religiosa

>Homens que ganham menos traem mais…

Posted on agosto 20, 2010. Filed under: casais, dinheiro, fraude, infidelidade, mulher, Mulheres, pesquisas, religiosa, rendimento, trair, Universidade de Cornell |

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Um novo estudo descobriu que os homens são mais propensos a fraude se o seu rendimento é muito inferior ao que sua esposa ou parceira faz com que, enquanto as mulheres são mais propensas a brincar se fazem mais seu marido ou parceiro.
Os resultados sugerem que as disparidades em moneymaking desempenhar um papel significativo na infidelidade, pelo menos entre os casais jovens que estudaram.
“Com as mulheres, eram menos prováveis acoplar no infidelidade menos o dinheiro que eles fazem em relação ao seu marido”, disse o estudo autor Christin Munsch. “Mas para os homens, menos dinheiro que você faz em relação ao seu esposo, o mais provável que você se envolver em infidelidade.”
Munsch, um estudante graduado na Universidade de Cornell, disse que ela veio com a idéia de estudar os efeitos da renda sobre infidelidade após ouvir de um amigo que foi traída por seu parceiro. Ele disse Munsch que “fez todo o dinheiro, ela tinha todos os amigos, e ele subiu lá para estar com ela. Sentiu-se completamente impotente.”
Enquanto houve pesquisas anteriores à infidelidade, não olhar para as diferenças de renda entre os casais, Munsch disse.
Então, ela examinou os resultados de uma pesquisa nacional que acompanhou 9.000 pessoas a partir de 1997, quando eram crianças. Ela se concentrou nos resultados do exame de 2001-2007, quando os participantes tinham entre 17 e 27 anos de idade.
Os resultados são programados para ser liberados segunda-feira na reunião anual da Associação Sociológica Americana, em Atlanta.
Munsch descobriu que quase 7 por cento dos homens relataram ter sexo fora do relacionamento, entre 2002 e 2007, enquanto cerca de 3 por cento das mulheres o fizeram. Homens negros e hispânicos eram mais prováveis do que homens brancos de ter enganado cerca.
Dois fatores de estilo de vida, ensino superior e da prática religiosa regular, parecem ajudar a manter a infidelidade na baía para homens e mulheres, constatou o estudo.
Mas os fatores que têm a ver com o dinheiro – como o homem que faz mais ou menos de sua esposa ou companheira – que aumentam o risco de infidelidade, Munsch disse. Mas ela advertiu que “estamos a falar de números muito pequenos.”
Se você for uma mulher e “fazer mais dinheiro do que o seu parceiro, o seu parceiro não é 100 por cento de probabilidade de fraude”, ressaltou.
Ainda assim, o dinheiro parece ser um fator significativo.
Homens que fazem menos do que suas esposas podem inclinar-se para a infidelidade, porque eles sentem uma “ameaça identidade de gênero”, Munsch especulou.
“A gama de comportamentos aceitáveis para os homens é muito mais estreita” quando se trata de uma relação dinâmica, como os que envolvem finanças, disse ela. “É mais difícil de bater essa marca, porque isso é uma pequena marca. Se você não está batendo a marca, você pode se sentir ameaçado”.
Na outra extremidade do espectro, a infidelidade parece aumentar quando um parceiro fez muito mais dinheiro do que o outro. E isso era verdade se o homem ou a mulher era o assalariado grande.
“Se você trabalhar longas horas e têm mais renda disponível, é mais fácil de esconder a infidelidade,” Munsch fundamentado. Por exemplo, despesas extraordinárias cobradas em cartões de crédito pode passar despercebida. Além disso, ela disse, as pessoas que ganham mais dinheiro também podem viajar com frequência e conhecer muitas pessoas do sexo oposto.
Helen Fisher, antropóloga e professora de pesquisa da Universidade Rutgers, disse que faz sentido que os homens com mais dinheiro seriam mais propensos a brincar.
“Ele provavelmente viaja muito e unidades de carros melhores, e provavelmente ele está em restaurantes finos. Ele é o tipo de publicidade dos recursos que as mulheres estão à procura de uma perspectiva evolucionária,” disse ela. “Em todo o mundo, as mulheres vão para os homens que estão no topo da pilha.”
Mas há menos razão, a partir de uma perspectiva evolucionária, para um homem perdido se ele faz menos dinheiro do que sua parceira, ela disse. “Você acha que um homem gostaria de ficar por esses recursos a si mesmo. Isso pode ter mais de uma explicação puramente psicológica.”
Quanto às mulheres, disse ela, a riqueza traz-lhes um maior poder para fazer o que eles querem, se é sair de um relacionamento ruim ou ter um caso.
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>A burrice na velocidade da luz

Posted on novembro 25, 2009. Filed under: Ahmadjinnejad, Beatles, Bob Kennedy, Bolsa-Família, burrice, Chávez, clara, eficiente, excitante, , ideologias, Luther King, luz, racismo, religiosa, velocidade |

>Arnaldo Jabor

A burrice mais crassa toma o poder no mundo. Claro que é uma generalização, mas a crescente complexidade da vida social, a superpopulação , o fracasso de ideologias, tudo leva ao declínio da esperança e conduz os homens a busca da “fé”. A fé é aquilo em que acreditamos contra todas as evidencias. Cai o teto da igreja, os fieis morrem e os sobreviventes continuam a louvar Deus. E não só fé religiosa; mas política.

Depois de um momento de esperança, de que tudo mudaria com Obama, vemos como ele é barrado pela muralha da estupidez e em breve do racismo. A democracia com suas complexidade traz a fome de autoritarismo.

