Segurança Pública

>Luz vermelha: Governo Silval corta R$ 100 milhões do orçamento do estado

Posted on outubro 6, 2010. Filed under: Educação, Fundo de Exportação, governador Silval Barbosa, Governo Silval, Luz vermelha, Orçamento, Saúde, Segurança Pública, social |

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O sinal vermelho do déficit orçamentário e possivelmente financeiro disparou no Palácio Paiaguás ao ponto de o governador Silval Barbosa (PMDB) em sua primeira reunião com o secretariado após sua reeleição, cobrar rigor, determinação e corte profundo nas despesas preservando apenas os investimentos nas áreas essenciais de Saúde, Educação, Segurança Pública e Social. O governo admite cortar R$ 100 milhões;
“Temos um Estado equilibrado financeiramente, mas diante da possibilidade da União não fazer repasses devidos ao Tesouro Estadual que são superiores a R$ 500 milhões é preciso medidas de contenção”, pontuou o governador Silval Barbosa, assinalando que as dificuldades são momentâneas e que toda economia para o Poder Público é boa pois sobra mais recursos para se investir no interesse da sociedade.
Estima-se em R$ 250 milhões as dificuldades de fechamento do caixa do tesouro até o final do ano, mas o Estado admite algo em torno de R$ 100 milhões, mas justificando que tem valor muito maior a ser recebido da União
O secretário Chefe da Casa Civil, Eder Moraes, escalado como responsável para acompanhar os levantamentos que serão feitos e a adoção das medidas saneadoras, assinalou que em princípio o Estado pretende fazer uma economia de R$ 100 milhões no último trimestre de 2010, até mesmo para cumprir as metas da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e informou que o Estado pleiteia R$ 110 milhões devidos pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e outros R$ 60 milhões recolhidos a mais para o INSS, entre outros recursos devidos pela União.
Fora isso o secretário informou que espera a liberação do Fundo de Exportação (FEX) que soma R$ 256 milhões, recursos mais do que suficientes para se permitir que o Tesouro Estadual tenha um superávit nas suas receitas para este ano.
Os técnicos do Estado apontam que o melhor caminho agora é precaver para evitar problemas futuros, então os enxugamentos e cortes nas despesas agora podem representar no final do ano um superávit, como ocorrido nos últimos anos. “São medidas administrativas que em nada afetarão a prestação de serviços a sociedade”, disse o governador. Entre as áreas que sofrerão redução nos repasses estão a prestação de serviços como a locação de 1.980 veículos, com exceção das polícias Militar e Judiciária Civil; as contas de celulares pagos pelo erário, diárias, passagens, combustíveis entre outras.
Fonte: A Gazeta
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>Eleições 2010 em MT: “Segurança pública em Mato Grosso é piada” diz Wilson Santos no "Cadeia Neles"

Posted on agosto 3, 2010. Filed under: Cadeia Neles, eleições 2010, Mato Grosso, piada, Segurança Pública, TV Record, Wilson Santos |

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O candidato ao governo de Mato Grosso pela coligação “Senador Jonas Pinheiro”, Wilson Santos (PSDB), participou do programa “Cadeia Neles”, da TV Record, nesta terça-feira (03), onde falou sobre segurança pública. Durante a entrevista, Wilson disse que “é uma piada dizer que há segurança pública em Mato Grosso” e que o atual governo não se preocupou com esta área.

Um dos principais assuntos do programa foi o tráfico de drogas e a insegurança na região da fronteira de Mato Grosso com a Bolívia. Para Wilson, o estado não pode viver apenas de operações. “É necessário cobrar a presença das forças armadas nas fronteiras. Acredito que o próximo presidente também precisa ter pulso firme com a Bolívia. Infelizmente, o presidente Lula só tem passado a mão na cabeça de Evo Morales, o presidente boliviano”, afirmou o tucano.

Wilson disse que, nos últimos anos, as plantações de coca na Bolívia cresceram indiscriminadamente e que o governo do país não tem tomado medidas para conter o tráfico de drogas. De acordo com o candidato do PSDB, 80% da cocaína que a Bolívia produz entra no Brasil pela fronteira com Mato Grosso. “Dante defendeu claramente que as forças armadas devem assumir a defesa das fronteiras. O governo do estado não pode assumir sozinho. Vamos cobrar essa participação do governo federal”, ressaltou Wilson.

Entre as propostas apresentadas por Wilson durante o “Cadeia Neles”, está a reformulação do sistema carcerário no estado. Para ele, os presídios precisam ser transformados em centros produtivos, onde o detento irá trabalhar para pagar os gastos que representa para o governo. “Esta é uma boa alternativa. Os próprios presos querem trabalhar, porque esta é uma maneira de reduzir a pena”, explicou.

