segurança

>São Paulo é o estado que mais investe em segurança, 10 bilhões de reais em 2009

Posted on dezembro 14, 2010. Filed under: segurança |

>

O Brasil gastou mais de 45 bilhões de reais com segurança pública no ano passado, de acordo com a ONG Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O valor representa um aumento de 15%, na comparação com o ano anterior. São Paulo continua sendo o estado com o maior volume de recursos destinado à segurança, com 10 bilhões de reais.
Anúncios
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Silval e a Bolívia

Posted on outubro 14, 2010. Filed under: Bolívia, CUIABÁ, Evo Morales, Fronteira, La Paz, Mato Grosso, segurança, Silval, tráfico de drogas |

>Por Alfredo da Mota Menezes

Está para ser solucionado o envio de gás da Bolívia para Mato Grosso. A usina a gás em Cuiabá tinha parado de funcionar e quem adaptou carro para gás só teve aborrecimento. Agora parece que se vai solucionar esse impasse.
Pego esse gancho para voltar à minha quase eterna lengalenga: nós precisamos dos bolivianos mais do que eles precisam de nós. Não é somente por causa do gás que devemos ter uma relação positiva com nosso vizinho.
Segurança é outro ingrediente para que tenhamos um entendimento melhor com os bolivianos. Venda de carros roubados, tráfico de drogas, éter e armas, roubo de gado, bandidos brasileiros homiziados no país que nos faz fronteira.
Já imaginou se há um surto de febre aftosa do outro lado da fronteira? O perigo que isso seria para a exportação de nossa carne?
E, não deixando de sonhar, há a perspectiva de algum dia termos asfalto daqui a Santa Cruz de La Sierra. Fato que ajudaria enormemente a agroindústria do estado. Teríamos o mercado dos Andes de milhões de pessoas. Não falo em saída pelo Pacífico ou de levar soja em carretas pelos Andes. Falo da agroindústria do estado vender para os povos andinos.
O governo Blairo Maggi, por esse ou aquele motivo, abandonou de vez qualquer entendimento com a Bolívia. Foi um equívoco. Temos novo governo no estado. Se eu pudesse dar um conselho ao governador diria que escolha alguém da confiança dele para fazer essa ligação constante com os bolivianos. Não deixe solto esse assunto.
Se deixar, a Secretaria de Indústria e Comércio puxa para um lado, a Segurança, a Sinfra ou a Agricultura para outro e nada anda. Coloque alguém para fazer esse meio do campo.
Se não quiser fazer uma ligação maior com Evo Morales ou La Paz, faça com as autoridades de Santa Cruz de La Sierra. Ou pelo menos com deputados e senadores eleitos por essa região de fronteira. Na hora de algum entrevero, eles podem ajudar a contornar desentendimentos ou levar pleitos a outros dirigentes do país.
O que não pode haver é indiferença para com o vizinho. Só o caso do gás já mostra como eles são importantes para este estado. Se MT tivesse uma ligação mais efetiva com a Bolívia teria ajudado a Petrobras a contornar esse imbróglio antes. Não ajudamos em nada porque não tínhamos ninguém com quem dialogar do outro lado da fronteira.
Novo governo, novo tempo, novas atitudes. Os bolivianos vão entender o novo momento e quem sabe esqueçam a indiferença ou até mesmo a arrogância com que os tratamos nesses últimos anos.

Alfredo da Mota Menezes. E-mail: pox@terra.com.br; site: http://www.alfredomenezes.com

Ler Post Completo | Make a Comment ( 1 so far )

>Crime no Goiabeiras Shopping, segurança pega 24 anos de prisão; 2 são absolvidos

Posted on outubro 1, 2010. Filed under: crime, CUIABÁ, Goiabeiras Shopping, Justiça, prisão, segurança, sentença, ulgamento |

