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>Enem 2010: Confira as universidades federais vão adotar nota do exame no vestibular 2011

Posted on julho 8, 2010. Filed under: Educação, Enem, Enem 2010, MEC, Sisu, UnB, universidades, universidades federais, UOL, vestibular |

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Estão confirmadas que 49 das 55 universidades federais brasileiras vão adotar a nota do Enem, Exame Nacional do ensino Médio, 2010 em seus vestibulares com ingresso em 2011. Levantamento feito pelo portal UOL, apenas seis instituições ainda estão em dúvida se irão utilizar o Enem. O prazo para inscrição ao exame termina na próxima sexta-feira, 9 de julho.

Veja no mapa abaixo de que maneira as instituições vão usar a nota do Enem

  • Em 15 dessas instituições o Exame Nacional do Ensino Médio será a única forma de avaliação dos candidatos no processo seletivo 2011. Quase todas elas vão disponibilizar suas vagas no Sisu (Sistema de Seleção Unificada), capitaneado pelo MEC (Ministério da Educação). A exceção fica por conta da UFCG (Universidade Federal de Campina Grande), na Paraíba. A federal paraibana vai utilizar o Enem como prova de seleção dos seus calouros de 2011, mas exigirá inscrição à parte (R$ 15 para cursos que não precisem de avaliação de habilidades específicas).

    Dez universidades oferecerão parte das vagas pelo Sisu e parte pelo vestibular tradicional – as porcentagens variam de 10% a 60% das vagas exclusivamente ofertadas pelo Sistema de Seleção Unificada.

    Algumas instituições preferiram adotar o Enem apenas como parte da nota do vestibular — sete delas substituirão a primeira fase de seu processo seletivo e outras cinco vão usar o exame como percentual da nota. A UnB (Universidade de Brasília) e outras três universidades optaram por utilizar o Enem para preencher suas vagas remanescentes, ou seja, aquelas que sobrarem depois de todas as listas previstas no edital do vestibular.

    Há ainda as que não definiram como irão utilizar a nota do Enem, caso da fluminense UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e da paulista Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Elas recomendam que os interessados em seus vestibulares façam o Enem.

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>Copenhague, um grande piquenique?

Posted on novembro 18, 2009. Filed under: CO2, Copenhague, Forbes, Fundação, IPCC, Mato Grosso, piquenique, UnB, Universidade |

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O ex-reitor da UnB, professor José Carlos de Almeida Azevedo, doutor em física pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), dos EUA, afirmou e consta dos anais da Audiência Pública realizada na Câmara dos Deputados, realizada no último dia 12/11 em Brasília, que a Conferência de Copenhague este ano, não passaria de um grande piquenique. Claro, todos os presentes, pegos de surpresa, ouvindo uma afirmação desta tiveram reações diversas. Alguns beiraram o escárnio. Pessoalmente, achei um pouco exagerada a fala daquela autoridade.

No decorrer de sua fala, muitos mudaram de opinião. Mesmo dispondo de pouco tempo para seu depoimento, o velho cientista ofereceu informações valiosíssimas e preocupantes, especialmente para aqueles que acreditam e, de alívio para os que acreditavam que o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e suas publicações estão corretas quanto ao fato de que a ação do homem interfere absolutamente sobre o clima do planeta.

Sem dúvidas, é um tema complexo e não pode ser tratado com paixões e muito menos politizá-lo com vistas às próximas eleições, especialmente em Mato Grosso. Mas, voltando ao professor José Carlos e sua afirmação do piquenique de Copenhague, quando analisamos as posições dos Estados Unidos e da China, podemos afirmar que o professor está certo. Se a definição será tomada apenas no próximo ano, por que o mundo volta-se para Copenhague? Sem dúvidas, qualquer coisa que não seja apenas o envio de alguns observadores, se trata de um grande piquenique e, na maioria dos casos, com dinheiro público.

As posições do professor José Carlos e do IPCC são completamente antagônicas. Ambas devem ser consideradas e, numa eventual convergência, eliminar radicalismos das partes. É importante considerar que o ex-reitor não está sozinho nesta história. Soma a ele cientistas como o presidente da Federação Mundial de Cientistas professor Antônio Zichini que critica a debilidade dos modelos matemáticos do IPCC e conclui por recomendar que o tema do aquecimento volte aos laboratórios e condena a busca de notoriedade pelos alarmistas das adesões intempestivas.

Para os dois professores, o IPCC é um órgão político e não científico e, ainda, que não há prova de que o CO2 gerado pelo homem seja o vilão que se divulga. Para eles, o clima da terra sofre influências de manchas solares, de raios cósmicos, de ciclos da terra em sua órbita, vulcanismo, nuvens, correntes oceânicas e tantas outras que sugerem, que todos nós devemos buscar conhecer para não embarcarmos em modismos. Assim, fica claro então que desde já estabeleçamos o princípio da precaução para não sofrermos prejuízos.

Em seus argumentos o professor José Carlos recomenda a leitura dos resultados dos seminários internacionais da Fundação Ettore Majorana, Erice, Itália. Recomenda ainda estudos das posições da Universidade de Wisconsin. Da mesma forma, recomenda a leitura do depoimento do competente meteorologista Robert M. Carter ao Senado dos Estados Unidos, além de uma lista de milhares de cientistas críticos do IPCC. Segundo ele, nestes documentos científicos o leitor iniciará a compreender o que de fato está ocorrendo com o clima.

E o piquenique? Bem, como a própria Dinamarca, anfitriã do encontro, está propondo que a definição fique para meados de 2010 na Alemanha ou no final do mesmo ano no México, está confirmado o piquenique. Se não for isto, no mínimo o brilho do evento já está comprometido. O resultado já está antecipado, será tão somente o estabelecimento “firme” de um prazo para a definição e assinatura de um belo texto completo e que finalmente deverá recepcionar as assinaturas de presidentes de países de primeiro mundo.

No mais, discursos, bravatas e comemorações das recentes publicações, para eles, da não menos importante lista da revista Forbes. Porém, gastar dinheiro público com uma grande comitiva em Copenhague é um desserviço que será prestado ao Estado.

Autor: Amado de Oliveira Filho é economista, especialista em mercados de commodities agropecuárias, direito ambiental. Fonte: A Gazeta. E-mail: amadoofilho@ig.com.br

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