tucanos

>Aécio quase no Altar

Posted on maio 25, 2010. Filed under: Aécio Neves, Belo Horizonte, Carlos Chagas, José Serra, pesquisas, PSDB, tucanos |

>Por Carlos Chagas

De Belo Horizonte chegam versões de que Aécio Neves já se decidiu pelo casamento. Comunicaria ao Alto Tucanato a disposição de concorrer à vice-presidência da República na chapa de José Serra, se a convenção do mês que vem o indicar.
Parece bom não confundir informe com informação, mas é nesse sentido que o vento sopra das Gerais. Se for para evitar a derrota ou, pelo menos, para desatar o nó do empate na sucessão, o ex-governador dispõe-se ao sacrifício. Ainda mais caso Serra, eleito, patrocine na reforma política o fim da reeleição, ampliando para cinco anos o mandato dos presidentes e governadores, mas a partir do próximo, a ser eleito em 2014.
Dirigentes do PSDB aguardam o próximo encontro entre os dois ex-governadores, possivelmente esta semana. Confiam em que São Paulo e Minas, unidos, farão o pêndulo mover-se para a chapa pura que representariam Serra e Aécio.
Restará o problema do governo de Minas, onde Antônio Anastásia não vai bem de pesquisas. Só que candidato ao Senado e não à vice-presidência, Aécio Neves, mesmo obviamente eleito, arriscaria a dupla derrota, nos planos federal e estadual. Tornando-se inquilino do palácio do Jaburu, mesmo perdendo o palácio da Liberdade, exprimiria um pólo de aglutinação mineira a partir de Brasília.
Na hipótese de a equação progredir assim, sobra a questão das duas senatórias mineiras. Uma das vagas, os tucanos tentariam preencher com as próprias penas, lançando Eduardo Azeredo para a reeleição. A outra seria do ex-presidente Itamar Franco.

Fonte: ClaudioHumberto

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>Encontro do DEM de Mato Grosso reafirma pacto de Jayme e Wilson com testemunho pessoal do PP

Posted on fevereiro 25, 2010. Filed under: Antero Paes de Barros, Encontro do DEM, Janete Riva, Jayme, Mato Grosso, pacto, PSDB, Thelma de Oliveira, tucanos, Wilson Santos |

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Wilson Santos e Jayme Campos   O encontro estadual do DEM nesta quinta (25) foi marcado por frases de efeito e discursos inflamados em torno da ideia de racha definitivo com o grupo do governador Blairo Maggi (PR). Esta foi a tônica do evento. Todos os democratas que discursaram defenderam o nome de Jayme ao Paiaguas, mas o prefeito da Capital Wilson Santos (PSDB) também conseguiu quebrar o “gelo” e foi até aplaudido durante o discurso contundente com críticas à “turma da botina”.
   
O tucano mexeu com os brios dos filiados do DEM ao lembrar a importância que os democratas tiveram na eleição e reeleição de Blairo Maggi. “Só serviu para aplaudir, dar legenda e angariar votos e depois foi contemplado com uma secretaria sem destaque”, disparou Wilson, entre aplausos.
   
Nesta mesma linha, Jayme teceu duras críticas ao ex-aliado de primeira. Disse que Maggi só se tornou governador graças à ajuda dele e do senador falecido Jonas Pinheiro e voltou a reclamar que, passada a eleição, o republicano deu de “ombros” aos democratas.
Júlio Campos   
As declarações de Wilson e Jayme fizeram com que os 700 militantes vibrassem. Em meio à empolgação, o tucano aproveitou para mandar um recado sobre o respeito ao resultado das pesquisas. Ele disse não ter problema em apoiar a candidatura de Jayme ao governo se as pesquisas revelarem que o democrata é o favorito.
   
Wilson também lembrou que sua lealdade já é conhecida pelos democratas e pelos irmãos Jayme e Júlio Campos. Na tentativa de atestar a afirmação, o tucano ponderou que, quando era filiado ao PMDB em 1998, apoiou a candidatura de Júlio ao governo, mesmo uma ala do PMDB sendo contrária. Após o discurso de Wilson, Júlio subiu no palanque para reconhecer o apoio recebido. O gesto foi repetido por Jayme. “Estamos construindo um projeto político democrático, companheiros”, ressaltou o senador, sob aplausos dos militantes. Alguns até se aventuravam a cantarolar: “Jayme Campos de novo, governo do povo”.
   
Curiosidades
Antero Paes de BarrosChica Nunes   A deputada Chica Nunes (DEM) era uma das mais empolgadas. Ela apareceu ao encontro vestindo uma camiseta verde, com o número 25 estampado. O prefeito de Cuiabá também não deixou por menos e colocou o botom no peito para demonstrar a afinidade com os democratas.
   
Além da visita dos tucanos Wilson Santos, Thelma de Oliveira e Antero Paes de Barros, Janete Riva, esposa do presidente da Assembleia, José Riva, e o presidente da AMM, Pedro Ferreira (PP), prefeito de Jauru, prestigiaram o evento. A presença deles pode ser um sinal de que os progressistas estão mais próximos do grupo formado por DEM e PSDB do que dos republicanos e peemedebistas, que tentam viabilizar a candidatura do vice-governador Silval Barbosa (PMDB) ao Paiaguas. Fonte: RDNews
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>Tucanos de salto alto — de novo!

