Vencer

>Cuiabá vence equipe capixaba na Superliga de vôlei

Posted on março 13, 2010. Filed under: capixaba, CUIABÁ, equipe, Superliga, vôlei, Vencer |

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Após perder 13 partidas consecutivas, o Funvic Cuiabá venceu, agora há pouco, por 3 sets a 0, o Álvares Vitória, na capital capixaba. O primeiro set foi o mais apertado e a equipe cuiabana marcou 25 a 27. Os seguintes ficaram em 25 a 18  e 25 a 22.

O maior pontuador da partida foi Valdir Gonçalves, do Álvares, com 18 pontos, sendo 13 de ataque, 4 de bloqueio e um de saque.Mesmo com a vitória o Funvic permanece em 16° com 4 vitórias, e o Álvares continua na lanterna (17°), pois venceu apenas duas, das 26 partidas que disputou.

A próxima partida do time mato-grossense será quinta-feira, às 20h30, no Aecim Tocantins (Cuiabá)  contra o Cimed, vice-líder da Superliga com 23 jogos ganhos. Já o Álvares enfrenta também quinta-feira, às 19h30, o Volta Redonda que está em 14° com 7 vitórias.

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>Quem sabe agora no lugar certo

Posted on dezembro 13, 2009. Filed under: Ano Novo, bom Natal, Chico Buarque, Goiás, Natal, Reflexão, Vencer, virada |

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A chegada do Natal e da virada de mais um ano nos remete, ainda que involuntariamente, à reflexão sobre o que fizemos de nossas vidas nos últimos 12 meses e o que podemos modificar – e lógico para melhor – na próxima temporada do calendário. É de novo a vez de varrer tudo aquilo que nos fez infeliz e estabelecer metas, nos permitindo no meio de um turbilhão que foi o atual ano traçar planos atraentes e quem sabe até sonhar aquele sonho tido como impossível. Tal qual a canção “Sonho Impossível”, versão de Chico Buarque, que diz “Quantas guerras terei que vencer… Vou saber que valeu delirar… E assim, seja lá como for, vai ter fim a infinita aflição…”


Mas uma boa dica para a virada do ano, nos moldes lá da minha terra Goiás, é escolher com cuidado o local onde passar da meia-noite do 31 de dezembro para a 1ª hora de janeiro. Admito ter sido péssima minha escolha ao passar de 2008 para 2009. Estive nesse exato segundo no lugar errado e na hora errada e, como tenho fortes as minhas raízes goianas, espero escolher melhor com quem, onde e como entrar em 2010. Reza a tradição que o que se faz nesse momento pode-se repetir pelo resto do ano que chega. Para mim, confesso, 2009 foi fatal e acabou sendo como um furacão, devastador. E creio que fiquei à deriva… e haja estoque de lágrimas. Credo!


Não pretendo nem de longe dar receitas de vida. Falo em nível pessoal. Venci batalhas quase impossíveis e agora é preciso concentrar a energia, arregaçar as mangas e pôr a mão na massa. E como diz a mesma canção que citei acima: ” Lutar, quando é fácil ceder; Vencer, o inimigo invencível… Romper, a incabível prisão…”. Então, vamos lá. Não pretendo me perder num amontoado de desejos, deixando a mente dispersa e depois não ser capaz de finalizar nenhum deles. O legal é dar o primeiro passo e hei de conseguir, ainda que tenha em mente uma mirabolante lista de prioridades.


Antes de prosseguir meus devaneios, não quero ser de toda ingrata com 2009. Se foi um ano daqueles de fazer qualquer um arrancar os cabelos, tenho por dever lembrar também das lágrimas que não foram de lamento e sim de felicidade. E na condição prazeirozíssima de mãe, não poderia deixar de citar a emoção de ver minha filha mais velha formar-se tão jovem em Direito e de primeira passar no temido exame da OAB. Também no âmbito familiar, os avanços da minha caçula tão peralta e do meu filho, que me surpreende a cada dia pela forma sensata de encarar a vida e até de se permitir me dar uns puxões de orelha. Não poderia deixar de registrar o apoio do meu irmão e irmãs, sobrinhos, sobrinhas, etc, e, principalmente do meu pai, que, na sabedoria dos seus bem vividos 87 anos, é o meu esteio. Sim, também não deixo de lado amigos e amigas que me estenderam a mão em horas difíceis e comemoraram comigo minhas vitórias.


Mas com 2010 bem aí na porta, vamos começar definindo qual é a nossa prioridade. Se você ainda não tem isso claro, faça uma lista de tudo que lhe vier à mente. Encha quantas folhas de papel forem necessárias. Sonhar demais não faz mal, desde que não percamos o norte do mundo real. Com o coração aberto, vou tentar eliminar o que considero o pior dos sentimentos humanos e talvez o mais limitante de todos: a indecisão. Dizem que ela é prima-irmã da depressão. Essa doencinha básica, já definida como o mal do século!


Uma outra forma de reduzir a ansiedade diante dos impasses é conduzir nossas vidas tal qual a regra número 1 dos Alcóolicos Anônimos (AA). Para eles, dependentes do álcool, o lema é evite o primeiro gole. Para nós, seria viver um dia de cada vez. Sim, esta pode ser uma grande saída para quem precisa começar a agir e não consegue. Viver um dia de cada vez implica em um plano de recuperação mental, um compromisso com a gente mesmo e menos rigidez de pensamento consigo próprio. Na verdade, somos nós os piores inquisidores de nós mesmos. Usamos muito tempo para lamentar o que fizemos no passado ou o que deixamos de fazer.


Nos preocupamos demais com as perdas, esquecemos que podemos ganhar. Insistimos em deixar o passado vivo dentro de nós ou no contraponto saltar ao futuro. Por isso, o lema adaptado do AA, um dia de cada vez. Viver o presente, ou seja, cada 24 horas, pode resultar em mudanças morais, na ampliação da capacidade de enxergar oportunidades, melhorar a autoestima, ouvir mais, ter mais fé, confiança e se entregar. Pois é, dona Margareth e aqueles que concordam com todas essas reflexões, mãos à obra. Grandes gênios da história foram considerados loucos por insistirem em ideias que somente para eles faziam sentido. E de quebra, mais um trecho da música de Chico Buarque: “…Romper, a incabível prisão… Voar, num limite improvável… é minha lei, é minha questão… E o mundo vai ver uma flor, brotar do impossível chão!” Antecipadamente, um bom Natal a todos e uma virada de muitos graus no seu Ano Novo.

Autora: Margareth Botelho é jornalista em Cuiabá. Fonte: A Gazeta . E-mail: margareth@gazetadigital.com.br

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