Sorriso

>Sorriso atinge US$ 39 milhões em exportação no 1º bimestre de 2011

Posted on março 18, 2011. Filed under: Sorriso |

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A venda de diversos produtos ao comércio exterior, no bimestre, resultou em pouco mais de US$ 39 milhões inseridos na balança comercial, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O valor é 24,11% inferior ao montante contabilizado no mesmo período do ano passado, quando atingiu a casa de US$ 51,4 milhões.

Centro da cidade de Sorriso, Mato Grosso

O principal produto exportado é o milho em grão (exceto para semeadura), com US$ 38,6 milhões em negócios. A soja, incluindo triturados, aparece em seguida na relação dos mais vendidos, com negócios na casa de US$ 267,7 mil. Por último está a venda de madeira não conífera, com US$ 112,2 mil.
A Coréia do Sul foi o principal destino dos produtos exportados, com US$ 6,4 milhões negociados. Iemen aparece em seguida, com US$ 6,3 milhões e, Vietnã, em terceiro, com US$ 5,7 milhões. A relação é composta ainda por outros 11 destinos.
Somente em janeiro, conforme Só Notícias informou, a balança comercial apontava US$ 15,3 milhões, 17,58% inferior ao contabilizado em janeiro do ano passado.Fonte: Só Notícias
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>O subito encanto de Marina Silva

Posted on outubro 6, 2010. Filed under: Arnaldo Jabor, encanto, Marina Silva, Marketing, Receita Federal, segundo turno, Sorriso, subito, UNE |

>Por  Arnaldo Jabor
Não, o Palácio de Inverno de S.Petersburgo da Rússia em 1917 ainda não será tomado pela onda vermelha.

Não. Agora, o PT vai ter de encarar: estamos num país democrático, cultural e empresarialmente complexo, em que os golpes de marketing, os palanques de mentiras, os ataques violentos a imprensa não bastam para vencer eleições…(por decência, não posso mostrar aqui os emails de xingamentos e ameaças que recebo por criticar o governo). O Lula vai ter de descobrir que até mesmo seu populismo terá de se modernizar. O povo está muito mais informado, mais on line, mais alem dos pobres homens do Bolsa Família, e não bastam charminhos e carismas fáceis, nem paz e amor nem punhos indignados para a população votar. Já sabemos que enquanto não desatracarmos os corpos públicos e privados, que enquanto não acabarem as regras políticas vigentes, nada vai se resolver. Já sabemos que mais de 5 bilhões por ano são pilhados das escolas, hospitais, estradas e nenhum carisma esconde isso para sempre. Já sabemos que administração é mais importante que utopias.
A campanha a que assistimos foi uma campanha de bonecos de si mesmos, em que cada gesto, cada palavra era vetada ou liberada pelos donos da “verdade” midiática. Ninguém acreditava nos sentimentos expressos pelos candidatos. Fernando Barros e Silva disse na “Folha” uma frase boa: “Dilma parece uma personagem de ficção e Serra a ficção de uma personagem.” Na mosca.


SERRA

Os erros da campanha do Serra foram inúmeros: a adesão falsa ao Lula, que acabou rindo dele : “o Serra finge que me ama”…

Serra errou muito por auto-suficiência (seu defeito principal) demorando muito para se declarar candidato, deixando todo mundo carente e zonzo, como num coito interrompido; Serra demorou para escolher um vice presidente, (com a gafe de dizer que vice bom é o que não aporrinha), fez acusações ligando as Farc à Dilma, esculachou o governo da Bolívia ainda no inicio, avisou que pode mexer no Banco Central e, quando sentiu que não estava agradando fez anúncios populistas tardios sobre salário mínimo e aposentados. Nunca vi uma campanha tão desagregada, uma campanha antiga, analógica numa época digital, enlouquecendo cabos eleitorais e amigos , todos de bocas abertas , escancaradas, diante do obvio que Serra ignorou. Serra não mudou um milímetro os erros de sua campanha de 2002. Como os Bourbon “não esqueceu nada e não aprendeu nada.

A campanha do primeiro turno resumiu-se a dois narcisismos em luta.

