Sensus

>Pesquisas Ibope e Sensus apontam números muito diferentes para Dilma e Serra

Posted on outubro 21, 2010. Filed under: CNT, Dilma Rousseff, eleições 2010, Ibope, José Serra, Pesquisa CNT/Sensus, Pesquisa Ibope, Sensus |

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Eleições 2010 – O Ibope, instituto de pesquisa contratado pelo Partido dos Trabalhadores, e também pela Rede Globo e o Jornal Estadão divulgou resultado de pesquisa feita entre os dias 17 e 20 de outubro e está registrada no TSE com o número 36476/2010.   

Pelos votos totais os números do Ibope aparecem assim:

  • Dilma Rousseff    51%
  • José Serra           40%
  • Brando e Nulos     5%
  • Idecisos                 4%

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, tem 56% das intenções de votos válidos, enquanto José Serra (PSDB) está com 44%, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira. 

Foram feitas 3010 entrevistas. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos.

Pesquisa CNT/Sensus aponta empate tecnico:  Dilma tem 52,8% dos votos contra 47,2% de Serra

Já a pesquisa do instituto Sensus, encomendada pela CNT (Confederação Nacional do Transportes) e divulgada na noite desta quarta-feira (20), realizada nos dias 18 e 19 de outubro, e entrevistou 2.000 eleitores em 24 Estados, com sorteio aleatório de 136 municípios. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número 36.192/2010 no dia 14 de outubro, mostra o seguinte quadro:

  • Dilma Rousseff    46,8%, 
  • José Serra           41,8%,
  • Brancos somam    4,1% 
  • Nulos                       7,2% do eleitorado.
A pesquisa divulgada nesta quarta-feira daria a Dilma 52,8% dos votos válidos, contra 47,2% de Serra.
Na pesquisa espontânea realizada nesta semana, na qual os candidatos não são identificados aos entrevistados, Dilma recebeu 45,3% das intenções de votos e Serra ficou 40,6%. Os demais nomes citados pontuaram 0,2% e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda foi citado com 0,3%

Como todos puderam acompnhar que nenhum instituto conseguiu prever resultados similar ao dos votos, nem mesmo a pesquisa boca de urna feita pelo Ibope, cabe refletir sobre os números dos intitutos de pesquisas acima publicados. 
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>A hora de Serra

Posted on maio 10, 2010. Filed under: Datafolha, Dilma Rousseff, Ibope, José Serra, pesquisas eleitorais, Ricardo Noblat, Sensus, Vox Populi |

> por Ricardo Noblat

Perguntei no meu blog quando Dilma Rousseff ultrapassará José Serra nas pesquisas de intenção de voto. Com pouco mais de três mil respostas registradas em quatro dias, 11,8% delas cravaram a opção “depois que Lula começar a pedir votos para Dilma na televisão a partir de agosto”. A opção “não ultrapassará Serra” atraiu 78% das respostas.

Otimistas, os que torcem por Serra ou parecem resignados com seu aparente favoritismo. A tendência detectada pela série de pesquisas aplicadas desde o ano passado por quatro institutos (Datafolha, Ibope, Vox Populi e Sensus) sugeria a ultrapassagem de Serra por Dilma antes do início oficial da campanha eleitoral marcado para cinco de julho próximo. Ocorreu que…

Ocorreu que Serra largou o governo de São Paulo e se lançou como pré-candidato à sucessão de Lula. O barulho promovido pela oposição em torno do lançamento interrompeu a ascensão de Dilma, embora não tenha refletido de maneira expressiva na diferença de intenção de votos entre os dois. Pelo contrário. A diferença aumentou apenas em um ou dois pontinhos – dentro, portanto, da margem de erro das pesquisas.

O governo aposta na retomada do crescimento de Dilma depois dos comerciais do PT que começaram a ser veiculados no rádio e na televisão na última quinta-feira. E que deverão culminar nesta quinta com o programa de 10 minutos do partido a ser estrelado pela candidata. O programa corre o risco de não ir ao ar. O Ministério Público Eleitoral quer punir o PT por ter usado o programa de dezembro para fazer propaganda de Dilma.

O PT limita-se a seguir o exemplo que vem de cima. Há quase dois anos que Lula faz campanha aberta por Dilma desrespeitando a lei – e em algumas ocasiões debochando dela. Foi multado duas vezes. Os comerciais do PT exibidos na última quinta-feira acabaram vetados pelo Tribunal Superior Eleitoral. Os dois novos comerciais exibidos no fim de semana derraparam nos mesmos problemas dos comerciais vetados.

