Saúde

>Luz vermelha: Governo Silval corta R$ 100 milhões do orçamento do estado

Posted on outubro 6, 2010. Filed under: Educação, Fundo de Exportação, governador Silval Barbosa, Governo Silval, Luz vermelha, Orçamento, Saúde, Segurança Pública, social |

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O sinal vermelho do déficit orçamentário e possivelmente financeiro disparou no Palácio Paiaguás ao ponto de o governador Silval Barbosa (PMDB) em sua primeira reunião com o secretariado após sua reeleição, cobrar rigor, determinação e corte profundo nas despesas preservando apenas os investimentos nas áreas essenciais de Saúde, Educação, Segurança Pública e Social. O governo admite cortar R$ 100 milhões;
“Temos um Estado equilibrado financeiramente, mas diante da possibilidade da União não fazer repasses devidos ao Tesouro Estadual que são superiores a R$ 500 milhões é preciso medidas de contenção”, pontuou o governador Silval Barbosa, assinalando que as dificuldades são momentâneas e que toda economia para o Poder Público é boa pois sobra mais recursos para se investir no interesse da sociedade.
Estima-se em R$ 250 milhões as dificuldades de fechamento do caixa do tesouro até o final do ano, mas o Estado admite algo em torno de R$ 100 milhões, mas justificando que tem valor muito maior a ser recebido da União
O secretário Chefe da Casa Civil, Eder Moraes, escalado como responsável para acompanhar os levantamentos que serão feitos e a adoção das medidas saneadoras, assinalou que em princípio o Estado pretende fazer uma economia de R$ 100 milhões no último trimestre de 2010, até mesmo para cumprir as metas da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e informou que o Estado pleiteia R$ 110 milhões devidos pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e outros R$ 60 milhões recolhidos a mais para o INSS, entre outros recursos devidos pela União.
Fora isso o secretário informou que espera a liberação do Fundo de Exportação (FEX) que soma R$ 256 milhões, recursos mais do que suficientes para se permitir que o Tesouro Estadual tenha um superávit nas suas receitas para este ano.
Os técnicos do Estado apontam que o melhor caminho agora é precaver para evitar problemas futuros, então os enxugamentos e cortes nas despesas agora podem representar no final do ano um superávit, como ocorrido nos últimos anos. “São medidas administrativas que em nada afetarão a prestação de serviços a sociedade”, disse o governador. Entre as áreas que sofrerão redução nos repasses estão a prestação de serviços como a locação de 1.980 veículos, com exceção das polícias Militar e Judiciária Civil; as contas de celulares pagos pelo erário, diárias, passagens, combustíveis entre outras.
Fonte: A Gazeta
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>Alemanha fabricará remédios à base de planta da maconha

Posted on agosto 19, 2010. Filed under: Alemanha, cannabis, doenças, haxixe, maconha, remédios, Saúde, tetrahidrocanabinol |

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Em Berlim palamentares alemães selaram acordo que legaliza o uso medicinal da canabis sativa no país, na quinta-feira, 19 de agosto.
Plantação de maconha
O principal composto químico psicoativo da cannabis é o THC (tetrahidrocanabinol), presente na maconha e no haxixe, considerado eficaz no combate à dor e no alívio dos sintomas provocados por doenças como câncer e esclerose múltipla.
Na quarta (18), o ministro alemão da Saúde, Philipp Rösler, afirmou que os pacientes poderão fazer uso de tais medicamentos para minimizar o sofrimento e as dores causadas por doenças.
O ministro informou que para aquisição de tais remédios é necessária uma receita especial para entorpecentes, devidamente preenchida pelo médico do paciente. Ele acredita que isso pode ser feito de maneira “relativamente rápida”, uma vez que já existem autorizações semelhantes em outros países europeus.
Rösler ainda explicou que não será necessária uma mudança na lei para permitir esse tipo de medicamento no país, apenas um decreto do ministério.
Os planos de mudança na legislação regulamentam o uso das drogas à base de cannabis e autorizam que hospitais especiais para doentes terminais e unidades de tratamento ambulante da dor possam manter estoques de entorpecentes para tratar seus pacientes.
Segundo o presidente da Sociedade Alemã de Terapia da Dor, Gerghard Müller-Schwefe, o novo decreto pode abrir um novo mercado de analgésicos no país. “Chegou a hora de limpar a imagem da cannabis.”
No entanto, a organização ACM (cannabis como medicamento) criticou a medida do governo, pois aponta que, na prática, a nova portaria não deve implicar em mudanças para os pacientes.
O diretor da organização, Franjo Grotenhermen, afirmou que os parlamentares decidiram que um medicamento pode ser liberado somente se um representante da indústria farmacêutica entrar com um pedido para tal.
“Até agora, há somente um pedido oficial para um remédio à base de cannabis, usado no combate da esclerose múltipla. Pacientes vítimas de outras enfermidades não terão acesso a medicamentos adequados”, disse o diretor.
Segundo informações da ACM, atualmente os remédios à base de cannabis sativa são obtidos com enorme dificuldade na Alemanha. Em todo país, existem apenas 40 pessoas com permissão oficial para usar esse tipo de medicamento. 
Fonte: Folha.com
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>Desigualdade de Mato Grosso tem cura

