TIM

>Empresas de Mato Grosso no Maiores e Melhores da Revista Exame

Posted on julho 8, 2010. Filed under: Agro Amazônia, Ambev, Barralcool, Bunge, DASA (Cedic e Cedilab), Empresas de Mato Grosso, Exame, Maiores e Melhores, TIM, Unimed Cuiabá, Vivo |

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Empresas que atuam nos setores de varejo, serviços, siderurgia e metalurgia e energia de Mato Grosso estão na lista das 1000 maiores e melhores do Brasil. Na 37ª edição do anuário Maiores e Melhores da Revista Exame (com base nos resultados de 2009), aparecem a Unimed Cuiabá, DASA (Cedic e Cedilab), Bimetal, Agro Amazônia, Barralcool, além de outras empresas que mantêm filiais no Estado como Ambev, Bunge, Cargill, Vivo, TIM, Votorantim Cimentos.
 Fachada da loja da Agro Amazônia em Cuiabá
A lista é elaborada a partir de análise do desempenho econômico das principais organizações do país. Para o economista Vitor Galesso estar nesta lista pode ser positivo ou negativo, o que vai depender de cada caso e da intenção do empresário. “Para uma empresa de Sociedade Anônima (S.A) pode significar solidez, e isso é bom. Para uma Limitada (Ltda) pode gerar consequências ruins, envolvendo inclusive, a segurança da empresa”. O economista complementa que as interpretações do fato de estar na lista da Exame são de acordo com o perfil do empresário. “Para os mais conservadores não é bom, já os vaidosos vão gostar bastante”, diz ao acrescentar que esta aparição pode ajudar, por exemplo, na busca de crédito mais barato junto aos agentes financeiros.
Na opinião do presidente da Unimed Cuiabá, João Bosco de Almeida Duarte “o resultado expressa o fato de que os desafios têm sido cumpridos”. Em 2009, a Unimed Cuiabá registrou crescimento de 23 mil clientes. Em termos percentuais, o aumento representa 16% e está acima da média nacional do sistema. Na DASA, empresa de medicina diagnóstica, o presidente Marcelo Noll Barboza, diz que a premiação reafirma o sucesso da companhia no mercado brasileiro de serviços médicos.”A empresa cresceu expressivamente em 2009 conquistando sólidos resultados financeiros”.
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>Telecom Italia fez escutas ilegais contra Vivo, Telefônica e Telmex

Posted on setembro 28, 2009. Filed under: Brasil Telecom, Daniel Dantas, escutas ilegais, Ministério Público, Telecom, Telefônica, Telmex, TIM, Vivo |

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Em depoimentos à Justiça italiana obtidos pela Folha, ex-executivos da Telecom Italia (TI) revelam, em detalhes, que a operação de espionagem montada pela companhia no Brasil era muito mais abrangente do que se imaginava.


Sabia-se desde 2004 da guerra de contrainteligência entre a TI e o Opportunity, do banqueiro Daniel Dantas, pelo controle da Brasil Telecom, que contratara a agência de investigação Kroll para bisbilhotar os italianos, atingindo também integrantes do alto escalão do governo Lula. Pela primeira vez, contudo, vêm a público no Brasil relatos da atividade clandestina contra outras companhias: Vivo, Telefônica e Telmex (Claro e Embratel).


Giuliano Tavaroli, Fabio Ghioni e Angelo Jannone, todos ex-dirigentes da TI, contam, nos testemunhos aos quais a Folha teve acesso, como invadiram as redes de computadores dos adversários, admitem furto de documentos e falam até como um deles foi usado como “isca” pela Polícia Federal para prender um agente da Kroll no Rio de Janeiro.


Os três foram denunciados pelo Ministério Público de Milão em julho do ano passado, com outros 31 envolvidos no caso, por violar sistemas de informática e fazer escutas ilegais contra pessoas na Itália e no exterior em defesa dos interesses da TI.


Eles foram afastados da empresa italiana, cuja direção atual costuma dizer que os episódios aconteceram em administrações anteriores.


