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>Mato Grosso exige ética

Posted on maio 30, 2010. Filed under: associações, ética, cidadãos, corrupção, escândalos, Mato Grosso, Paradigmas, rei da soja, Silval Barbosa, sindicatos, transparência |

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Autor: Aladir Leite Albuquerque
O rei da soja foi eleito com muita esperança, com promessas de mudanças prometidas e repetidas em campanha política.


Mudanças no sistema tributário que ele definiu, como abaixar o imposto da cesta básica, baixar o ICMS da energia, e de lambuja abrir a caixa preta do governo anterior.


Mudanças políticas, definidas por ele. como a única forma de moralizar Mato Grosso.


Mudanças éticas em todo o aparato administrativo, pois ele definiu em campanha, que a transparência na administração publica, seria uma de suas metas se fosse eleito governador.


E ele foi eleito governador, e de acordo com seu mandato, ficou conhecido como “Quebra de Paradigmas” no curso de seu governo, aconteceu muitas coisas, menos as mudanças prometidas em palanque.


As mudanças éticas e a transparência foram por água abaixo, diante da bomba que foi armada com efeito retardado e, dada como presente de grego para o atual governador Silval Barbosa.


E hoje a definição de ética em Mato Grosso, está totalmente desvirtuada em favor da falta de pudor e de respeito com os Mato-grossenses, que na verdade foram surpreendidos com propagação de mentiras e escândalos a nível Nacional.


O termo corrupção que tanto está presente na mídia por conta da prática de atos ilícitos, imorais e. inconstitucionais contra as leis por parte de várias pessoas que ocupam cargo no poder público.


O que esses exemplos mostram na verdade é que o governo não consegue e não devem tratar da corrupção apenas por conta própria.


A sociedade civil em todas as esferas organizacional e as entidades não – governamentais, grupos de cidadãos, sindicatos, associações. Fonte: Olhar Direto

Autor: Aladir Leite Albuquerque

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>Plano de direitos humanos desagrada à indústria

Posted on janeiro 12, 2010. Filed under: CUT, Direitos Humanos, Grupo Ometz, Ibama, impacto ambiental, licenciamento, sindicatos |

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Empresários da indústria de base começaram a demonstrar insatisfação com o Programa Nacional de Direitos Humanos.

Entre as propostas do plano, há um ponto que sugere a inclusão das centrais sindicais no processo de licenciamento de obras de impacto ambiental comprovado. A medida atrasará os projetos de infraestrutura no país, segundo Paulo Godoy, presidente da Abdib (associação da infraestrutura e indústrias de base).

“Não consigo entender por que inserir um novo agente, sem conhecimento específico sobre o assunto, no processo. Essa discussão está descolada do foco de um plano que tem vistas aos direitos humanos”, afirma Godoy.


Na prática, a possibilidade de inclusão das centrais já foi comprovada, pois a medida, inserida agora no programa de direitos humanos, já foi tema de uma portaria conjunta do Ministério do Meio Ambiente e do Ibama, publicada no “Diário Oficial da União” em agosto de 2009. A portaria dá aos sindicatos participação na elaboração dos Rima (Relatórios de Impacto Ambiental) e do licenciamento para novos empreendimentos das empresas.


Godoy também sugere que a medida poderá tornar-se uma ferramenta de barganha nas mãos das centrais sindicais. “Isso dá margem a arbitrariedades. Que tipo de poder de veto essas instituições teriam? Não há respaldo legal.”


Para Carmen Foro, secretária de meio ambiente da CUT Nacional, entidade que deu origem à iniciativa junto ao ministério, a inclusão é uma “conquista, pois vai permitir a intervenção dos trabalhadores em espaços políticos a que não tinham acesso”. Foro informa que a partir deste mês as centrais devem começar a elaborar planos de ação. “É da maior importância garantir que os sindicatos possam analisar se as empresas têm políticas ambientais adequadas à saúde dos trabalhadores e das comunidades no entorno.”

“É da maior importância garantir que os sindicatos possam analisar se as empresas têm políticas ambientais adequadas”
CARMEN FORO
secretária de meio ambiente da CUT

“A inclusão desse novo ator no já demorado processo de licenciamento ambiental cria mais obstáculos e conflitos”
PAULO GODOY
presidente da Abdib


NA ESCOLA

O Grupo Ometz, dono das redes de escolas de inglês Wise Up, Lexical, You Move e Go Getter, vai abrir neste semestre uma unidade em Bogotá. A inauguração faz parte do processo de expansão internacional da empresa, que alcançou 400 unidades em 2009 e já está presente em Buenos Aires. Também estão previstos investimentos de R$ 28 milhões em marketing para 2010, segundo Flávio Augusto da Silva, presidente do grupo. No ano passado, o grupo faturou R$ 103 milhões, crescimento de 67% em relação ao ano anterior, e superou 65 mil novos alunos. No último final de semana, o grupo anunciou o lançamento de uma nova bandeira, a Wise4U, de ensino à distância.

