Sapezal

>Concurso da Prefeitura de Sapezal(MT) abre 56 vagas com salário até R$ 11.500,00

Posted on dezembro 21, 2010. Filed under: Sapezal |

>

Concurso em Sapezal – A Prefeitura de Sapezal-MT, abriu concurso público  com 56 vagas para diversos cargos de nível técnico e superior. 
Cidade de Sapezal, Mato Grosso
Salários oferecidos
Os remuneração oferecida para os selecionados ficam entre R$ 1.426,54 e R$ 11.500,00.
Inscrições de 27 de dezembro a 14 de janeiro/2011
Os candidatos devem se inscrever pelo site www.grupoatame.com.br entre os dias 27/12/2010 a 14/01/2011. A taxa varia entre R$ 60,00 e R$ 100,00.
As provas acontecem no dia 30/01/2011.
Anúncios
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Concurso da Prefeitura de Sapezal oferece 118 vagas

Posted on maio 26, 2010. Filed under: Concurso de Sapezal, concurso público, IPEDMT, Sapezal |

>A Prefeitura Municipal de Sapezal realiza concurso público com a oferta de 118  vagas em vários cargos em todos os níveis de escolaridade. 

Vista aéria da cidade de Sapezal – MT



Vagas e salários
As vagas em  nível Alfabetizado, Fundamental, Médio, Técnico e Superior, com carga horária de 40 a 44h semanais e remuneração variada entre R$ 621,05 a R$ 1.570,08.

O valor da taxa de inscrição varia entre R$ 40,00 a R$ 80,00.

Inscrições de 17 de maio a 18 de junho
As inscrições serão realizadas no período de 17 de maio de 2010 a 18 de junho de 2010, exclusivamente, via internet, através do site do Ipedmt  

O Concurso de Sapezal é organizado pelo IPEDMT, Instituto de Pesquisa, Desenvolvimento e Gestão, a abertura de inscrições ao Concurso Público de Provas e Títulos, será de provas com valoração de títulos para os cargos de:

Professor de Artes, Educação Física, Geografia, Inglês, Matemática, Pedagogia,  Pedagogia/Educação Infantil, e exclusivamente de provas para os demais cargos.

As provas do Concurso Sapezal IPEDMT estão previstas para o dia 18 de julho de 2010, em horário único e locais a serem divulgados através de Edital próprio que será na Prefeitura, através de jornal com circulação no município e através do portal eletrônico da empresa organizadora do concurso com antecedência mínima de 10 dias.

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>A região norte de Mato Grosso deu o pontapé para colheita do milho safrinha 2010

Posted on maio 22, 2010. Filed under: Aprosoja, colheita, Mato Grosso, milho, safrinha, Sapezal, Sorriso |

>A região norte de Mato Grosso deu o pontapé para colheita do milho safrinha 2010. Mesmo com informações de colheitas feitas ainda no final da semana passada, produtores da região dizem que por enquanto os volumes extraídos são considerados inexpressivos e bem pontuais. As lavouras que recebem as colheitadeiras neste momento são aquelas que tiveram o cereal semeado no final de janeiro.

Colheita de milho em Mato Grosso

Como explica o recém-empossado presidente do Sindicato Rural de Sinop (503 quilômetros ao norte de Cuiabá), Ilson José Redivo, a falta de umidade nas lavouras fez com que alguns produtores da região reiniciassem os trabalhos no campo. A colheita, considerada ainda inexpressiva, não oferece subsídios para se avaliar os efeitos da estiagem sobre a safrinha 2010. “Mas, é certo que a produtividade será menor porque a estiagem, severa, comprometeu o desenvolvimento do grão”.

Como explica Redivo, o milho que começa a ser colhido na região de Sinop foi cultivado no final de janeiro e a lavoura mais tardia, no final de fevereiro. “O forte da colheita, o pico da região, acontece entre a segunda quinzena de junho e a segunda quinzena de julho. A partir deste período será possível comparar produtividades e analisar resultados.

O presidente licenciado do sindicato, Antônio Galvan, estima que o município de Sinop tenha cultivado neste ciclo cerca de 60 mil hectares de milho safrinha, já a região norte 1 – formada por municípios no eixo da BR 163, acima de Sorriso e Lucas do Rio Verde – com mais de uma dúzia de cidades teria cerca de 500 mil hectares plantados com o grão.

O presidente do Sindicato Rural de Sapezal (município a 480 quilômetros ao noroeste de Cuiabá), Guarino Fernandes, conta que o milho está seco e assim, pronto para ser colhido. “Estive a semana toda fora e não tenho conhecimento de colheita ainda, mas da estrada se vê que o milho está seco e certamente, se a colheita não foi iniciada por ninguém aqui no noroeste, está prestes a começar”.

