Senado

>Governo de Mato Grosso perdoa dívida de mais de R$ 185 milhões de empresa paranaense

Posted on setembro 21, 2010. Filed under: Blairo Maggi, candidato, dívida, Fertipar, governo, Mato Grosso, Ministério Público, Palácio Paiaguás, Senado, Silval Barbosa, TV Record, Wilson Santos |

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Wilson Santos (PSDB)   

Um dia após acusar o ex-governador e hoje candidato ao Senado Blairo Maggi (PR) de ter “perdoado” uma dívida superior a R$ 155 milhões durante o debate da TV Record, Canal 10, nesta segunda (20), o candidato ao Palácio Paiaguás, Wilson Santos (PSDB), apresentou uma série de documentos sobre o caso “Fertipar” que, segundo o tucano, é uma verdadeira aberração do casuísmo. As denúncias podem cair como uma “bomba” na campanha de Maggi e também do governador Silval Barbosa (PMDB), que busca a reeleição e era vice do republicano na época em que a empresa foi beneficiada. Apesar das denúncias ocorrerem a 12 dias da eleição, Wilson garante que as acusações não têm cunho político. “Eu estudei essa denúncia por dois meses para não fazer nenhuma acusação leviana. Mas vocês podem checar que todos os documentos apresentados são oficiais, estão timbrados e devidamente assinados pelas autoridades do Estado”,  afirmou Wilson Santos.
   
De posse de decretos de lei, acórdãos e pareceres do próprio Governo, Wilson afirmou que o Decreto de Lei 2311/2009, publicado em 23 de dezembro de 2009, foi criado com o único intuito de favorecer a empresa paranaense de fertilizantes Fertipar, que possui uma filial em Rondonópolis. Conforme a documentação apresentada por Wilson, a empresa entregava toda a mercadoria, isenta dos impostos, para a empresa Amaggi, da qual o ex-governador é sócio. “Assim fica fácil ficar rico”, disparou o tucano.
   
Logo em seguida, ele afirmou que o decreto é ilegal e que, por isso, pretende encaminhar toda a documentação para o Ministério Público e outras autoridades para que o caso seja averiguado. “Vamos ao Tribunal de Justiça (TJ), Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Supremo Tribunal Federal (STF), onde for necessário para que essa empresa pague o que deve a Mato Grosso”, afirmou o tucano. O decreto assinado por Maggi introduz alterações no regulamento do ICMS, que estão previstas no Decreto 1944/1989. Conforme o artigo 13º, que foi inserido na lei, “o deferimento previsto neste artigo é extensivo a quaisquer outras espécies de insumos agropecuários, derivados ou não, inclusive matérias primárias, ainda que lhes sejam dadas outras denominações ou classificações fiscais, desde que importados por produtor rural ou estabelecimento industrial até 22 de outubro de 2009”.

Wilson Santos (PSDB) 
Ocorre que conforme a Legislação, a empresa só pode ser beneficiada pela isenção fiscal se comprar a matéria prima em qualquer lugar e industrializar no Estado. Conforme Wilson, a Fertipar havia importado os “ingredientes” e depois resolveu industrializar tudo no Paraná. Durante fiscalização da Sefaz, em Campo Novo dos Parecis, a empresa foi autuada em 10 de outubro de 2007. Desde então, vinha recorrendo junto aos órgãos competentes, mas não obteve êxito. Em 29 de setembro de 2008, por exemplo, a Sefaz manteve a decisão e, como já havia se passado praticamente um ano da data da autuação, entendeu que a dívida da empresa era de R$ 185 milhões. “Até aqui o governo cumpriu o seu papel, o problema foi o decreto de 23 de dezembro. Um verdadeiro presente de Natal”, cutucou Wilson.
  