DILMA

Enquanto o Serra surfava em sua auto-confiança suicida, a Dilma, fabricada dos pés ao cabelo, desfilava na certeza de sua vitoria, abençoada pelo “Padim Ciço” Lula.
Seus erros foram difíceis de catalogar racionalmente, mas os eleitores perceberam sutilezas na má interpretação da personagem, como atrizes ruins em filmes.

O sorriso sem animo, riso esforçado, a busca de uma simpatia que escondesse o nítido temperamento autoritário, suas palavras sem a chama da convicção, ocultando uma outra Dilma que não sabemos quem é, sua postura de vencedora, falando em púlpitos para jornalistas, sua arrogância que só o salto alto permite: ser pelo aborto e depois desmentir, sua união de atéia com evangélicos, a voracidade de militante tarefeira, para quem tudo vale a pena contra os “burgueses de direita” que são os adversários, os esqueletos da Casa Civil, desde os dossiês contra FHC, passando pela Receita Federal (com Lina Vieira e depois com os invasores de sigilos), sua tentativa de ocultar o grande hipopótamo do Planalto que foi seu braço direito e resolveu montar uma quadrilha familiar. Alem disso, os jovens contemporâneos, mesmo aqueles cooptados pelo maniqueísmo lulista, não conseguem votar naquela ostentada simpatia, pois vêem com clareza uma careta querendo ser “cool”.


MARINA
Os erros dos dois favoritos acabaram sendo o grande impulso para Marina. No meio de uma programação mecânica de marketing, apareceu um ser vivo: Marina. Isso.

Uma das razoes para o segundo turno foi a verdade da verde Marina. Sua voz calma, sua expressão sincera, o visível amor que ela tem pelo povo da floresta e da cidade tudo isso desconstruiu a imagem de uma candidata fabricada e de um candidato aferrado em certezas de um frio marqueteiro.

Marina tem origem semelhante a do Lula, mas não perdeu a doçura e a fé de vencer pelo bem. Isso passa nas imperceptíveis expressões e gestos, que o publico capta.
Agora teremos um segundo turno e talvez vejamos um PSDB fortalecido pela súbita e inesperada virada. Desta vez, o partido terá ser oposição, se defendendo e não desagregado como foi no primeiro turno, onde se esconderam todos os grandes feitos do próprio PSDB, durante o governo de FHC.

Desde 2002, convencionou-se (quem? Por quê?) que o Lula não podia ser atacado e que o FHC não poderia ser mencionado. Diante desta atitude, vimos o Lula, sua clone e seus militantes se apropriarem descaradamente de todas as reformas essenciais que o governo anterior fez e que possibilitaram o sucesso econômico do governo Lula, que cantou de galo até no Financial Times, assumindo a estabilização de nossa economia. E os gringos desinformados, acreditam.

Alem disso, com “medinho” de desagradar os “bolsistas da família”, ninguém podia expor mentiras e falsos dados que os petistas exibiam gostosamente, com o descaro de revolucionários “puros”. Na minha opinião, só chegamos ao segundo turno por conta dos deuses da Sorte. Isso – foi sorte para o Serra e azar para a Dilma.

Ou melhor duas sortes:
O grande estrago causado pela súbita riqueza da filharada de Erenice, ali, tudo exibido na cara do povo, e o reconhecimento popular do encanto sincero de Marina.

Isso salvou a campanha errática e auto suficiente do Jose Serra, que apesar de ser um homem serio, competentíssimo, patriota, que conheço e respeito desde a UNE, mas que é das pessoas mais teimosas do mundo.

Duas mulheres pariram o segundo turno. Se ouvir seus pares e amigos, poderá ser o próximo presidente. Se não…

Fonte: A Gazeta

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>A região norte de Mato Grosso deu o pontapé para colheita do milho safrinha 2010

Posted on maio 22, 2010. Filed under: Aprosoja, colheita, Mato Grosso, milho, safrinha, Sapezal, Sorriso |

>A região norte de Mato Grosso deu o pontapé para colheita do milho safrinha 2010. Mesmo com informações de colheitas feitas ainda no final da semana passada, produtores da região dizem que por enquanto os volumes extraídos são considerados inexpressivos e bem pontuais. As lavouras que recebem as colheitadeiras neste momento são aquelas que tiveram o cereal semeado no final de janeiro.

