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>UFMT de Rondonópolis oferece mestrado em Engenharia Agrícola

Posted on janeiro 3, 2011. Filed under: UFMT |

> O Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola (PGEAgri) do Instituto de Ciências Agrárias e Tecnológicas (ICAT), campus universitário de Rondonópolis da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), oferece 12 vagas para o curso de mestrado em Engenharia Agrícola, distribuídas em duas linhas de pesquisa: Engenharia de Sistemas Agrícolas e Agroecossistemas. 


Campus da UFMT em Rondonópolis
As inscrições poderão ser feitas a partir de hoje até 28 de janeiro de 2011. Será cobrada uma taxa de R$ 100. Os interessados deverão procurar a secretaria da coordenação do PGEAgri, no campus de Rondonópolis, das 8h às 11h e das 13h30 às 17h.

Os candidatos residentes fora de Rondonópolis poderão solicitar inscrição mediante procuração ou por via Sedex, e documentação deverá ser postada nos Correios até o dia 28 de janeiro de 2011 para o endereço: Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Universitário de Rondonópolis, Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola – ICAT, Rodovia Rondonópolis-Guiratinga, km 6, bairro Sagrada Família, CEP: 78735-901, Rondonópolis, MT. O candidato inscrito por correspondência deverá entrar em contato com a secretaria do programa para confirmar o recebimento da inscrição, através do telefone (66) 3410 4063. O resultado das inscrições deferidas será divulgado no dia sete de fevereiro de 2011.

Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (66) 3410 4063 ou pelo endereço eletrônico spgeagri@ufmt.br.
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>UFMT comemora 40 anos com programação intensa

Posted on dezembro 9, 2010. Filed under: UFMT |

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A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) completa 40 anos de fundação na próxima sexta-feira, dia 10 de dezembro, com uma programação especial de aniversário. Além da alvorada, às 6 horas, serão realizadas reunião extraordinária do Conselho Universitário (Consuni), às 9 horas, para outorga de títulos de doutor honoris causa e de professor emérito, e homenagens aos ex-reitores e servidores da UFMT, às 18 horas, no Teatro Universitário.
 
No sábado, dia 11 de dezembro, às 18 horas, terá início a Virada Cultural, no palco que será instalado em frente ao ginásio de esportes. Uma apresentação da Orquestra Sinfônica marcará o encerramento da Virada Cultural, no domingo, dia 12 de dezembro, às 18 horas.
 
Com o tema “Educação e Cidadania”, desde o mês de junho uma série de atividades marca as comemorações dos 40 anos alicerçada em três grandes eixos: histórico, científico e artístico-cultural. São exposições de artes, apresentações da Orquestra Sinfônica nos quatro campi da universidade, apresentação do Coral, mostras de cinema, vídeos e fotografias, conferências, congressos, seminários, Prata da Casa, Jogos Unicuia, dentre outros eventos culturais, científicos e esportivos.

Programação dos 40 anos
01 a 04/12 – 9ª Mostra Nacional de Vídeo Universitário
Horário – Sessões às 10h e às 19h
Local – Auditório do Centro Cultural

04/12
10 – IMAGINARTE UFMT 40

Horário – 19h
Local – Teatro Universitário

07/12 – Aula Aberta de Final de Ano
Horário – 19h
Local – Auditório do Centro Cultural
08/12 – CONCERTO DOS 30 ANOS DO CORAL E 40 ANOS DA UFMT
Horário – 20h
Local – Teatro Universitário

05/11 a 10/12 – Exposição ARTE BRASILEIRA: Acervo Caixa Econômica Federal
Horário – das 07h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h30
Local – MACP – Centro Cultural

Programação Especial de Aniversario
10/12
 

6 h – Alvorada
Local – Entrada do campus-sede – Av.Fernando Correa

9h – Reunião Extraordinária do Consuni – Outorga de títulos de doutor honoris causa e de professor emérito
Local – Teatro Universitário

18h – Homenagens aos ex-reitores e servidores da UFMT
Local – Teatro Universitário

11/12
18h – Início da Virada Cultural
Local – Palco em frente ao Ginásio de Esportes