Posted on julho 16, 2010. Filed under: Desigualdade, Educação, Ipea, Mato Grosso, PIB, riqueza, Saúde, segurança, Wilson Santos |

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Autor: Wilson Santos
 
Para nossa tristeza e vergonha, o Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – acaba de confirmar o que temos dito com insistência: apesar da alardeada expansão da riqueza, Mato Grosso segue sendo um estado com alta concentração de renda, ou seja, economicamente rico e socialmente injusto.

De acordo com o chamado índice Gini – de 0 (zero) a 1, quanto mais próximo de zero, menor a desigualdade – Mato Grosso registrou em 2008 índice 0,54, marcando um desalentador 13º lugar na escala da distribuição de renda entre os estados brasileiros.

Embora seja equivalente ao nacional, esse índice de 0,54 se configura como expressão dramática, desumana até, da falta de políticas estaduais focadas na geração de oportunidades, quando comparado com o crescimento do Produto Interno Bruto – PIB – no mesmo período avaliado: entre 1995 e 2008, o PIB per capita mato-grossense cresceu 5,87%, enquanto a desigualdade ‘caiu’ um mísero ponto centesimal – de 0,55 para 0,54.

Sem desmerecer o esforço extraordinário e a competência do empresariado rural e urbano e de nossos trabalhadores, os números reluzentes de nossa produção agropecuária e agroindustrial não se reproduzem em justiça social, que só se dá pela distribuição de renda. Com um PIB de R$ 45 bilhões e uma população de pouco menos que três milhões de habitantes, Mato Grosso é, em tese, um estado rico. Na realidade, porém, é um estado com poucos muito ricos, muitos pobres e uma classe média ainda incipiente.

É alentador que o índice de pobreza extrema tenha caído em Mato Grosso, segundo o Ipea, de 20,8% em 1995 para 8,9% da população em 2008 – algo em torno de 260 mil pessoas resgatadas da miséria absoluta.

Contudo, a mesma ética que não permite discussão sobre como as pessoas são salvas, num primeiro instante, da fome e do infortúnio, impõe discutir como lhes assegurar meios para o sustento digno e a ascensão socioeconômica como direito sagrado.

Se, como atesta o índice Gini, do Ipea, a enorme riqueza produzida em Mato Grosso não tem contribuído para a redução das desigualdades, é óbvio que a responsabilidade não pode recair sobre os que geram, com esforço e competência, essa riqueza. Nem sobre os que não têm oportunidade de ajudar a construí-la.

Esse enorme débito social e humano recai sobre o governo do estado, que nos últimos sete anos fez estradas e pontes ‘estratégicas’, mas não construiu o caminho ‘simples’ e seguro para o desenvolvimento social: aquele que passa por investimentos em educação e qualificação profissional, em saúde, segurança e habitação, como única forma de gerar prosperidade coletiva. As pessoas não podem ficar para trás, todos têm que crescer juntos, e no mesmo ritmo, que o Estado.