>

A Justiça decretou, na noite de quinta-feira, 30 de setembro, após três dias de julgamento, a sentença dos acusados pela morte do estudante Reginaldo Donnan, em agosto de 2009, dentro do Goiabeiras Shopping Center, em Cuiabá.
Goiabeiras Shopping Center, em Cuiabá
Dos quatro ex-seguranças acusados pelo crime, dois saíram condenados e dois absolvidos. Jefferson Luiz Medeiros foi condenado a pena de 23 anos por homícidio e Ednaldo Belo condenado, a 12 anos e seis meses.
Ambos também receberam a condenação de mais um ano e oito meses por fraude processual. Já Valdenor Moraes e Jorge Nery foram absolvidos das acusações.
Medeiros, que foi condenado ao total de 24 anos e oito meses e Belo, que pegou 14 anos e dois meses meses, eram apontados como os principais agressores de Reginaldo. Valdenor e Jorge também eram acusados de homicídio, mas não bateram no estudante.
Valdenor estava dentro da sala dos seguranças durante o espancamento e não impediu os colegas de cometerem o crime. Jorge ficou do lado de fora, segurando a porta para que ninguém entrasse na sala.
A sentença foi anunciada agora há pouco, após um cansativo julgamento que durou três dias e entrou para a história como o mais longo de 2010 em Mato Grosso.
Relembre o caso
Reginaldo Queiroz entrou no Goiabeiras Shopping por volta das 16h30 do dia 29 de agosto de 2009, para comprar ingressos de um evento e, depois, sentou-se na praça de alimentação para tomar um suco, acompanhado de duas amigas. Ele carregava vários porta-latinhas, trajava roupa simples e um chapéu de abas largas (tipo mexicano).
Segundo relatos, ele foi abordado na praça de alimentação por dois seguranças, que recolheram o material, além do seu chapéu. Momentos depois, ele foi imobilizado na loja Beto Esportes, onde tentava fazer uma compra, e levado pelos seguranças Jefferson Medeiros e Ednaldo Belo até a sala de segurança.
O estudante saiu da sala da segurança dentro de um contêiner de lixo, provavelmente, já inconsciente, e deu entrada no Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá, às 21 horas. No dia 31 de agosto, foram constatados indícios de morte cerebral, sendo mantido vivo com auxílio de aparelhos. No dia 1º de setembro, Reginaldo morreu.
Com informações de Raquel Ferreira, de A Gazeta
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Desigualdade de Mato Grosso tem cura

Posted on julho 16, 2010. Filed under: Desigualdade, Educação, Ipea, Mato Grosso, PIB, riqueza, Saúde, segurança, Wilson Santos |

>

Autor: Wilson Santos
 
Para nossa tristeza e vergonha, o Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – acaba de confirmar o que temos dito com insistência: apesar da alardeada expansão da riqueza, Mato Grosso segue sendo um estado com alta concentração de renda, ou seja, economicamente rico e socialmente injusto.

De acordo com o chamado índice Gini – de 0 (zero) a 1, quanto mais próximo de zero, menor a desigualdade – Mato Grosso registrou em 2008 índice 0,54, marcando um desalentador 13º lugar na escala da distribuição de renda entre os estados brasileiros.

Embora seja equivalente ao nacional, esse índice de 0,54 se configura como expressão dramática, desumana até, da falta de políticas estaduais focadas na geração de oportunidades, quando comparado com o crescimento do Produto Interno Bruto – PIB – no mesmo período avaliado: entre 1995 e 2008, o PIB per capita mato-grossense cresceu 5,87%, enquanto a desigualdade ‘caiu’ um mísero ponto centesimal – de 0,55 para 0,54.

Sem desmerecer o esforço extraordinário e a competência do empresariado rural e urbano e de nossos trabalhadores, os números reluzentes de nossa produção agropecuária e agroindustrial não se reproduzem em justiça social, que só se dá pela distribuição de renda. Com um PIB de R$ 45 bilhões e uma população de pouco menos que três milhões de habitantes, Mato Grosso é, em tese, um estado rico. Na realidade, porém, é um estado com poucos muito ricos, muitos pobres e uma classe média ainda incipiente.

É alentador que o índice de pobreza extrema tenha caído em Mato Grosso, segundo o Ipea, de 20,8% em 1995 para 8,9% da população em 2008 – algo em torno de 260 mil pessoas resgatadas da miséria absoluta.

Contudo, a mesma ética que não permite discussão sobre como as pessoas são salvas, num primeiro instante, da fome e do infortúnio, impõe discutir como lhes assegurar meios para o sustento digno e a ascensão socioeconômica como direito sagrado.

Se, como atesta o índice Gini, do Ipea, a enorme riqueza produzida em Mato Grosso não tem contribuído para a redução das desigualdades, é óbvio que a responsabilidade não pode recair sobre os que geram, com esforço e competência, essa riqueza. Nem sobre os que não têm oportunidade de ajudar a construí-la.

