Universidade

>Sisu divulga lista de aprovados na 3ª etapa de seleção de 2010

Posted on março 5, 2010. Filed under: aprovados, Enade, Estudante, matrículas, Sisu, Sobra, Universidade, vagas |

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O Sisu (Sistema de Seleção Unificada) divulgou nesta sexta-feira (05) a lista de aprovados na terceira etapa de 2010. Ao todo, se inscreveram 322.969 candidatos a 21.701 vagas em instituições públicas de ensino superior.

  • Consulte a lista de aprovados no site do Sisu

  • As matrículas dos convocados deverão ser realizadas de 9 a 12 de março. Os documentos para o registro podem ser consultados no site do Sisu ou nas instituições de ensino.

    Espera e matrícula

    Os candidatos que não foram convocados poderão manifestar interesse em participar de uma lista de espera para o curso indicado na inscrição. Para tanto, é preciso se inscrever pela web, no período de matrículas dos aprovados na terceira etapa, que vai de 9 a 12 de março.

    Encerradas as matrículas, a universidade ou instituto federal que tiver vagas remanescentes pode convocar estudantes a partir da lista de espera dos candidatos.

    Sobra de vagas

    De acordo com a reportagem da Folha de S.Paulo, há a ameaça de sobra de vagas em cursos considerados top. Até o final da segunda rodada, das 21.701 vagas disponíveis, 12% eram de cursos top. A conclusão foi feita a partir de cruzamento das vagas oferecidas em cursos que obtiveram notas 4 e 5 nas últimas edições do Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes).

    Um dos cursos que integram a lista preliminar de vagas remanescentes é o de medicina na UFCSPA (Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre). Com nota 5, o curso costumava ter um vestibular concorridíssimo antes de a instituição aderir ao Enem como forma única de ingresso. Em 2009, por exemplo, teve 41,36 candidatos por vaga.

    Veja outras informações no site do Sisu.

    Fonte: Educação

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    >Copenhague, um grande piquenique?

    Posted on novembro 18, 2009. Filed under: CO2, Copenhague, Forbes, Fundação, IPCC, Mato Grosso, piquenique, UnB, Universidade |

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    O ex-reitor da UnB, professor José Carlos de Almeida Azevedo, doutor em física pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), dos EUA, afirmou e consta dos anais da Audiência Pública realizada na Câmara dos Deputados, realizada no último dia 12/11 em Brasília, que a Conferência de Copenhague este ano, não passaria de um grande piquenique. Claro, todos os presentes, pegos de surpresa, ouvindo uma afirmação desta tiveram reações diversas. Alguns beiraram o escárnio. Pessoalmente, achei um pouco exagerada a fala daquela autoridade.

    No decorrer de sua fala, muitos mudaram de opinião. Mesmo dispondo de pouco tempo para seu depoimento, o velho cientista ofereceu informações valiosíssimas e preocupantes, especialmente para aqueles que acreditam e, de alívio para os que acreditavam que o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e suas publicações estão corretas quanto ao fato de que a ação do homem interfere absolutamente sobre o clima do planeta.

    Sem dúvidas, é um tema complexo e não pode ser tratado com paixões e muito menos politizá-lo com vistas às próximas eleições, especialmente em Mato Grosso. Mas, voltando ao professor José Carlos e sua afirmação do piquenique de Copenhague, quando analisamos as posições dos Estados Unidos e da China, podemos afirmar que o professor está certo. Se a definição será tomada apenas no próximo ano, por que o mundo volta-se para Copenhague? Sem dúvidas, qualquer coisa que não seja apenas o envio de alguns observadores, se trata de um grande piquenique e, na maioria dos casos, com dinheiro público.

    As posições do professor José Carlos e do IPCC são completamente antagônicas. Ambas devem ser consideradas e, numa eventual convergência, eliminar radicalismos das partes. É importante considerar que o ex-reitor não está sozinho nesta história. Soma a ele cientistas como o presidente da Federação Mundial de Cientistas professor Antônio Zichini que critica a debilidade dos modelos matemáticos do IPCC e conclui por recomendar que o tema do aquecimento volte aos laboratórios e condena a busca de notoriedade pelos alarmistas das adesões intempestivas.

    Para os dois professores, o IPCC é um órgão político e não científico e, ainda, que não há prova de que o CO2 gerado pelo homem seja o vilão que se divulga. Para eles, o clima da terra sofre influências de manchas solares, de raios cósmicos, de ciclos da terra em sua órbita, vulcanismo, nuvens, correntes oceânicas e tantas outras que sugerem, que todos nós devemos buscar conhecer para não embarcarmos em modismos. Assim, fica claro então que desde já estabeleçamos o princípio da precaução para não sofrermos prejuízos.

    Em seus argumentos o professor José Carlos recomenda a leitura dos resultados dos seminários internacionais da Fundação Ettore Majorana, Erice, Itália. Recomenda ainda estudos das posições da Universidade de Wisconsin. Da mesma forma, recomenda a leitura do depoimento do competente meteorologista Robert M. Carter ao Senado dos Estados Unidos, além de uma lista de milhares de cientistas críticos do IPCC. Segundo ele, nestes documentos científicos o leitor iniciará a compreender o que de fato está ocorrendo com o clima.

    E o piquenique? Bem, como a própria Dinamarca, anfitriã do encontro, está propondo que a definição fique para meados de 2010 na Alemanha ou no final do mesmo ano no México, está confirmado o piquenique. Se não for isto, no mínimo o brilho do evento já está comprometido. O resultado já está antecipado, será tão somente o estabelecimento “firme” de um prazo para a definição e assinatura de um belo texto completo e que finalmente deverá recepcionar as assinaturas de presidentes de países de primeiro mundo.

    No mais, discursos, bravatas e comemorações das recentes publicações, para eles, da não menos importante lista da revista Forbes. Porém, gastar dinheiro público com uma grande comitiva em Copenhague é um desserviço que será prestado ao Estado.

    Autor: Amado de Oliveira Filho é economista, especialista em mercados de commodities agropecuárias, direito ambiental. Fonte: A Gazeta. E-mail: amadoofilho@ig.com.br

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