Em meu governo vou buscar convergir todas as políticas públicas para apressar a redução dessas desigualdades. E o melhor e mais seguro caminho é valorizar o nosso maior patrimônio – o ser humano – investindo em educação pública de qualidade e em ensino profissionalizante capaz de preparar mão-de-obra para suprir demanda cada vez mais exigente.

Por isso tenho dito que vou ‘entupir’ Mato Grosso de escolas técnicas. Só com educação, formação profissional adequada poderemos falar de democratização de oportunidades e de ‘produto interno de felicidade’ em vez desse ‘PIB per capita’, que mascara a injustiça social.

Mato Grosso merece avançar e fazer o que ainda não fez: transformar a riqueza do grão em saúde, segurança e educação.

Wilson Santos é professor e candidato a governador de Mato Grosso

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>Novo chocolate que promete acabar com as rugas

Posted on maio 29, 2010. Filed under: antioxidantes, Barry Callebaut, chocolate, rugas, Saúde |

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Livrar-se das rugas pode ter se tornado uma tarefa mais fácil – e gostosa. Acaba de ser lançado um um chocolate que combate o envelhecimento da pele e promete acabar com as rugas. Batizado de Acticoa, o produto foi criado pelo maior fabricante de chocolates do mundo, o grupo Barry Callebaut. A receita da novidade contém antioxidantes naturais que protegem a pele de radicais livres prejudiciais.
Estudos mostram que o consumo de apenas 20 gramas do chocolate por dia podem ajudar a prevenir as rugas porque o produto hidratada e melhora a elasticidade da pele. A chave do sucesso da fórmula anti-idade do Acticoa é que ela consegue preservar o antioxidante natural chamado flavonol, encontrado nos grãos de cacau mas geralmente destruído durante o processo de fabricação do chocolate. O flavonol ameniza os danos causados à pele por cigarro, poluição, cafeína e falta de sono – fatores que aceleram o envelhecimento.
O Acticoa agrada o público, mas não convence muitos especialistas. O que, aliás, é comum entre os produtos “amigos da saúde” da Barry Callebaut. Nos últimos anos, a empresa colocou no mercado o chocolate probiótico, o que não faz mal aos dentes e até uma versão balanceada do produto, que possui mais nutrientes do que os normais. Atualmente, a companhia conta com 7.500 empregados em 26 países e fatura cerca de 8 bilhões de reais ao ano.
Harry Vriens, da Barry Callebaut, confia na aposta da empresa. “Chocolate e saúde parecem não se dar muito bem, mas fazem uma combinação interessante: se posso comer algo que seja bom para mim e que eu goste, isso é muito bom”, disse. Apesar da controvérsia, alguns cientistas garantem que o chocolate pode, sim, fazer muito bem à saúde. Estudos recentes revelam que o chocolate amargo ajuda a controlar a pressão e reduz riscos de derrame, já que possui grande quantidade de antioxidantes. Fonte: Veja
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>Saúde: Uma radiografia da maldade

Posted on maio 12, 2010. Filed under: Guiratinga, hospitais, radiografia, Saúde, Tesouro |

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  • WILSON SANTOS

    Após visitar trinta municípios, em nossa pré-campanha, começo a entender a lógica macabra que norteou o atual governo de Mato Grosso em relação à saúde pública: o desmonte da saúde no interior, com o propósito de sufocar e asfixiar Cuiabá.

    Diante disso, dizer que a degradação da saúde pública em Mato Grosso é uma fratura exposta que, por falta de intervenção eficaz, desencadeou infecção generalizada, seria ‘apenas’ valer-se de uma forte figura de linguagem.

    Na verdade, a situação expõe, com dramática crueza, até onde a insensibilidade de governantes pode afrontar a sensatez.

    Trata-se, portanto, de uma questão de ética pública e até de moral cristã: é possível ignorar-se a dor e o drama de um ser humano, em nome de uma ‘objetividade’ política que afronta princípios elementares, como o direito ao tratamento digno?

    Lamentavelmente, é isso que o governo que aí está tem feito, com sistemática persistência e trágicos efeitos diretos e colaterais.

