Serys

>Assessora da senadora Serys Slhessarenko pede demissão

Posted on dezembro 13, 2010. Filed under: Serys |

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Jornalista, cuja ONG recebeu R$ 1,8 milhão de emenda de petista, nega irregularidades
A jornalista e produtora cultural Liane Muhlemberg pediu demissão do gabinete da senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), após divulgação, pela revista “Veja” de que projetos de sua ONG, o Instituto de Pesquisa, Ação e Mobilização (Ipam), receberam recursos de emenda parlamentar do deputado Jilmar Tatto (PT-SP).
Liane, que também trabalha com projetos sociais, negou qualquer irregularidade nos repasses, apresentou prestações de contas e documentos sobre os eventos e afirmou não ser filiada do PT. O Ipam funciona numa sala do setor comercial Norte de Brasília.
— Vou sair para tirar a senadora do foco. Não é justo que, por minha causa, ela fique numa situação embaraçosa. Tenho certeza que só divulgaram essa minha história porque a senadora é relatora do Orçamento. Agora, não tem nada, nada e nada de ilegal — disse Liane Muhlemberg, que criou o Ipam em 1997.
Em 2010, nove projetos do Ipam receberam R$ 1,8 milhão de emendas de três deputados: R$ 1,1 milhão de Jilmar Tatto (PT-SP); R$ 650 mil de Rodrigo Rollemberg (PSB-DF)l; e R$ 100 mil de Geraldo Magela (PT-DF).
O dinheiro já foi liberado e executado. Seis emendas captaram recursos no Ministério do Turismo e as outras três no da Cultura. A fase agora é de prestação de contas.
A jornalista está lotada no gabinete de Serys há três anos. Ela trabalha na produção de material institucional da petista, como informativos sobre o mandato da senadora.
Liane, que tem 67 anos, afirmou ser conhecida no circuito cultural e que jamais recebeu emendas da petista. A servidora garantiu que nunca usou sua influência para obter emendas de políticos para seus projetos:
— Seria antiético me aproveitar dessa situação. Se tivesse uma moral mais elástica, poderia pedir. Mas não faço.

Fonte:  Blog do Noblat

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>Desavenças políticas

Posted on outubro 7, 2010. Filed under: Abicalil, Carlos Bezerra, Dante de Oliveira, derrotas eleitorais, Desavenças políticas, Dilma e Lula, Júlio Campos, Mato Grosso, PSDB, PT, Serys |

>Por Alfredo da Mota Menezes*

Em Mato Grosso, parte das derrotas eleitorais foi por desentendimentos internos em grupos ou partidos. O caso recente do PT estadual é um exemplo. A forte disputa entre Abicalil e Serys afetou o partido como um todo. Se tivesse unido, cada um no seu lugar, usando o momento da Dilma e Lula, o PT de MT estaria em patamar menos melancólico que está agora.

Temos em MT outros casos de desavenças internas até maiores que essa do PT. Conto duas delas. Em 1998, o PSDB com Dante de Oliveira bateu Júlio Campos para o governo e Carlos Bezerra para o Senado. O caminho ficou livre para se criar aqui o que o Tasso Jereissati fez no Ceará e ACM na Bahia.

Roberto França seria o candidato a governador pelo PSDB. Houve até uma famosa ata que dizia isso. Um grupo dentro do partido entendeu de lançar Antero de Barros para disputar com o França a vaga para o governo. Começaram os chutes na canela. Criou-se uma “comissão de entendimento” para intermediar o impossível.

Na mídia só dava o caso do PSDB. Alguns achavam que era uma exposição útil ao partido. Eu sempre achei que exposição em demasia poderia criar uma ojeriza na população e reverberar ao contrário. Foi o que se viu depois.

A eleição para o PSDB unido talvez fosse um passeio. Jonas Pinheiro percebera isso e não aceitava ir à disputa. Se o grupo estivesse unido, duvido que o Blairo fosse candidato. Entrou na brecha da desavença. Apareceu do dia para a noite e levou a fatura em menos de três meses de campanha. A esposa do descontente França acabou ungindo a chapa do Maggi.

Outro caso. Em 1987, com Carlos Bezerra no governo, o PMDB era o galo do terreiro em MT. Logo começou o empurra-empurra interno. Um grupo, que se intitulava ideológico ou do antigo MDB, queria fora do partido o outro que apelidaram de fisiológico.

Saíram do PMDB para o PTB, acreditem, quatro deputados federais (Palma, Sucena, Osvaldo Sobrinho e Milton Figueiredo), três estaduais (França, Kazu e Luís Soares) e um senador (Louremberg).

