Rachel de Queiroz

>Senador Osmar Dias critica decisão do sobre o Coritiba

Posted on dezembro 17, 2009. Filed under: Belo Monte, Brasileirão 2009, Chávez, Coritiba, Estadão, FMI, Itamaraty, Mercosul, MST, Rachel de Queiroz, TSE, Venezuela |

>

Sponholz

Sponholz
<!– function paginaSlideShow218385(id, num) { var index = -1; for (var i = 1; i 1) { //alert(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)); document.getElementById(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.fontWeight = ‘bold’; } else if (index != -1) { document.getElementById(“img_” +id+ “_” +index).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +index).style.fontWeight = ‘bold’; } break; default: document.getElementById(“img_” +id+ “_” +num).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +num).style.fontWeight = ‘bold’; } } //–>

O senador Osmar Dias (PDT-PR) criticou nesta quarta (16) a punição do Superior Tribunal de Justiça Desportiva ao clube de futebol Coritiba pela invasão de campo na última rodada do campeonato brasileiro de futebol. A decisão do STJD foi tomada nesta terça (15). Além de ter sido rebaixado para a série B, após perder para o fluminense, o time terá de pagar R$ 610 mil e não vai poder jogar em casa durante 30 jogos. Para o senador, o STJD “age de acordo com o interesse dos clubes cariocas”. Para resolver o problema, Osmar Dias propôs que tribunal seja transferido do Rio de Janeiro para Brasil para que “tenha mais isenção”. Veja a pancadaria do último jogo do Coritiba no Brasileirão 2009.

Jarbas repudia censura ao Estadão

Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr
Foto
O SENADOR JARBAS VASCONCELOS, NO PLENÁRIO DO SENADO

<!– function paginaSlideShow218386(id, num) { var index = -1; for (var i = 1; i 1) { //alert(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)); document.getElementById(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.fontWeight = ‘bold’; } else if (index != -1) { document.getElementById(“img_” +id+ “_” +index).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +index).style.fontWeight = ‘bold’; } break; default: document.getElementById(“img_” +id+ “_” +num).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +num).style.fontWeight = ‘bold’; } } //–>

O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) repudiou nesta quarta (16) a decisão do Supremo Tribunal Federal que mantém a censura imposta por um juiz de primeira instância ao jornal O Estado de S. Paulo. O jornal está proibido de divulgar informações sobre a operação Boi Barrica, da Polícia Federal, em que é investigado o empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).Jarbas assinalou que a jurisprudência firmada põe em risco a liberdade de expressão e o direito à informação. Em sua avaliação, ao aceitar a possibilidade de censura prévia, o STF foi “inteiramente incoerente” com sua decisão anterior de revogar a Lei de Imprensa.

TSE rejeita cassação de Anchieta Jr

Antônio Cruz/ABr
Foto
O GOVERNADOR DE RORAIMA, JOSÉ DE ANCHIETA JÚNIOR

<!– function paginaSlideShow218393(id, num) { var index = -1; for (var i = 1; i 1) { //alert(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)); document.getElementById(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.fontWeight = ‘bold’; } else if (index != -1) { document.getElementById(“img_” +id+ “_” +index).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +index).style.fontWeight = ‘bold’; } break; default: document.getElementById(“img_” +id+ “_” +num).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +num).style.fontWeight = ‘bold’; } } //–>

O Tribunal Superior Eleitoral rejeitou há pouco o pedido da Procuradoria-Geral Eleitoral pela cassação do governado de Roraima, José de Anchieta Júnior (PSDB), por abuso econômico. Os ministros do Supremo entenderam que não havia provas suficientes que justigficassem a cassação de Anchieta, que assumiu o cargo em 2007, após a morte do governador Ottomar Pinto.