12/12
18h – Encerramento da Virada Cultural com apresentação da Orquestra Sinfônica da UFMT

Local – Palco em frente ao Ginásio de Esportes

Histórico

A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) ocupa lugar de destaque entre as instituições federais de ensino superior do país. Criada através da Lei 5.647, de 10 de dezembro de 1970, seu campus central começou a ser construído no início daquela década e é um dos locais mais visitados da Capital, Cuiabá. A expansão quantitativa e qualitativa da UFMT faz dela a mais abrangente instituição de ensino superior no Estado. Está presente em todas as regiões de Mato Grosso, um território com mais de 900 mil quilômetros quadrados, e tem por objetivo promover o ensino, a pesquisa e a extensão nos diferentes ramos do conhecimento, bem como a divulgação científica, técnica e cultural. Os princípios institucionais são compromisso social, democracia, inclusão, interação, formação e autonomia.

Implantada em uma região de rica biodiversidade abrangendo – Pantanal, Amazônia, Araguaia e Cerrado – e três grandes bacias hidrográficas, a UFMT representa inesgotável campo de pesquisa para a produção do conhecimento.

Além da Capital, mais três cidades têm campi da UFMT – Rondonópolis, no sul, Pontal do Araguaia, no leste, e Sinop, no norte. Atualmente a instituição está, também, em 13 pólos de formação a distância abrangendo todas as regiões de Mato Grosso. Essa dimensão multicampi determina a definição de estratégias que contemplem o permanente intercâmbio acadêmico e administrativo entre a sede e as diferentes unidades em todo o Estado.

Estrutura e ações

A UFMT tem 27 institutos e faculdades; o Hospital Universitário Júlio Müller, o Hospital Veterinário; uma fazenda experimental (em Santo Antônio do Leverger); uma base avançada de pesquisa no Pantanal (município de Poconé); estações meteorológicas (Cuiabá e Rondonópolis); herbário; biotério, zoológico, ginásio de esportes, parque aquático, museus e o único teatro com especificações técnicas exigidas para receber as diversas modalidades de artes cênicas no Estado, todos em Cuiabá. Conta ainda com o maior sistema de bibliotecas do Estado, somando mais de 300 mil volumes, sendo 200.908 na Biblioteca Central em Cuiabá; 47.878 em Rondonópolis; 16.639 no Campus do Araguaia e 15.588 em Sinop. Atende a mais de 18 mil estudantes de graduação e pós-graduação. Conta com quase três mil servidores, sendo mais de 1300 docentes e mais de 1600 técnicos administrativos.
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>Novo livro: "Ingênuos, Pobres e Católicos: A Relação dos EUA com a América Latina".

Posted on outubro 19, 2010. Filed under: Alfredo da Mota Menezes, Editora Fundo de Cultura, livro, ngênuos, Pobres e Católicos, UFMT |