Colheita de milho em Mato Grosso

Como explica o recém-empossado presidente do Sindicato Rural de Sinop (503 quilômetros ao norte de Cuiabá), Ilson José Redivo, a falta de umidade nas lavouras fez com que alguns produtores da região reiniciassem os trabalhos no campo. A colheita, considerada ainda inexpressiva, não oferece subsídios para se avaliar os efeitos da estiagem sobre a safrinha 2010. “Mas, é certo que a produtividade será menor porque a estiagem, severa, comprometeu o desenvolvimento do grão”.

Como explica Redivo, o milho que começa a ser colhido na região de Sinop foi cultivado no final de janeiro e a lavoura mais tardia, no final de fevereiro. “O forte da colheita, o pico da região, acontece entre a segunda quinzena de junho e a segunda quinzena de julho. A partir deste período será possível comparar produtividades e analisar resultados.

O presidente licenciado do sindicato, Antônio Galvan, estima que o município de Sinop tenha cultivado neste ciclo cerca de 60 mil hectares de milho safrinha, já a região norte 1 – formada por municípios no eixo da BR 163, acima de Sorriso e Lucas do Rio Verde – com mais de uma dúzia de cidades teria cerca de 500 mil hectares plantados com o grão.

O presidente do Sindicato Rural de Sapezal (município a 480 quilômetros ao noroeste de Cuiabá), Guarino Fernandes, conta que o milho está seco e assim, pronto para ser colhido. “Estive a semana toda fora e não tenho conhecimento de colheita ainda, mas da estrada se vê que o milho está seco e certamente, se a colheita não foi iniciada por ninguém aqui no noroeste, está prestes a começar”.

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Famato), Rui Prado, explica que nesta reta final de maio é comum o início da colheita em pequenas porções e de forma bem pontual, porém ela observa que o longo período sem chuvas possa de alguma forma ter antecipado a maturação das lavouras e, por isso, o milho esteja pronto para colheita em várias propriedades mato-grossenses. Rui, que é produtor em Campo Novo do Parecis (396 quilômetros ao noroeste de Cuiabá), anunciou que começa a colher milho nesta segunda-feira. “Como não fui um dos primeiros a plantar e já vou colher, acredito que outros produtores estejam colhendo há algum tempinho”.

O produtor da região sul-mato-grossense, João Carlos Diel, disse ontem que não há registros de colheita ainda e que os trabalhos deverão ter início em cerca de 15 dias.

IMEA – O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) deverá divulgar na próxima semana nova estimativa de safra ao milho safrinha. Por enquanto, a atual temporada que chegou a ser projetada em mais 9,5 milhões de toneladas, e até em 10 milhões, foi revisada em levantamento do mês passado para baixo, em torno de 8,73 milhões. O volume previsto em abril, apesar de 8,6% abaixo da primeira estimativa, se confirmado, estará 2,7% acima dos 8,50 milhões de toneladas colhidas no ano passado. No mesmo levantamento de abril já havia a projeção de quebra de 14% na produtividade, na comparação o resultado do ano passado, com o rendimento passado de 84 sacas por hectare para 72 sacas.

Conforme dados do Imea, a região médio norte concentra mais de 47% dos hectares cultivados com o milho nesta safra, ou 982,82 milhões de hectares, dos mais de 2 milhões semeados com o grão. Em seguida está a região sudeste, com participação de 24,80%, ou pouco mais de 418 mil hectares.

APROSOJA – De acordo com informações divulgadas na última quinta-feira pela Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado (Aprosoja/MT), Sorriso – maior produtor de soja do país – espelha a situação da região médio norte mato-grossense. Segundo a Somar Meteorologia, em abril choveu apenas 7,3 milímetros (mm), uma brusca redução de 95% em relação à média climatológica ideal prevista de 138,3/mm para o município.