Na fase de pré-campanha é Serra quem tem brilhado mais. A agenda tem sido ditada por ele. E quem dita a agenda comanda a campanha. Dilma ainda não encontrou um discurso. Tentou dois caminhos e, aparentemente, abandonou-os. Tentou seguir o script pré-determinado há meses de comparar os governos Fernando Henrique e Lula. Não rendeu o suficiente até aqui.

Ficar na comparação entre os governos não lhe daria base para um posicionamento firme como candidata com vida e luz próprias. Ela passou então a atacar Serra. Acusou-o de ser um lobo metido em pele de cordeiro. Chamou-o de biruta de aeroporto, que muda de direção a depender da força dos ventos. Não deu certo também. Para que desse, o adversário teria de topar a briga.

E Serra não topou. Quando lhe perguntaram o que achava de ter sido comparado a uma biruta de aeroporto, apenas riu. Durante o debate entre os candidatos na associação mineira de municípios, Serra desdobrou-se em cortesias com Dilma. Chegou ao ponto de dizer que ela jamais dificultou ou impediu a cooperação entre o governo federal e o governo paulista. Esfregou seu nariz no dela.

À procura de um discurso que não se restrinja à exaltação do governo Lula e à promessa de que dará continuidade a ele, Dilma tem incorrido no erro de se deixar pautar pelo adversário. Serra defendeu a criação do Ministério da Segurança Pública. Ela criticou a proposta. Serra disse que, se eleito, gostaria de governar com o PT e o PV. Lorota pura para ocupar espaço na mídia como candidato de conciliação.

Dilma reagiu à idéia. Líderes de peso do PT também reagiram. Assim como haviam reagido à garantia oferecida por Serra de que ampliará os benefícios do programa Bolsa-Família. Se Lula pôde se apropriar de várias bandeiras do PSDB realizando um movimento clássico estudado em livros dedicados ao marketing político, por que Serra não poderia fazer o mesmo?

A hora de Dilma ainda está por vir.


E-mail para esta coluna: noblat@oglobo.com.br
BLOG DO NOBLAT: http://www.oglobo.com.br/noblat

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>Os números das novas pesquisas eleitorais

Posted on maio 4, 2010. Filed under: institutos, intuição, pesquisas eleitorais, Sensus, Vox Populi |

>Nos próximos dias os institutos de pesquisas começam divulgar os resultados de intenção de votos para presidente da república.

Depois dos últimos resultados, os números dos institutos Sensus e Vox Populi são esperados com certa apreensão.

Minha dica é que haverá uma pequena queda nas intenções de votos para Dilma, e uma oscilação para cima de cerca de 2 pontos para José Serra, Marina Silva deve chegar a 12 pontos.

Vamos aguardar para conferir se minha intuição tem algo a ver.

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>País perde o controle e a violência e drogas é maior preocupação dos brasileiros

Posted on fevereiro 1, 2010. Filed under: controle, desemprego, drogas, preocupação, Sensus, violência |

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A pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta segunda-feira, 1 de fevereiro, mostra que o problema que mais incomoda os brasileiros é a violência.

Quase 23% dos entrevistados responderam que a violência e a criminalidade são os problemas que mais incomodam.

A preocupação que está em segundo lugar são as drogas, com 21,2%. Parece que a falta de importância que os governates tratam um assunto tão grave, deixa as pessoas amedrontadas, uma vez que sequer existe cadeia para os atuais criminosos, o que fazer com os que roubam, matam, sequestram e estupram centenas de pessoas diariamente?

As drogas e armas entram tranquilamente no Brasil, por terra, água e ar. A Polícia Federal não tem pessoas nem armas para impedir essa “passeata” decriminosos e todo tipo de objetos que amedronta e mata.

O desemprego, que era o grande medo, mesmo atingiu 19%. Fonte: CH

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>Eleições 2010: Pesquisa CNT/Sensus aponta Serra 33,2% e Dilma com 27,8%

Posted on fevereiro 1, 2010. Filed under: Ciro, CNT, Dilma, eleições 2010, Lula, Marina Silva, pesquisa, Sensus, Serra |

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· cenário é de 33,2% para tucano e 27,8% para petista

· se Ciro Gomes sai, Serra vai a 40,7% e Dilma fica com 28,5%

· margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais

A mais recente pesquisa do instituto Sensus, bancada pela Confederação Nacional do Transporte, traz uma notícia muito boa e outra ruim para o PT. A boa é que a petista Dilma Rousseff está empatada tecnicamente com o tucano José Serra em primeiro lugar na disputa pelo Palácio do Planalto quando se considera a margem de erro da pesquisa. A notícia ruim é que esse cenário só existe quando Ciro Gomes (PSB) está no páreo.