Esse enorme débito social e humano recai sobre o governo do estado, que nos últimos sete anos fez estradas e pontes ‘estratégicas’, mas não construiu o caminho ‘simples’ e seguro para o desenvolvimento social: aquele que passa por investimentos em educação e qualificação profissional, em saúde, segurança e habitação, como única forma de gerar prosperidade coletiva. As pessoas não podem ficar para trás, todos têm que crescer juntos, e no mesmo ritmo, que o Estado.

Em meu governo vou buscar convergir todas as políticas públicas para apressar a redução dessas desigualdades. E o melhor e mais seguro caminho é valorizar o nosso maior patrimônio – o ser humano – investindo em educação pública de qualidade e em ensino profissionalizante capaz de preparar mão-de-obra para suprir demanda cada vez mais exigente.

Por isso tenho dito que vou ‘entupir’ Mato Grosso de escolas técnicas. Só com educação, formação profissional adequada poderemos falar de democratização de oportunidades e de ‘produto interno de felicidade’ em vez desse ‘PIB per capita’, que mascara a injustiça social.

Mato Grosso merece avançar e fazer o que ainda não fez: transformar a riqueza do grão em saúde, segurança e educação.

Wilson Santos é professor e candidato a governador de Mato Grosso

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Mais apoio para a juventude tornaria o Brasil menos violento

Posted on janeiro 21, 2010. Filed under: Cultura, Educação, ensino superior, Ipea, jovens, juventude, Primeiro Emprego, Saúde, segurança |

>

O governo brasileiro não dá prioridade para a juventude. As políticas voltadas para os jovens estão atrasadas e dão poucos resultados. Essa pelo menos é a avaliação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, Ipea, que lançou a pesquisa Juventude e Políticas Sociais no Brasil, uma análise da situação dessa população em relação ao acesso a diversos direitos, como educação, saúde, cultura e segurança.


Não se pode deixar de reconhecer que houve avanços, principalmente com a Constituição de 1988, quando ganhou mais importância o tema da criança e do adolescente. Há uma série de êxitos nas políticas para esse segmento, no entanto a inserção dos jovens nas políticas públicas é algo muito recente e de poucos resultados, isso o governo brasileiro precisa reconhecer e o Ipea tem toda razão ao lançar críticas às políticas públicas brasileiras.

O Brasil tem hoje uma população de 50 milhões de jovens (entre 15 e 29 anos), o que representa 26% do total de 190 milhões de brasileiros. Fazendo-se uma avaliação com dados nos números apresentados pelo Ipea, chega-se à conclusão, por exemplo, que 31% dos jovens brasileiros podem ser considerados pobres e apenas 13% têm acesso ao ensino superior na faixa etária dos 18 aos 24 anos.

Um outro ponto da avaliação do Ipea que chama a atenção é o fato que a juventude entrou na agenda de políticas públicas somente no final dos anos 90 e, apesar de alguns resultados positivos, ainda falta fazer muito nesse setor. Vale lembrar também que na educação existem gargalos a serem superados. Menos da metade dos jovens de 15 a 17 anos está cursando o ensino médio, etapa de ensino adequada para esta faixa etária, e apenas 13% dos jovens de 18 a 24 anos frequentavam o ensino superior em 2007.

Quando se fala em oportunidade de trabalho a situação ainda é mais grave. A maioria dos jovens precisa optar por trabalhar ou estudar e não existem políticas públicas voltadas para corrigir essa distorção. Vários programas já foram lançados, mas se perderam pelo meio do caminho. Basta lembrar o lançamento, com pompas, no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do programa “Primeiro Emprego”.

No papel era tudo muito bonito, mas na prática foi um fiasco pois o empresariado não teve o retorno que desejava do governo federal. Ficou para trás. As políticas públicas voltadas para a juventude, vale destacar mais uma vez, estão atrasadas e precisam ser reavaliadas. Fonte: A Gazeta

Ler Post Completo | Make a Comment ( 1 so far )

>Lula compara policiais a Deus

Posted on agosto 28, 2009. Filed under: conferência, Lula, polícia, segurança |

>

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comparou policiais a Deus em discurso na abertura da 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública, realizada em Brasília nesta quinta-feira (27).

“Tem muita gente que é ateu, mas só acredita em Deus quando está em perigo. Com a polícia é a mesma coisa”, disse Lula.

