Volkswagen

>Concessionária Domani denuncia venda irregular de veículos em Mato Grosso

Posted on agosto 16, 2010. Filed under: Concessionária Domani, Ministério Público de Mato Grosso, revendedora Fiat, Volkswagen |

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A concessionária Domani, revendedora Fiat em Mato Grosso, protocolou denúncia junto ao Ministério Público de Mato Grosso (MPE), Secretaria de Fazenda (Sefaz) e à Receita Federal no Estado solicitando a investigação de suposto crime de concorrência desleal e fraudes tributárias na venda direta de veículos realizada pelas concessionárias da Volkswagen que atuam no Estado. O pedido de apuração junto aos três órgãos foi feito no início de agosto. Caso a fraude na comercialização seja comprovada, a empresa ajuizará uma ação com pedido de indenização, cujo valor poderá ser equivalente ao montante negociado irregularmente.
Apesar de não ser possível calcular, neste momento, a dimensão dos prejuízos, a concessionária afirma que eles são elevados, uma vez que vários carros não estariam sendo vendidos por causa da concorrência desleal. Afirma também que as perdas estariam afetando outras concessionárias que atuam no Estado. O advogado Rodrigo Leite de Barros Zanin, do LBZ Advocacia, responsável pela denúncia, afirma que a fraude consiste na venda direta do veículo do fabricante aos consumidores, que neste caso seriam frotistas, empresas de locação de veículos, e até mesmo garagens, com preços bem menores que os praticados no mercado, o que estaria provocando um desequilíbrio na cadeia e trazendo perdas financeiras significativas às concessionárias.
O advogado explica que este tipo de venda é permitido, regulado pela Lei Federal n° 7.269, de 28 de novembro de 1979, também conhecida como Lei Ferrari. Porém, para ser beneficiado com esta legislação é preciso seguir algumas regras, como por exemplo, revender o veículo somente após um período mínimo de uso, que seria de seis meses a um ano. “Mas não é isso que está acontecendo e por isso queremos providências e cobramos a apuração dos fatos junto aos órgãos responsáveis”, afirma Zanin ao complementar que, em uma venda normal, a comercialização segue a ordem: fabricante – concessionária – consumidor final, sendo o primeiro o responsável pelo recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) ao fisco estadual. Ele salienta ainda que, quando a venda direta ocorre irregularmente, o tributo é recolhido por um valor inferior ao devido.
Zanin informa que a suspeita da fraude já existe desde o início do ano, e foi reforçada em crimes deste tipo descobertos no Maranhão. Naquele Estado, o dono de uma concessionária da Volkswagen teria revelado em depoimento que o crime estaria ocorrendo também em Mato Grosso, São Paulo, Amazonas e Brasília. “As empresas, geralmente de fachada, estariam adquirindo os veículos por um preço menor, e destinando-os ao consumidor final”, diz o advogado ao revelar que quem compra um veículo procedente deste tipo de negociação também tem ciência da fraude e pode ser penalizado com o pagamento do imposto devido. “Geralmente é feito um contrato de gaveta, até que os seis meses estipulados pela Lei passem. Aí então, o veículo é transferido para o nome do proprietário”.
Segundo informações da Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz), as investigações sobre este tipo de fraude estão sendo feitas desde o início do ano e que muitas informações chegam regularmente ao fisco. Conforme a pasta, somente em 2009 foram identificados 200 contribuintes suspeitos (empresas como concessionárias, revendas e outras) que teriam vendido 5,5 mil veículos irregularmente. Outras 200 Pessoas Físicas também estão sendo investigadas. 
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>Mulheres compram 42% dos carros novos

Posted on março 8, 2010. Filed under: automóveis, dia internacional da mulher, Fiat, General Motors, mulher, Mulheres, Volkswagen |

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No dia internacional da mulher, um dado interessante sobre essa guerreiras.  Elas compraram quase a metade dos 3 milhões de automóveis vendidos no País no ano passado, movimento que acompanha as mudanças sociais ocorridas nos últimos anos, com mais mulheres chefes de família, em cargos profissionais importantes e poder aquisitivo mais elevado.

Em uma década, a participação do público feminino nas compras diretas de carros saltou de 25% para 42%, segundo cálculo das montadoras. Além disso, elas influenciam em metade das aquisições feitas pelos homens. Com tanto poder de fogo, as mulheres recebem atenção especial das fabricantes. Na última década, foram desenvolvidos vários itens dirigidos a esse público, como tecidos de bancos que não desfiam roupas, maçanetas que protegem as unhas e porta-objetos.