Posted on outubro 24, 2009. Filed under: Eleição 2010, José Serra, PSDB, tucanos |

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Reportagem do jornal O Estado de São Paulo informa que o vazamento de uma pesquisa encomendada para uso interno do PSDB irritou profundamente o governador Aécio Neves.

Segundo dados da pesquisa, José Serra lidera a disputa presidencial com 41% das intenções de voto, contra 17% de Dilma Rousseff.

Até aí tudo bem. O que irritou o governador de Minas foi a informação de que, apresentada uma chapa Serra-Aécio, as intenções de voto permaneciam as mesmas: 41%.

Leitura: a presença de Aécio na chapa não alteraria em nada a posição de Serra.

O governador se sentiu desrespeitado e reclamou da direção nacional do partido.

Aécio governa o segundo maior colégio eleitoral do país. É o governador mais bem avaliado do país. E tem um carisma danado.

Em Minas Gerais, é impressionante a muralha de apoio a Aécio Neves.

Isto não é razão suficiente para que seja ele o candidato. Apenas ele não pode ser atropelado. Precisa de uma saída honrosa. Uma satisfação a dar ao povo de Minas.

O que Aécio não pode é, simplesmente, não disputar.

De outro lado, tudo o que o governador José Serra não precisa é ter Minas Gerais contra ele. É um eleitorado grande demais para Serra se dar ao luxo de dispensar.

O que não se pode é apresentar ao governador de Minas Gerais um prato feito.

Quem garante que o governador José Serra é o candidato preferido dos brasileiros? Pesquisas realizadas com um número muito reduzido de entrevistados, e a mais de um ano das eleições, querem dizer muito pouco.

É um risco muito grande confiar apenas nelas.

Não se esqueçam de que, um ano antes das eleições de 1989, Leonel Brizola já estava encomendando o terno para a posse… E não chegou ao segundo turno.

Cinco meses antes das eleições de 1994, Fernando Henrique não tinha 10% das pesquisas, Lula estava praticamente eleito. E Fernando Henrique derrotou Lula e foi eleito no primeiro turno.

Eleição é salto triplo sem rede. É muito arriscado contar com resultados tanto tempo antes.

Se o candidato tucano sair do consenso do PSDB, tem alguma chance. Mas se for imposto na base da birra, o partido pode se preparar, porque vai perder de novo.

E será bem feito!

Fonte: Blog da Lucia Hipólito

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>Osvaldo Sobrinho assume vaga de Jaime Campos no Senado

Posted on setembro 10, 2009. Filed under: DEM, Democratas, Dnit, Luiz Antônio Pagot, Manobra política, PTB, Senado, tucanos |

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Manobra política envolvendo Democratas e tucanos permitiu que, sem cumprir prazos regimentais, nem convocações, o petebista Osvaldo Sobrinho assumisse a vaga do senador do senador licenciado Jaime Campos (DEM), tão logo foi lido e aprovado na Comissão de Constituição e Justiça a renúncia do primeiro suplente, Luiz Antônio Pagot (PR). Com a decisão, Jaime Campos passa a ter apenas Osvaldo Sobrinho como suplente.

Essa manobra política ganhou outros contornos como, por exemplo, as composições com o governo do Estado, já que o DEM e PTB são do arco de aliança que elegeu o governador Blairo Maggi.

Todo o processo começou com o pedido de licença do senador Jaime Campos para tratamento de assuntos particulares. O democrata chamou Pagot e comunicou a licença, e de pronto ele rejeitou a idéia em deixar o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (Dnit).

Só que o pior seria a perda do mandato de suplente, o que levou o PR a analisar a possibilidade ingressar na Justiça para que Pagot assumisse e se licenciasse, permanecendo no Dnit e repassando a vaga.

Toda essa engenharia acabou sendo desmontada em uma reunião na manhã de ontem, no Palácio Paiaguás (sede do governo do Estado) entre a cúpula do Partido da República e o governador Blairo Maggi, quando ficou decidido que Pagot ainda pela manhã renunciaria a primeira suplência em prol de Mato Grosso, ou seja, o Estado e os investimentos que o Dnit mantém são mais importantes do que o mandato temporário de senador para o PR.

O presidente do PR, Wellington Fagundes, disse que como candidato e político o senador Jaime Campos tomou a decisão que melhor lhe convinha, mas que isto não afasta o DEM do arco de alianças e do apoio ao governo Maggi.

Só que a situação já estava tão definida, que nem bem Pagot renunciou, e Osvaldo Sobrinho que já se encontrava em Brasília fosse convocado e empossado, fato pouco corriqueiro dentro do Senado.

A licença de menos de 120 dias não exige a convocação do suplente, o que garantiria a permanência de Pagot como primeiro suplente, mas não permitiria que Osvaldo Sobrinho assumisse.

Fonte: A Gazeta


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