>Alfredo da Mota Menezes

Estou na fase de divulgação de um novo livro. Chama “Ingênuos, Pobres e Católicos: A Relação dos EUA com a América Latina”. É um lançamento da editora Fundo de Cultura, do Rio de Janeiro. É o sexto livro da gente por editora nacional. É o quinto livro desde que deixei a UFMT.
Professor, escritor e analista político Alfredo da Mota Menezes
O livro, como diz o subtítulo, trata das relações dos EUA com a América Latina desde os primeiros contatos até os dias mais recentes. A pesquisa foi feita exclusivamente em livros e artigos dos EUA sobre o assunto. A busca foi justamente entender como eles veem a América Latina.
O livro parte de um princípio aceito nos EUA: a América Latina não fez nada que ajudasse no desenvolvimento da humanidade. É muito forte a colocação, mas é como a maioria dali vê o vizinho abaixo do rio Grande. Essa nossa inaptidão transformou-se lá numa crença.
Em alguns momentos nos EUA a América Latina é vista como uma criança que precisa de apoio e incentivo para encontrar seu caminho. Encontrei livro, com charges em jornais dali desde o século 19 até agora, sobre a América Latina em que esse detalhe, em brutal gozação, aparece constantemente.
Em outros momentos a América Latina é caracterizada como um símbolo feminino. Emotiva, insegura, precisando do apoio masculino para vencer na vida. As charges desse período até doem. Em outros momentos a América Latina é negra ou mestiça.
O pior, na visão norte americana, é que somos uma cultura ibero-católica. Aqui estaria a raiz de todo nosso mal. No campo político, como exemplo, a região aceita governos autoritários. No econômico não temos o espírito capitalista. Estaria na herança da mãe-pátria a maior diferença entre os dois lados da América. Tudo, leitor, é baseado no que eles escrevem. Não é invenção de alguém de Poxoreo.
A América Latina, para os norte-americanos, é vista de forma monolítica. Se um governante faz uma besteira é como se fosse o mesmo para todos os países. Não adianta o Brasil, com população, economia e território maior, pensar que é diferente. É tudo igual a uma grande Guatemala para eles.
Depois das teorias sobre religião, raça, clima tradição ibero-católica e tantos defeitos que nos atribuem, o livro entra pela história do relacionamento entre as duas bandas da América.
A época das invasões na região, da diplomacia do dólar ou do big stick ou grande cassete para bater na gente. O momento da “boa vizinhança”, quando precisaram da região, por causa da Depressão e da aproximação da guerra na Europa. Depois veio a Guerra Fria, época de repressão brutal na região. Analisa-se também o pós-Guerra Fria. Tem ainda capítulo sobre estereótipos no cinema e na mídia de lá sobre os latino-americanos.
Com pequena descrição tento seduzir eventuais leitores. O livro já deve estar nas livrarias de Cuiabá, como também em outros lugares.
Importante: nesta quarta-feira, 20 de outubro, o professor Alfredo fará o apresentação do livro, ao vivo, no Programa Chamada Geral, das 06:20 às 08:00 da manhã. Para ouvir clique aqui

Alfredo da Mota Menezes. E-mail; pox@terra.com.br; site: http://www.alfredomenezes.com

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>Projeto Aripuanã 2010

Posted on julho 15, 2010. Filed under: Amazônia, Aripuanã, Coxipó, Gabriel Novis, Mato Grosso, Projeto Aripuanã 2010, UFMT, Uniselva |