Já em 1988, na disputa para a prefeitura de Cuiabá, os grupos se enfrentam. França (PTB), Meireles (PMDB) Serys (PV). Frederico Campos, que morava em Cubatão, chegou na última hora e leva pelo PFL a prefeitura.

O final do desastre foi na eleição de 1990, em que Jaime Campos (com Osvaldo Sobrinho como vice) ganha do Bonilha do PMDB para o governo e Júlio Campos bate o Bezerra para o Senado. Desde aquela época, vinte anos atrás, só agora o PMDB, com o Silval, voltou à ribalta. O PSDB estadual deveria se preocupar com que aconteceu com o PMDB.

Haverá fissuras no atual grupo que ganhou a eleição e está no poder. É histórico. Talvez já em 2012 na disputa para as prefeituras, principalmente a de Cuiabá.

*Alfredo da Mota Menezes. E-mail: pox@terra.com.br; site: http://www.alfredomenezes.com
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>Jaime é condenado a devolver R$ 7 milhões ao Estado para se auto-promover

Posted on setembro 27, 2010. Filed under: Ação Popular, Comunicação, condenado, Jaime Campos, Mato Grosso, propaganda, Serys, Serys Slhessarenko, TV Brasil Oeste, Tv Centro América, TV Rondon |

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O ex-governador Jaime Campos (DEM) foi condenado ao ressarcimento de mais de R$ 7 milhões aos cofres públicos por uso indevido da máquina pública, na época em que foi governador de Mato Grosso (1991-1994).

Serys Slhessarenko e Jaime Campos

O juiz da Vara Especialização de Ação Popular, Luís Aparecido Bertolucci Júnior, acatou uma ação proposta pela senadora Serys Slhessarenko (PT) em desfavor do político, em 1991.

A condenação teve seus valores calculados em Cruzeiro (moeda vigente no período em que a ação foi proposta). De acordo com o advogado de Serys, Alexandre Slhessarenko, os valores corrigidos ultrapassam os R$ 7 milhões.

Na ação, a senadora alegou que Jaime Campos teria utilizado a peça publicitária “Mato Grosso Verdade” para se auto-promover, exaltando seu nome e suas ações, não como forma de divulgar as ações do Governo do Estado, mas como promoção pessoal.

Segundo o processo, a propaganda não trazia qualquer informação educacional, cultural ou de interesse público.

Além do ressarcimento aos cofres públicos, Jaime Campos foi condenado ao pagamento de R$ 10 mil referente às despesas processuais e R$ 3 mil referente aos honorários periciais.

Veículos de comunicação

Na época, a ação também foi proposta em desfavor dos veículos de comunicação que exibiram a propaganda, TV Centro América, TV Rondon e TV Brasil Oeste (hoje arrendada à Igreja Mundial do Poder de Deus). No entanto, as empresas não foram condenadas por terem segundo a decisão, “atuado no exercício legitimo de suas atividades”.

“Deixo de condenar as empresas televisivas e a responsável pela elaboração/confecção da peça publicitária, haja vista a ausência de má-fé ou o intuito de fraudar a lei, assim como pelo fato de terem atuado no exercício legítimo de suas atividades”, diz um trecho da ação.

Outro lado

Jaime Campos afirmou não lembrar deste processo. No entanto, destacou que irá recorrer da decisão.
Fonte: Midianews

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>Eleições 2010: Deputado Carlos Abicalil comunica a senadora Serys sua intenção de disputar o Senado e diz que clima é tenso

Posted on fevereiro 7, 2010. Filed under: Abicalil, Deputado Carlos Abicalil, Dilma Rouseff, eleições 2010, presidente Lula, PT, Senadora Serys, Serys |

>Mariane de Oliveira
Da Redação

O Bom Dia Mato Grosso reproduz a entrevista concedida pelo deputado Carlos Abicalil ao Jornal A Gazeta, edição de 7 de fevereiro, a quem agradecemos. Fazemos isso pela necessidade que temos de manter nossos leitores bem informados dos bastidores da política matogrossense no que diz respeito as eleições de 2010.


A tensa conversa travada no gabinete de Serys em Brasília, durante uma hora e meia, pode resultar no maior racha já vivenciado pelo partido, além de enfraquecer o palanque da ministra Dilma Rouseff em Mato Grosso, pré-candidata à Presidência da República pelo PT. Abicalil é muito próximo do presidente Lula e ocupa a função de vice-líder do governo na Câmara Federal, o que indica que a decisão para o impasse deve vir do Palácio do Planalto.


Presidente regional do PT, Abicalil, 48 anos, foi reeleito deputado federal com mais de 128 mil votos em 2006. Ele concedeu a seguinte entrevista ao jornal A Gazeta, onde relata detalhes da conversa com Serys e tece críticas veladas à senadora.