O presidente fez um discurso de 17 minutos antes de embarcar para Bariloche, na Argentina, onde participará da Unasul (União de Nações Sul-Americanas).

Em um auditório repleto de profissionais da área, Lula defendeu estímulos à segurança pública, elogiou o trabalho do ministro da Justiça, Tarso Genro, e defendeu a remuneração alta de policiais, sem, contudo, apresentar qualquer proposta concreta.

Tarso fala de integração das polícias
Na conferência, que termina no domingo (30), Tarso Genro afirmou que deverá dar destaque à avaliação de questões relativas às funções e à natureza das polícias Militar e Civil e à possível integração de ambas.

O ministro descartou a hipótese de que os participantes cheguem a um consenso e façam constar, entre as 40 diretrizes e 10 princípios que irão compor o documento final da conferência, uma proposta definitiva sobre o tema.

“Essa questão vem da década de 1980, e a conferência não vai resolvê-la. Não há consenso sobre a integração, mas a discussão sobre as funções e sobre a natureza de ambas as polícias [deverá sobressair]. Nós, entretanto, não vamos valorizar essa controvérsia, porque não iremos resolvê-la”, afirmou Tarso Genro, durante café da manhã com jornalistas, hoje (27), no ministério.

Ao elogiar a atual estrutura policial brasileira, o ministro disse que os países “com os mais modernos projetos de segurança pública” respeitam as especificidades de suas polícias e que a ideia de uma única força, desmilitarizada, está “superada”.

“Nós temos a opinião de que a estrutura mais geral de polícia, com a existência das PMs e da Polícia Civil, pode ser muito melhorada, mas é boa. Até porque o Brasil é um país continental, com uma relação federativa de alta complexidade, e Estados com um bom grau de autonomia. Então, é preciso fazer uma adequação destas teses à nossa realidade”, disse o ministro.

A ampliação do processo de integração entre as polícias está entre as “apostas centrais” do ministério para a conferência, bem como a discussão sobre novas formas de financiamento para a segurança pública, aspecto que o ministro também diz ter melhorado nos últimos anos, embora os recursos “continuem sendo insuficientes”.

Ele pediu a ajuda da imprensa no sentido de “desmitificar” a conferência, para evitar que a sociedade crie falsas expectativas sobre os objetivos e o real alcance do evento, cujo objetivo é dar início a um processo de mudança.

Para que tal processo seja efetivo, são necessárias “duas gestões, ou dez anos, pois [isso] exige mudanças institucionais, culturais, nos padrões de financiamento do setor e nos salários dos servidores da área”.

“Às vezes, joga-se sobre a conferência uma luz e uma expectativa e depois se diz que a conferência não resolveu tal questão. Não é esse o objetivo da conferência. Seu objetivo é propor outro padrão de elaboração de políticas públicas de segurança e iniciar um processo de mudança, o que estamos certos de que irá ocorrer. A conferência inicia um processo de transição, cujos contornos serão trabalhados em conferências posteriores.”

Fonte: UOL

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Com apenas 6 PMs, cidade fica abalada com violência

Posted on abril 3, 2009. Filed under: Polícia Militar, segurança, Torixoreu |

>

O prefeito de Torixoréu, Máximo Antônio, o Barriga (PSB), garantiu que a população está abalada com um assassinato ocorrido na tarde desta quinta (2), quando ocupantes de um veículo Pálio disparam vários tiros contra três homens em frente ao Centro de Reabilitação, no centro da cidade. “Um dos que morreram era um desconhecido, mas os outros dois tenho certeza que eram inocentes, filhos de famílias tradicionais. Acredito que tenha sido um acerto de contas”, diz o prefeito. Reforços policiais foram solicitados a Barra do Garças e um cerco foi formado nas estradas que dão acesso a Torixoréu para prender os bandidos.

Ele explica que apenas seis policiais militares fazem a segurança dos 4 mil habitantes do município. Ainda assim, o prefeito não considera que segurança pública seja uma das carências da cidade, já que, segundo ele, a cidade é extremamente pacata. “Acredito que nosso maior problema está ligado à infraestrutura. Precisamos de asfalto, pontes, casas populares. Estamos buscando recursos juntos aos governos estadual e federal”. (Flávia Borges)

Fonte: RDNews
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

Liked it here?
Why not try sites on the blogroll...