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Famato), Rui Prado, explica que nesta reta final de maio é comum o início da colheita em pequenas porções e de forma bem pontual, porém ela observa que o longo período sem chuvas possa de alguma forma ter antecipado a maturação das lavouras e, por isso, o milho esteja pronto para colheita em várias propriedades mato-grossenses. Rui, que é produtor em Campo Novo do Parecis (396 quilômetros ao noroeste de Cuiabá), anunciou que começa a colher milho nesta segunda-feira. “Como não fui um dos primeiros a plantar e já vou colher, acredito que outros produtores estejam colhendo há algum tempinho”.

O produtor da região sul-mato-grossense, João Carlos Diel, disse ontem que não há registros de colheita ainda e que os trabalhos deverão ter início em cerca de 15 dias.

IMEA – O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) deverá divulgar na próxima semana nova estimativa de safra ao milho safrinha. Por enquanto, a atual temporada que chegou a ser projetada em mais 9,5 milhões de toneladas, e até em 10 milhões, foi revisada em levantamento do mês passado para baixo, em torno de 8,73 milhões. O volume previsto em abril, apesar de 8,6% abaixo da primeira estimativa, se confirmado, estará 2,7% acima dos 8,50 milhões de toneladas colhidas no ano passado. No mesmo levantamento de abril já havia a projeção de quebra de 14% na produtividade, na comparação o resultado do ano passado, com o rendimento passado de 84 sacas por hectare para 72 sacas.

Conforme dados do Imea, a região médio norte concentra mais de 47% dos hectares cultivados com o milho nesta safra, ou 982,82 milhões de hectares, dos mais de 2 milhões semeados com o grão. Em seguida está a região sudeste, com participação de 24,80%, ou pouco mais de 418 mil hectares.

APROSOJA – De acordo com informações divulgadas na última quinta-feira pela Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado (Aprosoja/MT), Sorriso – maior produtor de soja do país – espelha a situação da região médio norte mato-grossense. Segundo a Somar Meteorologia, em abril choveu apenas 7,3 milímetros (mm), uma brusca redução de 95% em relação à média climatológica ideal prevista de 138,3/mm para o município.

As condições climáticas desfavoráveis também foram registradas em Sapezal, no oeste mato-grossense. No município, as precipitações em abril ficaram 47% abaixo da média esperada de 197,1/mm, com chuvas de 104/mm. A região teve no mês passado o segundo menor volume de chuva registrado dos últimos dez anos, ficando à frente apenas do ano de 2001, quando choveu 93/mm em abril. Fonte: Diário de Cuiabá

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Campo Verde é a 2ª cidade entre as 100 no ranking do PIB agropecuário do Brasil

Posted on dezembro 18, 2009. Filed under: Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Diamantino, Lucas do Rio Verde, Mato Grosso, Nova Mutum, Primavera do Leste, Sapezal, Sorriso |

>

Das 100 cidades com maior Valor Adicionado Bruto (VAB) da agropecuária em 2007, 22 são de Mato Grosso. Campo Verde aparece com a segunda melhor posição no ranking nacional, perdendo apenas para São Desidério, na Bahia. Entre os 15 primeiros da lista, 8 cidades são mato-grossenses e além de Campo Verde aparecem Sapezal (3º lugar), Sorriso (4º), Primavera do Leste (7º), Campo Novo do Parecis (8º), Diamantino (10º), Nova Mutum (12º) e Lucas do Rio Verde (15º). As cidades estaduais tiveram um VAB de R$ 5,8 bilhões naquele ano. A lista consta no estudo sobre o Produto Interno Bruto dos Municípios (2003 a 2007), divulgado nesta quarta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Campo Verde MT

O VAB é a medida econômica para mensurar o Produto Interno Bruto (PIB). A participação das cidades mato-grossenses nesta lista é, na análise do economista Anaor Carneiro, uma demonstração da força do agronegócio local, que vem proporcionando o desenvolvimento de várias regiões do Estado. “Tanto é que essas cidades estão registrando um crescimento médio de 8% a 10% a cada ano, puxado pelo setor agropecuário”.

Na opinião do economista, este resultado positivo para o Estado de uma maneira geral também é reflexo de um trabalho que vem sendo feito pelo governo estadual, na atração de novos investimentos. Como consequência, ele cita a geração de emprego e renda para os municípios, fazendo com que o crescimento seja pulverizado e tenha um efeito multiplicador, que é justamente as conseqüências positivas registradas por outros setores econômicos como comércio e serviços.