Como Serra tem 33,2%, pode variar de 30,2% a 36,2% (a margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos). E Dilma, de acordo com a margem de erro da Sensus, pode variar de 24,8% a 30,8%. Ou seja, se Serra estiver próximo de seu limite mínimo e Dilma próxima de seu limite máximo, ambos estariam hoje juntos.

A julgar pelo cenário atual, a polarização apenas entre PSDB e PT, tão desejada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ainda depende da presença de Ciro Gomes na lista de candidatos. Até porque, se Ciro sai e se a eleição fosse hoje, José Serra iria a 40,7% e praticamente levaria no primeiro turno –pois a soma de Dilma e de Marina Silva (PV) daria 38%. Como a margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais, não se pode afirmar que o tucano ganha no primeiro turno com 100% de certeza.

É necessário sempre ressalvar, entretanto, que a eleição é só em 3 de outubro e há uma candidata claramente em linha ascendente (Dilma) e outro (Serra) que às vezes cai e às vezes se mantém estável na faixa acima dos 30% (e batendo em 40% quando Ciro está fora).

No caso de Marina Silva, a situação não é das melhores. Ela varia de 6,8% a 9,5%. Nesta semana, terá seus 10 minutos na TV (no programa partidário do PV). É a esperança que tem para atingir um público mais amplo.

Já Ciro Gomes também tem, a exemplo do PT, duas notícias, uma boa outra ruim. A boa é que o PT depende de Ciro, pelo menos por enquanto, para levar a disputa com folga para o segundo turno. A notícia ruim é que o deputado federal pelo PSB do Ceará está com apenas 11,9%, bem atrás dos 27,8% de Dilma.

A seguir, os números da pesquisa Sensus divulgada hoje (1.fev.2010):

Cenário com Ciro:

José Serra – 33,2%

Dilma Rousseff – 27,8%

Ciro Gomes – 11,9%

Marina Silva – 6,8%

Nenhum/Branco/Nulo – 10,5%

NS/NR – 9,9%

Cenário sem Ciro

José Serra – 40,7%

Dilma Rousseff – 28,5%

Marina Silva- 9,5%

Nenhum/branco/ Nulo – 11,4%

NS/NR – 10%

Metodologia

2.000 entrevistas

Margem de erro: 3 pontos percentuais

Data da coleta de dados: de 25 a 29 de janeiro de 2010

A seguir, os dados sobre a avaliação do governo Lula e do desempenho pessoal do presidente:

Avaliação do governo:

Positivo – 71,4%

Regular – 22,0%

Negativo – 5,8%

Desempenho pessoal de Lula:

Aprova- 81,7%

Desaprova – 13,9%

Fonte: UOL Política

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>E se Dilma não decolar?

Posted on outubro 27, 2009. Filed under: Datafolha, Dilma Rousseff, Ibope, Sensus |

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  • Por Carlos Chagas

Está para ser divulgada mais uma rodada de pesquisas eleitorais sobre a sucessão do ano que vem, pelos três principais institutos. Datafolha, Ibope e Sensus estão em campo. O governo e o PT não apenas desconfiam, mas sabem, porque dispõem de meios para chegar ao âmago dessas três empresas, que os números ainda não favorecerão Dilma Rousseff. A candidata no mínimo manterá a distância que a separa de José Serra, se não tiver diminuído uns pontinhos. Ciro Gomes continuará mais popular do que ela, enquanto Marina Silva permanecerá onde estava.


É claro que surpresas poderão aparecer, já que as pesquisas se fazem bem próximo do dia da divulgação, mas, pelo jeito, pouco mudará da última pesquisa, pela experiência dos técnicos e até pelas sondagens feitas à margem do público, para efeito interno e para clientes especiais.
Nada que possa desfazer os planos oficiais do presidente Lula de seguir adiante com a chefe da Casa Civil, mas se tudo continuar como antes, emergirá a constatação de terem valido pouco os périplos pelo país, com a candidata a tiracolo.