>Gabriel Novis Neves

Concebido em uma chácara no Coxipó da Ponte em 1971, nascido em Brasília em agosto de 1972, na 1ª Reunião dos Reitores das Universidades Públicas Brasileiras (Crub), batizado em 1973, na Cachoeira das Andorinhas, no então maior município do mundo – Aripuanã.
A utopia da ocupação racional da Amazônia recebeu o nome de Cidade Científica de Humboldt. Esta cidade foi totalmente planejada e construída pela saudosa Universidade da Selva (Uniselva). Uma verdadeira operação de guerra foi montada a partir de Vilhena, em Rondônia, para a ocupação da área. Isto só foi possível pelo apoio do governo federal, envolvendo vários ministérios e o entusiasmo de uma geração de utópicos. O mundo aguardava uma resposta científica para a nossa cobiçada Amazônia.
Estava materializado o grande sonho e a disciplina principal a ser estudada era a amazonologia. Cientistas brasileiros, especialmente os do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Evandro Chagas, do Pará, e da Uniselva foram os seus primeiros moradores. Todos tinham um objetivo comum – promover o desenvolvimento sustentável da floresta (1971). O primeiro aviso que recebemos de Aripuanã naquela época pelo rádio, na base de operações do Coxipó, sede da Uniselva, foi o pedido de imediata inversão do consagrado binômio ensino-pesquisa, para pesquisa-ensino. Assinava a mensagem, não um pesquisador com formação em Harvard, porém o homem da floresta, o maior conhecedor desse mundo até hoje fascinante com as suas surpresas. Nome do autor da mensagem? Ceremecê, o grande cacique xavante, nosso colaborador do saber amazônico. Justificativa: “Ninguém ensina o que não sabe, ainda mais em nível de universidade”.
Foi o Projeto Aripuanã que viabilizou a recém-nascida Uniselva hoje UFMT. Também provocou a visita do futuro presidente do Brasil a nossa sede no Coxipó. Queria conhecer melhor a metodologia proposta de uma jovem universidade, em inverter ensino-pesquisa, montar uma cidade científica na selva, e assumir o compromisso de desenvolver Mato Grosso, respeitando o meio ambiente, onde os cientistas de todo o mundo participaria, juntamente com os saberes dos povos da floresta. Claro que não iríamos nos esquecer das artes e nossa cultura, como também com a formação de gente.
A nossa ambição maior era construir uma usina de conhecimentos na selva. Essa visita do futuro presidente do Brasil a nossa sede, foi o fator definitivo para, no seu governo, colocar em execução a sua velha tese da redivisão territorial do Brasil. Com essas duas ações imediatas – viabilização da Uniselva e redivisão territorial de Mato Grosso, o Projeto Aripuanã enfrentou grandes obstáculos. Internacionais, como a 2ª grande crise do petróleo, invibializando grandes distâncias em países em desenvolvimento. Nos governos atingidos como o Brasil, mudanças de rumo, retirando da prioridade os projetos de longas distâncias, entre outros Aripuanã. A pressão política dos migrantes, com dinheiro para o nosso estado, com a sua visão de progresso. Ele não significava o desenvolvimento que defendíamos.
Com boa bancada no Congresso Nacional e nas Assembléias Estaduais, a moto serra venceu a ciência para a nossa tristeza. As consequências desse desastre passaram às novas gerações. Desenvolvimento sustentável da Amazônia virou agora mote de campanha política. Reparem nos próximos programas eleitorais gratuitos. Mande alguém contar quantas vezes ouviremos esta frase dos destruidores das nossas florestas. Nunca mais quis saber notícias de Dardanelos, Cachoeiras das Andorinhas e da Fumaça que era na época o radar dos nossos pilotos. Quantas vezes na longa e angustiante viagem em monomotor sentíamos alívio ao identificar a fumaça produzida pelas quedas das águas.
Reencontrei Aripuanã 2010. O sonho não acabou. Uma nova fonte de recursos para pesquisa na região está surgindo para a nossa UFMT – herdeira da Uniselva. Os tempos são outros, mas a compreensão atual é da Uniselva. Precisamos da ciência e do conhecimento – única porta para se entrar no mundo civilizado.
Gabriel Novis Neves é médico em Cuiabá . E-mail: borbon@terra.com.br
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>Mato Grosso um estado de jovens

Posted on julho 14, 2010. Filed under: jovens, Mato Grosso, UFMT |

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Amado de Oliveira Filho

Deve ser motivo de orgulho para qualquer Nação ou Estado sua população de idosos e mais ainda a capacidade produtiva daquela parcela da população que se aproxima dos 60 anos e continua produzindo a todo vapor. Particularmente me orgulho em deparar com artigos produzidos pelo reitor fundador da nossa UFMT, Dr. Gabriel Novis Neves, que, com seus 75 anos, continua ativo, crítico e com uma capacidade de síntese permitida apenas aos notáveis. Espero poder chegar à sua idade com todos estes predicados.

O Estado de Mato Grosso é um Estado jovem e com uma população ainda jovem. Isto é muito bom! A economia mato-grossense deverá passar por uma vigorosa transformação até a próxima década. Isto se dará em função de que a produção primária já está implantada, então o próximo degrau de desenvolvimento será, sem sombras de dúvidas, o degrau da agroindustrialização. Isto demandará mão-de-obra especializada e assim teremos ainda mais jovens no processo produtivo.

Segundo o IBGE, em seu censo de 2007, nosso Estado possui uma população de aproximadamente 2,9 milhões de habitantes. Destes, mais de 551 mil têm até 10 anos de idade e mais de 831 mil, ou 29,1% da população tem até 15 anos de idade. De 16 anos até 30 anos são mais de 819 mil cidadãos e cidadãs ou quase 29% da população. Portanto, essa gente toda se qualificada terá emprego certo.