Falta de licença atrasará Belo Monte

Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr
Foto
O MINISTRO EDISON LOBÃO, NA CÂMARA DOS DEPUTADOS

<!– function paginaSlideShow218384(id, num) { var index = -1; for (var i = 1; i 1) { //alert(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)); document.getElementById(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.fontWeight = ‘bold’; } else if (index != -1) { document.getElementById(“img_” +id+ “_” +index).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +index).style.fontWeight = ‘bold’; } break; default: document.getElementById(“img_” +id+ “_” +num).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +num).style.fontWeight = ‘bold’; } } //–>

O ministro Edson Lobão (Minas e Energia), afirmou nesta quarta (16) que a dificuldade em obtenção de licença ambiental para a usina hidrelétrica de Belo Monte (PA) deve atrasar o empreendimento em um ano. A usina, classificada pelo ministro como a “joia da coroa”, estava prevista pelo Programa de Aceleração do Crescimento para ser concluída em 2014. No entanto, o projeto enfrenta forte resistência dos povos indígenas da região de Altamira (PA) e de entidades ambientais. O Ibama é o órgão responsável pelo licenciamento, e tem recebido pressão do governo para acelere o processo de licenciamento. Belo Monte terá potência instalada de 11.233 MW. Será a segunda maior usina do país, atrás apenas de Itaipu.

Câmara deixa Brasil financiar o FMI

Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr
Foto
O PLENÁRIO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS NESTA QUARTA

<!– function paginaSlideShow218380(id, num) { var index = -1; for (var i = 1; i 1) { //alert(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)); document.getElementById(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.fontWeight = ‘bold’; } else if (index != -1) { document.getElementById(“img_” +id+ “_” +index).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +index).style.fontWeight = ‘bold’; } break; default: document.getElementById(“img_” +id+ “_” +num).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +num).style.fontWeight = ‘bold’; } } //–>

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta (16) o Projeto de Decreto Legislativo 1791/09, que formaliza o aumento da participação do Brasil no Fundo Monetário Internacional (FMI). Pela proposta, o país passa a ter US$ 10 bilhões (o equivalente a cerca de R$ 17,5 bilhões) o que também resultará no aumento do poder de voto do Brasil nas decisões do órgão. A matéria será votada ainda pelo Senado Federal.

Fotografia é história
Modesta Rachel
Foto

<!– function paginaSlideShow218350(id, num) { var index = -1; for (var i = 1; i 1) { //alert(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)); document.getElementById(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.fontWeight = ‘bold’; } else if (index != -1) { document.getElementById(“img_” +id+ “_” +index).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +index).style.fontWeight = ‘bold’; } break; default: document.getElementById(“img_” +id+ “_” +num).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +num).style.fontWeight = ‘bold’; } } //–>

A escritora cearense Rachel de Queiroz – falecida em novembro de 2003 – em seu apartamento na Rua Rita Ludolf, no Leblon. 1993.

Como foiFui à casa de dona Rachel para fotografá-la para uma matéria da Veja. A escritora foi extremamente agradável, como de outras vezes. Mas, sobretudo, modesta. Depois das fotos, demonstrou-me seu desapego à egolatria. Quando lhe perguntei sobre o que achava da fama, ela respondeu: – Greta Garbo já dizia que passa-se uma metade da vida à procura da fama. E a outra metade, usando óculos escuros para esconder-se dela. Orlando Brito.

Itamaraty montou stand na COP-15

Orlando Brito

Foto

<!– function paginaSlideShow218340(id, num) { var index = -1; for (var i = 1; i 1) { //alert(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)); document.getElementById(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.fontWeight = ‘bold’; } else if (index != -1) { document.getElementById(“img_” +id+ “_” +index).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +index).style.fontWeight = ‘bold’; } break; default: document.getElementById(“img_” +id+ “_” +num).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +num).style.fontWeight = ‘bold’; } } //–>

O stand montado pelo Itamaraty no Bella Center (foto), durante a Conferência do Clima em Copenhague, foi local de palestras de vários setores ligados ao tema. Também tiveram voz representantes do empresariado brasileiro, entre eles a Camargo Corrêa, o BNDES, a Vale do Rio Doce, a Fiesp e a CNA. A senadora Kátia Abreu, falando em nome do agro-negócio, encerrou seu ciclo de palestras dizendo que os ambientalistas não podem desconsiderar os problemas da produção de alimentos, assim como os produtores rurais têm de levar em conta as preocupações ambientais. (Orlando Brito, de Copenhague)