    Na imensa maioria das três dezenas de municípios que visitamos até aqui, para colher de lideranças locais propostas para nosso plano de governo, o desmonte do sistema de saúde pública tem sido denunciado com dramática veemência.

    Nesse quadro de infecção generalizada, há exemplos tragicamente emblemáticos. Quando adolescente, ouvia com frequência que o melhor hospital do Estado estava em Guiratinga, para onde afluíam até os “desenganados”, como se dizia à época. Por décadas, o Hospital Santa Maria Bertila, fundando pelos salesianos e, depois, administrados por padres franciscanos, foi referência de proficiência médica.

    Com insidiosa aplicação, o atual governo estadual repetiu em Guiratinga a perversa receita: comprou, ainda em 2005, por R$ 500 mil, o Santa Maria Bertila, que acabara de fechar por falta de apoio. Anunciou investimentos de mais R$ 200 mil em equipamentos e, em 28 de junho daquele ano – portanto há quase exatos cinco anos – prometeu reabri-lo em seguida. Até hoje não cumpriu a promessa, e o histórico hospital se desfaz, vitima da mesma e trágica mazela que ataca os pacientes que já não pode receber e tratar: o abandono e a insensibilidade dos ‘poderosos’ de plantão.

    Se, da perspectiva humana é impossível encontrar um mínimo de lógica na loucura que move o governo a gastar dinheiro público na aquisição de hospitais privados para…fechá-los, do ponto de vista da “política” mais perversa, a monstruosidade se explica.

    Desmontar a estrutura de saúde no interior significa, como se viu, inundar Cuiabá com uma demanda tal que sufoque e desmoralize a rede pública da Capital. Nessa conta macabra, as vidas que se perdem não contam. Só os resultados ‘eleitoreiros’ que alguns pensam auferir.

    Não longe de Guiratinga, Tesouro não tem sequer uma aparelho de raio-X, o que obriga a grandes deslocamentos de pessoas com problemas relativamente simples, onerando o sistema já falido e ampliando os riscos de acidentes em viagens de ambulâncias igualmente sucateadas.

    Em Cuiabá, e seguindo a mesma e perversa receita, o governo que aí está comprou e fechou dois hospitais sem que tenha acrescido, em troca, um único leito.

    Em número muito aquém do desejável, os hospitais regionais se deterioram na medida em que a demanda aumenta por falta de uma mínima hierarquização – que exige suporte de equipamentos e de pessoal – do atendimento.

    Há casos em que equipamentos sofisticados ‘mofam’ há anos, inutilizados sob o peso da burocracia que impede sua instalação. Aflige e constrange constatar que a hemorragia da insensibilidade pública exaure as veias da população pobre que, às vezes a centenas de quilômetros de um ‘socorro’, depende da ‘ambulanciaterapia’, única ‘alternativa’ de saúde que este governo incrementou – agora se sabe porque: quanto mais veículos, mais margem…

    Felizmente, com os investimentos que fizemos em profissionais, equipamentos e estrutura, o sistema de saúde de Cuiabá pode responder a essa demanda ampliada pelo “descaso planejado” do governo estadual.

    Está mais que na hora de estancar esse processo desumano de degradação de uma política pública que trata diretamente com a vida.

    Voltaremos ao tema.

    WILSON SANTOS (PSDB) é ex-prefeito de Cuiabá e pré-candidato ao Governo do Estado de Mato Grosso.

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>De boca em boca

Posted on abril 18, 2010. Filed under: Conversas de rua, Creatio, desenvolvimento econômico, Educação, esporte, interesse público, Mato Grosso, Saúde, Tribunal de Contas |

