesoria de campanha dos candidatos

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>Câmara aprova fim do "fator previdenciário" e aumento de 7,7% aos aposentados

Posted on maio 5, 2010. Filed under: aposentadoria, DEM, fator previdenciário, líderes, PPS, PSDB, PSOL, Responsabilidade Fiscal |

>Em menos de duas horas, no dia em que a Lei de Responsabilidade Fiscal completou dez anos, o Planalto sofreu duas derrotas que, segundo cálculos dos técnicos do Câmara, criam uma despesa adicional de R$ 5,6 bilhões a partir do ano que vem ? R$ 1,8 bilhão já terão de ser gastos neste ano.

O governo foi derrotado ontem na votação da MP de reajuste das aposentadorias de valor acima de um salário mínimo ? os deputados aprovaram um índice de 7,7% ? e o fim do fator previdenciário a partir de 1.º de janeiro do próximo ano.

De forte apelo popular em ano eleitoral, os deputados preferiram transferir ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva o desgaste político com o vetar das propostas. A MP ainda será votada no Senado, onde os líderes da base já anunciaram apoio aos 7,7%. “Foi a noite da irresponsabilidade fiscal”, reagiu o deputado Arnaldo Madeira (PSDB-SP).

Os 7,7% de reajuste aprovados ontem à noite, retroativos a 1.º de janeiro deste ano, em vez da proposta negociada na semana passada, de 7%, são a soma da inflação passada e 80% da variação do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2008. A MP assinada pelo presidente Lula, em vigor desde o início deste ano, fixou 6,14%, resultado da recomposição da inflação mais 50% do crescimento do PIB.

O governo alega não ter condições para pagar aos aposentados mais que os 7%. Esse índice representa cerca de R$ 1,1 bilhão a mais do que será gasto com os 6,14%. Para pagar os 7,7%, serão mais R$ 700 milhões.

Bancadas liberadas. Na votação de ontem, a oposição tentou aprovar 8,7%, mas foi derrotada pelos governistas. Discursaram a favor do índice apenas o DEM, o PSDB, o PPS e o PSOL. Nessa votação, o placar registrou 193 votos contrários e 166 votos a favor, com uma abstenção.

O impacto do fim do fator previdenciário nos cofres públicos é estimado em R$ 3,8 bilhões em 2011, segundo estudo dos técnicos que acompanham o assunto na Câmara. O fator é usado para calcular o valor das aposentadorias levando em conta a alíquota de contribuição, o tempo de contribuição, a idade e a expectativa de vida do trabalhador.

O mecanismo do fator previdenciário foi aprovado no governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) para desestimular aposentadorias precoces e beneficiar trabalhadores que se mantivessem no mercado de trabalho. Até mesmo o PSDB, partido do ex-presidente, liberou a bancada para que os deputados votassem como quisessem. O placar registrou 323 votos a favor, 80 contra e duas abstenções.

A emenda aprovada foi apresentada pelo líder do PPS na Câmara, Fernando Coruja (SC). “Representa a volta do cálculo justo, uma vez que os aposentados vinham sofrendo um achatamento do poder de compra por causa da corrosão inflacionária”, justificou Coruja.

Na votação que resultou no reajuste de 7,7% para as aposentadorias, nem mesmo o PT ficou unido na defesa do parecer do relator, Cândido Vaccarezza, que previa os 7%. O PT liberou os deputados da bancada. Todos os demais partidos, de oposição e governistas, encaminharam o voto a favor da proposta de 7,7%, apresentada pelo deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), e defendida pela própria base. Com a evidente vitória da proposta, a votação foi simbólica, sem o registro dos votos no painel eletrônico, poupando os petistas fiéis ao governo, que votariam contra, de terem seus nomes expostos.

Líder derrotado. A votação de ontem foi mais uma derrota do líder do governo. Desde o fim de fevereiro, Vaccarezza perdeu votações importantes na Câmara. Contrariando o governo, os deputados da base incluíram o uso do dinheiro do Fundo Social para recompor o valor de aposentadorias no projeto do marco regulatório de exploração do pré-sal e a distribuição dos royalties entre todos os Estados.

Os líderes da base argumentaram que não podiam votar um índice menor do que o acertado pelos senadores, de 7,7%, porque seria um grande desgaste político com os aposentados em ano eleitoral. Os deputados temem que o Senado apareça como responsável por um aumento mais generoso para os aposentados do que a Câmara. Fonte: Estadão

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