No Brasil, a TI é dona da operadora de telefonia celular TIM. Foi por muitos anos também acionista da Brasil Telecom, numa sociedade conturbada marcada por brigas com Daniel Dantas e os fundos de pensão estatais (Previ, Petros e Funcef).


Além dos testemunhos, prestados em 2007, a polícia italiana também apreendeu com os investigados CDs e pen drives com os arquivos extraídos das companhias adversárias. Os documentos são listados no processo, que tramita no Tribunal Civil e Criminal de Milão. A reportagem teve acesso a mais de 700 mil páginas reunidas pela Justiça italiana.


Há e-mails, arquivos de texto, planilhas etc. No processo, os documentos são transcritos apenas de forma genérica.


“No que concerne ao material subtraído da sociedade Vivo e Telmex efetivamente lembro que [Giuliano] Tavaroli anunciou a exigência de adquirir informações sobre vários concorrentes no Brasil, […] de recorrer a ataque preventivo contra concorrentes particularmente aguerridos […]”, contou Ghioni, ex-vice-diretor de Segurança da TI.


Ele se reportava diretamente a Tavaroli, então diretor mundial de segurança da companhia e apontado pelo Ministério Público de Milão como o cabeça do esquema de espionagem da TI.

Ghioni, por sua vez, era o principal integrante da “Tiger Team”, grupo de hackers comandado por Tavaroli. “No que se refere à sociedade Vivo, poderia tratar-se de material subtraído no local, enquanto em relação à Telmex é possível que tenha sido interceptada a webmail”, completou Ghioni.


Na casa de Tavaroli foi encontrado um pen drive com vários documentos da Vivo, controlada pela espanhola Telefónica e pela Portugal Telecom.


Na casa de outro membro da “Tiger Team”, Andrea Pompili, foi apreendido um CD com arquivos da Telefónica aparentemente confidenciais, segundo a Justiça italiana.


“No suporte estão de fato memorizados os resultados dos desvios […] na Telefónica […] contendo informações provavelmente reservadas e obtidas presumivelmente através de manipulação dos URL [endereços na internet].”

Diversos meios
Ghioni explicou como se davam as invasões, podendo ser adotados diferentes meios, dependendo das circunstâncias. Um dos mais empregados ocorria da seguinte forma: eles criavam um e-mail fictício igual ao de uma pessoa conhecida do alvo desejado. Era então enviada uma mensagem contendo um programa espião chamado “animaletto.txt”.


Como o remetente parecia confiável, o destinatário abria o e-mail, dando-se então a instalação do “spyware”, que passava a remeter para o hacker os arquivos contidos no computador atacado.

Para dificultar a origem da pirataria telemática, caso fosse descoberta, Ghioni usava servidores (computadores que proveem dados e serviços a redes como a internet) localizados nos Estados Unidos, Coreia, Malásia e Tailândia.


Em 2005, os fundos de pensão, em acordo com o Citibank, conseguiram destituir o Opportunity da administração da Brasil Telecom. Foi então selecionada a consultoria Angra Partners para gerir a BrT.


Os integrantes da “Tiger Team” também invadiram os computadores da Angra Partners em 2005, segundo admitiu Ghioni em seu depoimento à Justiça italiana.


Em 2004, a PF iniciou a Operação Chacal, que investigou suposta atividade ilegal da Kroll no Brasil, a mando de Daniel Dantas. Paralelamente ao trabalho da PF, os italianos promoveram uma série de ações contra os agentes da Kroll. Numa delas, em um hotel no Rio, invadiram o computador de um deles e roubaram vários arquivos, que depois foram selecionados e gravados em um CD entregue à PF.


Em outra passagem, Angelo Jannone, ex-chefe da Segurança da TI para América Latina, ajudou os policiais brasileiros a prender um colaborador da agência americana de investigação. “Eu tive de servir de isca para a Polícia Federal”, contou Jannone à Justiça italiana.

Folha: Folha de S. Paulo

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