>Alfredo da Mota Menezes

O caso das organizações de “interesse público” que prestavam serviços a entidades e prefeituras é um dos comentários do momento. A primeira curiosidade sobre elas é que cada uma atua em áreas tão díspares como saúde, esporte, educação, desenvolvimento econômico, gerencia folha de pagamento, dá cursos, filmagens, toma conta de índios, assenta colonos ou fura poço.
Chamou a atenção a ousada e hábil ação do Creatio em prestar serviço ao Tribunal de Contas do Estado. O TCE é quem fiscaliza as contas das prefeituras e poderes constituídos. Ao ter esse acordo com o TCE, a organização deve ter se credenciado ainda mais junto a outras entidades, principalmente às prefeituras pelo estado. Um aval desses deve ter rendido ao grupo contratos diversos em diferentes áreas de atuação.
Na UFMT tem uma enorme discussão em andamento. Tenta-se diminuir o tempo que o professor tem para pesquisa e que ele se dedique mais à sala de aula. A regra que prevalecia era que o professor em pesquisa teria menos sala de aula.
Tem gente que argui que isso é uma invenção perversa de não sei onde para transformar algumas universidades brasileiras em centros de pesquisas e outras praticamente voltadas para o ensino. Outros motivos também são alegados, como o número excessivo de professores substitutos. Que, ao aumentar a carga horária dos professores, a intenção seria diminuir a quantidade dos substitutos.
Seja por esse ou aquele motivo, um argumento que ouvi é que se teria muita gente na pesquisa na UFMT e que, no final, não tem aparecido as publicações dessas pesquisas. Se não se mostra os resultados delas, se ela não for socializada com a sociedade, dá argumento aos defensores de mais sala de aula e menos gente na pesquisa
Corre por aí que, se a Serys ou o Abicalil perder a disputa para o Senado, um seria convidado para ser vice do Silval Barbosa. O candidato a governador do grupo não gostaria de ter o PT fragmentado numa campanha. Seriam convencidos em aceitar a vice com o argumento de ajudar o projeto maior, que é a eleição da Dilma Rousseff.
Não sei se isso ocorre pelo estado, mas pelo menos em Cuiabá e no meio da classe média o Pedro Taques está se confirmando como o segundo voto de muita gente. É um dado novo da eleição para o Senado.
Chama atenção a disparidade entre os resultados das pesquisas de opinião sobre eleição. Três semanas atrás, como exemplo, um instituto de pesquisa deu nove pontos percentuais de vantagem para José Serra contra Dilma Rousseff ou 36% a 27%. Outro instituto, numa pesquisa que saiu agora, mostrou que os dois candidatos estão empatados em 32%.
Não importa quem está com a razão, o que encabula é a desproporção entre eles. Errar por alguns pontos percentuais, dentro da chamada margem de erro, é aceito. Mas não do tamanho que se viu naqueles resultados.
Na eleição passada os institutos erraram feio. Ao invés de concordarem que erraram, para não se falar em má intenção, uma das explicações dadas pelos institutos na época foi que a “culpa” era do pesquisado que falava que ia votar em fulano e depois votava em sicrano. Devemos nos preparar para o estranho mundo das pesquisas eleitorais neste ano. Têm para todos os gostos, situações e tamanho, inclusive as de MT.



Alfredo da Mota Menezes . E-mail: pox@terra.com.br site: http://www.alfredomenezes.com

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>Câmara dos EUA aprova texto principal da reforma da saúde de Obama

Posted on março 22, 2010. Filed under: Barack Obama, Câmara dos EUA, Estados Unidos, presidente americano, Saúde |

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A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou, no fim da noite deste domingo, o texto principal do projeto do presidente Barack Obama que muda o sistema de saúde do país.
Aprovada com 219 votos a favor e 212 contra, a proposta precisava de 216 votos para passar na Câmara. A reforma é a principal bandeira da política doméstica do presidente americano. Se aprovado pelo Senado, o projeto deve seguir para sanção presidencial amanhã.
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>Dilma em rima

Posted on fevereiro 6, 2010. Filed under: alimentos, Cultura, Dilma em rima, economia, Educação, previdência social, reforma agrária, reforma tributária, Saúde, urbanização |