A grande sedução do simplismo (e do mal) é que ele é uno, com contornos concretos, visível. Mata-se um sujeito e ele vira uma “coisa” dominada.

Nada mais claro que um cadáver, decapitado no Iraque ou na favela do Rio. Por outro lado, a democracia, pressupõe tolerância, controle da parte maldita animal, implica em renuncias, e na angustiosa contemplação da diferença.

A estupidez, não: ela é clara, excitante, eficiente.

E´ a vitória da testa curta, o triunfo das toupeiras. Inteligência é chata com seus labirintos. Inteligência nos desampara; burrice consola, explica. O bom asno é bem-vindo, o inteligente é olhado de esguelha. Na burrice, não há duvidas. A burrice não tem fraturas. A burrice alivia – o erro é sempre do outro. A burrice é mais fácil de entender. A burrice é mais “comercial”. A burrice ativa e auto-confiante parece uma forma perversa de “liberdade”. A burrice é a ignorância com fome de sentido. O problema é que a burrice no poder chama-se “fascismo”. Há tempos, me impressionou a declaração de austríacos nazistas: “Votamos no Haider (o neonazista) porque não aguentamos mais a monotonia da política, o tédio do “bem”, do “correto”. Sente-se no ar uma fome de chefes. Ninguém se liga muito na liberdade fraternal. O sucesso planetário dos evangélicos, as massas delirando com ídolos de rock, com ditadores como Chávez, Ahmadjinnejad mostram a solidão da democracia diante dos anseios por slogans irracionais, pelo fundamentalismo da crueldade pratica, das “soluções finais”.

Nos anos 60, havia o encantamento de uma nova era, com a gloria da juventude, a alegria da democracia criativa; achávamos que a ciência e a arte iam nos trazer uma nova beleza de viver. Em 68, não foram apenas as revoltas juvenis que morreram; começou a uma vida congestionada, sem espaço para sutilezas de liberdade. 1968 virou o mundo para a direita, depois de um breve e claro instante. Assassinarem Luther King, Bob Kennedy, Praga livre foi massacrada. Na cultura, os anos 70 começaram com a frase profética de Lennon de que “o sonho acabara” e, logo depois, com a morte sintomática de Janis Joplin e Hendrix, com o fim dos Beatles e com a chegada dos caretas “embalos de sábado à noite”. Parece bobagem, mas uma falsa “liberdade” careta (disfarçada de “revolta”) virou o principal produto do mercado de massas – a volta da burrice foi triunfal.

Claro que o mundo está muito mais informado, comunicando-se horizontalmente, digitalizado pelos milagres da tecnologia da informação, internet etc…claro. Mas, os efeitos colaterais são imensos. Vejam nos twitter e orkuts da vida a burrice viajando na velocidade da luz.

Junto com a revolução da informação há a restauração alegre da imbecilidade. Lá fora, Forrest Gump, o heroi-babaca, foi o precursor; Bush foi seu sucessor, orgulhoso da própria burrice. Uma vez em Yale, ele disse: “Eu sou a prova de que os maus estudantes podem ser presidentes dos USA”.

Atenção: não penso em Lula no Brasil, não. Ele é inteligentíssimo e tem a sagacidade de usar a ignorância não só como medalha de sucesso ( “Eu era ignorante e venci”), mas sabe também, brilhante e pragmático, que as plataformas políticas tem de ser obvias e de fácil leitura.

Vai explicar o que é “subperonismo” para as massas do Bolsa Família…

Daí, uma das razões para o “nada” da oposição atual tucana : a dificuldade de se formular uma plataforma suficientemente burra para ser entendida. No Brasil, contaminado pelo ar-do-tempo, a fome de simplismo domina a politica, a cultura e a vida social. Vivemos em suspense, pois o pensamento petista dominante entre acadêmicos e intelectuais (mesmo os que se opõem, têm medo de ser “contra”) continua com a idéia de “confronto”, de “luta de classes”, de “tomada do poder”, como tumores inoperáveis na cabeça.

Isto cria também entre nós apenas um ânimo de queixas e rancor diante da vitória acachapante do “lulismo”. Não há mais polemicas; apenas a aceitação do atual governo como um destino inevitável.

Lula não é filho do Brasil não; é o “cavalo” do Brasil nele baixaram todos os desejos simplistas da população, que ele executa com maestria e maquiavelismo. Muita gente acha que a burrice é a moradia da verdade, como se houvesse algo de “sagrado” na ignorância dos pobres, uma sabedoria que pode desmascarar a “mentira inteligente” do mundo. Para eles, só os pobres de espírito verão Deus, como reza a tradição.

Lula pensou, brilhantemente:

“Sabe o que mais? O Brasil é burro demais para uma política sofisticada. Vou manter a macroeconomia que o FHC deixou e aceitarei toda a canalhice do sistema político; é a única maneira de governar”. E´ incrível, porque a mistura de sorte na economia mundial com esta “sabedoria da ignorância” tem dado alguns bons resultados.

Há no ar uma fome de regressismo autoritário, como se do casebre com farinha, paçoca e violinha, viessem a solidariedade e a paz que deteria a marcha do mercado voraz. É espantoso, repito: um mundo cada vez mais complexo e evoluído na tecnociência anseia pela obviedade autoritária. Do Islã à velha esquerda queremos o maniqueísmo e o voluntarismo grosso.

Outro dia, vi um daqueles “bispos” de Jesus de terno-e-gravata na TV, clamando para uma multidão de fieis: “Não tenham pensamentos livres; o Diabo é que os inventa!”

Fonte: A Gazeta

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