As condições climáticas desfavoráveis também foram registradas em Sapezal, no oeste mato-grossense. No município, as precipitações em abril ficaram 47% abaixo da média esperada de 197,1/mm, com chuvas de 104/mm. A região teve no mês passado o segundo menor volume de chuva registrado dos últimos dez anos, ficando à frente apenas do ano de 2001, quando choveu 93/mm em abril. Fonte: Diário de Cuiabá

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>Resultados dos jogos de domingo do Campeonato Matogrossense de Futebol

Posted on março 1, 2010. Filed under: Araguaia, Barra do Garças, Cacerense, Campeonato Matogrossense de Futebol, Cáceres, classificação, Crac, jogos, Luverdense, Mixto, Palmeiras do Porto, Sinop, Sorriso, União, Vila Aurora |

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O Barra do Garças goleou o Araguaia por 4 a 0 neste domingo à tarde e disparou na liderança da chave B com 14 pontos. O jogo foi no estádio Zeca Costa e os gols do time da casa foram marcados por Felipe, Jeferson e Café. O Araguaia permanece com sete pontos, na quarta colocação.

Já o Mixto ainda não conseguiu vencer no campeonato e teve o quarto empate, desta vez com o Palmeiras do Porto, em 2 a 2, no estádio Félix Belém, em Campo Verde. Os gols mixtenses foram marcados por Patric e William Cremer. Para o Palmeiras Jackson anotou os dois gols. Ambos os times permaneceram com quatro pontos.

O Sorriso venceu o Sinop por 2 a 1 com gols dois gols de Leo e disparou na liderança da chave A, com 15 pontos, quatro à frente do segundo colocado. O gol do Sinop foi marcado pelo artilheiro Leandro Kivel.

Em Rondonópolis, o Vila Aurora venceu o clássico com o Uniã0 por 2 a 1. Zumbi e Raul balançaram as redes para o”Tigrão da Vila” e Danilo Cruz fez o do “Colorado”. Com a vitória, o Vila passou na frente do adversário e foi a 12 pontos, contra 11 do União.

O Cuiabá venceu o Operário por 1 a 0, com gol de Moreno, aos oito minutos do segundo tempo. Com o resultado, o Operário permaneceu com 11 pontos e o Cuiabá foi a nove.

Em Lucas do Rio Verde, o Luverdense venceu o Crac por 3 a 2, com gols de Simião, Paulinho Marília e Zé Roberto. Para o Crac anotaram Betinho e Danilo. Com a vitória, o time de Lucas foi a dez pontos e voltou ao G-4 da chave A.

No estádio Geraldão, em Cáceres, houve uma partida de nove gols e o Cacerense venceu o Cáceres por 5 a 4. O destaque da partida foi Claudinho, que fez quatro gols para o Cacerense, que ainda teve o tento de William. Para o Cáceres, marcaram Neto, Júlio e Robson duas vezes.

Confira a classificação:

Chave A:

Sorriso – 15 pontos
Operário – 11
Crac – 10
Luverdense – 10
Sinop – 9
Cuiabá – 9
Cacerense – 5
Cáceres – 0

Chave B:

Barra do Garças – 14
Vila Aurora – 12
União – 11
Araguaia – 7
Palmeiras – 4
Mixto – 4
REC – 1

zona de classificação
zona de rebaixamento

 
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>Campo Verde é a 2ª cidade entre as 100 no ranking do PIB agropecuário do Brasil

Posted on dezembro 18, 2009. Filed under: Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Diamantino, Lucas do Rio Verde, Mato Grosso, Nova Mutum, Primavera do Leste, Sapezal, Sorriso |

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Das 100 cidades com maior Valor Adicionado Bruto (VAB) da agropecuária em 2007, 22 são de Mato Grosso. Campo Verde aparece com a segunda melhor posição no ranking nacional, perdendo apenas para São Desidério, na Bahia. Entre os 15 primeiros da lista, 8 cidades são mato-grossenses e além de Campo Verde aparecem Sapezal (3º lugar), Sorriso (4º), Primavera do Leste (7º), Campo Novo do Parecis (8º), Diamantino (10º), Nova Mutum (12º) e Lucas do Rio Verde (15º). As cidades estaduais tiveram um VAB de R$ 5,8 bilhões naquele ano. A lista consta no estudo sobre o Produto Interno Bruto dos Municípios (2003 a 2007), divulgado nesta quarta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Campo Verde MT