Carlos Abicalil quer disputar vaga no Senado e levou proposta para Serys, que rejeitou e afirmou que pode sair da vida pública, caso ele seja escolhido pelo partido

A Gazeta – O senhor procurou a senadora Serys para dizer que é candidato ao Senado. Como foi a conversa com ela?

Carlos Abicalil – Nesta semana tive um encontro com a senadora Serys, e como havia afirmado anteriormente, durante todo o processo, assim que inaugurássemos a nova gestão do partido iríamos dar início a esse entendimento, relativo à pré-candidatura ao Senado e às estratégias para 2010 nesse sentido. Fiz questão de ir ao gabinete da senadora, conversamos muito, durante uma hora e meia, e eu apresentei a pretensão de que o diálogo da candidatura ao Senado fosse apresentado. A senadora Serys tem elevado compromisso partidário, ela honra há 20 anos os mandatos conquistados dentro do PT, e faz isso de forma exitosa. Então tenho certeza de que ela vai compreender isso, vamos realizar esse debate de maneira a ampliar a representação do PT.


Gazeta – Isso significa trocar de posições, a senadora Serys sairia candidata a deputada federal e o senhor ao Senado?

Abicalil – Sim. Isso refletiria na real possibilidade de ampliar a bancada do PT, até porque a senadora Serys e o deputado Ságuas Moraes têm patamar de representação que, somados, dão essa possibilidade real ao partido.


Gazeta – Qual foi a resposta da senadora, ela aceitou?

Abicalil – A senadora afirma que ela, em conjunto com a família, chegou ao posicionamento de que, ou é candidata à reeleição, ou não é candidata. Fiz apelo por três vezes de que ela pudesse reconsiderar a possibilidade de, em não sendo candidata à reeleição, contemplasse a possibilidade de figurar na chapa a federal junto com o deputado Ságuas. Isso não significa passar por cima do partido. Na minha visão, reitero que essa é uma possibilidade do PT ampliar a sua representação popular.


Gazeta – Caso a senadora não reconsidere seu posicionamento, o PT pode realizar uma consulta a todos os filiados?

Abicalil – Não há nenhum problema, até porque acabamos de passar por uma consulta ampla (o processo de eleições diretas, que elegeu os diretórios). Mas prefiro que tenha um entendimento em uma instância partidária regular, e a senadora também concorda. A decisão deve ser dos membros do diretório. Tanto eu quanto ela concordamos que a decisão deva sair até o final de março.


Gazeta – O senhor já havia conversado sobre esse com lideranças do PT antes de quinta-feira?

Abicalil – Participei de todas atividades partidárias programadas desde de dezembro de 2008. Todas as vezes em que fui instado por aqueles diferentes grupos sobre o tema (disputa ao Senado), advertia para alguns aspectos principais: a incoerência com a defesa de uma aliança ampla se o ponto de partida reservasse dois cargos majoritários ao PT e já vinculasse tais cargos aos nomes; a inexistência de candidaturas natas, que nunca fizeram parte da cultura petista; a necessidade de compor uma chapa que ampliasse o número de mandatos e de representações petistas nos níveis estadual e federal. Finalmente, ponderava que aquele momento não era o melhor para a definição de vinculações finais entre nomes e cargos para a disputa, até porque, se foram sinceros os termos das teses, a principal referência permanecia guiada pelo projeto nacional, seus desdobramentos num projeto de desenvolvimento humano e sustentável para Mato Grosso e seus nas composições eleitorais.


Gazeta – O senhor já tratou desse assunto com o presidente Lula?

Abicalil – Com o presidente? Diretamente, não. A última oportunidade de conversa direta que tivemos foi durante a viagem de volta de Alta Floresta, logo após o lançamento do Programa Terra Legal. Devo lembrar que naquele momento, o governador Maggi dizia não ser candidato a qualquer cargo. O quadro mudou de lá para cá. Por isso, mantenho diálogo permanente com o chefe do gabinete pessoal, Gilberto Carvalho, o presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini, o ministro da secretaria-geral, Luiz Dulci, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, o presidente do PT, José Eduardo Dutra, o ministro da Previdência, deputado José Pimentel, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, entre outros. Obviamente, dá-se ciência à ministra Dilma e ao presidente da República.


Gazeta – O deputado Ságuas Moraes tem trabalhado sua candidatura ao Senado e a candidatura dele a deputado federal…

Abicalil – O deputado Ságuas tem dado uma excelente contribuição ao PT, ao governo de Mato Grosso e à sociedade. Projetos políticos petistas não são solitários. Sempre buscam ampliar horizontes de participação, de realização, de expressão pública. Outro dia, o professor Alfredo Menezes, aqui na Gazeta, escrevia que a fila anda. Não quero ser o impedimento para o andar da fila quando ele significar ampliação das expressões e dos mandatos do PT.