Para reduzir o envolvimento dos jovens com a criminalidade, o candidato disse que é preciso aumentar os investimentos na educação e citou os programas “Cuiabá Vest” e “Bolsa Universitária”, criados durante a gestão de Wilson como prefeito de Cuiabá. Segundo ele, o “Cuiabá Vest”, curso pré-vestibular gratuito, já ajudou mais de 2 mil jovens a ingressarem em um curso superior e assim, melhorarem suas perspectivas para o futuro.

As cidades do interior de Mato Grosso também sofrem com a insegurança. Os assaltos a bancos, por exemplo, se tornarem frequentes em cidades pequenas, onde o aparato policial é deficiente. Para solucionar a questão, Wilson Santos disse que é preciso levar as “tropas de elite”, que geralmente se concentram nas capitais, para os municípios do interior.

Wilson foi o segundo candidato a participar da rodada de entrevistas realizada pela TV Record. A participação do candidato teve início às 9h45, na Rádio CBN AM. Às 11h15 ele teve 15 minutos para falar sobre segurança pública no programa Cadeia Neles e ainda esteve presente no Jornal do Meio Dia, a partir das 12h30, onde foi entrevistado por 20 minutos.

O governador Silval Barbosa (PMDB) foi entrevistado na segunda-feira (02). Os próximos participantes serão Marcos Magno (PSOL) e Mauro Mendes (PDB), respectivamente.

Com assessoria
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>Mudança na Polícia Militar, sai Campos Filho e Silval nomeará Farias para comando-geral da PM

Posted on março 1, 2010. Filed under: coronel Campos Filho, coronel Farias, Palácio Paiaguás, PM, Polícia Militar, Segurança Pública |

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Coronel Osmar Farias já está praticamente confirmado no 
comando-geral da PM no lugar do coronel Campos Filho
O peemedebista Silval Barbosa, que assume as missões de comandar o Estado a partir de 31 de março e a candidatura de governador nas eleições de outubro pelo PMDB, decidiu que manterá o secretário de Justiça e Segurança Pública Diógenes Curado, mas vai substituir, de imediato, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Campos Filho. Na vaga nomeará o coronel Osmar Lino Farias, que hoje responde pela coordenadoria militar do Tribunal de Justiça. Farias já conduziu o Comando da Capital. Embora não admita publicamente, o vice-governador já formalizou o convite ao coronel para vir a substituir Campos Filho, que deve ser mandado para a reserva, já que superou o tempo de carreira para aposentadoria compulsória.
    
O comentário corrente nos bastidores, tanto junto aos militares quanto no Palácio Paiaguás, é que Campos Filho “se queimou” porque tem se dirigido mais aos secretários-chefes Alexander Maia (Casa Militar) e Eumar Novacki (Casa Civil), em detrimento de Diógenes Curado. Isso acabou gerando conflitos. Os dois secretários, que também deixam a administração junto com Blairo Maggi têm se empenhado para “segurar” Campos Filho no cargo. Outro complicador é o desgaste junto à tropa do comandante-geral. Silval tem afirmado aos aliados mais próximos que pretende “dar uma cara nova ao governo”, embora represente a continuidade da gestão Maggi, que começou em janeiro de 2003.
     
Estrutura e desafios
   A tendência é que a partir de abril, o coronel Farias, na missão árdua de intensificar o trabalho ostensivo num Estado onde o índice de violência sobe numa escala gradativa, passe a comandar um efetivo com 5,8 mil policiais militares, distribuídos nos 141 municípios. O quadro efetivo hoje é composto de 18 coronéis, 59 tenentes-coronéis, 82 majores, 159 capitães, 81 primeiros-tenentes e 67 segundos-tenentes, além de subtenentes (31), primeiros-sargentos (32), segundos-sargentos (66), terceiros-sargentos (447), cabos (1.297) e soldados (3.473), assim como aspirantes (24) e alunos a oficial (16). Os subsídios variam de R$ 1,4 mil, no caso de soldado a R$ 10,7 mil, pagos a coronel. Ainda fazem parte do quadro de militares 713 bombeiros, entre eles 356 soldados, 5 coronéis, 15 tenentes-coronéis e 29 majores.
   
Um dos projetos já em estudo pelo novo governo é colocar em prática quatro novos comandos regionais da PM, elevando a estrutura de 8 para 12. Um estudo sobre a Lei de Organização Básica está pronto e apresenta algumas sugestões. Estuda-se também a volta da nomenclatura “Batalhão”. Em princípio, a proposta é instituir comandos em Pontes e Lacerda, Peixoto de Azevedo, Alta Floresta e Vila Rica. Isso resultaria na ampliação de 18 para 22 do número de cadeiras de coronéis na ativa. Acontece que para cada comando abrem-se duas vagas de coronel. Hoje, a PM mantém comandos regionais em oito cidades-polos. São elas: Cuiabá, Várzea Grande, Sinop, Rondonópolis, Barra do Garças, Cáceres, Tangará da Serra e Juína. Isso exigirá maior estrutura de pessoal e, consequentemente, mais investimentos financeiros e logísticos. Fonte: RDNews
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