Pesquisa feita ao longo dos últimos três anos, que acaba de ser concluída pela Renault do Brasil, mostra que a preferência das mulheres está cada vez mais próxima da dos homens no que se refere ao automóvel. “Apesar de algumas necessidades específicas, os critérios de compra estão muito próximos aos do homem”, afirma Maristela Castanho, diretora de produto da empresa. Foram ouvidas cerca de 7 mil pessoas em vários Estados.

Nos critérios de compra, 43% das mulheres apontam o preço como o mais importante, resposta escolhida por 38% dos homens. Conforto vem na sequência para 32% do público feminino e 28% do masculino. Consumo e estilo externo estão quase empatados, com cerca de 28% e 27% das preferências, respectivamente. Já o espaço interno é mais valorizado pelas mulheres, enquanto valor de revenda e robustez têm mais pontos entre os homens.

Maristela ressalta que ainda há limites na relação mulher/automóvel, principalmente em questões técnicas, como a potência do motor. “Elas continuam sendo mais racionais e pragmáticas na relação com o automóvel, mas estão adquirindo experiência. Para o homem, existe até uma questão de afeto, pois desde menino ele brinca com carrinhos e depois de adulto segue apegado ao produto.”

Ter o domínio do carro é um sentimento que a maioria dos homens respondeu que gosta, enquanto, entre as mulheres, a adesão foi de menos da metade. A situação se inverte quando a questão é se o veículo deve ser tão confortável como a casa. “As mulheres veem o carro como extensão da casa ou como suas bolsas: levam tudo que precisam”, comenta Herlander Zola, gerente de marketing e comunicação da Volkswagen.

Maristela informa que a pesquisa será repetida daqui a dois anos, para ter base comparativa. Mas ressalta que os resultados atuais vão balizar o desenvolvimento dos próximos carros da marca, previstos para chegarem ao mercado daqui a três ou quatro anos. Com a convergência cada vez maior de gostos entre os sexos, a tarefa tende a ser menos complicada.

Segundo o gerente de planejamento de marketing da Volkswagen, Fabrício Biondo, foi por meio de pesquisas que a empresa constatou o desejo das clientes de itens como porta-trecos e posição mais elevada para dirigir. O Fox, lançado em 2003, incorporou vários deles e é o preferido da marca entre as mulheres, com 52% das vendas.

A próxima exigência, que já começa a aparecer em modelos de luxo, é o sistema que detecta se o carro cabe na vaga disponível e faz automaticamente a manobra de estacionamento. “No futuro, vamos estender a tecnologia para diversos modelos”, diz Biondo. O park assist, como é chamado, está disponível no Tiguan, utilitário esportivo importado da Alemanha.

A diretora da General Motors Isela Costantini conta que o Agile, lançado em 2009, foi desenvolvido para todos os públicos, mas vários detalhes são resultantes de pesquisas com mulheres, como a posição ao dirigir, mais elevada do que um compacto normal.

O diretor de produtos da Fiat, Carlos Eugênio Dutra, lembra que muitos dos itens valorizados por mulheres atraem também os homens, apesar de eles focarem mais a potência e o desempenho do veículo e a mulher, a funcionalidade e segurança. O preferido da marca é a perua Palio Adventure, com 47% da venda para mulheres.

MÃO NA GRAXA

Ao mesmo tempo em que impõe suas vontades ao mercado, a maioria das mulheres continua delegando aos homens atividades que exigem esforço físico e mão na graxa. “Não sei trocar pneu e não quero aprender; isso já seria demais”, declara a advogada Glória J. Pinto, de 40 anos. Na hora da aquisição, ela leva em conta conforto, segurança e valor de revenda.

Mesmo sem por diretamente a mão na massa, as mulheres querem ter noções do funcionamento do veículo. Atendendo à demanda de clientes, a Citroën vai assumir uma ação hoje restrita a poucas revendas da marca: “Temos um projeto para oferecer cursos de mecânica básica para mulheres”, informa a diretora de marketing Nivea Morato. “No mínimo, elas não querem ser enganadas ao deixar o carro na oficina.”  Fonte: Estadão
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