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Elas por ela: A saúde. A educação. A cultura. A economia. A urbanização. A previdência social. A paz urbana e rural. A ordem ambiental. A indústria nacional. A agricultura. A pecuária. A reforma agrária. A reforma tributária. A reforma política. A fome banida do cotidiano sem cidadania. A violência contida além da periferia nem sempre murada. A gestação assegurada. A infância protegida. A casa própria construída. A rua asfaltada. A avenida iluminada. A água tratada. A carteira assinada. A merenda nutritiva. A fronteira internacional de sentinela. A pátria verde e soberana. A pátria amarela e republicana. A pátria militar e civil. A pátria chamada Brasil. A pátria amada e gentil. A pátria idolatrada em cantos mil. A pátria miscigenada de geração em geração. A pátria de um povo cristão. A pátria de um povo trabalhador. A pátria de um povo unido em amor. A pátria de um povo fortificado pela liberdade. A pátria de um povo abençoado em solidariedade. A pátria de um povo movido pelo bem da humanidade. A pátria de um povo comprometido com a igualdade. A pátria de um povo em busca da candidatura ideal. A pátria de um povo além de uma faixa presidencial. A pátria de um povo aquém de um Palácio no Planalto Central. A pátria de um povo além de um Congresso Nacional omisso e inoperante. A pátria de um povo com mais de um governante eleito pelo voto popular, livre, secreto e universal.

Ela será a Dilma? Ela por nós sociedade organizada e constitucional. Ela por nós sociedade mergulhada em mais de um ato imoral. Ela por nós sociedade atingida por mais de uma greve geral. Ela por nós sociedade excluída do reajuste salarial. Ela por nós sociedade sem pronto socorro e sem hospital regional. Ela por nós sociedade condizente com o regime prisional cada vez mais ineficiente. Ela por nós sociedade sem autêntica democracia. Ela por nós sociedade em infinita poesia. Ela por nós sociedade dos poetas exilados e desaparecidos do território nacional. Elas por nós sociedade dos poetas com opinião publicada em jornal. Ela por nós sociedade dos poetas censurados por mais de um órgão federal. Ela por nós sociedade dos poetas em versos sem rasuras. Ela por nós sociedade dos poetas em versos sem remendos. Ela por nós sociedade dos poetas sem versos com adendos. Ela por nós sociedade dos poetas em versos sem ponto final. Ela por nós sociedade dos poetas em mais de uma expressão gramatical. Ela por nós sociedade dos poetas movidos pelo mesmo ideal. Ela por nós sociedade dos poetas sem qualquer palmeira imperial aonde cantou mais de um sabiá. Ela por nós sociedade dos poetas da quase tricentenária Cuiabá. Ela por nós sociedade dos poetas tomadores de guaraná ralado a mão. Ela por nós sociedade dos poetas cantadores do sertão. Ela por nós sociedade dos poetas de eleição em eleição. Sim ou não?

Autor: Airton Reis é poeta em Cuiabá/MT. E-mail: airtonreisjr@gmail.com – Fonte: A Gazeta

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>Mais apoio para a juventude tornaria o Brasil menos violento

Posted on janeiro 21, 2010. Filed under: Cultura, Educação, ensino superior, Ipea, jovens, juventude, Primeiro Emprego, Saúde, segurança |

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O governo brasileiro não dá prioridade para a juventude. As políticas voltadas para os jovens estão atrasadas e dão poucos resultados. Essa pelo menos é a avaliação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, Ipea, que lançou a pesquisa Juventude e Políticas Sociais no Brasil, uma análise da situação dessa população em relação ao acesso a diversos direitos, como educação, saúde, cultura e segurança.


Não se pode deixar de reconhecer que houve avanços, principalmente com a Constituição de 1988, quando ganhou mais importância o tema da criança e do adolescente. Há uma série de êxitos nas políticas para esse segmento, no entanto a inserção dos jovens nas políticas públicas é algo muito recente e de poucos resultados, isso o governo brasileiro precisa reconhecer e o Ipea tem toda razão ao lançar críticas às políticas públicas brasileiras.

O Brasil tem hoje uma população de 50 milhões de jovens (entre 15 e 29 anos), o que representa 26% do total de 190 milhões de brasileiros. Fazendo-se uma avaliação com dados nos números apresentados pelo Ipea, chega-se à conclusão, por exemplo, que 31% dos jovens brasileiros podem ser considerados pobres e apenas 13% têm acesso ao ensino superior na faixa etária dos 18 aos 24 anos.