Segundo ele, depois de perder vários recursos o advogado da empresa, de posse do decreto assinado por Maggi, conseguiu anular a dívida em 25 de março. Na prática, segundo o tucano, o decreto beneficiou apenas a Fertipar, que já acumulava uma dívida de R$ 185 milhões, sendo R$ 61 milhões de ICMS, R$ 16,9 milhões de correção monetária, R$ 29,1 milhões de juros de mora e R$ 77,9 milhões em multas. “Quando esse decreto foi publicado ele já não tinha validade, tendo em vista que era retroativo. Isso é de um casuísmo que eu nunca vi na vida. Eles mudaram uma lei apenas para anular uma multa, que foi aplicada corretamente. Acho que alguém não queria pagar os R$ 61 milhões de ICMS”, disparou o tucano. Ainda conforme Wilson, a Fertipar foi uma das doadoras de campanha de Maggi e teria dado R$ 250 mil ao republicano em 2002, quando ele disputou o Governo pela primeira vez.
Fonte: RDNews
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>Até onde vai a paciência nacional

Posted on agosto 22, 2010. Filed under: Assembléias Legislativas, Carlos Chagas, Câmara, Dilma Rousseff, governo Fernando Henrique, José Serra, paciência, presidente Lula, propaganda eleitoral, rádio, Senado, televisão |

>Por Carlos Chagas

Ainda estamos na primeira semana da propaganda eleitoral pelo rádio e a televisão e já tem gente dizendo que não agüenta mais. Menos pela pregação dos candidatos à presidência da República, mais pelo monte de pretendentes às Assembléias Legislativas, à Câmara e ao Senado. 
Os candidatos a governador ficam em cima do muro, uns aceitáveis, outros nem tanto. Fica difícil imaginar como a paciência de todos nós suportará esse suplício até 30 de setembro.
Porque os candidatos a deputado e senador, com as exceções de sempre, tem sido lamentáveis. Dispondo de pouquíssimos segundos para apresentar-se, tentam resumir suas candidaturas em pequenas frases de efeito que, além de nada exprimirem, na maior parte das vezes são mentiras.
Dificilmente algum desses candidatos conseguirá votos por conta de sua aparição na televisão. Nem de suas vozes, no rádio. A imensa maioria do eleitorado escolherá seus deputados e senadores por outros motivos, como tendo acompanhado suas carreiras, conhecido suas promessas ou estarem ligados a eles por simpatia, amizade ou parentesco. 
Também por dinheiro, em alguns casos.
Com a mesma ressalva das exceções, imagine-se que tipo de Congresso vamos ter a partir do ano que vem. Como dizia o dr. Ulysses, pior do que o atual Congresso, só o próximo.

PRESSÕES SOBRE JOSÉ SERRA

O Grão-Tucanato resolveu dar uma prensa em José Serra. Por conta da inferioridade nas pesquisas, dirigentes do PSDB querem mudar o perfil do candidato. Exigem que ele seja mais agressivo diante de Dilma Rousseff, mais violento ao referir-se ao governo e ao presidente Lula e mais laudatório para com o governo Fernando Henrique.
Ainda que no último debate, da Folha-Uol, Serra tenha arremessado mais farpas na candidata do PT, nada indica que ele se curvará à exigência dos tucanos mais emplumados. Quando as pessoas tentam ser o que não são, geralmente quebram a cara, como ainda há pouco aconteceu com o Dunga. Serra tem características própria, como a da cara fechada, do riso difícil, da meditação antes de dar respostas improvisadas e da tendência de não transformar adversários em inimigos. Se vier a dar a volta por cima nas pesquisas, o que parece difícil, terá sido pelo seu modo de ser. Jamais por ter vestido a fantasia de homem das cavernas. Nem no discurso do célebre comício do dia 13 de março de 1964, que o levou para um prolongado exílio, nem naquele discurso Serra passou dos limites ou fez ameaças, como fizeram João Goulart, Leonel Brizola, Miguel Arraes e outros. Não seria agora que mudaria, para a vitória ou a derrota.

EUFORIA DEMAIS FAZ MAL

Dilma Rousseff mantém-se atenta e não permite que em volta dela já se comece a cantar o “já ganhou”. Até recomenda que seus companheiros mais açodados deixem o salto alto e continuem a trabalhar como se a eleição só fosse ser resolvida no dia 3 de outubro, nunca antes.
O diabo é que na alta cúpula do PT sopram ventos de euforia demasiada, de certeza de já estar a candidata eleita. Por conta disso surgem os bicões de sempre, aqueles que já pensam na formação do ministério Dilma e lançam-se em disputas privadas que só fazem tumultuar o clima da campanha. Começa que nem com o Lula, Dilma discutiu quem deve ou não deve integrar o seu governo. Primeiro, é preciso ganhar a eleição. Seria bom, para ela, se alguns companheiros parassem de contar com a sorte grande antes de a loteria ter corrido.

