tradição

>Turismo em Mato Grosso uma mina de ouro a ser descoberta

Posted on agosto 26, 2010. Filed under: agronegócio, Alimentação, compras, Copa de 2014, descoberta, HOTELARIA, Lazer, mina, Ouro, pantanal, tradição, transportes, Turismo, Turismo em Mato Grosso |

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 Por Walmir B. J. Pires
Como um estado considerado novo Eldorado no agronegócio e com tantas belezas naturais e outros atrativos como a nossa culinária não tem tradição na área de turismo?
                 
Se o fluxo de turista em MT é vergonhoso segundo empresário Oiran Gutierrez em sua na análise apontando a falha apenas para o governo do estado de Mato Grosso é por que não conhece bem a realidade mato-grossense, pois para melhorar é preciso utilizar uma radiografia mais ampla do problema. Está mais preocupado em garantir mais a receita dos setores de agência de turismo e hotelaria.
               
Existe a expectativa na área do turismo com Copa de 2014 gerará receita de R$ 5,9 bilhões. Fonte: Ernst & Young e a Fundação Getúlio Vargas (FGV). A pergunta é qual vai ser a cota de Mato Grosso com a copa do Pantanal? Vamos comprar a passagem deste “Trem-bala brasileiro em 2014” ou esperar o governo conseguir cortesia para nós mato-grossenses?
                 
Quando se fala nestes números envolvem as receitas de Hotelaria, alimentação, compras, transportes, cultura e lazer.
                 
Além de um trabalho estatístico, que as agências e hotéis devem ter um papel fundamental, pois estão na linha de frente e parte interessada. Podemos diagnosticar alguns de pontos de estrangulamentos: estrutura física e logística qualificação profissional da área, preços competitivos e pouco investimentos público e privado.
                 
Também existem bons exemplos, como o caso Senhor empresário Renato de P. Pereira que vendeu um dos maiores hotéis de Cuiabá para um grupo holandês e está construindo outro maior. Isto vai com certeza melhorar o padrão de atendimento e conforto aos nossos turistas. Outro é o trabalho desenvolvido pelas entidades como o Sebrae/MT de integração entre os setores e Fórum/IEL que desenvolvem um trabalho de disseminação de conhecimentos, parabéns Sr.s José Guilherme e o diretor Gustavo Oliveira, lideres natos que merecem serem consultados.
                
 O governo estadual tem feito colaborado com eventos culturais e feiras no Brasil e no exterior, os nossos folclore e artesanatos já são conhecidos lá fora e isto amplia nossos horizontes na área do turismo, é preciso fazer mais.
                
Enfim, é preciso também, utilizar novas ferramentas, novas técnicas como a tecnologia de BI, business inteligence para a tomada de decisões de negócios. É hora dos nossos empreendedores aproveitarem esta chance. Vamos colocar a mão na massa. Caso contrário  esta mina de ouro será explorada por empresários aventureiros que irão transforma a nossa terra em serra pelada, pois bate o ponto aqui na Copa do Pantanal, não irão criar raízes e outros aspectos negativos.
Walmir B. J. Pires
Servidor público estadual , ex- artesão.

Bacharel em Administração e C. Contábeis.

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>A importância de uma viagem

Posted on julho 27, 2010. Filed under: Araputanga, avião, Ônibus, Lourembergue Alves, rodeios, shows, tradição, viagem, viajar |

> Por Lourembergue Alves

Viajar é necessário. Importante, inclusive, para avaliar melhor o posicionamento que se tem referente a um determinado lugar. Vale bem mais que uma aula, e, dependendo de tal aula, serve-a como complemento. Ainda que a dita viagem tenha sido também motivada pela atividade profissional. Esta, evidentemente, se soma àquela, cujo resultado é sempre positivo. Mesmo que se valha de ônibus para cortar o Oeste mato-grossense, pela MT-343.
Foram mais de cinco horas, e outras tantas de volta. Preso à poltrona. Apenas tendo como único conforto a companhia ao lado, que se dedicou a preencher o tempo com uma conversa agradável. Os assuntos eram os mais variados, desde uma boa leitura até as ingênuas piadas. Se bem que estas últimas ficavam a cargo de um ou outro passageiro, acomodado nas vizinhanças.
Assim, quase não se viu as horas passarem, nem a fotografia de uma mesma paisagem, exceto quando ocorriam as paradas obrigatórias e necessárias, até para que os passageiros pudessem esticar as pernas e beliscar alguns petiscos. Não sem antes se assustarem com os preços. São “os olhos da cara”.
De todo modo, valeu a pena ter ido. Araputanga é uma cidade extraordinária. Não apresenta o trânsito, nem o corre-corre da Capital do Estado. Lá tudo é muito pertinho. Igrejas, farmácias, bares, quiosques, restaurantes e a delegacia compõem o cenário paisagístico. Cada um deles ligados entre si por ruas largas e bem cortadas, e tem como pano de fundo duas praças, onde se pode encontrar crianças e adultos esparramados pelos bancos, caprichosamente, distribuídos. Só, por último, se notou o enorme lago, nas imediações da escola.
Somente o calor se assemelha bastante com Cuiabá. 33 a 36 graus. Certamente, por isso, se percebe certo cuidado com as árvores. Cuidado ainda bastante acanhado. Pois o clima reinante obriga as pessoas a se atentarem mais e mais com o verde. Cor que muda o ambiente e o torna bem alegre. Colorindo, portanto, os traços citadinos, contrariando o avermelhado da madeira que emprestou o nome a cidade, bastante apreciada para fabricação de móveis, embora em franco processo de extinção.
É nesse sentido que a cidade cresce. Cresce em ritmo acelerado, dentro do planejamento possível. Próprio de sua riqueza. Uma riqueza gerada no seio da agropecuária. Atividade econômica relevante, inclusive para os demais municípios da região, e que se estende a todo o Estado.
Nesse sentido, é muitíssimo valiosa a viagem para Araputanga. Particularmente no período das festas “queima do alho”, rodeios e shows. Tradição mantida, inclusive, nos demais municípios da região.

Lourembergue Alves é professor universitário e articulista. E-mail: lou.alves@uol.com.br

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