O VAB é a medida econômica para mensurar o Produto Interno Bruto (PIB). A participação das cidades mato-grossenses nesta lista é, na análise do economista Anaor Carneiro, uma demonstração da força do agronegócio local, que vem proporcionando o desenvolvimento de várias regiões do Estado. “Tanto é que essas cidades estão registrando um crescimento médio de 8% a 10% a cada ano, puxado pelo setor agropecuário”.

Na opinião do economista, este resultado positivo para o Estado de uma maneira geral também é reflexo de um trabalho que vem sendo feito pelo governo estadual, na atração de novos investimentos. Como consequência, ele cita a geração de emprego e renda para os municípios, fazendo com que o crescimento seja pulverizado e tenha um efeito multiplicador, que é justamente as conseqüências positivas registradas por outros setores econômicos como comércio e serviços.

“Para o futuro prevemos perspectivas favoráveis, para essas mesma cidades, que se transformaram em um pólo agroindustrial”, diz ao complementar que isso é motivado pela instalação de indústrias de beneficiamento, que está começando a operar nos municípios produtores de grãos e gado. Nos próximos anos, Carneiro que o Estado terá condições de exportar produtos semielaborados, agregando valor ao que é produzido em solo mato-grossense.

Além do VAB da Agropecuária, o IBGE divulgou também a posição ocupada pelos 100 maiores municípios no que se refere ao PIB Per Capita. Na lista, não ocupando as primeiras posições, aparecem a cidade de Campos de Júlio, com PIB de R$ 239,506 milhões em 2007; Alto Taquari com R$ 82,477 milhões; Santa Rita do Trivelato, com R$ 76,238 milhões, entre outras. O economista explica que neste caso, o PIB per capita é calculado pela soma das riquezas dividido pela população. “Geralmente essas cidades são pequenas, e o valor por pessoa acaba sendo elevado, o que não reflete em qualidade de vida no município”. Autora: Fabiana Reis Fonte: A Gazeta

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>Seis empresas que arremataram Blocos Exploratórios desistiram

Posted on julho 9, 2009. Filed under: gás, licitação, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Nova Ubiratã, Paranatinga, petróleo, Santa Rita do Trivelato, Sorriso |

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Seis empresas que arremataram blocos na 10ª Rodada de Licitação de Blocos Exploratórios desistiram dos contratos. O leilão foi realizado em dezembro do ano passado, pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), quando 17 companhias arremataram áreas para futuras explorações. As empresas que desistiram foram Alvorada Petróleo, Silver Marlim, Synergy Group, Severo Villares Projetos e Construções, Nord Oil & Gas e o consórcio formado entre a STR Projetos e a Agemo. As desistências não afetam Mato Grosso.

As empresas haviam arrematado 14 blocos e agora terão que arcar com um prejuízo de R$ 50 mil por bloco desistido. Os contratos deveriam ser assinados em abril deste ano, quando a Petrobras – que arrematou as seis bacias ofertadas em Mato Grosso (Bacia do Parecis) – , assinou os contratos para concessão dos 27 blocos que arrematou sozinha ou em parceria.

No Estado, as seis bacias ofertadas estão localizadas em Lucas do Rio Verde, Paranatinga, Sorriso, Nova Mutum, Nova Ubiratã e Santa Rita do Trivelato em uma área de 14,025 mil km2. O secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, afirma que a desistência dessas empresas não afeta o Estado, já que as bacias foram arrematadas pela Petrobras.

Informações do Sistema de Informações Gerenciais de Exploração e Produção (SIGEP), da ANP, divulgadas no dia 6 deste mês, mostram que os seis contratos da Bacia do Parecis têm como concessionária a Petróleo Brasileiro S.A.