TESTE PARA OS PRESIDENCIÁVEIS

O Clube Militar, no Clube Naval e o Clube da Aeronáutica formalizaram convites aos principais candidatos presidenciais para, num mesmo dia, talvez esta semana, comparecerem para um debate com seus associados. As datas estão sendo arranjadas, parecendo impossível que Dilma, Serra, Marina e Plínio deixem de estar presentes.
Se os quatro candidatos formaram na primeira linha de resistência ao regime militar, com uma presa e dois exilados, também é verdade que os chefes e a oficialidade de hoje nada tiveram a ver com os desmandos daquela época. Por coerência, eles mantém respeito ao passado, ainda que jamais concordância com tudo o que aconteceu.
Não irão provocar os candidatos, como esperam, no reverso da medalha, não ser provocados. A reunião dos presidenciáveis com os militares tem tudo para se constituir num ponto alto da campanha. Vamos aguardar, torcendo. Fonte: Artigos CH
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>Parabens mulheres! Senado aprova obrigatoriedade de licença-maternidade de seis meses

Posted on agosto 3, 2010. Filed under: licença-maternidade, Mulheres, PEC, Senado |

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Os senadores aprovaram nesta terça-feira (3), em segundo turno e por unanimidade, a proposta de emenda constitucional (PEC) que torna obrigatória a ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses. A proposta segue agora para votação na Câmara dos Deputados, antes de ser promulgada.
Atualmente, as funcionárias de empresas públicas já podem contar com 180 dias de folga pela gravidez e as que trabalham em empresas privadas têm garantia de quatro meses de licença. Aquelas que atuam em empresas que participam do Programa Empresa Cidadã contam com o benefício estendido para seis meses. Entretanto, o programa, estabelecido pela lei nº 11.770, é de adesão voluntária e as empresas podem abater a despesa do Imposto de Renda.
O projeto do Senado, que muda o artigo da Constituição, é de autoria da senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN) e foi aprovado hoje após passar em primeiro turno há cerca de um mês, antes do recesso parlamentar. “A criança é muito mais saudável e o custo Brasil é muito menor. A mãe volta a trabalhar mais produtiva e contribuindo muito mais para o desenvolvimento do Brasil”, disse.
Já a senadora Kátia Abreu (DEM-TO) afirmou que o projeto auxilia principalmente as mães sem recursos financeiros para deixarem os filhos em creches.
Outros projetos
Nesta primeira semana após o recesso do Congresso, também está na pauta a PEC que trata da obrigatoriedade do diploma de jornalismo para o exercício da profissão. No ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou inconstitucional que alguém fosse impedido de atuar como jornalista por não ter o título. Agora, uma emenda constitucional pode tornar a formação superior novamente pré-requisito para exercer a profissão.
Nesta terça-feira, os senadores já aprovaram todas as medidas provisórias (MPs) que trancavam a pauta, entre elas a medida provisória 483, que estabelece a criação da Secretaria Especial de Saúde Indígena, vinculada ao Ministério da Saúde –será a sexta secretaria pertencente à pasta. A medida segue para sanção presidencial.
O Congresso Nacional faz esta semana um esforço concentrado para a apreciação do maior número de matérias possíveis, para que os parlamentares possam voltar às campanhas eleitorais na próxima semana. No começo de setembro, um novo esforço concentrado deve ocorrer.
Com informações da Agência Brasil
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>Vitória da sociedade organizada: Ficha Limpa é aprovada no Senado, agora depende da sanção de Lula

Posted on maio 19, 2010. Filed under: Ficha Limpa, Senado |

>O Senado aprovou por unanimidade nesta quarta-feira (19) o projeto Ficha Limpa, que impede o registro de candidaturas de políticos com condenação por crimes graves após decisão colegiada da Justiça (mais de um juiz). A inelegibilidade do político será de oito anos.

Como o Senado não mudou o mérito do projeto já aprovado pela Câmara dos Deputados na semana passada, o projeto segue agora para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Não há consenso, no entanto, para a aplicação da lei na eleição de outubro. Para alguns, caso o projeto seja sancionado por Lula antes das convenções que definem os candidatos, as regras podem ser aplicadas; outros parlamentares dizem que a proposta teria de ter sido aprovada em 2009 para poder valer neste ano. Essa questão deve ser decidida pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio, já entrou com um questionamento no tribunal sobre a validade da lei, mas o TSE ainda não se pronunciou.