Gazeta – O senhor recuaria de uma candidatura ao Senado para evitar um racha no partido?

Abicalil – Quem não conhece o PT vive propagando rachas em toda ocasião de debate. Serys disputou a presidência do PT contra Ságuas em 2005. Ganhou. Disputei a presidência estadual do PT contra a Serys, em 2007. Vencemos e fizemos maioria no Diretório Estadual. Ambos continuamos petistas. O PT não se reduz aos mandatos. As personalidades e seus valores inegáveis não superam o partido. Creio, firmemente que faremos um debate sereno, responsável, equilibrado, consequente, atento. Já passamos da pré-escola ou do jardim da infância. Fonte: A Gazeta

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>Eleições 2010: A disputa para o Senado em Mato Grosso

Posted on janeiro 19, 2010. Filed under: Abicalil, Blairo Maggi, candidato, disputa para o Senado em Mato Grosso, eleições 2010, Jaime Campos, PR, PSDB, PT, Senado, Serys |

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Se confirmada a retirada da candidatura de Geraldo Riva do PP ao Senado sobram três viáveis candidaturas para duas vagas em Mato Grosso. Uma do PT, outra do PR com Blairo Maggi e outra da oposição (candidatura como a do Pedro Taques ainda é uma incógnita). Três nomes disputando duas vagas, chance enorme para qualquer um deles.

O PT precisa definir ainda quem será o candidato, se Serys ou Abicalil. Na oposição a coisa também não está ainda definida. Se o candidato a governador do grupo for Jaime Campos, o PSDB deverá indicar o candidato ao Senado. Pelas pesquisas o nome até agora é o de Antero de Barros.

Se o candidato a governador for o Wilson Santos, o DEM não tem um nome eleitoralmente viável para a vaga de Senado. Gilberto Goellner diz que não vai à reeleição. Júlio Campos disse que foi “vetado”, vai a deputado federal. O PTB não tem também um nome com densidade eleitoral para a disputa. Parece que o DEM ficaria, nessa hipótese, com a vaga de vice na chapa do Wilson.

Até nessa hipótese sobraria uma vaga para, digamos, o Antero se for levado em conta as pesquisas de opinião pública. Dá até para especular que o grupo aceitaria o PSDB, mesmo não sendo a sigla forte de antes, com duas vagas na majoritária.

Mesmo se o PP for para essa composição, com Jaime ou Wilson como cabeça de chapa, não se vê outro nome nesse partido, além do Riva, com vontade de peitar a candidatura ao Senado. Então, em tese, se teria o Blairo, Antero, Serys ou Abicalil.

Chamo a atenção do leitor para um detalhe importante: os candidatos, a partir de certo momento, serão cuidadosos em falar mal do outro. Por quê? Por causa do chamado “segundo voto”.

O eleitor terá direito de votar em dois nomes para o Senado. Alguém que gosta do Blairo vota nele e escolherá outro nome. Se algum dos candidatos vem falando coisas ruins a respeito dele, o eleitor dele pode não votar nesse nome. Críticas serão feitas, mas dentro de certos limites.

O melhor exemplo de segundo voto foi na eleição de 2002 em que disputavam duas vagas o Dante, Jonas Pinheiro e a Serys. É comum aceitar que a Serys se beneficiou bastante do segundo voto. Alguém que votava no Dante votava nela para não votar no Jonas. Outro que votasse neste a incluía para não votar no Dante.

Sugerem os fatos que nesta eleição alguém da oposição, mesmo sem fazer críticas duras, pode se beneficiar do segundo voto como a Serys se beneficiou como oposição naquela eleição.

Um candidato agora da oposição tem chances de se eleger ao Senado. Primeiro, que é difícil a situação fazer os dois. Segundo, que há uma tendência maior de alguém da oposição, tanto no plano nacional como no estadual, se beneficiar um pouco mais com o segundo voto.

Não acredito, por fim, que ocorra agora o que ocorreu com Garcia Neto, Bezerra e Dante que deixaram o governo para serem candidatos ao Senado e não foram eleitos. O Blairo está bem avaliado perante o eleitor. Mas só para esquentar a conversa: Dante saiu do governo com aprovação perto de 80% e perdeu a eleição. A maior quebra de paradigma que o Blairo deixará será mudar essa estranha escrita.

Autor: Alfredo da Mota Menezes – Fonte: AGazeta. E-mail: pox@terra.com.br; http://www.alfredomenezes.com

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