Muito interessante é que quando somamos a população entre 31 e 50 anos encontramos uma curva descendente com pouco mais de 789 mil habitantes, que despenca para 320 mil pessoas, ou 11% da população entre 51 e 70 anos e apenas 69 mil habitantes com mais de 70 anos, o equivalente a 2,4% da população total do Estado.

Esta é uma situação bem diferente da média mundial. Segundo a ONU, as pessoas com mais de 60 anos representarão 32% da população mundial em 2050 e superarão, pela primeira vez na história, o número de crianças. Assim as economias dos países com população idosa terão alguns percalços com a destinação de vultosos montantes para os programas públicos de proteção aos idosos.

A situação brasileira é ligeiramente confortável, sua população de idosos está em torno de 9,0% da população total. Não obstante a situação privilegiada brasileira e mais ainda a mato-grossense é necessário uma profunda revisão de conceito em torno da capacidade produtiva de algumas faixas etárias em Mato Grosso. Nos últimos anos estamos testemunhando um fenômeno de que, político, para ganhar eleições precisa incorporar “o novo”. Isto não é defesa de coronéis! Em algumas posições nas empresas, repartições públicas e diversas outras instituições já se presencia o mesmo fenômeno.

Minhas homenagens aos 390 mil mato-grossenses que estão com idade entre 51 e 80 anos, 13,7% da população. Números do IBGE. Se um dia alguém ousar pensar que você é apenas mais um velho, faça uma homenagem a essa pessoa com a 4ª estrofe da letra da música cantada por Charlie Brown Jr, intitulada “O futuro é um labirinto para quem não sabe o que quer”. Com isto você estará ensinando-a a respeitar seus conhecimentos acumulados em toda a sua vida e, quem sabe, com esta ajuda ela conseguirá chegar até onde você chegou.

Afinal você é um dos milhões de brasileiros que ainda faz parte da população economicamente ativa e, tenha a firme convicção, de que a Nação precisa de você.
Voltaremos ao assunto!

Amado de Oliveira Filho é produtor rural, economista, especialista em mercados de commodities agropecuárias e direito ambiental. E-mail: amadoofilho@ig.com.br
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>Maracutaia: A carreata dos 705 maquinários rodoviários em Mato Grosso

Posted on maio 15, 2010. Filed under: carreata, CUIABÁ, juiz Julier Sebastião, maquinários, Maracutaia, Mato Grosso, MPF, municípios, perícia técnica, Polícia Federal, rodoviários, UFMT |

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O juiz Julier Sebastião da Silva, da 1ª Vara Federal em Mato Grosso, deferiu parcialmente os pedidos formulados na Ação Civil Pública que investiga a aquisição de 705 equipamentos rodoviários pelo Estado a um custo de R$ 241 milhões, determinando a suspensão de qualquer pagamento às empresas vencedoras dos pregões 087 e 088/2009, além da realização de perícia técnica nas máquinas, sendo que no prazo de 15 dias, todos os 705 maquinários acompanhados da relação de municípios beneficiados, terão que ser disponibilizados em local apropriado em Cuiabá para que sejam submetidos à perícia técnica, sob pena do deferimento do pedido de busca e apreensão. O governo do Estado informou que vai recorrer da decisão e justificar que já determinou a realização de perícia técnica nos equipamentos.

O magistrado determinou que os equipamentos espalhados em 141 municípios, alguns à mais de 1,2 mil quilômetros de Cuiabá, sejam trazidos para serem periciados e tão logo a perícia esteja concluída os mesmos sejam imediatamente restituídos aos seus destinatários, o que representa dizer mais de 30 dias parados, sem utilidade. Segundo técnicos da Secretaria de Infraestrutura (Sinfra), consultados por A Gazeta, somente para cumprir a ordem judicial será consumido mais de R$ 2,5 milhões em transporte, combustível e diárias, se for possível fazê-lo uma única vez já que os equipamentos terão que ser trazidos e depois devolvidos.

O magistrado solicitou ainda a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) para que informe nomes de 2 profissionais habilitados para a realização da perícia técnica nos veículos e máquinas adquiridos pelo Estado de Mato Grosso, cujo laudo deverá ser elaborado em 15 dias, respondendo-se aos seguintes quesitos: a) As máquinas periciadas se conformam com as especificações técnicas constantes do edital de licitação? b) Existe alguma alteração em suas características técnicas originais? Se positivo quais são elas, c) O valor das máquinas é superior ao preço de mercado?