A desistência das companhias foi confirmada na reunião da comissão de licitação realizada na sexta-feira passada (3). Fecharam contrato com o órgão regulador o consórcio formado pelas empresas Comp (30%), Sipet (10%), Orteng (11%), Cenug (24,5%) e Codemig (24,5%); além das empresas Integral de Servicios Tecnicos e a Shell. Agora, os segundos colocados no leilão para os blocos com mais de uma oferta serão chamados. Os demais voltam para a agência.

Fonte: A Gazeta

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>Presidente da Famato defende venda de gado à vista

Posted on julho 3, 2009. Filed under: Agricultura e Pecuária, Alta Floresta, Cáceres, Famato, Juara, Pontes e Lacerda, Sorriso, Tangará da Serra |

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A decisão do presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Rui Carlos Prado, de lançar nesta quarta (1) a campanha “Gado só à Vista”, em Barra do Garças, teve repercussão nacional. Conforme informações da Agência Estado, veiculada pelo portal Último Segundo, pecuaristas mato-grossenses participam de uma série de encontros para mobilizar a categoria a aderir ao movimento e efetuar as vendas somente mediante pagamento à vista pelos frigoríficos – leia aqui a matéria na íntegra.

“O cenário econômico tem deixado o setor em situação de desconfiança com as unidades frigoríficas”, justificou o gerente técnico da Famato, Luciano Gonçalves, por meio de uma nota. Ele defendeu a implantação de um sistema de compra e venda dos animais baseado numa relação de confiança entre pecuaristas e proprietários de frigoríficos, tal como ocorria quando os animais eram vendidos nas fazendas. “Em virtude da crise da pecuária, o setor tem que buscar uma nova cultura de comercialização dos animais para evitar os calotes que vem sofrendo”, defendeu Gonçalves.

Nesta quinta (2), os pecuaristas voltam a se reunir em Rondonópolis. Nos dias seguintes, os encontros serão realizados, respectivamente, nos municípios de Cáceres, Pontes e Lacerda, Tangará da Serra, Alta Floresta, Sorriso e Juara. (Andréa Haddad)

Autor: RDNews
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>Matéria do Jornal Nacional faz sentir orgulho de morar em Mato Grosso

Posted on abril 8, 2009. Filed under: BR 163, Jornal Nacional, Lucas do Rio Verde, Mato Grosso, Sorriso |

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A situação é pior no Pará, onde a estrada abandonada não é nem sombra da rodovia que prometeu levar o desenvolvimento à região. Em Mato Grosso, onde chegou o asfalto, a realidade é bem diferente.

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Na série sobre a Amazônia, que o Jornal Nacional está exibindo essa semana, você está acompanhando a viagem dos repórteres Júlio Mosquéra e Laércio Domingues pela BR-163, entre os estados de Mato Grosso e do Pará.

A construção da estrada, há mais de 30 anos, desenvolveu algumas regiões, mas não todas. Na reportagem desta terça, nós vamos ver a ação dos colonos na época e o que aconteceu com as gerações que vieram depois.

Quando aceitou o convite do governo militar para ajudar a colonizar a Amazônia, na divisa de Mato Grosso com o Pará, o gaúcho Ladislau Juppen achou que estava diante da grande chance da vida. Não demorou para se desiludir. “O pessoal trouxe e largou a gente assim a Deus dará”.

A mulher Teresa passou muito medo. “Logo que a gente chegou, a casa não tinha porta, não tinha janela, era tudo mato, as onças vinham gritar em volta de casa. Passava muito medo”.

Era início dos anos 80. A família Juppen persistiu. Desmatou metade do terreno, como determinou o governo, e plantou feijão, arroz e milho. Mas não tinha para quem vender e Ladislau teve de buscar o sustento no garimpo. Sofreu com as doenças. “Para te falar a verdade, eu passei mais de cem malárias”.

Dos 129 colonos que vieram com Ladislau, apenas sete ficaram. Muitos venderam o sítio pelo preço da passagem de volta.

Na viagem de 20 dias na BR-163, de Cuiabá, em Mato Grosso, a Santarém, no Pará, vimos o mesmo cenário se repetir em dezenas de assentamentos. A situação é pior onde a estrada abandonada não é nem sombra da rodovia que prometeu levar o desenvolvimento à região.