O Ficha Limpa é um projeto de iniciativa popular: recebeu 1,6 milhão de assinaturas e foi apresentado ao Congresso em setembro do ano passado.

O senador Demóstenes Torres (DEM-GO) estimou que cerca de 25% dos futuros candidatos devem ser barrados com a nova lei. “Eu acredito que o número vai ser muito grande, pelo menos 1 em cada 4, porque tem muita gente acostumada a praticar irregularidades e o leque de crimes que passam a provocar inelegibilidade se amplia muito”, disse o democrata.
Para o líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), o texto “ainda precisará ser aperfeiçoado no futuro, porque ainda é muito genérico, pode cometer injustiças e não pegar quem tem que pegar. Mas é um avanço, sem dúvida”.

O secretário-geral da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Dimas Lara Barbosa, que dirige uma das instituições que promoveram o projeto, afirma que a nova lei vai inibir os criminosos. “Ao recorrer, o recurso ganhará prioridade para ser julgado. Então, se o candidato tiver culpa no cartório, ele vai preferir cumprir os trâmites normais da justiça e abrir mão da eleição, porque se recorrer ele pode ser preso.” Ainda segundo ele, a expectativa é que a nova lei abra precedentes para que a ética no trato com as coisas públicas se amplie.

Mais cedo, o presidente da República em exercício, José Alencar, defendeu a aprovação do projeto. “Tenho pedido para que votem [o Ficha Limpa], o Brasil precisa disso. Aliás, a impunidade não pode continuar no país, é preciso que haja rigor em todas as investigações e também no cumprimento da lei”, disse Alencar.

Cientista político contesta
Para o cientista político e sócio da CAC Consultoria Política, José Luciano Dias, ainda existe a possibilidade de que o STF (Supremo Tribunal Federal) conteste a validade legal do projeto. Dias afirma que a iniciativa é importante, mas viola o direito individual da defesa. “Eu acho que, no formato que veio da Câmara, ele vai ser objeto de uma contestação judicial por aquelas pessoas que, eventualmente, sejam prejudicadas.”

Além disso, Dias acredita que seja pouco provável que o projeto entre em vigor este ano, uma vez que ele contraria o artigo 16 da Constituição Federal. O texto diz que “a lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência”.


Pré-sal e aposentados
Após conversas entre líderes partidários da base governista e da oposição, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), anunciou a retirada da urgência do primeiro projeto do marco regulatório do pré-sal na Casa.

Ficou acordado um calendário para a votação dos projetos. No dia 8 de junho, deverá ser colocada em pauta a criação do Fundo Social, seguido pelo projeto de capitalização do Petrobras (no dia 9 de junho). O debate sobre o sistema de partilha da produção nos campos pré-sal ficou para o dia 16 de junho.

Jucá pretende ainda levar para votação o projeto do reajuste dos aposentados que recebem acima de um salário mínimo. A Câmara estabeleceu reajuste de 7,7% e, agora, o projeto deve ser referendado pelo Senado.

* Com informações informações de Camila Campanerut, do UOL Notícias em Brasília, e da Agência Brasil

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>Governo muda estratégia e líder anuncia "urgência" para votar Ficha Limpa e reajuste dos aposentados

Posted on maio 18, 2010. Filed under: Aposentados, Ficha Limpa, líder, Oposição, pré-sal, Reajuste, Romero Jucá, royalties, Senado, urgência |

>O líder do governo no Senado, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), afirmou nesta terça-feira (18) que os parlamentares pretendem fazer um esforço para destrancar a pauta e votar amanhã (19) as medidas provisórias, o projeto Ficha Limpa e o reajuste dos aposentados.

“Se a oposição topar, vamos fazer um mutirão e votar tudo. Nossa posição é votar tudo com urgência. Os royalties ficam para depois da eleição. Não adianta contaminar outros projetos porque acabamos não votando nada”, avaliou o senador.

A negociação, no entanto, promete ser intensa, já que a oposição anunciou que pretende derrubar a urgência para a votação dos quatro projetos referentes ao pré-sal e priorizar o Ficha Limpa.