Emenda constitucional do perfil da dívida interna deve ser o foco



O contribuinte brasileiro deve olhar atentamente para a regulamentação jurídica da emenda constitucional que alongou o perfil da dívida interna, segundo Paulo de Barros Carvalho, titular de direito tributário da PUC-SP e da USP. “Essa decisão poderia mexer com a imagem do país no exterior, caso o Brasil não estivesse vivendo momento histórico tão favorável.”

Por outro lado, segundo Carvalho, “a famosa reforma tributária, que não avança nem tem condição de avançar, é algo com que o contribuinte não precisa se preocupar”.
“Tratando-se de ano eleitoral, não deverá haver sustos na alta da carga tributária.”

LÍDER EM DESISTÊNCIA

O consumidor brasileiro desistiu de comprar, em média, US$ 152 nas festas de fim de ano. Esse valor coloca o Brasil no topo do ranking de pesquisa feita em 11 países. Na média global, o valor das compras não realizadas foi de US$ 109. Os principais motivos apontados pelos consumidores foram a insatisfação com o produto, a falta de desconto, o mau atendimento, a indisponibilidade no estoque e a demora na hora de pagar. O levantamento foi realizado com 4.534 consumidores, entre os dias 25 de novembro e 20 de dezembro, pelas empresas e-Rewards e TNS International, em parceria com a Motorola.


com JOANA CUNHA e ALESSANDRA KIANEK – Fonte: Folha de S. Paulo
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>Lulismo na eleição de 2010

Posted on novembro 10, 2009. Filed under: Banco do Brasil, Caixa, eleição de 2010, Lulismo, peronismo, Petrobras, sindicatos, Vale do Rio Doce |

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A eleição para presidente no Brasil no ano que vem será a luta entre o lulismo e aqueles que pensam de forma diferente. Será uma das mais importantes da história do país.

O lulismo é quase a repetição do que houve antes na Argentina com o peronismo. Aqui, como ocorreu lá, os partidos estão sendo enfraquecidos e os sindicatos fortalecidos. O lulismo usa os partidos, os movimentos sociais e até setores empresariais para continuar no poder. Os movimentos sociais, mesmo se cometem ações impróprias, nunca são condenados pelo lulismo que, além disso, os irrigam com recursos públicos.

Há um dado novo no Brasil diferente do que ocorreu com o peronismo: o lulismo tem o suporte dos fundos de pensão e dos setores empresarias que ganham dinheiro com eles. Os fundos, na maioria com dinheiro público, como os do Banco do Brasil, Caixa e Petrobras são tão poderosos que quase estatizaram outra vez a Vale do Rio Doce. A presença do Estado na economia é uma das premissas do lulismo.

O lulismo é a continuação das ideias do atual presidente, como o peronismo foi na Argentina. Duas forças enfrentam-se ali desde a década de 1950: uma contra e outra a favor do peronismo. O país, que já foi um dos mais desenvolvidos do mundo, que deixava o Brasil na poeira, hoje é o que é. Um dos motivos dessa situação foi a luta entre ideias peronistas e as contrárias. Os fatos sugerem que se quer repetir no Brasil com o lulismo o que houve no vizinho com o peronismo.

A América Latina passa hoje por aquilo que se chama de autoritarismo populista. Países mudam a Constituição para que um personagem fique no poder por tantos anos.

O Brasil inova: se faz eleição para outro personagem continuar as ideias do líder messiânico. No regime militar o Brasil também inovou: os generais-presidentes eram mudados “democraticamente” de tempos em tempos.

Não pense a imprensa que estaria livre desse novo fenômeno nacional. Se as ideias messiânicas do lulismo continuam em outro governo pode vir mudanças no tratamento com a mídia. É só ver o que aconteceu na Argentina no governo dos Kirchners que se dizem peronistas. Arrumaram meios, com a maioria que adquiriram no Congresso, de controlarem a imprensa.

O embate eleitoral no Brasil no ano que vem será um dos mais caros que o país já teve. De um lado as forças do lulismo com apoio nos ricos fundos de pensão e dos empresários que fazem negócios com eles. Do outro, grupos preocupados com essa invenção da política nacional vão despejar recursos na campanha eleitoral da oposição.

Já se vê algo nessa direção com o que pode acontecer no Nordeste. A oposição fala em contratar milhares de pessoas para de porta em porta tentar reverter o apoio maior que o lulismo tem ali. O gasto na campanha dos dois lados será astronômico.

As forças políticas e empresariais e outros segmentos da sociedade em Mato Grosso deveriam prestar atenção ao âmago do debate que se vai estabelecer na eleição do ano que vem. Podem ser inocentes úteis ao projeto de poder do lulismo. Dilma Rousseff é apenas um detalhe na engrenagem. Não se iludam: se o lulismo ganhar, ele não será controlado.

Se a história ensina, veja o que aconteceu na Argentina. Não é bom ficar lutando nos anos à frente em torno das ideias do líder messiânico. No Brasil talvez até surja uma espécie de “queremismo ou queremos Getúlio”, mote para a volta do outro nome. O futuro do país pode estar sendo jogado na eleição do ano que vem.

Autor: Alfredo da Mota Menezes -Fonte: A Gazeta . E-mail: pox@terra.com.br site: http://www.alfredomenezes.com

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