No tocante a busca e apreensão dos documentos pertinentes aos pregões, o juiz, apontou que tal medida se mostra desnecessária, uma vez que o próprio Estado, ao cumprir despacho inicial já promoveu a juntada dos mesmos e por derradeiro remeteu cópia integral da decisão à Polícia Federal para instauração de inquérito policial para apurar a prática dos delitos tipificados, denunciando o governo do Estado, o secretário Eder Moraes (à época da Sefaz) e o ex-governador Blairo Maggi, além dos ex-secretários, Vilceu Marchetti (Sinfra) e Geraldo De Vitto (Administração), como incursos nos crimes de fraude, peculato, estelionato e formação de quadrilha.

Em nota oficial o governo do Estado, por meio da Procuradoria-Geral do Estado ingressará com dois recursos junto ao Tribunal Regional Federal (TRF-1ª Região) para cassar a liminar expedida. Na decisão, o juiz federal Julier Sebastião da Silva determinou a instauração de inquérito pela Polícia Federal e a perícia nas máquinas.

“É incompreensível a decisão. Todos os atos dele serão considerados nulos, porque ele é incompetente para julgar esse caso, conforme parecer do próprio Ministério Público Federal, que é fiscal da lei”, declarou o procurador, Dorgival Veras. Fonte: A Gazeta

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>Trapalhadas do MEC coloca política educacional em descrédito

Posted on março 19, 2010. Filed under: educação no Brasil, Enem, Ensino Médio, MEC, Ministério da Educação, Sisu, UFMT, universidades, universitário |

> No ano passado milhares de estudantes brasileiros sofreram um grande baque com o cancelamento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que substituiu os tradicionais vestibulares para ingresso nas faculdades públicas do país. O exame foi cancelado, em outubro, após o jornal “O Estado de S.Paulo” avisar ao Ministério da Educação que a prova tinha vazado.

Depois de muitas desculpas, manifestações pelo país afora, um novo exame foi feito. Eis que mais problemas  estão acontecendo, revelando que o Ministério da Educação, com sua nova fórmula, não consegue transmitir seriedade para os estudantes brasileiros que sonham com uma vaga nas faculdades públicas. Desta vez um problema técnico no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), registrado no domingo, fez com que estudantes não classificados para vagas em instituições federais de ensino superior aparecessem como convocados para matrícula. Alunos que viram seus nomes na lista de espera chegaram a procurar as instituições, mas não puderam preencher a vaga.

O problema tem reflexos em todo o Brasil. Em Cuiabá alunos da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) denunciaram ao Ministério Público o “sumiço” de vagas no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A reclamação é que, em questão de horas, os candidatos passam de aprovados para não aceitos, mesmo adquirindo pontuação suficiente. Nove estudantes de Mato Grosso tiveram esse problema, o mesmo registrado em todo o Brasil, e que leva o sistema mais uma vez a cair no descrédito.

O assunto ganha desdobramentos e as universidades mineiras já decidiram que vão dispensar o resultado do Enem de 2009 e fazer processos seletivos próprios no meio do ano. Em um documento assinado pelo Fórum das Comissões de Processos Seletivos de Minas Gerais (ForCops) e endereçado à Secretaria de Educação Superior, do Ministério da Educação (MEC), 15 instituições avaliam que o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) está em “descrédito”.

A situação é complicada e o governo federal, através do Ministério da Educação, não vem demonstrando competência para solucionar o grave problema. A grande verdade é que o MEC não acertou nas mudanças. Centralizou e complicou. A educação no Brasil enfrenta problemas em todos os níveis e agora a questão se complica em nível universitário. Uma pena para o país e para o governo, que deveria ter a educação como prioridade. Fonte: A Gazeta

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>Universidade Federal de Mato Grosso é a mais procurada do país

Posted on fevereiro 5, 2010. Filed under: Enade, Enem, UFMT, Universidade Federal de Mato Grosso, vestibular |

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A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) foi a instituição mais procurada pelos estudantes que participam do Sistema de Seleção Unificada (SiSU), segundo dados do Ministério da Educação. São 56.703 inscritos para 5.008 vagas, distribuídas em 97 cursos. A segunda instituição foi a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro com 48.347 inscritos. O total de mato-grossenses inscritos em todo o país é 33.204.