“Concordamos em votar, desde que retirada a urgência, porque temos que por em votação o Ficha Limpa, que é a nossa prioridade, assim como o aumento para os aposentados”, destacou ontem o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM).

O fato de Jucá responder por processos no Supremo Tribunal Federal por supostos crimes tributários não o torna, segundo ele, contrário à movimentação para que o projeto sobre Ficha Limpa seja votado com rapidez para valer ainda para as eleições deste ano.

“Existem dois inquéritos ridículos com nenhum fundo de verdade [contra ele]. Não devo. Não temo e quero aprovar o Ficha Limpa. A decisão de que [se vai valer para esta este ano] vai caber ao TSE [Tribunal Superior Eleitoral], essa interpretação não cabe ao Congresso”, justificou o peemedebista.

Na avaliação de Jucá, a aprovação do projeto Ficha Limpa não é inócua, apesar de criar uma regra que só vai valer para o futuro, ou seja, os atuais políticos com pendências na Justiça podem continuar seus mandatos sem problema. O senador pondera que, com a lei em vigor, haverá mais agilidade para a que se julguem os casos.

Aposentados

“Vamos manter o [reajuste] de 7,7%, consertar o teto da tabela e encontrar uma alternativa para o fator previdenciário”, explicou Jucá sobre o projeto que reajusta o valor da aposentadoria e da pensão daqueles que recebem acima de um salário mínimo.

O Executivo já havia avisado que a União não teria condições de arcar com reajustes acima de 7%, o que poderia levar o presidente a vetar a medida. Já o fator previdenciário, segundo o líder, não tem apoio para ser mantido no projeto, mas não detalhou quais outras propostas estão sendo levantadas para uma eventual substituição do índice utilizado para o cálculo do benefício. Fonte: UOL

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>Eleições 2010: Pesquisa Ibope para senado em MT aponta Blairo 75% e Antero 35%

Posted on maio 8, 2010. Filed under: Antero Paes de Barros, Blairo, Carlos Abicalil, eleições 2010, Ibope, Pedro Taques, pesquisa, Senado |

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O Tv Centro América, afiliada da Rede Globo em Mato Grosso, divulgou no telejornal MTTV 2ª edição deste sábado, 8 de maio. A pesquisa foi feito pelo Ibope e foram ouvidos 812 eleitores.

A pesquisa estimulada foi realizada entre os dias 1º e 04 de maio. Foram ouvidas 812 pessoas e a margem de erro é de 3% para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional eleitoral sob o número 10.612/2010.

Com a pergunta, se as eleições fosse hoje, em qual desses candidatos você votaria para senador? 

                                        Blairo Maggi  75%                   Antero de Barros 35%                 

                                    Pedro Taques 9%                           Carlos Abicalil  24%

Os votos brancos e nulos somam 3%; não souberam responder, 11%
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>Abicalil vence as prévias do PT em MT, todos aguardam posicionamento da senadora Serys

Posted on abril 19, 2010. Filed under: Abicalil, prévias do PT, Senado |

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 O presidente regional do PT, deputado Carlos Abicalil, teve o seu nome sacramentado nas prévias deste domingo como candidato ao Senado. O resultado não foi fechado oficialmente, mas a parcial aponta para um placar “apertado”, com menos de 300 votos de diferença sobre a já senadora Serys Marly. Ele perdeu em cidades-pólos, como Várzea Grande e Rondonópolis e também em Cuiabá, mas impôs vantagens em vários municípios pequenos. Em Juína, por exemplo, Abicalil ganhou com 200 votos de frente. A vitória interna do deputado traz alívio ao Palácio Paiaguás. É que Abicalil já havia sinalizado para apoio à reeleição do governador Silval Barbosa (PMDB). Ele deve fazer “dobradinha” para o Senado com o ex-governador Blairo Maggi (PR).
  
Até às 21h10 estava faltando apurar 471 votos de cinco municípios. Petistas votaram neste domingo em urnas espalhadas em 131 das 141 cidades mato-grossenses. Na Capital, Serys conseguiu 77 votos de frente. Votaram em Cuiabá 1.979 filiados e 1.949 foram considerados válidos. Serys chegou a 1.013 votos, enquanto Abicalil ficou com 936. Treze votaram em branco e 17 preferiram anular o voto. Serys ganhou em Várzea Grande e, em Rondonópolis, a senadora conseguiu 200 votos a mais.
   