Nem mesmo o final do ano será prazo para Dilma decolar. Há tempo, no primeiro semestre do ano que vem, tem repetido o primeiro-companheiro, apesar das dúvidas de alguns dirigentes do PT.

Assim, a pergunta que se faz é se, na reta final do processo sucessório, continuarem as coisas como vão. Se, por hipótese, Serra e Ciro passarem para o segundo turno, em outubro. Nessa hora, como se comportaria o PMDB, por exemplo, supondo-se que se tenha atrelado à candidatura oficial, indicando o candidato à vice-presidência? E o próprio PT, que não morre de amores pelo ex-governador do Ceará? O meio-campo terá embolado de tal forma que muita gente supõe o ressurgimento de propostas esdrúxulas como a do recolhimento da bola e a interdição do estádio, quer dizer, da prorrogação de todos os mandatos por dois anos. É bom prestar atenção, porque devolver o poder aos tucanos, a frio, seus atuais detentores não admitem…

ESTÃO EM OUTRO PLANETA?
Movimento social, partido político, grupo revolucionário? Tanto faz como se classifique o MST de hoje, mas, pelas declarações mais recentes de seus líderes, os sem-terra não estão nem aí para a sucessão presidencial. Referem-se de forma pouco elegante a Dilma Rousseff, abominam José Serra e ignoram os demais candidatos, até mesmo Marina Silva. Pode ser apenas uma estratégia para, no momento certo, definirem-se. Valerão menos pelos votos que possuem, mais pelo barulho que causarão, ficando difícil supor deixarem de manifestar-se em favor do presidente Lula, ou seja, de sua candidata.

Ou estarão em outro planeta, dando de ombros para o atual processo político-eleitoral, que apesar de falho, é o melhor de que dispomos? Se desde Pedro Álvares Cabral que a reforma agrária não foi feita, como dizem e provam, estariam mergulhados numa proposta capaz de prescindir de todas as forças hoje empenhadas na disputa pelo poder? Qual seria, senão a de revirar de cabeça para baixo as instituições vigentes, como já tentam, faz algum tempo, inverter a lei e a ordem?

PRESIDENTE RECONHECIDO
Assinaram os três senadores por Minas proposta destinada a fazer justiça a um dos mineiros mais ilustres do século passado. Eduardo Azeredo, Eliseu Resende e Wellington Salgado propuseram emenda constitucional inscrevendo Pedro Aleixo na galeria dos ex-presidentes da República. Apesar de haver ocupado o palácio do Planalto apenas duas vezes, durante rápidas ausências do marechal Costa e Silva do território nacional, nada mais justo do que dar ao então vice-presidente o status de quantos ostentaram o título maior.

Aliás, Tancredo Neves foi outro mineiro que, mesmo não tendo podido assumir e ocupar a chefia do governo, já recebeu do Congresso a honra de inserir-se no rol dos presidentes da República. Com relação a Pedro Aleixo, acresce haver sido esbulhado do direito de presidir o país quando da doença do titular, precisamente há 40 anos. Os três ministros militares da época usurparam o poder, investindo-se das funções do vice-presidente, que até preso domiciliarmente acabou sendo. A nação prestará ao eterno professor de democracia homenagem mais do que merecida.

A DÚVIDA PERMANECE
Há meses o presidente Lula não fala mais que preencherá com os secretários-gerais as vagas abertas no ministério com a desincompatibilização dos titulares candidatos às eleições do ano que vem. Serão pelo menos quinze ministros dispostos a pedir as contas para disputar governos estaduais, o Senado, a Câmara e até a presidência e a vice-presidência da República. A primeira decisão do chefe do governo era de elevar os secretários-gerais a ministros e manter a mesma política em cada um dos ministérios vagos. Apenas quando completado o prazo máximo para os titulares saírem, ou seja, 31 de março do ano que vem, promoveria as mudanças. Há, no palácio do Planalto, quem aconselhe o Lula a agir de modo diferente. Afinal, se os ministros-candidatos vão sair, que saiam já, até o fim do ano. Para que seu último ano administrativo, talvez o mais importante, não se assemelhe a uma meia-sola, o ideal seria buscar desde já na sociedade os mais capazes em cada setor, para ministros. Sem detrimento dos secretários-gerais, a oportunidade abre-se para a formação de uma equipe de primeira categoria. Por enquanto, parece que a dúvida permanece nas cogitações do presidente.

Fonte: Claudiohumberto

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