Road Show

>Empresas são atraídas a Cuiabá pela Copa 2014

Posted on agosto 21, 2010. Filed under: construção, construção civil, Copa, Copa 2014, CUIABÁ, Hidrelétricas, Indústria, Mato Grosso, Road Show, Tendências |

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A construção civil cresce em números representativos no Estado e o anúncio da Copa em Cuiabá acelerou o processo, juntamente com programas do governo federal de incentivo à aquisição da casa própria, como é o caso do Programa Minha Casa Minha Vida. Para este ano, a expectativa do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Mato Grosso (Sinduscon) é de que o crescimento seja equivalente ao nacional, de 10%, com possibilidades de superar. Pensando nisso, um grupo de empresas está realizando o Road Show, um circuito de palestras pelas 12 cidades sede da Copa com as tendências e novidades que podem acrescentar tanto em grandes obras como em empreendimento de menor porte.
Todo este incremento faz com que o mercado demande por tecnologias que proporcionem economia de tempo e dinheiro, e solucionem problemas como a falta da mão-de-obra. De olho neste mercado, a SH, indústria e fornecedora de fôrmas, andaimes e escoramentos investe em mercados em crescimento, como é o caso de Mato Grosso. O grupo que trabalha há 40 anos no país e tem bases nas regiões Nordeste e Sudeste, possui um escritório em Cuiabá e visa inaugurar uma unidade no Estado.
O diretor comercial da SH, Wolney Henriques do Amaral, diz que antes de montar uma unidade é preciso que o mercado aponte uma demanda que garanta negócios por um prazo mínimo de 10 anos, situação que aparenta ser a realidade estadual.
A SH comercializa e aluga fôrmas para concretagem, por exemplo, que eliminam o uso de tijolos e aceleram o processo de construção. O gerente da unidade de Brasília, que administra Mato Grosso, Carlos Batalha, explica que os equipamentos são uma solução para a carência de mão-de-obra e a corrida contra o tempo.
O presidente do Sinduscon, Cezário Siqueira, diz que a tecnologia é uma carência no Estado em virtude da distância dos centros de distribuição. “Verificamos que o aluguel de tecnologias como essa é viável, mas devido ao preço do frete e à carência de manutenção, temos que improvisar e desenvolver técnicas que supram a deficiência”.
A SH já atua no Estado em parceria com duas construtoras e na construção de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH), mas pretende ampliar os negócios e viabilizar a tecnologia. De acordo com o Sinduscon, há muita demanda por mão-de-obra qualificada e nunca houve tanto investimento por iniciativa dos empresários na qualificação profissional e por isso a técnica é bem vinda. Fonte: A Gazeta
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