O resultado oficial deve sair nesta terça. O grupo de Serys que, no começo da noite estava comemorando uma possível vitória, já que saira na frente em Cuiabá, Várzea Grande e Rondonópolis, se mostra frustrado. Alguns defendem até desfiliação em massa do PT e adiantam que não vão apoiar Abicalil para o Senado. Argumentam que Serys foi boicotada no direito de buscar à reeleição.
    
Em sua primeira entrevista nesta noite, após o resultado da parcial que assegura a sua vitória, Carlos Abicalil disse que o fato de Serys ter ganhado em Cuiabá não o surpreende porque é onde se concentra o grupo da colega parlamentar. Considera que a diferença de 77 votos foi equilibrada. O deputado adianta que vai se preparar agora para o encontro do partido programado para 23 de maio para apresentar nomes para as duas vagas de suplentes e também opção para vice-governador. Quer construir a unidade interna e se considera uma pessoa serena.
    
Abicalil revelou que o PT vai marchar com o PMDB de Silval e que vai abrir negociações com o PSB, na expectativa de atrair o pré-candidato a governador Mauro Mendes para o grupo. Segundo ele, o deputado federal Ciro Gomes (PSB) deve desistir da disputa à sucessão presidencial e, com isso, Mendes tende a recuar também. O petista quer iniciar esse entendimento direto com o colega parlamentar Valtenir Pereira, presidente estadual do PSB.
   
Serys estava reunida com assessores em seu escritório em Cuiabá. Ela prefere não conceder entrevista antes do resultado oficial. A senadora tem sido instigada por aliados para não apoiar o nome do colega Abicalil ao Senado. Fonte: RDNews
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>Eleições 2010: Vox Populi apontam Blairo e Antero na liderança de inteção de votos para o Senado

Posted on março 24, 2010. Filed under: Antero Paes de Barros, Blairo Maggi, Carlos Abicalil, eleições 2010, pesquisa, Senado, Senador, Serys Slhessarenko, Vox Populi |

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O Jornal Diário de Cuiabá publica na edição desta quarta-feira, 24 de março, o resultado da pesquisa Vox Populi com intenção devotos para Senador nas eleições de 2010. Publicamos o  resultado aqui, mas se deseja você também acessar o site do jornal.
 Governador Blairo Maggi
Com 58% da preferência no primeiro voto e entre 20% e 14% – conforme o candidato do PT – no segundo voto, o governador Blairo Maggi (PR) lidera com folga a disputa pelas duas vagas ao Senado por Mato Grosso, nas eleições de outubro. É o que aponta a pesquisa contratada pelo Diário junto ao Vox Populi, realizada entre os dias 7 a 10 de março, com 1.000 entrevistas em 40 municípios de Mato Grosso.

 Antero de Barros
Em segundo lugar aparece o ex-senador Antero Paes de Barros, do PSDB. Os pré-candidatos do PT, deputado Carlos Abicalil e senadora Serys Slhessarenko travam uma apertada disputa pelo terceiro lugar.

No cenário em que o candidato do PT é o deputado Carlos Abicalil, Maggi lidera a opção do primeiro voto com 58% das intenções, Antero Paes de Barros é o segundo com 15% e Carlos Abicalil é o terceiro, com 10%. O procurador da República José Pedro Taques, sem partido, aparece com 1% das intenções, o mesmo índice do senador Gilberto Goellner, do DEM. Os que votam em branco, nulo ou em nenhum candidato são 2%. Indecisos são 13%.

Já o segundo voto, neste cenário, é liderado por Antero Paes de Barros com 27%, seguido por Maggi, com 20%. Abicalil é o terceiro com 11% e Pedro Taques surge em quarto com 4%. Gilberto Goellner tem a preferência de 2%. Branco, nulo ou em nenhum candidato atingem 6%. E os indecisos para o segundo voto sobem para 30%.

A soma do primeiro e do segundo voto indica que Maggi tem 40% da preferência, Antero com 20%, Abicalil com 11% e Pedro Taques e Gilberto Goellner com 1% cada.