Um outro ponto da avaliação do Ipea que chama a atenção é o fato que a juventude entrou na agenda de políticas públicas somente no final dos anos 90 e, apesar de alguns resultados positivos, ainda falta fazer muito nesse setor. Vale lembrar também que na educação existem gargalos a serem superados. Menos da metade dos jovens de 15 a 17 anos está cursando o ensino médio, etapa de ensino adequada para esta faixa etária, e apenas 13% dos jovens de 18 a 24 anos frequentavam o ensino superior em 2007.

Quando se fala em oportunidade de trabalho a situação ainda é mais grave. A maioria dos jovens precisa optar por trabalhar ou estudar e não existem políticas públicas voltadas para corrigir essa distorção. Vários programas já foram lançados, mas se perderam pelo meio do caminho. Basta lembrar o lançamento, com pompas, no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do programa “Primeiro Emprego”.

No papel era tudo muito bonito, mas na prática foi um fiasco pois o empresariado não teve o retorno que desejava do governo federal. Ficou para trás. As políticas públicas voltadas para a juventude, vale destacar mais uma vez, estão atrasadas e precisam ser reavaliadas. Fonte: A Gazeta

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>Governo federal corta repasse de recursos e Hospital Universitário fecha UTIs e o centro cirúrgico

Posted on janeiro 16, 2010. Filed under: Assistência Social, Bioquímica, Fisioterapia, Hemoterapia, Hospital Júlio Müller, Hospital Universitário, laboratorial, Nutrição, Saúde, UTIs |

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As Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e o centro cirúrgico do Hospital Universitário Júlio Müller (HUJM) fecham na segunda-feira (18). Com isso, 8 pacientes da UTI neonatal e 6 da UTI adulta terão que ser transferidos para outras unidades de saúde. Até ontem, a Superintendência do hospital não sabia para onde seriam encaminhadas essas pessoas. O centro cirúrgico, que comporta 3 leitos atualmente, também fechará com as UTIs paradas.


Somente com médicos e enfermeiros não é possível manter o hospital e é esse o quadro de funcionários que o Júlio Müller terá a partir de hoje, já que as escalas não poderão mais ser cumpridas com a redução das horas de trabalho pela Lei 11907 e pela Portaria 918. A única esperança é se a Justiça conceder uma liminar que impeça a redução dos plantões.


A superintendente interina do HUJM, Olga Takano, lembrou que deixarão de trabalhar as áreas de Assistência Social, Hemoterapia, Fisioterapia, Bioquímica, Nutrição e laboratorial. “O Júlio Müller iniciou o trabalho há quase 26 anos somente com professores e desde que internou o primeiro paciente tivemos que dar plantão”.


Das 6.132 horas liberadas pelo Ministério da Educação (MEC), 1.390 são para médicos e enfermeiros com ensino superior, o restante (4.742 horas) são para enfermeiros do ensino médio. “Eles (representantes do MEC) têm que disponibilizar outra forma (de financiamento)”.


Já estão fechados os pronto-atendimentos (PA) adulto e pediátrico, além de 60% da capacidade das unidades de internação clínica médica e pediátrica. Os 2 PAs eram responsáveis por atender 100 pacientes por dia ou em torno de 36 mil pessoas por ano.


Outras 2 questões agravam a situação do HUJM. Primeiro que a quantidade de horas extras estipuladas pelo MEC para os médicos e enfermeiros por ano não pode ultrapassar 90. Isso dá um “fôlego” para o hospital até final de fevereiro, já que a cota de 2010 já teria acabado.


A segunda questão é que, na Lei 11907, de acordo com Takano, as 10 mil horas de trabalho da equipe de apoio não foram contempladas. Engloba essa equipe as lavadeiras, o pessoal do setor de informática, os vigilantes, os motoristas das ambulâncias, os profissionais da manutenção elétrica e os que trabalham na caldeira (que atua no aquecimento da água).


Na quarta-feira (13), foi entregue a intimação da Justiça Federal à União, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e ao Hospital Júlio Müller para apresentarem informações sobre a situação da entidade. A Justiça agora terá que analisar os documentos recebidos para decidir sobre a manutenção ou não das horas para o plantão do hospital. Fonte: A Gazeta

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