“Para o futuro prevemos perspectivas favoráveis, para essas mesma cidades, que se transformaram em um pólo agroindustrial”, diz ao complementar que isso é motivado pela instalação de indústrias de beneficiamento, que está começando a operar nos municípios produtores de grãos e gado. Nos próximos anos, Carneiro que o Estado terá condições de exportar produtos semielaborados, agregando valor ao que é produzido em solo mato-grossense.

Além do VAB da Agropecuária, o IBGE divulgou também a posição ocupada pelos 100 maiores municípios no que se refere ao PIB Per Capita. Na lista, não ocupando as primeiras posições, aparecem a cidade de Campos de Júlio, com PIB de R$ 239,506 milhões em 2007; Alto Taquari com R$ 82,477 milhões; Santa Rita do Trivelato, com R$ 76,238 milhões, entre outras. O economista explica que neste caso, o PIB per capita é calculado pela soma das riquezas dividido pela população. “Geralmente essas cidades são pequenas, e o valor por pessoa acaba sendo elevado, o que não reflete em qualidade de vida no município”. Autora: Fabiana Reis Fonte: A Gazeta

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Alfredo da Mota Menezes escreve sobre a saida de Luiz Pagot candidato a governador em 2010

Posted on fevereiro 3, 2009. Filed under: eleições 2010, Jogo político em MT, Luiz Pagot, Sapezal, Wilson Santos |

>

No jogo da política

Alfredo da Mota Menezes

O afastamento da candidatura a governador do Luiz Pagot foi uma boa jogada política. Por alguns motivos.

1. A mexida deixou atônitos alguns atores da política no estado. Jaime Campos, que ensaiava fazer oposição, lugar que ele se dá bem, deve voltar atrás. Correligionários do seu partido, frente à nova situação, não vão deixar que ele vá para lados que não possa ter regresso depois.

O Sérgio Ricardo, com o recuo do Pagot, a quem ele gosta de acutilar, agora está sem saber para onde ir. Não tem forte presença no PR e articular internamente uma candidatura a governador não será tarefa fácil. Está também atônito com o novo momento.

2. Tira o foco do governo Maggi. Tem ainda muito tempo para terminar o governo dele. Não há mais como os aliados, pensando em ter apoio do grupo, atirar no seu governo.

3. Preserva o Pagot. Se lá na frente ele se mostrar viável, voltam a postular seu nome. Já estava apanhando muito e ele não tem ainda jogo de cintura para esse tipo de enfrentamento. Aquela reação a uma fala do Arthur Virgílio no Senado é uma prova disso. 4. O afastamento da candidatura abre espaço para se discutir um arco de aliança para 2010.

Aquela história de que o pessoal da botina não tinha ainda aprendido artimanhas de sobrevivência política parece que não pega mais. Aprenderam rápido. Tirar a candidatura do Pagot foi uma tacada das boas. Talvez o PR nem precise mais se reunir em Sapezal em fevereiro.

Ouvi uma discussão interessante sobre o Wilson Santos entre duas pessoas que nem eram do partido dele. Um arguiu longamente que o problema do Wilson é que ele não cumpre acordos políticos. O outro não concordava e dizia que, no geral, a regra na classe política é a de cumprir só os acordos de sua conveniência.

Ele achava que o principal problema nesse momento de ascensão política do Wilson é que ele não tem ainda cultura partidária. E que, sem isso, fica mais difícil impor liderança num grupo.

Não sei quem tem razão na discussão, mas o segundo ponto de vista tem alguma base na história política local. Com exceção do caso Blairo Maggi, que apareceu na política em uma específica circunstância, todos os outros episódios têm alguém com um pé em partido político.

Júlio Campos ganhou a indicação para ser candidato a governador em 1982 porque trabalhou no partido. Benedito Canellas não o fez e dançou. Carlos Bezerra era homem de partido, se fez ali. Aliás, até hoje está nisso. Jaime Campos segue a mesma trilha. Dante de Oliveira idem. Roberto França, Antero de Barros, Serys Marly, Jonas Pinheiro, todos tiveram vivência partidária.

Aquela pessoa que arguía que é importante a participação partidária de um líder dizia ainda que é ali dentro, no cara a cara, até com gente sem votos, no jogo do convencimento e nas atitudes, que se impõe a liderança.

Não é só voto que faz a liderança. Quantas pessoas têm votos e não consegue liderar? Aprender a agir dentro de um partido foi sempre um caminho para se chegar a lugares mais distantes na política. Essa tem sido a regra, casos diferentes são a exceção.

Fonte: Alfredo da Mota Menezes escreve em A Gazeta às terças, quintas e aos domingos. E-mail: pox@terra.com.br/site: http://www.alfredomenezes.com

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

Liked it here?
Why not try sites on the blogroll...