Abicalil e Serys – a grande discordia no PT de Mato Grosso
Já no cenário com a Senadora Serys Slhessarenko, Blairo Maggi mantém a liderança do primeiro voto com os mesmos 58%. Antero Paes de Barros é o segundo com 16% e Serys aparece em terceiro, com 4%. Gilberto Goellner vem em seguida com 2%. Neste cenário, no lugar de Pedro Taques, o Vox Populi, avaliou o deputado Percival Muniz (PPS), que também obteve 2%. Nesta modalidade pesquisada, os que votam em branco, nulo ou em nenhum candidato são 2% e os indecisos são 16%.

O segundo voto é liderado novamente pelo tucano Antero Paes de Barros, com 20%. Só que o segundo lugar, desta vez, é da senadora Serys Slhessarenko, com 20%. Blairo Maggi é o terceiro com 14%. Muniz sobe para quarto com 7% e o democrata Gilberto Goellner aparece com 3%. Neste cenário o índice de indecisos se manteve em 30% para a segunda opção e os que votam em branco, nulo ou em nenhum candidato são 4%.

A soma dos votos, neste cenário, aponta Maggi com 38%, Antero tem 19%, Serys 11%, Percival com 4% e Goellner 3%.

Na intenção de voto espontânea, quando os pesquisadores não apresentam os nomes dos candidatos, Maggi lidera a opção do primeiro voto com 15%, Serys e Antero dividem a segunda posição com 2% cada. Carlos Abicalil é lembrado por 1%. Os indecisos são 78%. No segundo voto espontâneo, Antero Paes de Barros lidera com 23%, seguido por Blairo Maggi com 11%. Abicalil e Serys empatam em terceiro com 9% da preferência para cada candidato do PT. Pedro Taques surge com 5% e Wilson Santos é lembrado por 4%. Os indecisos caem para 34% no segundo voto para o senado.

A soma dos votos da primeira e segunda opção espontânea, apresenta Maggi com 14%, Antero 5%, Serys e Abicalil com 3% cada, Pedro Taques e Wilson Santos com 1% e 70% ainda estão indecisos.

O candidato ao Senado mais conhecido pelo eleitor é Blairo Maggi, todos o conhecem e 79% afirmam o conhecer muito bem. O menos conhecido é Gilberto Goellner, com 62% dos entrevistados afirmando não o conhecer. Pedro Taques é desconhecido para 47% dos eleitores. Na disputa interna do PT, Abicalil e Serys possuem números bem semelhantes de pessoas que os conhecem e, também, quem não os conhece (9% para Serys e 11% para Abicalil).

Na avaliação dos candidatos, Maggi tem uma avaliação positiva para 81% e negativa de apenas 3%. Antero é o segundo, avaliado positivamente por 47% e negativamente por 6%. Novamente os petistas Carlos Abicalil e Serys Slhessarenko possuem números bem próximos: Abicalil, 44% positivo e 8% negativo; Serys, 40% positivo e 12% negativo.

Os eleitores afirmaram que a possibilidade de voto em Blairo Maggi é grande para 79%. Já para Antero cai para 49%, Abicalil com 40% e Serys 38%.

Metodologia – A pesquisa do Vox Populi foi realizada entre os dias 7 e 10 de março. Foram feitas 1.000 entrevistas, com moradores e eleitores com mais de 16 anos, em 40 municípios de todo o estado. A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de ‘survey’, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. A margem de erro, para o total do estudo é de 3,1%, estimada em um intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral/MT com o protocolo no 4083/2010, no dia 9 de março.
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>Eleições 2010: A disputa para o Senado em Mato Grosso

Posted on janeiro 19, 2010. Filed under: Abicalil, Blairo Maggi, candidato, disputa para o Senado em Mato Grosso, eleições 2010, Jaime Campos, PR, PSDB, PT, Senado, Serys |

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Se confirmada a retirada da candidatura de Geraldo Riva do PP ao Senado sobram três viáveis candidaturas para duas vagas em Mato Grosso. Uma do PT, outra do PR com Blairo Maggi e outra da oposição (candidatura como a do Pedro Taques ainda é uma incógnita). Três nomes disputando duas vagas, chance enorme para qualquer um deles.

O PT precisa definir ainda quem será o candidato, se Serys ou Abicalil. Na oposição a coisa também não está ainda definida. Se o candidato a governador do grupo for Jaime Campos, o PSDB deverá indicar o candidato ao Senado. Pelas pesquisas o nome até agora é o de Antero de Barros.