Congresso aprova crédito extraordinário

<!– function paginaSlideShow218359(id, num) { var index = -1; for (var i = 1; i 1) { //alert(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)); document.getElementById(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.fontWeight = ‘bold’; } else if (index != -1) { document.getElementById(“img_” +id+ “_” +index).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +index).style.fontWeight = ‘bold’; } break; default: document.getElementById(“img_” +id+ “_” +num).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +num).style.fontWeight = ‘bold’; } } //–>

O Congresso aprovou nesta quarta (16) oito projetos que abrem crédito extraordinário para diversos ministérios e órgãos públicos. Entre eles, estão R$ 16,3 milhões ao Supremo Tribunal Federal, à Justiça Eleitoral, à Presidência da República e ao Ministério Público da União. Também foi aberto crédito R$ 2,2 milhões, ao Orçamento da Seguridade Social para, entre outras destinações, ser usado pelo Ministério do Desenvolvimento Social.

Chávez condena capitalismo na COP15

<!– function paginaSlideShow218356(id, num) { var index = -1; for (var i = 1; i 1) { //alert(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)); document.getElementById(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.fontWeight = ‘bold’; } else if (index != -1) { document.getElementById(“img_” +id+ “_” +index).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +index).style.fontWeight = ‘bold’; } break; default: document.getElementById(“img_” +id+ “_” +num).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +num).style.fontWeight = ‘bold’; } } //–>

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, aproveitou seu discurso na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP 15) para atacar o capitalismo, definido por ele como o “grande mal do mundo”. Em uma analogia às palavras usadas por Karl Marx e Friedrich Engels, o mandatário venezuelano acusou os países ricos de “irresponsabilidade e falta de vontade política” para alcançar um acordo. Além do discurso do venezuelano, o dia foi marcado pela confusão e desorganização da conferência. Assista aqui o vídeo.

CPMI do MST fica para fevereiro

José Cruz/ABr
Foto
REUNIÃO DE INSTALAÇÃO DA CPMI DO MST NO CONGRESSO

<!– function paginaSlideShow218348(id, num) { var index = -1; for (var i = 1; i 1) { //alert(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)); document.getElementById(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.fontWeight = ‘bold’; } else if (index != -1) { document.getElementById(“img_” +id+ “_” +index).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +index).style.fontWeight = ‘bold’; } break; default: document.getElementById(“img_” +id+ “_” +num).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +num).style.fontWeight = ‘bold’; } } //–>

A CPMI do MST vai iniciar os trabalhos em fevereiro do ano que vem. A comissão tvai investigar um esquema de repasse ilegal de recursos públicos ao Movimento dos Sem Terra. Nesta quarta (16), os integrantes da CPMI aprovaram o cronograma da comissão que inclui audiências, análise de requerimentos e “visitas de autoridades”, e nada de convocações. Entre as instituições que deverão participar de oitivas da CPI está o Tribunal de Contas da União, a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União. Foram poupados os ministros Reinhold Stephanes (Agricultura) e Guilherme Cassel (Desenvolvimento Agrário).

Olha o clima!

Olha o clima!

Congresso paraguaio vetará Venezuela

http://www.congresso.gov.py
Foto
LIDER DO CONGRESSO PARAGUAIO, MIGUEL CARRIZOSA

<!– function paginaSlideShow218344(id, num) { var index = -1; for (var i = 1; i 1) { //alert(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)); document.getElementById(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.fontWeight = ‘bold’; } else if (index != -1) { document.getElementById(“img_” +id+ “_” +index).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +index).style.fontWeight = ‘bold’; } break; default: document.getElementById(“img_” +id+ “_” +num).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +num).style.fontWeight = ‘bold’; } } //–>

O presidente do Legislativo paraguaio, Miguel Carrizosa, afirmou hoje que o Congresso do país deverá rejeitar a entrada da Venezuela no Mercosul devido às tentativas de ingerência que são empreendidas pelo presidente Hugo Chávez. “Os irmãos venezuelanos vão nos desculpar, mas enquanto Chávez se mantiver nessa atitude intervencionista, não vamos dar a aprovação para a entrada da Venezuela no Mercosul”, afirmou Carrizosa. A informação é da agência Ansa. Fonte: www.claudiohumberto.com.br

Anúncios
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

Liked it here?
Why not try sites on the blogroll...