Os cinco cursos mais concorridos na UFMT são Medicina (4.085 candidatos), Enfermagem (3.328 candidatos), Direito (3.123 candidatos), Zootecnia (2.663 candidatos) e Geografia (2.418 candidatos).

Para a reitora da UFMT, Maria Lucia Cavalli, o recorde na procura pela instituição federal mato-grossense pode estar relacionado ao fato da universidade apresentar boas notas no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes, Enade, principalmente entre os cursos da área da saúde e Direito. Em uma segunda hipótese, Maria Lucia atribui a grande procura ao alto número de inscrições por parte de vestibulandos do próprio Estado.

De acordo com a reitora, existe também a probabilidade desse aumento significativo influenciar na quantidade de estudantes locais selecionados.

As inscrições dos estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio, Enem, para instituições que utilizam a nota como única forma de acesso -como é o caso da UFMT – ou àquelas que a utilizam parcialmente, foram finalizadas às 23h59 de quarta-feira. Ao todo, são 793,9 mil candidatos para os 974 cursos de graduação oferecidos por 51 instituições de educação superior no país.

Matrícula – Para garantir a vaga, os candidatos classificados devem fazer a matrícula na instituição para a qual foram classificados. O prazo de matrícula será de segunda-feira (8) até o dia 12. Os candidatos devem observar a documentação exigida pela universidade ou instituto federal de educação, ciência e tecnologia.

Os aprovados para a UFMT devem procurar o campi Cuiabá, Rondonópolis e Araguaia (Pontal do Araguaia e Barra do Garças) para fazer a matrícula. Os documentos exigidos são carteira de identidade, título de eleitor e comprovante de votação da última eleição, Cadastro de Pessoa Física (CPF) e documento comprobatório de estar em dia com as obrigações militares, se candidato do sexo masculino com mais de 18 anos. Também estão na lista registros escolares como certificado ou diploma de conclusão do Ensino Médio e certificação de habilidade específica,para o curso de Música Licenciatura.

Segunda etapa – Os candidatos não selecionados nesta primeira etapa terão nova chance. Eles devem fazer a inscrição na segunda etapa, que começa no dia 15 próximo e vai até o dia 20. Serão oferecidas, então, as vagas não ocupadas na primeira fase. (Fonte: A Gazeta Com Assessoria/MEC)

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>Prefeito Wilson Santos anuncia concurso público em Cuiabá

Posted on janeiro 13, 2010. Filed under: concurso público em Cuiabá, Educação, prefeito Wilson Santos, Prefeitura de Cuiabá, UFMT, vagas |

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Acompanhado do vice-reitor da Universidade Federal de Mato Grosso, UFMT, Francisco José Dutra, e do secretário municipal de Educação, Carlos Carlão, o prefeito de Cuiabá, Wilson Santos, anuncia hoje a realização de concurso público para o preenchimento de vagas na Secretaria Municipal de Educação (SME).

As provas estão previstas para o dia 07 de março deste ano e as inscrições serão abertas no próximo dia 25 de janeiro. A quantidade de vagas ainda não foi divulgada. O edital referente ao concurso público já está disponível no site oficial da Prefeitura de Cuiabá (www.cuiaba.mt.gov.br).

Mais informações sobre o concurso serão anunciadas ainda hoje em coletiva à imprensa, as 10h no auditório da SME. Com informações da assessoria.

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>Brasil dos nossos sonhos?

Posted on outubro 14, 2009. Filed under: Mato Grosso, Obras do PAC, sonhos, UFMT |

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Na década de 80, ainda estudando economia no Departamento de Economia da UFMT, hoje, Faculdade de Economia, eu e minha turma testemunhamos o Brasil dar um sonoro calote no FMI. O meu sentimento era de tristeza, afinal, uma moratória significava, sem tergiversação que o Brasil estava quebrando. Longe de nós, nacionalistas concordarmos com isto.