Castelo de Sonhos no Pará é exemplo dessa decepção. É distrito de Altamira, município que fica a mil quilômetros de distância. O único médico do local entregou os pontos. “A não ser que algum dia melhore essa situação e tenha mais profissionais para trabalhar comigo, se não, não tem como”, admitiu Hélio Jacob.

Na escola pública de Castelo de Sonhos, parte dos professores é emprestada de Belém e Altamira. Ensinam durante 50 dias as matérias do ano inteiro e vão embora. Livros?

“Só temos esse livro de biologia para o ensino médio. Então as outras disciplinas faltam todas. Não tem livro para as crianças levarem para casa”, contou Maria Araújo, diretora de escola.

Em Mato Grosso, onde chegou o asfalto, a realidade é bem diferente. A lavoura tomou o lugar da floresta, mas a agricultura fez cidades prosperarem.

O município de Sorriso é o maior produtor de soja do mundo. São 30 milhões de sacas por ano. A longa fila de caminhões em frente aos locais de armazenamento de grãos é uma rotina na entrada do município.

As produções de soja e de algodão enriqueceram o oeste de Mato Grosso. Soja é poder, muito poder. “Se quiser comprar um carro a troco de soja, a gente pode até vender”, disse Plínio Edemar Ficagna, dono de concessionária.

Em Lucas do Rio Verde, o ensino é modelo. Escolas municipais têm piscina. As crianças que moram longe, em assentamentos, passam o dia todo na escola e, além do café-da-manhã, almoço e lanche, jantam antes de voltar para casa.

Durante quatro anos, de 2004 a 2007, Lucas do Rio Verde ganhou o prêmio gestor eficiente da merenda escolar, dado pelo Ministério da Educação. Eles produzem praticamente tudo o que consomem. Tem uma padaria e mantém também uma granja para produção de ovos, além de cultivarem legumes e verduras.

Letícia não tem saudade da escola em Santa Catarina. “Aqui é melhor do que lá, com certeza. A gente tem mais oportunidade do que lá”

Na esteira do sucesso de Lucas do Rio Verde, encontramos gente que enriqueceu. Ex-sem-terra, Ildo Romancin comemora as conquistas. Chegou há 27 anos. Hoje vive da agricultura e é dono de supermercado. “Fico contente, sim, sem dúvida. Está em Lucas, está em casa”.

A mulher dele, Nilva Romancin, divide a vida na cidade antes e depois do asfalto da BR-163. “Quando fui ter a Suzane em Sorriso, eu fui numa carona numa carreta. Chegamos lá e tive que me lavar antes de me consultar. Porque tava toda cheia de poeira”.

Já as filhas, só conhecem a fase boa. “A gente tem uma loja de roupas aqui na cidade, começamos não faz muito tempo, e a gente já está bem contente”, contou a comerciante Nilviana Romancin.

Do lado bem-sucedido da BR-163, também encontramos a segunda geração da família Juppen, aquela que veio do Rio Grande do Sul. Jane Juppen se casou com Vilmar e tiveram três filhas. Vivem num projeto de assentamento. Cultivam mel de abelha, frutas e extraem sementes da floresta.

“A gente está lutando hoje para trabalhar com um negócio um pouquinho mais diferenciado”, explica Vilmar.

Os pais olham o futuro com otimismo. “Agora nós já temos uma terra, então eles não precisam mais acampar para ganhar a terra, que elas já têm”.

Na mesma rodovia, a 300 quilômetros de distância, o patriarca da família Juppen se alegra com as conquistas da filha e das netas. Com a esperança de que um dia o asfalto ainda chegue na parte abandonada da BR-163, ele lamenta a natureza destruída por um projeto que ficou no meio do caminho.

“Largaram o pessoal, não impuseram a lei. Ninguém falou nada, então o povo foi derrubando assim a torto e a direita. Dá tristeza olhar esses rios, lembrar como era antigamente e vê hoje como é que está”, termina Ladislau.

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