Se o candidato a governador for o Wilson Santos, o DEM não tem um nome eleitoralmente viável para a vaga de Senado. Gilberto Goellner diz que não vai à reeleição. Júlio Campos disse que foi “vetado”, vai a deputado federal. O PTB não tem também um nome com densidade eleitoral para a disputa. Parece que o DEM ficaria, nessa hipótese, com a vaga de vice na chapa do Wilson.

Até nessa hipótese sobraria uma vaga para, digamos, o Antero se for levado em conta as pesquisas de opinião pública. Dá até para especular que o grupo aceitaria o PSDB, mesmo não sendo a sigla forte de antes, com duas vagas na majoritária.

Mesmo se o PP for para essa composição, com Jaime ou Wilson como cabeça de chapa, não se vê outro nome nesse partido, além do Riva, com vontade de peitar a candidatura ao Senado. Então, em tese, se teria o Blairo, Antero, Serys ou Abicalil.

Chamo a atenção do leitor para um detalhe importante: os candidatos, a partir de certo momento, serão cuidadosos em falar mal do outro. Por quê? Por causa do chamado “segundo voto”.

O eleitor terá direito de votar em dois nomes para o Senado. Alguém que gosta do Blairo vota nele e escolherá outro nome. Se algum dos candidatos vem falando coisas ruins a respeito dele, o eleitor dele pode não votar nesse nome. Críticas serão feitas, mas dentro de certos limites.

O melhor exemplo de segundo voto foi na eleição de 2002 em que disputavam duas vagas o Dante, Jonas Pinheiro e a Serys. É comum aceitar que a Serys se beneficiou bastante do segundo voto. Alguém que votava no Dante votava nela para não votar no Jonas. Outro que votasse neste a incluía para não votar no Dante.

Sugerem os fatos que nesta eleição alguém da oposição, mesmo sem fazer críticas duras, pode se beneficiar do segundo voto como a Serys se beneficiou como oposição naquela eleição.

Um candidato agora da oposição tem chances de se eleger ao Senado. Primeiro, que é difícil a situação fazer os dois. Segundo, que há uma tendência maior de alguém da oposição, tanto no plano nacional como no estadual, se beneficiar um pouco mais com o segundo voto.

Não acredito, por fim, que ocorra agora o que ocorreu com Garcia Neto, Bezerra e Dante que deixaram o governo para serem candidatos ao Senado e não foram eleitos. O Blairo está bem avaliado perante o eleitor. Mas só para esquentar a conversa: Dante saiu do governo com aprovação perto de 80% e perdeu a eleição. A maior quebra de paradigma que o Blairo deixará será mudar essa estranha escrita.

Autor: Alfredo da Mota Menezes – Fonte: AGazeta. E-mail: pox@terra.com.br; http://www.alfredomenezes.com

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>Lista de compra do Senado: 5 toneladas de carne, frango, frutos do mar e linguiça

Posted on janeiro 8, 2010. Filed under: Congresso, José Sarney, Lago Sul, residência oficial, Senado |

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O Senado prevê neste ano a compra de 5 toneladas de carne, frango, frutos do mar e linguiça para o consumo da residência oficial da presidência da Casa, no Lago Sul, bairro nobre de Brasília. Nessa cesta, entram 360 quilos de filé mignon, 540 de picanha e 240 de camarão. Os cinco mil quilos são suficientes para um churrasco com 12,5 mil pessoas. Detalhe: o presidente José Sarney (PMDB-AP) não mora na casa. Ele vive em sua residência particular, na mesma região.

No dia 17 de dezembro, o Senado fez uma licitação para selecionar as empresas que fornecerão alimentos e materiais de limpeza para a residência oficial. O elevado quantitativo será comprado durante esse ano eleitoral em que, no segundo semestre, o Congresso fica praticamente vazio. A Casa escolheu as empresas que ofereceram os melhores preços. A concorrência foi feita em cima da estimativa do consumo para 2010, segundo e último ano de Sarney como presidente.


Como ele não mora nela, essa compra será feita, segundo o próprio edital, para “realização de reuniões, almoços e jantares para convidados da Presidência”. Na relação de alimentos estão, entre outras coisas, 360 quilos de pão francês – o que dá uma média de um quilo por dia, além de 120 quilos de “linguiça para churrasco”, 480 de frango, e 120 quilos de bisteca. Fonte: A Gazeta

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