Hoje, quase 30 anos depois o que vemos? O Brasil emprestará US$ 10 bilhões ao mesmo FMI. Confesso que se mantido o nacionalismo estudantil eu deveria estar contente, afinal, como diz o próprio presidente Lula, “Isso dá ao Brasil “autoridade moral para continuar” reivindicando mudanças “que nós precisamos” no FMI e em organismos multilaterais”.

Ainda me lembro de um professor que dominava muito bem a questão do endividamento externo brasileiro. Ele lecionava a disciplina Economia Internacional. Sinceramente gostaria de conhecer sua opinião hoje sobre o assunto. Saudosismo à parte, não vejo como algo importante este empréstimo que o Brasil fará ao FMI, pois nosso país, mesmo com bilionárias transferências governamentais diretas, ainda registra um elevado nível de pobreza sendo que, milhões ainda passam fome.

Um outro sentimento que mantenho é o de qualquer cidadão que lê jornais. Como pode o Brasil emprestar dinheiro que não tem? Ou o Brasil já pagou os quase US$ 200 bilhões que deve? Ou ainda, estes US$ 10 bilhões são os mesmos que desde fevereiro circulam notícias de que o Brasil receberá US$ 10 bilhões da China que antecipou petróleo do pré-sal a um preço de US$ 13,00, por 10 anos, sendo que hoje o Barril está em torno de US$ 40,00?

Um outro aspecto que não pode ser ignorado é o fato de o Brasil haver sido descoberto no ano de 1500 e desde então sua economia vem sendo construída com muita dificuldade por governos e sociedade passada. É claro que os diversos ciclos econômicos que vivemos permitiram investimentos que geraram nossas riquezas nacionais e a poupança privada. Nada de novo começou agora, até mesmo o pré-sal teve sua descoberta no ano de 1975, portanto, ainda no regime militar.

O Brasil esqueceu o petróleo do pré-sal descoberto no campo de badejo na bacia de Campos, o presidente da República era o general Ernesto Geisel. Muito provavelmente não prosseguiram com as pesquisas em função da possibilidade de baixa produção do petróleo localizado no pré-sal naquela região. Porém, o aumento da oferta de petróleo se deu mais em função de um novo marco regulatório que, permitiu a entrada de novos investimentos beneficiando a própria Petrobras.

Assim anda o Brasil! Vamos emprestar dinheiro ao FMI! Também é bom lembrar que o Fundo Monetário Internacional (FMI) é aquele mesmo que o partido do presidente Lula infestou o Brasil de norte a sul com a frase “Fora FMI, fora FHC”. Outros tempos. Mesmos personagens outras atitudes.

Por outro lado esta semana conversei com uma senhora aposentada que aguarda sua devolução de imposto de renda. A coitada quase foi à loucura quando mostrei-lhe o jornal com a notícia do empréstimo que o Brasil está fazendo ao FMI. Ouvi alguns adjetivos atribuídos ao presidente. Todos não publicáveis! Seguramente aquela senhora manifestou o sentimento de milhões de trabalhadores da classe média que vê um governo fazendo cortesia com o seu chapéu.

É chegada a hora dos líderes partidários e do Congresso Nacional exigirem que o presidente volte seus olhos para o interior brasileiro. Precisam alertá-lo de que seu espaço internacional já está assegurado, porém, internamente as coisas não são somente flores. Afinal, como andam as obras do PAC? Vamos ter obras concluídas no ano que vem para retirar a produção agropecuária do Centro-Oeste? E Mato Grosso?

São muitas as perguntas sem respostas, afinal este não é o Brasil de nossos sonhos. Não é possível continuar produzindo e transportando esta produção em milhares de quilômetros sobre rodas, ao mesmo tempo, ter um governo olhando para os holofotes internacionais.


Amado de Oliveira Filho é economista, especialista em mercados de commodities agropecuárias e direito ambiental – Fonte: A Gazeta. E-mail: amadoofilho@ig.com.br

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